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A parte que me cabe no Feliz Ano Novo!

O chargista Túlio Ratto enviou pergunta ao editor desta página, por um canal interno do Twitter, indagando:

– O que você espera para 2015?

Minha resposta servirá, ao lado de outras manifestações de gente dos mais diversos segmentos, para edição de uma seção de revista digital editada por ele.

Na resposta, fui eu mesmo, sem rodeios:

Eu não espero. Farei a parte que me cabe. Programado para vencer (de novo!).

É o que desejo a você também, webleitor.

Feliz Ano Novo!

Saúde e paz.

Meus candidatos nas eleições de hoje

Tenho mais de 30 anos de vida como eleitor. Nunca perdi umazinha eleição sequer, por qualquer problema ou desculpa esfarrapada, incluindo plebiscito/referenduns.

Hoje, novamente.

Como também faço há incontável tempo, sempre divulgo meus escolhidos.

Em branco, nem pensar.

Ei-los:

Para deputado estadual, o ex-prefeito areia-branquense Manoel Cunha Neto (PHS), conhecido como “Souza”.

Para deputado federal, o agrônomo Betinho Segundo (PP).

Meu nome ao Senado é o da deputada federal Fátima Bezerra (PT).

Ao Governo do Estado, presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB).

À Presidência da República, Dilma Rousseff (PT).

Independentemente de quem vença, aspiro que continuemos escalando a íngreme montanha da democracia.

É como o sacrifício contido no mito de Sísifo (AQUI): imprescindível, mesmo que pareça inatingível.

*Acompanhe informações de forma mais ágil em nosso Twitter (AQUI).

Meu voto na eleição suplementar mossoroense de hoje

Como sempre faço em todas as eleições há quase 20 anos, anuncio meu voto ou meus votos, como cidadão.

Faço-o após encerrado o horário de votação, para que não seja alegado qualquer motivação de “influir” no voto de ninguém.

No pleito suplementar de Mossoró, hoje, meu voto foi dado a Francisco José Júnior (PSD), da Coligação Liderados pelo Povo.

A expectativa é de que qualquer vencedor possa administrar minha cidade com equilíbrio, inteligência, probidade e visão coletiva.

Mossoró para todos os mossoroenses e não apenas de uns poucos.

É isso.

Acompanhe bastidores da política, apuração de votos e outras informações em nosso Twitter AQUI.

 

Condenado à reclusão em minha própria casa

Volto a Mossoró depois da ausência de quase uma semana.

Cartão de boas vindas é um alerta manifestado por casal de vizinhos: “Tenha cuidado”.

E complementam: “Você tem muita coragem de andar por aí, despreocupadamente…”

Assinalam à minha porta, que três moradores do entorno foram assaltadas nos últimos dias em nossa rua, à mão armada. Os crimes aconteceram à luz do dia, num raio de 100 metros.

Ninguém foi preso; nenhum dos bens subtraídos foi recuperado.

Os hábitos antigos de sentar à calçada, perambular pelo bairro de bermuda, com meu físico de canário belga e canelas de talo de coentro, em prosas na quitanda, na mercearia e na padaria, devem ser evitados.

Enfim, está decretado que não posso ir e vir em paz.

Compulsoriamente, meu destino é a reclusão em meu endereço residencial.

Pelo menos isso.

Poderia ser pior.

 

A ponte

Daqui a poucas horas, um de meus filhos – Carlos Júnior – levanta voo.

Inquieto, tem o ímpeto dos jovens conquistadores. Melhor: sabe exatamente o que quer; traça o próprio destino.

Vai pro Velho Mundo.

Não lhes digo que meu coração apenas pulsa. É diferente. Há aquele aperto, uma contração que parece me fazer sumir um pouco.

Adianto-lhes, entretanto: não tenho medo. Sou todo sentimento. Sinto-me leve, paradoxalmente.

A existência humana é feita de ciclos.

Estamos, eu e ele, vivendo o “ritual da provação”, em que a distância em vez de vácuo – definitivamente será nossa “ponte”. Caminhamos de mãos dadas sobre ela.

Ver a cria partir e, desgarrar-se, é testemunhar que a missão paternal venceu todas as dificuldades e medos.

Agora é com você, meu filho.

Qualquer coisa estou aqui, ao seu lado, na “ponte”.

Eu vou!

Sei que não é muito, talvez nem seja nada para o todo.

Mas quero estar sábado (22) em Mossoró, no “Chegaaaaa!!!

O movimento nascido aqui (redes sociais, precisamente o Facebook AQUI) foi abraçado por setores organizados da sociedade, a partir do Sindivarejo, e é uma legítima manifestação de cidadania.

Pode não resultar em nada, mas nasce como semente de algo.

Regar, regar, regar.

É assim que as sementes ganham vida.

Vamos regar.

Eu vou.

Reflexão sobre a vida que pedi a Deus

Flanando em uma das minhas quatro “baladeiras”, cá em meu “Muquifo Resort”, sem nenhuma pressa para coisa nenhuma e com um monte de coisas para não fazer, percebo mais uma vez como tenho uma vida abençoada.

Saúde, paz, filhos encaminhados, amigos, gente que gosta de mim e eu retribuo, profissão que pedi a Deus e Ele me ofertou, além da condição de “liso estável”.

Ao contrário do que diz a sabedoria popular, vida boa não é a dos outros. É a minha.

Amém!

Todos os vivas do mundo para Pedro Jorge

Hoje é dia de muitos vivas para Pedro Jorge Nogueira, gente da melhor origem.

Fonte cristalina de decência e lisura nas relações humana, ele é aniversariante especial deste dia 4 de junho.

Vale a lembrança e a saudação, que são ainda meios de agradecimento por uma afeição que atravessa décadas (desde minha infância), transferida para meus filhos.

Deles vem um reforço nessa relação de amizade mútua: o bem-querer afetuoso pelo “Tio Jorge.”

Saúde e paz, meu caro.

E muito obrigado.

Homenagens justas a duas mulheres

Infelizmente eu não pude estar hoje na Câmara de Mossoró, em sessão que marcou a entrega de algumas comendas a várias pessoas conhecidas.

Peço desculpas aos homenageados e seus familiares.

Reuniões de trabalho que consumiram toda a manhã e parte considerável da minha tarde, terminaram prejudicando meu deslocamento à sede desse poder.

Na sessão solene de hoje (Sexta feira – 15/03/2013) em homenagem ao Dia Internacional da mulher, o vereador Tomaz Neto (PDT) homenageou a professora Inalda Cabral Rocha com o troféu Mulher Cidadã.

Já o professor-vereador Francisco Carlos (PV) foi autor de título de cidadania para a odontóloga Sandra Raíssa.

Em nome de ambas, saúdo os demais agraciados com lembrança institucional da chamada Casa do Povo.

Fora do protocolo

Posse da nova diretoria do Sindicato da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON), ontem no Requinte Buffet, ensejou papo ótimo com várias pessoas que eu não via há tempos:

Flávio Azevedo, Weber Chaves, Gérson Nóbrega, Antônio Sìlvio, ‘nego’ Zélito Nunes (sempre impagável!), Jorge do Rosário, Paulo Coelho, Fernando Luiz, Karenine Fernandes, Euzim Alves, Elviro Rebouças, Toinho do Chinelão, professor Wilson de Moura, Valdemar Silveira, Alexandrino (de dona Dorinha Burlamaqui, claro), Milton Marques-Zilene etc.

Não faltou, no enredo, citação dos nomes de Ricardo Rosado (pergunte a Flávio, amigo!), Dinarte Mariz, Vingt Rosado, Cortez Pereira, Fernando Bezerra e alguns quase anônimos.

Política, economia e abobrinhas (principalmente) consumiram nosso tempo em gargalhadas.

O que salva dessas solenidades, normalmente marcadas por protocolo chato, é o papo com gente que não vemos há tempos.

Aí a prosa avança.

O uísque desce mas leve e parece não ser capaz de nos saciar.

Benção à paternidade mais doce

Já li e ouvi: “Ser avô é mais doce!”

Deve ser.

Pelo Facebook, ontem, fui informado de que meus queridos amigos Zé Maria Viana e Goreti vão alcançar a marca do quinto neto/neta.

Zé Filho Viana  e Teresa deram a nova: vem aí o primeiro filho.

O “reverendo” Zé, Zé Filho e Teresa merecem. Além claro, de Goreti e as meninas Fernanda Bessa e Érica. Família que gosto muito, que se diga.

Ser avô é mais doce, com certeza. É a paternidade leve, permissiva, lúdica e renovadora do amor em família.

Um neto a mais, não é demais.

É o máximo!!

Tibau, uma ilha

Estou de novo em Mossoró. Poderia me demorar mais em Tibau, mas o dever e o prazer de trabalhar puxaram-me para meu lugar ainda nas primeiras horas deste domingo (27).

Preciso atualizar minha página – e tratar de outras atividades ligadas à assessoria, que dependem de telefonia e Internet.

Nenhum dos dois funciona em Tibau.

Cidade-praia que se propõe turística, Tibau inviabiliza longas estadas e estadias por lá, também em face dessas deficiências.

Uma pena.

Três linhas telefônicas e um iPad com outra operadora, uma parafernálica tecnológica, não são suficientes para me manter plugado com meu trabalho e para simples contatos por diletantismo.

Lamentável.

Teremos uma importante estrada duplicada, mas continuaremos uma ilha, longe do mundo civilizado ou não.

Encontro afetivo dos ‘pelados’

O lançamento do livro “Além das Ideias – Histórias de vida de Dom Hélder”, do jornalista pernambucano Félix Filho – ontem à noite no Museu Municipal Lauro da Escóssia (Mossoró) foi bastante concorrido.

Oportunidade também de reencontrar uma pá de gente boa. Uma em especial:  padre Sátiro Dantas.

Brinco com ele. Trato-o por “padreco”, sem diminuí-lo. Coisa de pândego para arejar logo a conversa.

Ih, você está pelado… estava preso? – ironiza-me, passando a mão empalmada sobre minha cabeça, de corte quase zero do cabelo.

Estávamos, eu e você, mas em celas separadas, para que não formássemos um motim – reajo de chofre.

Gargalhamos em comum.

“Zé Roberto, vá cagar!!””

O bordão ficou conhecido nesta página, que ele escolheu para destilar seu humor e catilinária contra quase tudo e todos. Era seu jeito de dizer que estava vivo e atento: “Homi, vá cagar!!”

Nem o editor do Blog Carlos Santos escapava à traulitada verborrágica, vez por outra.

Houve quem ponderasse à moderação de sua linguagem. Seria incompatível com as Regras do Blog. Pleito rejeitado pelo moderador: eu.

Música, política, burburinhos sociais, meio-ambiente, temas aleatórios etc. Tudo era escaneado por Zé Roberto, o “Zé Paula”, José Roberto de Paula Martins, 57.

Morreu em Natal no primeiro dia do ano, foi sepultado ontem em Mossoró – sua terra natal.

Deixou menor esse fórum em que se transformou o Blog Carlos Santos.

Em sua homenagem, representando a própria página e sua essência pluralista, democrática – e por vezes iconoclasta, nada melhor do que trovejar sua marca registrada:

Zé Roberto, vá cagar!

Daqui a pouco, 2013 (Fundamental é ser feliz!)

Como deixo claro no perfil de minhas páginas em redes sociais como Twitter e Facebook, “quem tem seguidor é líder de seita; basta me acompanhar.”

Me acompanhar não é me seguir, mas partilhar da oportunidade de trocarmos ideias, concordarmos, discordarmos, mas acima de tudo nos respeitarmos nas diferenças.

Produzimos uma dialética fantástica e fundamental à evolução da espécie e da sociedade.

Esse é o mesmo espírito que carrego para 2013. Mudam alguns números no calendário, mas não em meus propósitos.

“Fundamental é mesmo o amor; é impossível ser feliz sozinho…” já apostava Tom Jobim na belíssima “Wave”.

No ciberespaço nunca estamos sozinhos, mas podemos nos isolar, se não tivermos a capacidade de ouvir.

As regras aqui são as mesmas do mundo lá fora. A principal, que vejo, é de ordem universal e multissecular: “Não faça a outrem o que você não quer que façam a você.”

Em 2013, o foco é o mesmo. As companhias, talvez não.

Sem problema.

Fundamental é ser feliz

Nas ondas da Rádio Princesa do Vale

Convite feito, convite aceito.

Na próxima segunda-feira (10) aporto na querida Rádio Princesa do Vale em Açu, atendendo a convite do jornalista Lucílio Filho, seu diretor.

Participarei do conceituado programa “Panorama do Vale”, das 18 às 19h.

A entrevista será sobre política, em especial. Um balanço das eleições no estado, discussão sobre gestão pública e estimativas para o pleito de 2014.

Depois, como ninguém é de ferro, vamos seguir em marcha batida para o restaurante Papo de Calçada.

Então, até lá.

Nossa festa é tricolor

Tricolor carioca está no alto

O grande Zé Maria Viana organiza carreata do tetra do Flu para domingo (18), após jogo contra o Cruzeiro – transmitido pela TV, direto do Estádio Engenhão (Rio de Janeiro).

Começa na lateral do Estádio Nogueirão, em Mossoró.

Uma delegação que partirá do Soccer Maracanã (Inocoop do Nova Betânia) reforçará a movimentação.

Incalculável multidão de meia-dúzia de apaixonados promete fazer a festa.

dentro com meu “transporte” e camisa grená, verde e branco.

Autoridades municipal e estadual de trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal e Interpol trabalham conjuntamente à interdição de ruas, avenidas, praças, becos, travessas, valas, túneis, pontes, vielas, estradas carroçáveis, espaço aéreo e pontas de calçadas.

Marinha, Exército, Aeronáutica, tropas internacionais da ONU e Otan também formam força-tarefa à garantia da soberania tricolor nessa avalanche humana e motorizada, que será comparada à tomada da Normandia na 2ª Guerra Mundial.

Na terra, mar e ar… a festa é tricolor.

Avante, tetracampeões brasileiros (2012)!