“Preconceito é opinião sem conhecimento.”
Voltaire
“Preconceito é opinião sem conhecimento.”
Voltaire
“O interesse que tenho em acreditar numa coisa não é a prova da existência dessa coisa.”
Voltaire
“O interesse que tenho em acreditar numa coisa não é a prova da existência dessa coisa.”
Voltaire
“É difícil libertar os tolos das correntes que eles veneram.”
Voltaire
“Fiz um pouco de bem; é a minha melhor obra.”
Voltaire
“Aqueles que podem te fazer acreditar em absurdos, podem te fazer cometer atrocidades.”
Voltaire
“Se meus amigos são felizes serei menos miserável.”
Voltaire
“Quem revela o segredo dos outros passa por traidor; quem revela o próprio segredo passa por imbecil.”
Voltaire
“Não prestamos para nada se só formos bons para nós próprios.”
Voltaire
“Basta um tolo para desonrar uma nação.”
Voltaire
“Aqueles que podem fazer você acreditar em tolices, podem fazer você cometer atrocidades”.
Voltaire
Por François Silvestre
Dona Zuleide quase não fala, cumprimenta quem lhe dá as horas, sorrir e volta para o livro que lê. Não sei os outros, mas tive a curiosidade de observar o livro. Descobri que não é o livro. De dois em dois dias, o livro é sempre outro. Dona Zuleide é uma leitora permanente. Vejo disfarçadamente que ela gosta de novelas policiais, biografias de filósofos ou pensadores, e mais raramente romances de costumes.
Ela se veste com simplicidade e elegância. Nunca desce do seu Flat sem o cuidado da maquiagem sutil, suave, sem exagero. Sempre com um lenço de seda guarnecendo os ombros, que desce após um laço enfeitando o busto. E da blusa derrama-se um branco linho, em renda debruada.
Aqui tem de tudo. De musicista, advogado, militares da guarda nacional, coronel da policia, aposentados, jornalista, comerciantes, médico, fazendeiro. Somados aos servidores, da manutenção, da administração e camareiras. Tudo
E onde tem de tudo tem opinião. E como sói, divergentes. Em futebol, meio sem briga, pois os campeonatos estão em recesso. Aí, pra manter o hábito, a divergência resiste na política.
A discussão rolava solta sobre a última reunião do ministério. Uns escrachando Bolsonaro e seu acólitos pelos palavrões e outros justificando os palavrões como coisa natural. Uma patifaria, diziam uns. Coisa normal numa reunião privada, rebatiam outros.
Num canto, Dona Zuleide lia. Vez ou outra levantava a vista, fazia um gesto de desagrado e voltava ao livro. Teria saído sem falar, não fosse provocada. Mas o musicista provocou: “Dona Zuleide, o que achou das imoralidades”? Ela perguntou, “que imoralidades, meu filho”? “Os palavrões na reunião do governo federal, a senhora num viu não”?
Ela fechou o Cândido de Voltaire, levantou-se pra sair e respondeu:
“Vi a reunião todinha, mas não houve imoralidades nos palavrões não. Só vi uma imoralidade”. Ao começar a sair, alguém cobrou: “Só uma, qual”? Ela respondeu: “Só uma. Duas horas de um governo reunido, com um bando de malucos, sem um minuto para cuidar de administração, de segurança pública, saúde pública, educação pública, economia. Nada. Os palavrõ ;es salv aram aquela coisa. A reunião é que foi a grande imoralidade, não os palavrões”.
Saiu lentamente, após matar todos os argumentos.
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“O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprios; o dos grandes, em nunca falar de si”.
Voltaire
“E difícil libertar os tolos das amarras que eles veneram.”
Voltaire
“Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas.”
Voltaire
“Todas as grandezas do mundo não valem um bom amigo.”
Voltaire
“Os homens erram, os grandes homens confessam que erraram”.
Voltaire
“Os infinitamente pequenos tem um orgulho infinitamente grande”.
Voltaire
“O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprios; o dos grandes em nunca falar de si.”
Voltaire
“O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprios; o dos grandes em nunca falar de si”.
Voltaire
“Só há uma maneira de lutar contra o poder: é sobreviver-lhe.”
Voltaire