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Sindicato diz que delegacias não têm Net nem fone

Os policiais civis do Rio Grande do Norte estão indignados com o total descaso do Governo do Estado. Além de falta de pessoal, problemas estruturais e falta de condições de trabalho, eles amanheceram esta sexta-feira (26) com os telefones e internet cortados.

A denúncia é feita pelo sindicato da categoria, o SINPOL/RN.

Segundo a entidade, a situação é relatada através de vários filiados revoltados, que solicitam a cobrança ao Poder Eexecutivo.

“Se não bastassem os rádios, que são poucos, e não funcionam por falta de baterias, mais esta vergonhosa situação nas delegacias. A Secretaria de Segurança e Defesa Social e a Delegacia Geral de Polícia deveriam estar preocupadas com esta situação”, critica a diretoria do sindicato.

Segundo os policiais, várias ações estão interrompidas, com prejuízos como impossibilidade de busca para saber se pessoas têm mandados de prisão e consultas de placas de veículos, além de comunicação entre as delegacias.

Liminar derruba decisão da Segurança Pública

Os policiais civis do Rio Grande do Norte tiveram uma vitória nesta terça-feira (23) com relação a uma medida do Governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SESED). Foi deferida uma Liminar ao Mandado de Segurança impetrado pelo Sindicato dos Policiais Civis (SINPOL/RN), contra a Portaria de nº 069/2013 – GS/SESED.

Essa portaria previa a possibilidade dos policiais militares pertencentes ao Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e da 2ª Seção do Estado Maior Geral exercerem ações investigativas, o que compete exclusivamente aos policiais civis, na forma como prescreve o § 4º do artigo 144 da Constituição Federal e o § 1º do artigo 90 da Constituição Estadual do RN.

“Essa decisão é importante, posto que convalida a autonomia das atividades da polícia judiciária. Isso mostra  que a justiça não fecha os olhos para certas ‘arbitrariedades’ dos prepostos estatais (que, na verdade, camuflam os atos governamentais). Ou seja, não podem deliberar arbitrariamente ao arrepio da Lei e aos olhos da sociedade. É uma grande vitória na defesa dos interesses de toda a categoria dos policiais civis do RN”, ressalta a diretoria do sindicato.

A Sesed criou tal portaria sob o pretexto de criar uma “força-tarefa de investigação aos crimes de homicídios com autoria desconhecida e indícios de execução” dando poderes à polícia militar que são exclusivos da polícia judiciária, especialmente o de investigação dos crimes de homicídios.

Na liminar, o desembargador Vivaldo Pinheiro acatou os fundamentos apresentados pela assessoria jurídica do Sinpol/RN e determinou a suspensão dos efeitos jurídicos da Portaria da SESED, destacando que era patente a inconstitucionalidade e ilegalidade do referido ato normativo, citando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já se pronunciou a respeito dessa impossibilidade de desempenho das funções da polícia judiciária pelos policiais militares.

Polícia não vai mais custodiar presos em delegacias

Após um dia inteiro reunidos em assembléia discutindo estratégias de luta contra o retorno de presos para delegacias e pela convocação de concursados, os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram que não vão mais, sob hipótese alguma, custodiar ilegalmente presos nas delegacias.

Diante disso, o sindicato da categoria, Sinpol/RN, produzirá uma recomendação que será enviada para todas as delegacias da Grande Natal e interior informando como devem proceder com presos de justiça e flagranteados.

O documento recomendará, por exemplo, que os policiais não recebam mais presos com mandado de prisão vindos da Polícia Militar ou por populares. Nestes casos, deverão ser entregues diretamente ao sistema penitenciário. E mesmo nos casos dos flagranteados, os juízes e promotores de plantão devem ser comunicados de imediato, pelas delegacias, para que possam designar local apropriado no sistema penitenciário.

A categoria decidiu ainda que dará um prazo de 30 dias para que o Governo finalmente adote medidas no sentido de resolver a questão dos presos em delegacias.

Polícia faz movimento contra presos em delegacia

Os policiais civis estão programando uma série de medidas para acabar com a presença de presos em delegacias de todo o Rio Grande do Norte.

Reunidos em assembléia na noite dessa quarta-feira (20) no auditório do Sindicato da Polícia Civil (SINPOL/RN) em Natal, agentes e escrivães, inclusive vindos do interior (destaque para Goianinha, Nisia Floresta e Caicó), decidiram que não vão mais aceitar custodiar presos de justiça e lutarão contra isso.

Ficaram agendadas visitas da diretoria do sindicato a Goianinha (segunda-feira, 25) e Caicó (terça-feira, 26), e será definida uma data para mobilização em Canguaretama, para lutar contra a custódia ilegal de presos nestes municípios.

Além disso, outra assembléia, com indicativo de paralisação, ficou programada para acontecer no dia 2 de abril, às 18h, novamente na sede do SINPOL/RN em Natal.

A expectativa é que até lá, os presos que se encontram hoje nas delegacias sejam retirados.

Sindicato pede convocação de aprovados em concurso

O Sindicato da Polícia Civil (SINPOL/RN) encaminhou na tarde desta quinta-feira (10) um Ofício ao secretário chefe do Gabinete Civil, Carlos Augusto Rosado (DEM). No documento, a entidade cobra a convocação de concursados da Polícia Civil/RN mais uma vez.

O sindicato ressalta que a atual situação (promovida pelo Governo do Estado) de nomeação por meio da substituição das vagas abertas em decorrência de aposentadorias e falecimentos não contribui para o aumento do efetivo da Polícia Civil, que hoje amarga a manutenção de um quadro de servidores de uma década atrás.

“É público que o Governo apregoa, como justificativa, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR) para amparar esse tipo de convocação, porém verifica-se a contradição no discurso governamental quando se observa a convocação de servidores de outras carreiras sem a observância da referida Lei”, destaca o sindicato.

O SINPOL frisa que o Rio Grande do Norte tem ocupado um dos primeiros lugares no ranking de menor efetivo policial civil no país. Fazendo uma estimativa relacionando o efetivo policial civil com o contingente populacional do nosso Estado, constata-se o perigoso dado. O RN tem mais de 3.168.027 habitantes, desta maneira para cada 2.263 (dois mil duzentos e sessenta e três pessoas) há apenas um policial civil.

Com informações do Sinpol/RN

Greve do Itep terá novas estratégias anunciadas

O Sindicaato da Polícia Civil (SINPOL/RN) convoca coletiva para às 9h desta sexta-feira (28) no seu auditório, em Cidade Alta, quando informará sobre os rumos da greve do ITEP, decididos pela categoria na noite desta quinta-feira (27).

Os servidores, em greve desde o dia 3 de setembro, deliberaram em assembleia por novas estratégias de mobilização, diante dos últimos fatos envolvendo decisões judiciais.

A Diretoria do Sindicato ressalta que todas as informações serão prestadas apenas no momento da coletiva, quando todos os veículos de comunicação terão acesso ao que foi decidido, por unanimidade, em auditório lotado de servidores.

Com informações do Sinpol/RN.

Grevistas farão mobilização nesta quinta em Natal

Os servidores do ITEP (em greve desde essa segunda-feira, 03 de setembro), agentes e escrivães da Polícia Civil  farão uma grande mobilização nesta quinta-feira (06).

A ação, denominada “Dia de Luto e Luta por Melhores Condições de Trabalho”, iniciará às 8h na sede (Natal) do SINPOL/RN (Sindicato da Categoria), onde será definida a programação, que deverá contar com passeata e ato público.

O objetivo é cobrar do Governo investimentos e melhorias na Polícia Civil, principalmente no que diz respeito a condições de trabalho (dois policiais morreram em ação de perseguição a criminosos, quando ficou evidente a precariedade em que trabalham, sem armamentos e proteção).

Eles reivindicarão ainda a criação do Estatuto para o ITEP/RN.

Na manhã desta quarta-feira, os servidores em greve seguiram em passeata pelas ruas do Centro até a Assembleia Legislativa, onde buscam sensibilizar os deputados estaduais para a luta da categoria.

Com informações do Sinpol/RN.

Itep começa greve por tempo indeterminado

Nesta segunda-feira (3) de setembro, o Rio Grande do Norte enfrenta mais uma greve de serviço essencial: os servidores do ITEP iniciam uma paralisação por tempo indeterminado, resultado da intransigência do Governo, que se negou a estabelecer um prazo para concluir um parecer ao anteprojeto que criará a Lei Orgânica e Estatuto do órgão.

A deflagração do movimento paredista ocorreu no dia 22 de agosto, após um dia inteiro de mobilizações, dentro da paralisação de 24 horas que visava chamar a atenção da população e Governo para a necessidade de conclusão das análises. Mas o Estado não deu, naquele momento e até agora, qualquer sinalização para o diálogo, apesar das insistentes tentativas feitas pelos representantes da categoria, o SINPOL/RN.

Com isso, os servidores deliberaram que o fim da greve por tempo indeterminado estará condicionado ao fechamento das negociações com o SINPOL e ao encaminhamento do projeto à Assembleia Legislativa, e não mais à apresentação de prazo para a conclusão do parecer ao anteprojeto.

Desde as 8h de hoje que os servidores se reúnem em Assembleia Permanente no Auditório do SINPOL, em Natal, e na subsede do Sindicato, em Mossoró, quando decidirão sobre as mobilizações e ações que empreenderão na luta pelo Estatuto.

Ano passado, o Itep já tinha paralisado suas atividades e fizera greve de advertência também este ano.

Com informações do Sinpol.

Servidores do Itep vão fazer paralisação segunda-feira

Na próxima segunda-feira (3) de setembro, o Rio Grande do Norte enfrenta mais uma greve de serviço essencial: os servidores do ITEP iniciam uma paralisação por tempo indeterminado, resultado da intransigência do Governo, que se negou a estabelecer um prazo para concluir um parecer ao anteprojeto que criará a Lei Orgânica e Estatuto do órgão.

A deflagração do movimento paredista ocorreu no dia 22 de agosto, após um dia inteiro de mobilizações, dentro da paralisação de 24 horas que visava chamar a atenção da população e Governo para a necessidade de conclusão das análises. Mas o Estado não deu, naquele momento e até agora, qualquer sinalização para o diálogo, apesar das insistentes tentativas feitas pelos representantes da categoria, o Sinpol/RN.

Com isso, os servidores deliberaram que o fim da greve por tempo indeterminado estará condicionado ao fechamento das negociações com o SINPOL e ao encaminhamento do projeto à Assembleia Legislativa, e não mais à apresentação de prazo para a conclusão do parecer ao anteprojeto.

A partir das 8h da segunda os servidores se reúnem em Assembleia Permanente no Auditório do Sinpol, em Natal, e na subsede do Sindicato, em Mossoró, quando decidirão sobre as mobilizações e ações que empreenderão na luta pelo Estatuto.

Com informações do Sinpol/RN.

Servidores do Itep marcam greve para setembro

Termina às 7h de hoje a greve de 24 horas dos servidores do Itep. Mas ontem à noite em Natal, em nova assembleia da categoria, aprovaram uma greve por tempo indeterminado, para iniciar no dia 3 de setembro, primeiro dia útil do mês seguinte.

A decisão aconteceu ao final de um dia cheio de mobilizações, dentro da paralisação de 24 horas, porque o Governo do Estado não deu qualquer sinalização para o diálogo, apesar das insistentes tentativas feitas pelos representantes da categoria, o Sinpol/RN.

A categoria lotou a galeria da Assembleia Legislativa pela manhã e a diretoria do SINPOL conversou com deputados da oposição e situação, sensibilizando-os para o intermédio junto ao Governo, no sentido que concluíssem logo as análises com relação ao Anteprojeto que criará a Lei Orgânica e Estatuto do órgão.

O líder governista, Getúlio Rêgo (DEM), e o colega de bancada, Leonardo Nogueira (DEM), ficaram de dar retorno até o final da tarde à categoria, mas não o fizeram, diante do silêncio dos representantes do Governo.

O Sindicato observa que de certa forma isso já era esperado, porque pela manhã Rêgo telefonou ao consultor-geral do Estado, José Marcelo, que reafirmou que não teria prazo a dar para a conclusão de seu parecer. Ele chegou a dizer ainda que enviaria novamente o documento ao Itep, gerando mais revolta na categoria, visto que o documento já foi analisado pela assessoria jurídica do órgão diversas vezes.

Getúlio telefonou ainda para o secretário chefe da Casa Civil, Anselmo de Carvalho, que ficou de conversar com Marcelo e dar retorno, o que não aconteceu. O próprio deputado foi ignorado.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Sinpol.

Greve da Polícia Civil leva governo a reabrir negociação

Os agentes e escrivães da Polícia Civil deliberaram, ao final da tarde desta quarta-feira (20), na sede do Sindicato da Polícia Civil (SINPOL/RN), pela suspensão da greve de advertência às 8h desta quinta-feira (21).

A decisão pela não continuidade da paralisação, que poderia se tornar por tempo indeterminado, ocorreu devido aos avanços obtidos com esta mobilização de 24 horas.

A categoria conseguiu uma audiência com a cúpula do Governo, no final da manhã de hoje. O Sinpol/RN vinha fazendo essa solicitação por Ofícios há meses, sem êxito. A Diretoria do sindicato foi recebida pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, José Anselmo Carvalho, pelo secretário de Administração e Recursos Humanos, Antônio Alber Nóbrega e pelo consultor Geral do Estado, José Marcelo Ferreira Costa.

Sobre o ponto principal da audiência – a continuidade dos enquadramentos nos níveis – os representantes do Estado se comprometeram a avaliar as considerações que serão feitas pela categoria, o que ocorrerá na próxima reunião do Conselho Superior de Polícia (Consepol).

O posicionamento com relação à Minuta de Decreto, que regulamentará o enquadramento, será apresentado pelos dois representantes dos agentes e escrivães, respectivamente, Djair Oliveira (presidente do SINPOL/RN), e Kleber Eufrásio (diretor do SINPOL/RN).

Anuênios

Anselmo Carvalho também garantiu que neste momento o Governo do Estado não tem qualquer sinalização de envio de projeto de lei para a Assembleia Legislativa, que possa revogar direitos adquiridos dos policiais civis, como os anuênios. Esta ameaça vem preocupando os policiais, diante das últimas notícias na imprensa, e poderia contribuir para um indicativo de greve por tempo indeterminado. O chefe da Casa Civil disse que estão avaliando ideias para cortes nas despesas, mas só que de forma minuciosa, uma vez que analisam os aspectos e impactos financeiros, mas também os políticos e administrativos.

O chefe da Casa Civil não apresentou dados positivos a respeito da convocação de mais concursados, como reivindica a categoria. Voltou a alegar o limite prudencial, informando que só poderão chamar, quando surgirem vagas por causa de falecimentos e aposentadorias.

Já a respeito do descumprimento de vários pontos do Termo de Acordo firmado pelo governo em julho do ano passado, quando a categoria encerrou uma greve de 57 dias, ele disse que o Governo se posicionará tão logo a Secretaria de Justiça e Cidadania (SEJUC) tenha um gestor efetivamente ocupando o cargo. Isso porque alguns dos problemas referem-se a esta pasta, como: continuidade de presos em delegacias e falta de um cronograma para a construção de mais cadeias públicas.

Desta maneira, esses e outros pontos, como a limpeza terceirizada nas delegacias e vale-alimentação serão discutidos em reunião conjunta também com o titular da Sesed (segundo informou Anselmo, isso poderá ocorrer nos próximos 15 dias).

A categoria deliberou pela realização de nova assembleia no próximo dia 11 de julho, às 18h, na sede do sindicato, assim como uma mobilização de apoio aos votos dos diretores do SINPOL na próxima reunião do Consepol.

Entidades pedem apoio a presidente Ricardo Motta

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PMN), recebeu hoje (20) representantes de sindicatos que estiveram na Assembleia Legislativa para pedir apoio dos parlamentares nas negociações que vem mantendo com o governo.

Além dos integrantes da Associação de Delegados do RN (ADEPOL) e do Sindicato da Polícia Civil (SINPOL/RN), os deputados foram procurados por professores das instituições (clínicas) e escolas conveniadas com a Secretaria Estadual de Educação e Cultura, como é o caso da APAE, Clínica Heitor Carrilho, entre outras.

No caso da Associação dos Delegados, a presidente Ana Cláudia Saraiva Gomes disse que eles vão marcar uma audiência com a governadora, para discutir alguns projetos de ordem técnica e a questão de investimentos na polícia civil: “Viemos para criar mais uma oportunidade de diálogo e abrir um canal com o governo”.

Quanto aos policiais civis, eles pediram apoio dos parlamentares para que o governo cumpra termos do acordo firmado no Tribunal de Justiça do RN (TJRN) em 2011.

Já os professores estão tentando entrar em acordo para que o aumento concedido à categoria, com a implantação do piso do magistério, também contemple os servidores que estão lotados nas escolas e clínicas conveniadas e pedindo também a renovação do convênio com estas entidades.

Nota do Blog – Vale lembrar a importância de entidades como Apae e Clínica Heitor Carrilho, que há décadas prestam relevante serviço à sociedade, cuidando de crianças excepcionais. São reconhecidamente, muito úteis à sociedade.

Sindicato vai denunciar Estado ao Ministério da Justiça

Na última sexta-feira (15) a Delegacia Geral de Polícia (DEGEPOL) publicou portaria reduzindo o horário de funcionamento das delegacias distritais e especializadas, que deixam de ser 24 horas, para funcionarem das 8h às 12h e das 14h às 18h.

“No período noturno, os cidadãos que sofrerem qualquer violência só poderão contar com as Delegacias de Plantão, que se restringirão a fazer o registro do Boletim de Ocorrência, sem, no entanto, dar andamento imediato a qualquer procedimento investigativo”, ressalta a presidente do Sindicato dos Policiais Civis (SINPOL), Vilma Marinho.

Os BOs registrados nas plantões somente após o encerramento de cada plantão são encaminhados à Degepol, que posteriormente os remete para as Delegacias competentes darem o andamento, ou seja, com grande prejuízo para o êxito das investigações. Sem os plantões nas distritais e especializadas, os policiais civis deixam de ir aos locais de crime à noite, prejudicando as investigações, já que boa parte dos delitos se dá na calada da noite, como o tráfico de drogas, que cresce a cada dia no Estado.

Diante disso, o Sinpol/RN cientificará o Ministério da Justiça e a Secretaria Nacional de Segurança Pública sobre a decisão do Governo do Estado, através da Degepol, “já que essa medida contraria os princípios da Segurança Pública do país”, comenta Vilma.

Nota do Blog – Volto a repetir, para que o webleitor não esqueça e perceba a gravidade dessa relação conflituosa entre Estado e servidores: o governo vai conviver com uma multidão de ressentidos, gente que se sente maltratada e manterá vigilância incansável para questionamento de atos ou omissões de seus governantes.