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Síndromes respiratórias lotam saúde pública e privada

Vacinação ocorre em todas as unidades de saúde (Foto: Arquivo)
Vacinação ocorre em todas as unidades de saúde (Foto: Arquivo)

Síndromes respiratórias estão lotando Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) de Mossoró. Mas, o problema não chega apenas à ampla estrutura de atendimento municipal.

Em hospitais privados ocorre formação de mais equipes, abertura de novos espaços para cuidados com pacientes e mesmo assim há registros de filas e grande quantidade de pessoas em busca de tratamento.

O fenômeno não é localizado em Mossoró. Noutros municípios e estados nordestinos há demanda crescente e registro de muitos óbitos.

No Maranhão, por exemplo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) iniciou o processo de montagem de um Hospital de Campanha (veja AQUI) para acolher casos leves de síndromes gripais no estacionamento do Multicenter Sebrae, no bairro Cohafuma, em São Luís. Já houve registro de 89 óbitos.

A providência remete ao período de caos provocado pela Covid-19.

Vacinação

Vale destacar, que a vacinação em Mossoró contra a Influenza continua nas Unidades Básicas de Saúde, de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Nota do Blog – Passei por certa angústia com virose e ainda duelo contra suas consequências.

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Cortes na Saúde preocupam médico ortopedista

Boa tarde, Carlos Santos

Parece-me que o Secretário de Saúde de Mossoró, Benjamim Bento, quer realmente reduzir (veja AQUI) toda a equipe Médica das UPA’s (Unidades de Pronto-Atendimento), respaldado em critérios do SUS (Sistema Único de Saúde), não baseado em número de atendimentos/dia.

Realmente é o que deve servir de norteamento para reduzir ou aumentar número de profissionais de Saúde em uma unidade de atendimento tipo UPA (que atende casos de urgência).

E, agora com advento da invernada, os casos de doenças virais deve aumentar!

Outra redução digo, extinção, é o serviço de Trauma/ortopedia que funcionava na UPA do Belo Horizonte, onde era realizado quase 100 atendimentos dia!

Cirurgias suspensas desde setembro de 2016.

Pode se dizer que Mossoró está em estado de calamidade. Há uma fábrica de sequelados com produção diária que só aumenta (veja AQUI).

Deus nos proteja e nos guarde em casa!

Manoel Fernandes – Médico Ortopedista.

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Empresa ameaça cortar gases medicinais; PMM se defende

A Indústria Nordestina de Gases Eireli – ME anuncia que passa a cortar a partir de amanhã (17 de novembro), o fornecimento de gases medicinais (Oxigênio Medicinal Gasoso e Ar Comprimido) à Prefeitura Municipal de Mossoró.

A empresa atesta que há atraso no pagamento dos seus produtos, ao longo dos meses de Julho, Agosto, Setembro e Outubro.

O montante da dívida passa dos R$ 200 mil.

Os produtos atendem às UPA’s (Unidades de Pronto-Atendimento) e outras áreas da Saúde Pública Municipal.

Nota do Blog – O Blog já acionou a assessoria da Prefeitura Municipal de Mossoró, à cata de sua versão para o problema.

Ei-la adiante:

O atraso se deu em virtude da falta de documentação da empresa. Por conta dessa permanente ausência da documentação, o município submeteu as notas para avaliação da Procuradoria do Município. Mas a liquidação da nota nãoo acontece no mês corrente.

Diante do parecer (positivo) da Procuradoria do Município, o processo de pagamento esta seguindo todos os trâmites e assim que for concluído será pago.  Vale salientar que as UPAs têm uma usina locada de oxigênio, que abastece as três que existem no município e o Samu.

Isso possibilitou uma redução no contrato milionário que o município tinha com empresas de oxigênio, de quase R$ 200 mil ao ano.

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Prefeitura abre o cofre no final da gestão de “Francisco”

Tem sido prodigiosa a caneta do prefeito Francisco José Júnior (PSD), “Francisco”, nos últimos dias, desde que desistiu da candidatura à reeleição. Nomeações para cargos comissionados, pregões e aditivos contratuais fazem da Prefeitura de Mossoró uma “ilha de prosperidade”.

Os valores envolvidos levam à crença de que é serena e farta a situação do erário.

Tem de tudo um pouco.

No Jornal Oficial do Município (JOM) mais recente, dia 7 (cinco dias após as eleições), os números saltam a somas que impressionam.

Pregão garante R$ 480 mil para "consultoria" em final de gestão (Foto: reprodução)

Tem aditivo para todos os gostos: para médicos nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) do Santo Antônio e São Manoel, terceirização de transporte, serviço de xerox, Consultoria Fiscal etc.

Entre as publicações, R$ 480 mil para a empresa sediada no bairro de Pituba em Salvador-BA, por nome Cinnape. Fará Serviços de Assessoramento e Consultoria Fiscal à Prefeitura.

Um aditivo para terceirização de mão-de-obra com a empresa Prime também pode ser encontrado, mas não especifica o montante a ser pago.

A Sama (Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda) também teve aditivo no montante de R$ 7.346,688,00 em seu contrato para garantir médicos nas UPA’s do Santo Antônio e São Manoel.

A UPA do Belo Horizonte não está incluída.

E mais, mais, mais…

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Futuro das UPA’s é uma incógnita para próximos meses

UPA's têm 146 médicos atuando (Foto: ilustrativa)

O atendimento médico nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) de Mossoró está garantido até o final deste mês. Depois… Bem, depois é ainda uma incógnita.

O Governo Francisco José Júnior (PSD) tenta administrar um déficit milionário e ainda não dimensionado pela população, até o final da gestão em 31 de dezembro próximo.

Mas para os meses de novembro e dezembro, a atuação de 146 médicos da Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), empresa terceirizada que atua nas UPA’s, não tem qualquer definição. Garantia mesmo só até final deste mês.

Atendimento

O próprio futuro das UPA’s é algo incerto na próxima administração, tamanha a complexidade do sistema de saúde do município e o custo de três equipamentos desses funcionando.

A média é de 1.333 atendimentos por dia nessas UPA´s, volume cumulativo da ordem de 40 mil por mês.

Em dias de pico, principalmente em épocas de viroses, já ocorreram mais de 2.500 atendimentos em 24 horas.

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Segurança municipal aperta cinto em final de governo caótico

Todas as pastas da Prefeitura Municipal de Mossoró estão apertando ainda mais o “cinto”. A contenção de despesas decorre de orientação do prefeito Francisco José Júnior (PSD), a partir de reunião ocorrida nesse dia 5. O que está ruim, tende a ficar bem pior.

Tempos difíceis para a GCM (Foto: PMM)

Na Segurança, por exemplo, as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) contarão com apenas 1 (um) Guarda Civil Municipal (GCM) de serviço. As Unidades de Pronto-atendimento (UPA’s) continuam com 2 (dois) guardas de serviço por turno.

As Bases Integradas Cidadãs (BIC’s) também “encolhem” em sua efetividade. A prioridade é com os containers. Segundo se argumenta, as BIC’s fixas possuem efetivo de serviço, “servindo apenas como bases de determinados grupamentos.

Sindguarda/RN

O corte de gastos ainda se estende à frota de veículos da GCM Mossoró, tendo a devolução de 2 (dois) carros locados. Haverá ainda redução em cota de combustível para as viaturas restantes.

O Sindicato dos Guardas Municipais (SINDGUARDAS/RN) emitiu comunicado a seus associados, avaliando que “a situação está mais complicada que imaginamos”. E acrescentou: “Nesse momento de incertezas, o Sindguardas/RN orienta os companheiros a continuarem com as diretrizes estabelecidas pelo sindicato, na qual consiste em não tirar serviços extraordinários e, aos companheiros de serviço operacional, manterem-se em aquartelamento atendendo apenas a ocorrências dos companheiros que estejam de serviço”.

Nota do Blog – Acho difícil o prefeito Francisco José Júnior (PSD) concluir o governo. Mas se conseguir, parabéns pelo feito.

Mesmo assim deixará para trás um estrago difícil de ser sanado em curto e médio prazos, além de uma legião de ressentidos.

Anote, por favor.

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Terceirizada da Saúde denuncia médico à Polícia e CRM

A crise na Saúde de Mossoró virou caso de polícia. Li-te-ral-men-te. A Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que terceiriza equipe de médicos para plantões em Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) em Mossoró, formalizou denúncia contra o médico Gledson Cavalcante um de seus ex-sócios.

Materializou Boletim de Ocorrência (BO) na 2ª Delegacia Regional de Polícia e protocolou denúncia no Conselho Regional de Medicina (CRM).

O Blog Carlos Santos teve acesso com exclusividade aos dois conteúdos, um administrativo e outro público.

Nas duas frentes, a empresa acusa o médico que pediu afastamento dessa sociedade, de comportamento ao arrepio da lei, que comprometeria até mesmo a prestação de serviço de Saúde à comunidade. Num dos trechos do BO feito no dia passado (quarta-feira, 6), é assinalado que “reiteradamente o mesmo passou a conturbar o serviço, denegrindo a imagem da Sama, fazendo conspirações para que os demais sócios deixassem de prestar os serviço de atendimento médico nas UPA’s de Mossoró”.

No mesmo boletim, é comunicado que o ex-sócio da Sama utilizaria redes sociais para instigar demais integrantes dos plantões à prestação de atendimento “lento”, para comprometimento do trabalho.

Crise

Antes desse procedimento, ainda no mês passado, a Sama já tinha ido ao ataque, ou contra-ataque. Formalizou no dia 18 de dezembro ao Conselho Regional de Medicina (CRM) o que relatou ontem sinteticamente na Polícia Civil.

A arenga é desdobramento da crise provocada pelo atraso no pagamento à Sama, pela Prefeitura de Mossoró, que vem desde o ano passado. Além disso, da própria precarização dos serviços, com problemas que passaram a ser relatados pelos médicos, principalmente Gledson Cavalcante – ainda no dia 20 de dezembro (veja AQUI). Ele escreveu artigo à nossa página, denunciando “assédio moral”, por exemplo.

No mesmo dia, a Sama reagiu com uma nota, admitindo vários problemas, mas atenuando as críticas e denúncias de Gledson Cavalcante (veja AQUI).

Precariedade

No início desta semana (segunda-feira, 4), o Blog apresentou em primeira mão uma Carta de Esclarecimento à População Mossoroense. Foi lançada por um movimento de médicos-sócios da Sama – 43 ao todo – relatando a situação das UPA’s (veja AQUI).

– (…) Nos deparamos, diariamente, com uma precária e obsoleta infraestrutura, desde falta de ventilador mecânico, ausência de monitor cardiorrespiratório, inexistência de oxigênio contínuo, bem como, falta de drogas de caráter emergenciais e bombas de infusão contínua de medicamentos, além das eternas manutenções e ausências de aparelhos de eletrocardiograma, radiografia, desfribiladores et cetera – chegaram a assinalar.

A Sama reagiu novamente. Agora, com o Boletim de Ocorrência. Demandas judiciais devem desabar sobre o médico adiante, provavelmente.

Mas pelo visto, além da dificuldade para regularização dos pagamentos e melhoria da estrutura e condições de trabalho nas UPA’s, temos um racha interno na categoria médica.

Essas duas correntes passam a se digladiar de forma mais contundente.

No meio do embate… o povo.

Plantões em UPA’s têm comprometimento; acompanhe

As três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) de Mossoró estão funcionando desde o início do ano com deficiência também em número de médicos plantonistas da empresa Sama – Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda.

Ontem (domingo, 3), o Blog já tratou do assunto (veja AQUI).

É para ter três médicos das 7 às 17 horas.

Das 17 às 23 horas, quatro médicos.

Das 23 às 7 seriam pelo menos três.

Estão faltando médicos sobretudo em horários de pico.

A empresa tem cerca de 170 cooperados e trabalha com algo em torno de 57 médicos para os plantões, que sofreram ajustes com redução de pessoal no final do ano passado, após nova negociação com a Prefeitura de Mossoró.

Você pode acompanhar ‘in loco’ e pela Internet a quantidade e os nomes de médicos que devem estar atuando em Mossoró nas três UPA’s. Estando numa UPA, você confere quantos e quais médicos trabalham no local, confrontando informação até por seu smartphone pela Net.

Veja AQUI essas informações e em relação a outras unidades hospitalares atendidas pela Sama na região e Alto Oeste.

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Empresa diz que UPAs têm médicos, mas admite problemas

Em contraposição à postagem sob o título “Desabafo contra o assédio moral e negligência com a Saúde” (veja AQUI), veiculada hoje por esta página, a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA) emite nota se manifestando.

Ela dá sua versão sobre críticas e denúncias do médico Gledson Cavalcante, contidas na postagem assinalada veiculada à manhã de hoje por nosso Blog.

UPAs mossoroenses têm a Sama como médicos terceirizados e com constantes atrasos em pagamentos (Foto: De Fato)

Veja abaixo, na íntegra, a posição assinada por seu diretor técnico e sócio administrativo da Sama, médico Diego Dantas, que presta serviço às Unidades de Pronto-atendimento UPAs de Mossoró:

Objetivando esclarecer a todos os usuários do serviço público de saúde e para melhor entendimento da situação apresentada no post veiculado nesse conceituado espaço às 10:12h, com o título “Desabafo contra o assédio moral e negligência com a Saúde”, agradecemos publicar com mesmo destaque o que segue:

1- A SAMA – Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial LTDA é uma empresa prestadora exclusivamente de serviços médicos a entes públicos e privados, atuando na região Oeste do Estado, constituída por mais de 180 médicos sendo todos sócios. Nós não toleramos, e mais, repudiamos qualquer tipo de assédio, especialmente o assédio moral praticado por quem quer que seja. Insurgimo-nos ainda contra qualquer fator que impeça o livre exercício da nossa nobre, honrada, mas tão perseguida profissão.

2- Os atrasos dos repasses dos entes públicos causam enormes prejuízos às nossas finanças pessoais por não recebemos pontualmente nossos honorários, mas também repercutem de forma desastrosa para a empresa que mesmo não os recebendo, paga pontualmente os compromissos tributários de todas notas fiscais emitidas, mantendo em sua sede todos os documentos aptos a consulta dos sócios.

3- A legislação e os contratos que regem e regulamentam os serviços por nós prestados estipulam que os mesmos não podem ser interrompidos ou prejudicados, a não ser que a inadimplência do ente público atinja 90(noventa) dias. Ressaltamos, pois que todos os serviços nas UPAS desta cidade estão funcionando normalmente.

4- Por óbvio, a empresa se empenha ao máximo em receber pontualmente e repassar imediatamente os honorários aos colegas médicos, sendo todas as situações de anormalidade comunicadas por escrito e amplamente publicadas nas Unidades e no site (www.samamed.com.br), relatando inclusive situações que possam ensejar paralização de algum dos serviços, normalmente divulgada pela imprensa em geral e por este blog.

5- Os que fazem a SAMA defendem o direito legítimo de expressão sem qualquer censura, devendo, contudo o exercermos com responsabilidade pautando-nos apenas na verdade, não distorcendo ou ocultando as situações expressas. Além disso, os Diretores Técnicos livremente elaboram e enviam os relatórios de suas unidades contendo as necessidades, inconformidades e solicitações, sem ressalvas, a Secretaria Municipal de Saúde.

6- Os fatos que geraram transtornos no âmbito da empresa já foram encaminhados para esclarecimentos e providências pertinentes perante o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, estando este legitimado para buscar a responsabilização pertinente.

Por fim, faz-se necessário dar ciência a população de que esta empresa envidará todos os esforços e usará todos os meios legalmente permitidos no combate de ações que atentem contra o serviço público de saúde por ela prestado ou a dignidade da Medicina.

Atenciosamente,

Dr. Francisco Diego Costa Dantas – Sócio Adm. – Diretor Técnico

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Desabafo contra o assédio moral e negligência com a Saúde

Por Gledson Cavalcante

Parece que estou no ano de 1964, após o golpe militar, quando dar uma opinião contrária ao sistema era crime, mas estou em pleno século 21, na tão amada Mossoró.

Perguntar sobre o salário e “quando será o pagamento?” virou crime. Os chefes logo dizem: “Por que está perguntando isso? Fui vítima dessa politica.

A empresa a qual pertenço – Sama – pediu para que eu me desligasse, apenas por questionar o pagamento dos salários.

Após repetidos atrasos, que chegam há quase três meses, a grande maioria do corpo clínico das UPAs, mais de cinquenta médicos, resolveu pedir para sair da escala da empresa médica a qual pertencemos, a Sama. É desumano para qualquer trabalhador passar quase 90 dias sem receber.

Pra se ter uma ideia, o mês de setembro foi pago no dia 16\12\15. É fato que estamos passando por um momento de crise econômica nacional, mas passar até três meses e não receber salário…? É crise ou má gestão? Ou será um misto dessas duas variáveis?

Estou aqui dando ênfase a um problema, mas existem vários. Faltam condições dignas de trabalho, além de materiais essenciais para o pleno desenvolvimento do nosso trabalho. Como exemplos básicos podemos citar a falta de fita para o aparelho de aferir glicose capilar e o eletrocardiograma, que constantemente fica “quebrado”.

Quem já precisou de atendimento nas UPAs sabe que é rotineiro a falta deles. Sem contar a ausência de medicamentos básicos.

Até o oxigênio chegou a faltar nas UPAs, recentemente. Queremos, estamos aptos e nascemos para trabalhar em prol da população, mas algumas falhas gerenciais e éticas precisam ser corrigidas. Tais como: calendário de pagamento respeitado; respeito aos profissionais ; fim do assédio moral e da perseguição aos médicos.

Isso precisa ficar bem claro.

Gledson Cavalcante é médico de origem mossoroense

Nota do Blog – Conheço esse rapaz desde a época em que era acadêmico de Medicina. Humanista, consciente do seu papel no mundo, orgulho para sua família e amigos.

Sua coragem desafiadora do status quo e dessa perversa e nebulosa aliança entre Medicina terceirizada e o poder público, merece nosso aplauso.

Webleitor apela para pagamento de salário na Saúde

Cara jornalista Carlos Santos,

Peço encarecidamente que faça alguma matéria sobre o atraso nos salários dos efetivos da Prefeitura de Mossoró, pelo menos na Saúde.

Inclusive comenta-se nas UPAs que os funcionários vão parar, pois todo mundo tem conta pra pagar e dinheiro tem de dobrar.

Ainda tem agente de trânsito recebendo 10 mil conto por mês ?

Muito me estranha ninguém ser falado nada.

Marcos P. – Webleitor.

Nota do Blog – Apelo feito, Marcos.

Noticiei que isso iria ocorrer, há alguns meses, inclusive me referindo à hipótese de se materializar entre setembro e outubro, mas fui tratado como “leviano”.

Ah, tá!

Prefeitura ajusta plantões em UPA’s à nova realidade

A partir do dia 1º de outubro, as três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Mossoró estarão com uma nova escala médica. Serão quatro médicos em horários de pico, das 6h às 9h e das 18h às 21h, e três médicos nos demais horários.

“A mudança se deu após amplo estudo da Secretaria Municipal de Saúde e não prejudicará a população que precisa do serviço na cidade”, garante informação oficial da Prefeitura de Mossoró.

Crise

Um dos motivos da modificação é o ajuste financeiro que o Município realiza devido às graves quedas sucessivas de arrecadação. A nova escala possibilitará uma economia à Prefeitura diante da atual situação de crise.

O Blog já tinha antecipado essa situação há alguns dias, em notícia dada em primeira mão (veja AQUI), quando apontamos detalhes do caso.

Por pouco, o estrago não era maior (veja AQUI).

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Prefeito corta médicos de plantões de UPA’s

O que está ruim pode piorar? Pode, sim.

Na Prefeitura de Mossoró, a Saúde tem mais uma notícia ruim para os munícipes e seus usuários.

Sama passou informação para os médicos associados (Foto: reprodução)

O prefeito Francisco José Júnior (PSD) determinou a redução no quadro de médicos de plantão nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s).

A decisão já foi comunicada à Sama, empresa terceirizada que presta o serviço. Agora, em vez de quatro plantonistas, três.

O argumento para sustentar a decisão é a necessidade de redução de custo.

Os quatro médicos de plantão representavam uma bandeira da gestão “Silveira”.

Prefeitura paga parte de débito a médicos plantonistas

A Prefeitura de Mossoró pagou nesta quinta-feira (10), parte do débito de dois meses por plantões médicos (Julho e Agosto de 2015), que deve à Sama, empresa terceirizada.

Há poucos minutos, a Sama acusou recebimento do crédito.

Ela presta esse serviço nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) da cidade, com cerca de 140 profissionais, sendo quatro por plantão.

A transferência corresponde ao mês de Julho, no montante bruto de R$ 883.250,77.

A Sama ameaçou paralisar atividades, se não houvesse pagamento.

UPA’s têm superlotação com casos viróticos

As três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Mossoró, localizadas nos bairros Alto São Manoel, Santo Antônio e Belo Horizonte, registraram 2.500 atendimentos por dia, no final de semana passado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

O médico Gustavo Henrique Cunha, lotado no Município, diz que o aumento de atendimentos decorre de três vírus circulantes: parvovírus, chikungunya e sorotipo 4 da dengue, cuja circulação requer cuidado redobrado da população.

“A população precisa ficar atenta a essas doenças. Cuidados como ingerir muita água, vitamina C e sucos devem ser um hábito constante das pessoas. São medidas simples, mas que fazem toda diferença na prevenção das viroses”, orienta Cunha.

A Secretaria Municipal de Saúde afirma que o grande número de casos de viroses caracteriza epidemia. O número de atendimento nos últimos dois meses, nas UPAs, dobrou em relação ao ano passado, o que provoca mais espera pelos pacientes.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.