O chargista Túlio Ratto enviou pergunta ao editor desta página, por um canal interno do Twitter, indagando:
– O que você espera para 2015?
Minha resposta servirá, ao lado de outras manifestações de gente dos mais diversos segmentos, para edição de uma seção de revista digital editada por ele.
Na resposta, fui eu mesmo, sem rodeios:
– Eu não espero. Farei a parte que me cabe. Programado para vencer (de novo!).
Tenho mais de 30 anos de vida como eleitor. Nunca perdi umazinha eleição sequer, por qualquer problema ou desculpa esfarrapada, incluindo plebiscito/referenduns.
Hoje, novamente.
Como também faço há incontável tempo, sempre divulgo meus escolhidos.
Em branco, nem pensar.
Ei-los:
Para deputado estadual, o ex-prefeito areia-branquense Manoel Cunha Neto (PHS), conhecido como “Souza”.
Para deputado federal, o agrônomo Betinho Segundo (PP).
Meu nome ao Senado é o da deputada federal Fátima Bezerra (PT).
Ao Governo do Estado, presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB).
À Presidência da República, Dilma Rousseff (PT).
Independentemente de quem vença, aspiro que continuemos escalando a íngreme montanha da democracia.
É como o sacrifício contido no mito de Sísifo (AQUI): imprescindível, mesmo que pareça inatingível.
*Acompanhe informações de forma mais ágil em nosso Twitter (AQUI).
Volto a Mossoró depois da ausência de quase uma semana.
Cartão de boas vindas é um alerta manifestado por casal de vizinhos: “Tenha cuidado”.
E complementam: “Você tem muita coragem de andar por aí, despreocupadamente…”
Assinalam à minha porta, que três moradores do entorno foram assaltadas nos últimos dias em nossa rua, à mão armada. Os crimes aconteceram à luz do dia, num raio de 100 metros.
Ninguém foi preso; nenhum dos bens subtraídos foi recuperado.
Os hábitos antigos de sentar à calçada, perambular pelo bairro de bermuda, com meu físico de canário belga e canelas de talo de coentro, em prosas na quitanda, na mercearia e na padaria, devem ser evitados.
Enfim, está decretado que não posso ir e vir em paz.
Compulsoriamente, meu destino é a reclusão em meu endereço residencial.
Daqui a poucas horas, um de meus filhos – Carlos Júnior – levanta voo.
Inquieto, tem o ímpeto dos jovens conquistadores. Melhor: sabe exatamente o que quer; traça o próprio destino.
Vai pro Velho Mundo.
Não lhes digo que meu coração apenas pulsa. É diferente. Há aquele aperto, uma contração que parece me fazer sumir um pouco.
Adianto-lhes, entretanto: não tenho medo. Sou todo sentimento. Sinto-me leve, paradoxalmente.
A existência humana é feita de ciclos.
Estamos, eu e ele, vivendo o “ritual da provação”, em que a distância em vez de vácuo – definitivamente será nossa “ponte”. Caminhamos de mãos dadas sobre ela.
Ver a cria partir e, desgarrar-se, é testemunhar que a missão paternal venceu todas as dificuldades e medos.
Agora é com você, meu filho.
Qualquer coisa estou aqui, ao seu lado, na “ponte”.
Sei que não é muito, talvez nem seja nada para o todo.
Mas quero estar sábado (22) em Mossoró, no “Chegaaaaa!!!
O movimento nascido aqui (redes sociais, precisamente o Facebook AQUI) foi abraçado por setores organizados da sociedade, a partir do Sindivarejo, e é uma legítima manifestação de cidadania.
Pode não resultar em nada, mas nasce como semente de algo.
Flanando em uma das minhas quatro “baladeiras”, cá em meu “Muquifo Resort”, sem nenhuma pressa para coisa nenhuma e com um monte de coisas para não fazer, percebo mais uma vez como tenho uma vida abençoada.
Saúde, paz, filhos encaminhados, amigos, gente que gosta de mim e eu retribuo, profissão que pedi a Deus e Ele me ofertou, além da condição de “liso estável”.
Ao contrário do que diz a sabedoria popular, vida boa não é a dos outros. É a minha.
Hoje é dia de muitos vivas para Pedro Jorge Nogueira, gente da melhor origem.
Fonte cristalina de decência e lisura nas relações humana, ele é aniversariante especial deste dia 4 de junho.
Vale a lembrança e a saudação, que são ainda meios de agradecimento por uma afeição que atravessa décadas (desde minha infância), transferida para meus filhos.
Deles vem um reforço nessa relação de amizade mútua: o bem-querer afetuoso pelo “Tio Jorge.”
Infelizmente eu não pude estar hoje na Câmara de Mossoró, em sessão que marcou a entrega de algumas comendas a várias pessoas conhecidas.
Peço desculpas aos homenageados e seus familiares.
Reuniões de trabalho que consumiram toda a manhã e parte considerável da minha tarde, terminaram prejudicando meu deslocamento à sede desse poder.
Na sessão solene de hoje (Sexta feira – 15/03/2013) em homenagem ao Dia Internacional da mulher, o vereador Tomaz Neto (PDT) homenageou a professora Inalda Cabral Rocha com o troféu Mulher Cidadã.
Já o professor-vereador Francisco Carlos (PV) foi autor de título de cidadania para a odontóloga Sandra Raíssa.
Em nome de ambas, saúdo os demais agraciados com lembrança institucional da chamada Casa do Povo.
Posse da nova diretoria do Sindicato da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON), ontem no Requinte Buffet, ensejou papo ótimo com várias pessoas que eu não via há tempos:
Flávio Azevedo, Weber Chaves, Gérson Nóbrega, Antônio Sìlvio, ‘nego’ Zélito Nunes (sempre impagável!), Jorge do Rosário, Paulo Coelho, Fernando Luiz, Karenine Fernandes, Euzim Alves, Elviro Rebouças, Toinho do Chinelão, professor Wilson de Moura, Valdemar Silveira, Alexandrino (de dona Dorinha Burlamaqui, claro), Milton Marques-Zilene etc.
Não faltou, no enredo, citação dos nomes de Ricardo Rosado (pergunte a Flávio, amigo!), Dinarte Mariz, Vingt Rosado, Cortez Pereira, Fernando Bezerra e alguns quase anônimos.
Política, economia e abobrinhas (principalmente) consumiram nosso tempo em gargalhadas.
O que salva dessas solenidades, normalmente marcadas por protocolo chato, é o papo com gente que não vemos há tempos.
Aí a prosa avança.
O uísque desce mas leve e parece não ser capaz de nos saciar.
Estou de novo em Mossoró. Poderia me demorar mais em Tibau, mas o dever e o prazer de trabalhar puxaram-me para meu lugar ainda nas primeiras horas deste domingo (27).
Preciso atualizar minha página – e tratar de outras atividades ligadas à assessoria, que dependem de telefonia e Internet.
Nenhum dos dois funciona em Tibau.
Cidade-praia que se propõe turística, Tibau inviabiliza longas estadas e estadias por lá, também em face dessas deficiências.
Uma pena.
Três linhas telefônicas e um iPad com outra operadora, uma parafernálica tecnológica, não são suficientes para me manter plugado com meu trabalho e para simples contatos por diletantismo.
Lamentável.
Teremos uma importante estrada duplicada, mas continuaremos uma ilha, longe do mundo civilizado ou não.
O lançamento do livro “Além das Ideias – Histórias de vida de Dom Hélder”, do jornalista pernambucano Félix Filho – ontem à noite no Museu Municipal Lauro da Escóssia (Mossoró) foi bastante concorrido.
Oportunidade também de reencontrar uma pá de gente boa. Uma em especial: padre Sátiro Dantas.
Brinco com ele. Trato-o por “padreco”, sem diminuí-lo. Coisa de pândego para arejar logo a conversa.
– Ih, você está pelado… estava preso? – ironiza-me, passando a mão empalmada sobre minha cabeça, de corte quase zero do cabelo.
– Estávamos, eu e você, mas em celas separadas, para que não formássemos um motim – reajo de chofre.
O bordão ficou conhecido nesta página, que ele escolheu para destilar seu humor e catilinária contra quase tudo e todos. Era seu jeito de dizer que estava vivo e atento: “Homi, vá cagar!!”
Nem o editor do Blog Carlos Santos escapava à traulitada verborrágica, vez por outra.
Houve quem ponderasse à moderação de sua linguagem. Seria incompatível com as Regras do Blog. Pleito rejeitado pelo moderador: eu.
Música, política, burburinhos sociais, meio-ambiente, temas aleatórios etc. Tudo era escaneado por Zé Roberto, o “Zé Paula”, José Roberto de Paula Martins, 57.
Morreu em Natal no primeiro dia do ano, foi sepultado ontem em Mossoró – sua terra natal.
Deixou menor esse fórum em que se transformou o Blog Carlos Santos.
Em sua homenagem, representando a própria página e sua essência pluralista, democrática – e por vezes iconoclasta, nada melhor do que trovejar sua marca registrada:
Como deixo claro no perfil de minhas páginas em redes sociais como Twitter e Facebook, “quem tem seguidor é líder de seita; basta me acompanhar.”
Me acompanhar não é me seguir, mas partilhar da oportunidade de trocarmos ideias, concordarmos, discordarmos, mas acima de tudo nos respeitarmos nas diferenças.
Produzimos uma dialética fantástica e fundamental à evolução da espécie e da sociedade.
Esse é o mesmo espírito que carrego para 2013. Mudam alguns números no calendário, mas não em meus propósitos.
“Fundamental é mesmo o amor; é impossível ser feliz sozinho…” já apostava Tom Jobim na belíssima “Wave”.
No ciberespaço nunca estamos sozinhos, mas podemos nos isolar, se não tivermos a capacidade de ouvir.
As regras aqui são as mesmas do mundo lá fora. A principal, que vejo, é de ordem universal e multissecular: “Não faça a outrem o que você não quer que façam a você.”
Em 2013, o foco é o mesmo. As companhias, talvez não.
O grande Zé Maria Viana organiza carreata do tetra do Flu para domingo (18), após jogo contra o Cruzeiro – transmitido pela TV, direto do Estádio Engenhão (Rio de Janeiro).
Começa na lateral do Estádio Nogueirão, em Mossoró.
Uma delegação que partirá do Soccer Maracanã (Inocoop do Nova Betânia) reforçará a movimentação.
Incalculável multidão de meia-dúzia de apaixonados promete fazer a festa.
Tô dentro com meu “transporte” e camisa grená, verde e branco.
Autoridades municipal e estadual de trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal e Interpol trabalham conjuntamente à interdição de ruas, avenidas, praças, becos, travessas, valas, túneis, pontes, vielas, estradas carroçáveis, espaço aéreo e pontas de calçadas.
Marinha, Exército, Aeronáutica, tropas internacionais da ONU e Otan também formam força-tarefa à garantia da soberania tricolor nessa avalanche humana e motorizada, que será comparada à tomada da Normandia na 2ª Guerra Mundial.