O programa “Mariana Godoy Entrevista” na Rede TV, à noite dessa sexta-feira (20), teve sob sabatina o presidente afastado da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Um bate-papo muito interessante sobre bastidores políticos, presidente afastada Dilma Rousseff (PT), conselho de ética, “golpe”, dinheiro no exterior etc.

Denominado de “Malvado Favorito” por um segmento da sociedade, que sataniza o PT e Dilma, Eduardo Cunha admitiu que existiu “golpe”. Mas tem outro olhar sobre os acontecimentos envolvendo a presidente afastada.
Segundo ele afirmou, “foi um golpe de sorte tirar a Dilma e o PT do poder”.
Quanta maldade!
Frio, raciocínio rápido, impassível, ele se divertiu com o apelido de “Malvado Favorito”. Soltou um leve sorriso.
Disse que “não há razão para eu ser preso”. Sereno, com cenho sem revelar qualquer tensão, disse estar tranquilo e à espera da decisão quanto ao seu futuro.
Dinheiro na Suíça? Ele garante que não possui nada em seu nome ou de parentes.
Empinando um nítido conhecimento regimental da Baixa Câmara e do Congresso como um todo, fluência verbal e inabalável diante das perguntas mais constrangedoras, Eduardo Cunha asseverou que é “evangélico” e acredita na “Justiça”.
“Sensação que cumpri meu papel”. Eduardo Cunha pensa assim sobre abertura do processo de impeachment contra a presidente.
Lembrou que foram mais de 50 pedidos em um ano e ele chegou a rejeitar 40. Entretanto ficou inevitável o acatamento da proposição.
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