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De “readequação” à “reordenação” nós vamos vivendo no RN

A palavra “reordenação” é o eufemismo da vez. Passou a ser adotado pelo Governo Robinson Faria (PSD) para suavizar o pior.

No projeto enviado hoje à Assembleia Legislativa, com medidas que estabelecem mais arrochos, como aumento de imposto, a reordenação está por lá.

Na gestão anterior, de Rosalba Ciarlini, o vocábulo que virou sinônimo de atraso é coisa alguma, foi “readequação”.

Com essa palavrinha, diversos projetos ficaram parados ou quase parando.

Enfim, o resto o webleitor já sabe.

“Fracionado” e “readequação” são palavras mágicas no RN

O Governo Rosalba Ciarlini (DEM) notabiliza-se por uso de eufemismos, para atenuar impacto de palavras duras no cotidiano dos cidadãos potiguares.

A nova é “fracionado”.

Risível.

“Fracionado” substitui “atrasado”, numa referência à folha de pessoal do Estado que – como previsto, vai sofrer atraso oficial. Há alguns meses vinham ocorrendo “problemas técnicos”, como o ocorrido para aposentados e pensionistas no mês anterior.

Outro eufemismo de “Rosalba e seus cabras da peste” é “readequação”.

Usam-no para explicar atraso no cronograma de obras, em que não pagam construtoras.

Em Mossoró, por exemplo, a obra da Escola Técnica está parada há um ano e 10 meses por causa de “readequação” do projeto.

Fala sério, vai!!

“Readequação”, a palavrinha mágica no Governo do Estado

“Readequação”.

Esse é o novo eufemismo criado pela gestão Rosalba Ciarlini (DEM), para justificar obras paradas há meses, até serem retomadas e possivelmente inauguradas em ano de nova campanha eleitoral.

Certas “readequações” implicam em aumento de gastos em milhões, causam desemprego e transtornos para construtoras e mão-de-obra, além da própria população.

Em Mossoró, dois exemplos clássicos são a Escola Técnica do Conjunto Walfredo Gurgel e a duplicação da estrada Mossoró-Tibau.

A primeira está parada há quase um ano e nove meses e só esteve em andamento por cerca de três meses. Parou, teve parte do material do canteiro de obras furtado ou depredado e tudo devido a uma “readequação”.

Ritmo frenético

Na duplicação, paralisada há meses ou retomada meia-boca, a primeira desculpa esfarrapada foi o período de chuvas.

Com a pressão popular apareceu promessa de que tudo seria retomado em ritmo frenético, como ocorrera no período de campanha eleitoral de 2010..

Nova mentira.

Agora, mais uma potoca: vai passar por readequação, mas com aumento em seu custo.

“Readequação”, segundo o Dicionário Houaiss “é ato ou efeito de readequar-se”, ou seja, se reajustar algo.

No caso do Governo do Estado, reajuste é no valor final da obra. E na cara-de-pau.