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Campanha de sazonalidade foca melão e melancia no verão

Melão é um produto de exportação que caracteriza região do semiárido (Foto ilustrativa)
Melão é um dos focos da campanha (Foto ilustrativa)

A International Fresh Produce Association (IFPA) no Brasil anuncia o encerramento de sua Campanha de Sazonalidade 2025, dedicando o foco às frutas melão e melancia. A iniciativa visa munir o varejo nacional com informações estratégicas e materiais de marketing para maximizar as vendas durante a alta demanda do verão.

A campanha é suportada por um conjunto de materiais digitais gratuitos, desenvolvidos para fortalecer a comunicação entre a IFPA, supermercadistas e o consumidor final, destacando a excelência da produção brasileira. 

O cenário da safra atual é altamente positivo, com expectativas de frutas de qualidade superior, conforme atesta Leonardo Herzog, diretor da Soet Melancia.

“A safra de melão apresenta uma qualidade muito boa, com as exportações em alta. No caso da melancia, a qualidade também está excelente. Estamos finalizando a safra de Goiás e iniciando a de São Paulo com a perspectiva de uma fruta de altíssimo nível. Em Teixeira de Freitas (BA), apesar de algumas chuvas que podem reduzir a durabilidade, a qualidade geral também é boa. A expectativa é que o verão traga uma safra de melão e melancia com qualidade muito elevada.” 

Demanda sólida 

A gestora da IFPA no Brasil, Valeska Ciré, destaca que a qualidade da safra se traduz em uma oportunidade de mercado robusta para o varejo.

“A perspectiva de mercado para o verão indica que a demanda interna permanecerá sólida. Isso, somado à alta qualidade da safra, reforça a importância de manter o foco na excelência como um diferencial competitivo crucial, tanto para compradores nacionais quanto internacionais. Os materiais da IFPA são ferramentas essenciais para os departamentos de marketing nas campanhas de promoção, e nossos workshops auxiliam no treinamento dos colaboradores do setor de FLV (Frutas, Legumes e Verduras) dos associados.”

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Número de endereços comerciais cai 26% no RN entre 2011 a 2020

As unidades locais com receita de revenda potiguares (lojas, filiais, locais de venda etc) diminuíram, aproximadamente, 26% de 2011 a 2020: o número passou de 20,9 para 15,5 mil estabelecimentos no período.

Recuo nos endereços varejistas é significante (Foto ilustrativa)
Recuo nos endereços varejistas é significante (Foto ilustrativa)

O comércio varejista teve uma redução de 31% no número de unidades (de 17.583 para 12.133), e o comércio de veículos, peças e motocicletas perdeu 20% de seus estabelecimentos (de 1.985 para 1.575). Apenas o número de unidades de comércio por atacado cresceu no período, com um aumento de 34% (de 1.307 para 1.753).

Os dados são da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) 2020, divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PAC tem o objetivo de retratar características estruturais do comércio ao longo do tempo.

Decréscimo

O número de pessoas ocupadas no comércio potiguar decresceu 8% entre 2011 e 2020, caindo de 121 mil para 111 mil. No mesmo período, o número de pessoas ocupadas no comércio no Brasil e no Nordeste aumentaram, respectivamente, em 2% e 2,8%.

No RN, dos três segmentos do comércio analisados pela pesquisa, o atacado foi o único que teve crescimento no número de pessoas ocupadas, 14%. No varejo, houve decréscimo de 11%, e no comércio de veículos, peças e motocicletas, houve queda de 13%, de 2011 a 2020.

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Comércio cresce em agosto, mas desempenho sofre queda

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian apresenta uma desaceleração no movimento dos consumidores em lojas de todo o país em agosto de 2019, quando comparado com o mesmo mês de 2018. Apesar do aumento de 1,5%, este é o pior desempenho desde maio, quando o crescimento foi de 4,0%.

Quando comparado com julho/19, a queda foi de -0,9%, enquanto a variação do acumulado dos oito primeiros meses do ano mostrou alta de 0,9%.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, este movimento sinaliza uma desaceleração, mas ainda não é possível apontar uma tendência.

Fraca recuperação econômica

“A fraca recuperação da economia e os altos índices de inadimplência do país ainda fazem os consumidores priorizarem outros gastos. Ainda temos datas importantes para o comércio no segundo semestre, que irão impactar o indicador”, comenta. Ainda assim, o Dia dos Pais fez com que a atividade ficasse positiva, já que em 2019 a data teve o melhor desemprenho dos últimos seis anos.

A alta de 1,5% na variação anual (agosto/18 x agosto/19) foi puxada pelos segmentos de tecidos, vestuário, calçados e acessórios e por veículos, motos e peças, que apresentaram crescimento de 3,8% e 3,7%, respectivamente, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Clique AQUI e confira toda a série histórica deste indicador.

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Horário comercial definido para o último dia do ano

O horário da atividade comercial em Mossoró para o dia 31 de dezembro, réveillon, está formalmente decidido.

Segundo informação do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró  (SINDIVAREJO), comércio de rua, supermercados e shoppings terão horários distintos.

Veja no boxe constante nesta postagem.

* Importante salientar que o ramo bancário terá expediente interno nas agências de todo o país.

A rotina será retomada no dia 2 de janeiro de 2019

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