Entre 150 e 170 cirurgias eletivas (que são marcadas previamente) por mês de média complexidade estão paralisadas em Mossoró.
A redução nos procedimentos teve início esta semana.
As complementações não estão sendo repassadas pelo Governo do RN e pela Prefeitura de Mossoró desde janeiro.
O valor total chega a R$ 11 milhões de reais, referentes à complementação de cirurgias e leitos de UTI.
Desses repasses, 60% são de responsabilidade do estado e 40% da prefeitura.
Foram suspensas as atividades de cinco equipes de cirurgias: cardíacas, ortopédicas, angioplastia e cateterismo eletivo.
A suspensão não atinge os procedimentos oncológicos, considerados de alta complexidade.
Nota do Blog Carlos Santos – Segundo ouço, tudo pode ficar ainda pior.
A propaganda da Prefeitura Municipal de Mossoró chegou a adiantar a “retomada de 400 cirurgias por mês, para zerar a fila”, que começaram dia 1° de novembro do ano passado.
Um Termo de Cooperação Entre Entes Públicos (TCEEP) entre a Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi assinado para esse fim. Mas a municipalidade alegou desde cedo que o Governo do RN não estaria dando sua contrapartida.
O documento previa o investimento de R$ 11.397.677,62 para a complementação da tabela SUS (Sistema Único de Saúde). O Governo do RN entraria com 60%.
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