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MPF faz convocação para doação a entidades sem fins lucrativos

Sede do MPF/RN em Natal (Foto: Reprodução)
Sede do MPF/RN em Natal (Foto: Reprodução)

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) publicou o Edital nº 001/2025, abrindo chamamento para o cadastro de instituições públicas e entidades privadas sem fins lucrativos interessadas em receber bens e valores resultantes de ações judiciais e extrajudiciais conduzidas pela instituição.

O objetivo é formar um cadastro regional e nacional de entidades aptas a receber recursos provenientes da atuação do MPF, como parte de medidas compensatórias, acordos ou sentenças judiciais. Esses bens e valores são direcionados a projetos que promovem benefícios sociais, ambientais, culturais ou educativos.

As inscrições começaram em 1º de novembro de 2025 e ocorrem de forma contínua, ou seja, as entidades podem se cadastrar a qualquer momento. Podem participar órgãos públicos federais, estaduais e municipais, além de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que cumpram os requisitos previstos no edital.

Para participar, é necessário preencher o Formulário de Inscrição e Termo de Adesão, disponível no site do MPF/RN, e enviar a documentação por meio do protocolo eletrônico. Entre os documentos exigidos estão o ato constitutivo da entidade, comprovações de regularidade fiscal, previdenciária e trabalhista, além de uma declaração de ausência de vínculo familiar entre dirigentes da instituição e membros ou servidores do MPF.

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Após cerco judicial, prefeitura resolve pagar médicos

Através de Comunicado Oficial, a Prefeitura Municipal de Mossoró informa uma série de pagamentos que passou a fazer, para atendimentos a setores médicos que prestam serviço ao sistema de saúde pública no município. A decisão ocorre após nova (de novo, mais uma vez) pressão judicial para atualização de débitos, como divulgado pelo Blog Carlos Santos (veja AQUI). Pelo menos duas demandas pediam bloqueio de contas da gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Veja abaixo o teor do Comunicado:

A Prefeitura de Mossoró informa que pagou os meses de abril e maio referentes aos serviços prestados pela Clínica de Anestesiologista de Mossoró (CAM), Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO) e Neoclínica. A CAM e NGO foram pagas na última sexta-feira 02 de agosto. Já o pagamento da Neoclínica foi feito nesta terça-feira (06).

O Município pagou à Neoclínica R$ 810.007,99. A NGO R$ 511.600 e a CAM R$ 231.800. Somando esses valores, o montante chega R$ 1.553.407,99 pago aos prestadores.

A Prefeitura de Mossoró vem se esforçando para honrar com todos os compromissos que assumiu, mesmo tendo que enfrentar diversas dificuldades financeiras, visando pagar os prestadores sempre com prioridade. Referente ao mês de junho, os processos para pagamento já estão encaminhados.

O mês de julho da Neoclínica, CAM e NGO não pode ser considerado atrasado uma vez que ainda precisa passar por todos os trâmites burocráticos, como auditoria, processamento e outros.

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Cidade Junina e gravações começam a render ações judiciais

Estão se transformando em ações cíveis e criminais, diversas gravações em áudio que circulam em redes sociais e que foram publicizadas na imprensa, pelo jornalista Bruno Barreto de O Mossoroense (e do Blog do Barreto).

Pessoas que tiveram seus nomes citados pelo empresário Carlinhos Ferdebêz, proprietário da empresa produtora do Mossoró Cidade Junina (Ferdebêz Produções e Eventos) deste ano, o acuam judicialmente.

Outra onda de demandas judiciais em curso é de credores. Vão cobrar judicialmente o pagamento por serviços realizados para o mesmo evento.

Quiproquó grande.

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Disputa pelo voto terá sequência com luta judicial

Ninguém espere um pós-eleições suplementares de calmaria em Mossoró. Muito pelo contrário. A luta pelo poder, de forma desenfreada e frenética, vai continuar na esfera judicial.

Há uma enxurrada de ações eleitorais em tramitação desde o início da campanha. Só ontem, foram mais 15, sendo três da Coligação Unidos Por Mossoró (da candidata Larissa Rosado-PSB) e 12 da Coligação Força do Povo (da candidata que não obteve registro, Cláudia Regina-DEM).

Todas as demandas  (representações e ações de investigação eleitoral) acuam o prefeito provisório e candidato a prefeito pela Coligação Liderados pelo Povo, Francisco José Júnior (PSD).

Quem for eleito terá que se virar. Não terá descanso.

Além das obrigações administrativas, como prefeito (a), o futuro (a) governante conviverá com cerco judicial.

Como já assinalei, não se luta apenas pela Prefeitura de Mossoró. Há muito mais em jogo.

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