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Reitor eleito apresenta pleitos a Henrique Alves

O reitor eleito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pedro Fernandes, foi recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), nesta quarta-feira (12), em Brasília.

“O deputado foi sempre muito atuante nas questões da educação. Por isso viemos nos apresentar e pedir o apoio dele para a nossa instituição”, disse o reitor.

Ele vai tomar posse no dia 27 de setembro.

Pleitos

O presidente não só reconheceu a importância da Uern para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, como assegurou o apoio dele, como parlamentar e presidente da Câmara, para os projetos da universidade. Um deles, já em tramitação no ministério das Comunicações, é a FM Universitária de Mossoró.

O reitor também conversou com o deputado sobre a proposta da Frente Parlamentar da Educação, em tramitação no Congresso Nacional, que inclui no Plano Nacional de Educação (PNE) orçamento para custeio e manutenção das universidades públicas estaduais e municipais.

Segundo o reitor, se a proposta for aprovada no PNE, cada universidade pública vai receber R$  2 mil por ano por cada aluno matriculado regularmente.

A Uern,  com 11 mil alunos, receberia R$ 22 milhões por ano para custeio e manutenção. Esse aporte corresponde a cerca de 10% do orçamento de 2013 da universidade no valor de R$ 215 milhões.

Proposta quer 10% do PIB investido em educação

UOL

Os deputados da comissão especial de análise do PNE (Plano Nacional de Educação) aprovaram no começo desta noite um destaque que determina investimento direto de, no mínimo, 10% do PIB em educação até final da vigência do plano, em 2020. Antes disso, em cinco anos, esse percentual deverá ser de, no mínimo, 7%.

Atualmente, o país aplica 5,1% do PIB em educação.

Ministro pessimista

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça-feira (26), em nota, que a proposta aprovada hoje pela Câmara dos Deputados que destina 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação é uma “tarefa política difícil de ser executada”.

“Em termos de governo federal equivale a colocar um MEC dentro do MEC, ou seja, tirar R$ 85 bilhões de outros ministérios para a Educação. É uma tarefa política difícil de ser executada”, afirma o ministro. Segundo o MEC, a proposta equivale “dobrar em termos reais” os recursos para a área no orçamento das três esferas de governo (municípios, Estados e União).

O ministério afirmou que vai estudar, ainda, as “repercussões e as implicações” da decisão e aguardar a tramitação no Senado, para onde o texto segue agora.

Nota do Blog – Os chamados ‘tigres asiáticos’ e nas últimos décadas a própria China passaram a mudar sua história com pesados investimentos em educação. Se continuarmos esperando a ‘divisão do bolo’, sem que socializemos o conhecimento e as oportunidades, teremos mais alguns séculos de atraso.

Mas o ministro Mercadante deve ser mais um que acha que educação é “gasto”. Rosalba Ciarlini (DEM) está fazendo escola.