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Sindicância vai tentar localizar 622 servidores municipais

A Prefeitura de Mossoró começa a implementar uma série de medidas de ordem administrativa, para dar resposta às diversas distorções encontradas em sua folha de pessoal. As providências foram anunciadas hoje pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD), no Palácio da Resistência.

Anúncio de aspectos da auditoria e providências foram anunciados hoje (Foto: PMM)

Ele fez breve levantamento da auditoria realizada por equipe da Universidade do Estado do RN (UERN), enaltecendo a competência da instituição e preparo dos auditores.

A auditoria foi entregue ao prefeito no dia 13 de junho deste ano, a um custo de quase R$ 300 mil. Cópia do documento investigativo será encaminhada ao Ministério Público. Não foi informado se a Câmara Municipal receberá outra reprodução do trabalho.

Medidas

Eis as medidas que começam a ser encaminhadas:

– Implantação de uma sindicância para apurar os 622 servidores que não foram localizados durante o senso, resguardando a esses, o amplo direito do contraditório;

– Indicação de fiscais e nova licitação por lotes que definam terceirizações por secretarias, por ter sido identificada a ausência de fiscais de contrato de terceirização e a necessidade de controle de documento eficaz;

– Implantação do cadastramento biométrico dos servidores, pela existência de duplicidade de matrículas e a insuficiência de informações quanto a licenças e afastamentos;

O QUE É SINDICÂNCIA – Inquérito que visa apurar suposta irregularidade funcional em determinado órgão público. Seu andamento deve obedecer um ritual em que o princípio do amplo direito à defesa é consagrado. Tem caráter administrativo, podendo resultar – em caso de punição – na demissão de eventuais culpados e até mesmo encaminhamento à esfera judicial para sanções cíveis e criminais.

– Implementar o ponto eletrônico nas secretarias, diante da ausência de controle eficaz de jornada detectada na auditoria, com projeto piloto no Centro Administrativo, que atualmente abriga a sede de quatro secretarias municipais: Saúde, Educação, Cultura e Desenvolvimento Social e Juventude;

– Quantidade elevada de aulas excedentes, ocasionadas pela ausência de professores. Problema que já começou a ser resolvido com a convocação de 156 professores, que reduziu o pagamento de horas extras e atribuiu ainda mais qualidade ao ensino  público;

– A Prefeitura Municipal está desenvolvendo um software para controlar os plantões, encontrados em excedente, a partir das escalas de trabalho, unificando e modernizando o referido controle;

– Dimensionamento da necessidade de contratação dos temporários e a realização de seleção pública (medida inicial) seguida de concurso público (medida final) para abolir os contratos temporários com prazo superior a dois anos.

Com informações do site da PMM.

 

Irmã de governadora segue imune à sindicância

Só para lembrar: hoje faz um ano e dois meses (veja AQUI) que o falante secretário da Saúde Pública do Estado, Luiz Roberto Fonseca, anunciou abertura de sindicância para apurar supostas irregularidades em relação à situação funcional da assistente social Ruth Ciarlini (DEM), no Hospital Regional Tarcísio  Maia (HRTM).

A vida é bela para Ruth, com apoio da mana governadora

De lá para cá, Ruth só tem a agradecer. Não saiu nada, patavina de nada. Nada foi divulgado.

Irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ex-deputada estadual e ex-vice-prefeita de Mossoró, Ruth foi denunciada por obter vantagens à sua remuneração, sem sequer prestar expediente. Até plantões e horas-extras creditados, sem o devido trabalho.

Licença prêmio

Se tudo estava bom, ficou ainda melhor, porque a mana governadora lhe concedeu licença prêmio (veja AQUI), um benefício que tinha sido vetado para qualquer outro servidor por intermédio de decreto da própria governante.

A ex-deputada “ganhou licença prêmio por assiduidade por 3 meses”, conforme Portaria nº 821/2014 – GS/SESAP, de 08 de maio de 2014.

O mais revoltante, para quem realmente trabalha, é que a própria governadora tinha suspendido esse tipo de direito, através de decreto 23.627, de 2 de agosto de 2013,.

Outro decreto, 24.255, de 3 de abril de 2014, abriu uma brecha, alterando o anterior. Exclui os servidores que vão se aposentar e tem licenças para gozar.

A vida é bela no Estado. Para uns.

RN aguarda há 8 meses sindicância sobre irmã de Rosalba

Hoje é dia de velinhas, bolo e guaraná, balões coloridos e apitaço. Dia de mais um aniversário.

Hoje faz oito meses que o secretário estadual da Saúde Pública do Estado, Luiz Roberto Fonseca, anunciou sindicância para apurar denúncias contra a servidora estadual Ruth Ciarlini (DEM), irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Foi no dia 22 de maio de 2013 (veja AQUI).

Até o momento, nadica de nada.

Ruth, assistente social, ex-deputada estadual e ex-vice-prefeita de Mossoró, foi denunciada por não cumprir expediente no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), além de receber por hora-extra e plantões fictícios.

Nesses oito meses, a veia moralista do governo não conseguiu “concluir” a sindicância.

Lembra muito a auditoria no Hospital da Mulher, em que foram desviados mais de R$ 8,4 milhões (admitidos pelo próprio Governo) em poucos meses, mas que só teve freio com intervenção judicial.

Prometida para 30 dias em junho de 2012, prestes da campanha municipal daquele ano, a auditoria apresentou rabisco de resultado mais de seis meses depois – depois das eleições, claro.

Pobre RN Sem Sorte!

Sindicância completa sete meses de “enrolation”

Chegamos hoje, dia 22 de dezembro de 2013, há exatos sete meses de uma promessa. Até aqui, só promessa.

No dia 22 de maio deste ano, o secretário da Saúde Pública do Estado (SESAP), Luiz Roberto Fonseca, anunciava instalação de uma sindicância (veja AQUI) para apurar denúncia irrefutável.

A assistente social, ex-deputada estadual e ex-vice-prefeita de Mossoró Ruth Ciarlini (DEM) tinha emprego sem trabalhar e ainda ganhava plantões e hora-extra no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

De lá para cá, só “enrolation”.

Só para lembrar: a denunciada é irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que vende imagem de lisura administrativa.

Governadora, ainda há tempo para apresentar a sindicância. Vamos, faça isso.

Cinco meses e sindicância não tem resultado

Hoje, 22 de outubro de 2013, faz cinco meses que o secretário estadual da Saúde Pública, Luiz Roberto Fonseca, anunciou uma importante sindicância. Até aqui, nada.

A sindicância seria para apurar denúncia de que a assistente social Ruth Ciarlini (DEM), irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ganharia sem trabalhar, faturando até por plantões fictícios no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Veja AQUI o anúncio.

O Blog já tratou do assunto em diversas postagens, mostrando como tudo é costurado para manter e ampliar privilégios, em detrimento da maioria dos servidores e sociedade AQUI.

Ruth Ciarlini segue seu “expediente” sem sindicância

Ruth: só alegria

A ex-deputada estadual, ex-vice-prefeita de Mossoró e irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), assistente social Ruth Ciarlini (DEM), continua sem cumprir expediente regular no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

“Ela aparece por lá, vez por outra, dá aceno para um, para outro, solta um sorriso e some”, comenta um enfermeiro com longa trajetória no hospital.

O secretário estadual da Saúde Pública, Luiz Roberto Fonseca, no dia 22 de maio deste ano anunciou – após pressão de setores da imprensa – que o Estado iria abrir sindicância para apurar situação funcional de Ruth. Dois meses depois, a sociedade ainda espera pelo resultado dessa apuração.

Resultado

Será que vai durar o tempo que levou para se conhecer, superficialmente, a auditoria da roubalheira no Hospital da Mulher? Prometeu resultado para 30 dias e levou cerca de sete meses. Assim mesmo, não deu a devida publicização.

Ruth foi flagrada recebendo por plantões e expedientes que nunca cumpriu no HRTM.

“O fato é que os plantões (de maio) não foram dados. Ela não compareceu aos plantões. Então, a determinação da secretaria é corte dos plantões do mês de maio”, disse o secretário.

Ruth chegou a receber por 12 plantões diurnos e mais 4 plantões extras. Em abril, por exemplo, faturou R$ 3.759,12.