
A produção da indústria de especulações e conjecturas nessa atual fase da pré-campanha eleitoral 2018, no RN, ocorre em tempo integral.
Não para, não para.
Se formos publicar tudo que ouvimos, sem checagem mínima, confronto de informações etc., concorreremos para essa barafunda em vez de fazermos jornalismo.
Há muita notícia desencontrada e muito boato sob encomenda circulando por aí.
O cenário é realmente complexo para praticamente todos os partidos e eventuais candidatos, sobretudo dos grupos mais tradicionais.
A palavra de ordem é “sobreviver” (escapar).
Seguimos com ouvido ao chão como bom índio Cheyenne, Sioux, Comanche, Apache, Navajo ou Cherokee.
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