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Lembranças de Valentina, Arthur, Maria Eduarda e Ana Lívia

A rede social Facebook, onde raramente passamos os olhos, mas a mantemos para compartilhamento de links do Blog Carlos Santos, lembra uma postagem realizada há exatos três anos: dia 25 de janeiro de 2017.

Facebook lembra três anos de visita ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em janeiro de 2017 (Reprodução)

Nela, retratamos visita que fizemos ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Revimos o texto e rapidinho veio o rebobinamento do périplo que fizemos pelo HMAC. Difícil não nos emocionarmos novamente.

Abaixo, a postagem que fizemos à época, continuada em dias posteriores, sobre a realidade que encontramos. Testemunhamos o ressuscitamento de uma instituição que abre a vida para milhares de crianças e zela mães em seu momento mais sublime.

Por Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Passei algumas horas hoje no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró.

Tempo para muitas observações, conversas, questionamentos. Perguntas, perguntas, perguntas. Planilhas, números. Sobe e desce de escadas; entra e sai em salas, alas, corredores. Elevador para cima, para baixo.

Em seus escaninhos…novos, reformados, antigos, bem antigos, a tranquilidade que contrasta com o que eu vira no passado.

Ouvi, escutei: dirigentes, servidores, mães…

Captei o choro de bebês, vozes balbuciando palavras ininteligíveis.

Vai e vem de gente.

Em boa parcela desse tempo, optei por conhecer sua UTI Neonatal.

Sabia que ia me emocionar. Assim foi.

Fez-me bem.

Testemunhei bebês minúsculos, frágeis, brigando pela vida.

Nenhuma daquelas crianças era minha, nem devo conhecer seus pais; talvez nunca as veja – engatinhando, andando ou correndo por aí.

Mas é impossível não imaginá-las engatinhando, andando, correndo por aí.

Torço por cada uma, como se minha fosse.

Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Amém!

Leia série sobre o HMAC, postada após essa crônica acima:

Força-tarefa avança na salvação do Almeida Castro;

Do caos à vida, a nova situação do Hospital Maternidade Almeida Castro;

Salvação do Almeida Castro enfrenta interesses contrariados.

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Por Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Passei algumas horas hoje no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró.

Tempo para muitas observações, conversas, questionamentos. Perguntas, perguntas, perguntas. Planilhas, números. Sobe e desce de escadas; entra e sai em salas, alas, corredores. Elevador para cima, para baixo.

UTI Neonatal do HMAC dá uma chance excepcional à vida de incontáveis crianças (Foto: montagem)
UTI Neonatal do HMAC dá uma chance excepcional à vida de incontáveis crianças (Foto: montagem)

Em seus escaninhos…novos, reformados, antigos, bem antigos, a tranquilidade que contrasta com o que eu vira no passado.

Ouvi, escutei: dirigentes, servidores, mães…

Captei o choro de bebês, vozes balbuciando palavras ininteligíveis.

Vai e vem de gente.

Em boa parcela desse tempo, optei por conhecer sua UTI Neonatal.

Sabia que ia me emocionar. Assim foi.

Fez-me bem.

Testemunhei bebês minúsculos, frágeis, brigando pela vida.

Nenhuma daquelas crianças era minha, nem devo conhecer seus pais; talvez nunca as veja – engatinhando, andando ou correndo por aí.

Mas é impossível não imaginá-las engatinhando, andando, correndo por aí.

Torço por cada uma, como se minha fosse.

Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Amém!

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