Arquivo da tag: Carlão de Souza

Que ano pesado para nós

Que ano pesado para nós que vivemos de notícias, comunicadores, gente da imprensa!

Quantas baixas.A mais recente, de João Carlos Brito (veja AQUI), dos quadros da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), fato ocorrido ontem.

Luiz  Gonzaga Cortez (veja AQUI).

Carlão de Souza (veja AQUI).

George Wagner (veja AQUI).

Horácio Pedroza (veja AQUI).

Chico Inácio (veja AQUI).

Jota Gomes  (veja AQUI).

Birinha Macedo (veja AQUI).

Allan Darlyson (veja AQUI).

Ricardo Boechat (veja AQUI).

Clóvis Rossi (veja AQUI).

Paulo Henrique Amorim  (veja AQUI).

Salomão Schvartzman (veja AQUI).

Roberto Avallone (veja AQUI).

Juarez Soares (veja AQUI).

Otávio Frias Filho (veja AQUI).

Rafael Henzel (veja AQUI).

Basta! Chega!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Imprensa coleciona perdas neste ano de 2019

George: perda nossa (Foto: Web)

O ano de 2019 não tem sido fácil para a imprensa do RN e do país, com várias perdas. Nesta segunda-feira (19), o falecimento do jornalista e escritor Luiz  Gonzaga Cortez (veja AQUI).

Semana passada houve morte de Carlão de Souza (veja AQUI).

Antes, já tínhamos perdido nomes como o radialista amigo George Wagner (veja AQUI), Horácio Pedroza (veja AQUI), Chico Inácio (veja AQUI) e Jota Gomes  (veja AQUI).

Jornalistas da velha guarda como Birinha Macedo (veja AQUI) e o jovem Allan Darlyson (veja AQUI) nos deixaram.

No plano nacional, também se foram Ricardo Boechat (veja AQUI), Clóvis Rossi (veja AQUI), Paulo Henrique Amorim  (veja AQUI) e Salomão Schvartzman (veja AQUI).

Vale lembrar de Roberto Avallone (veja AQUI) e do “China” Juarez Soares (veja AQUI), além de Otávio Frias Filho (veja AQUI), comandante-em-chefe do jornal e grupo Folha de São Paulo.

Também podemos citar o jornalista Rafael Henzel (veja AQUI), sobrevivente do acidente aéreo da Chapecoense, que teve um infarto e partiu muito jovem, com 45 anos.

Chega!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Falece em Natal o jornalista Carlão de Souza

Ave, Carlão (Foto: cedida)

Lá se foi o professor, jornalista e escritor Carlão de Souza, 59.

Faleceu à madrugada desta sexta-feira (16), em Natal, duelando contra um câncer.

Carlão era areia-branquense da gema, mas há muito tempo radicado na capital.

Deixa uma fileira de amigos próximos e de longe, gente que se acostumou com sua espontaneidade, aquele jeitão expansivo que o fazia grande, como o aumentativo do próprio prenome.

Velório e sepultamento ainda não foram definidos. Depois atualizaremos as informações nesta mesma postagem.

Ave, Carlão.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Conselho para sobreviver num mundo tóxico

O escritor e jornalista cearense Lira Neto posta no Twitter um conselho, sábio, para sobrevivermos no mundo tóxico em que estamos mergulhados, sobretudo nesse ambiente virtual.Um leitor lhe perguntou como seguir saudável nessa maré de obscurantismo.

“Ler literatura, assistir bons filmes, frequentar exposições de arte, ir à roda de samba, dançar forró, amar”.

É importante “cultivar subversiva alegria”, afirma Lira. É a “anarquia da felicidade”.

Conheci Lira Neto primeiro em formato impresso; pessoalmente, depois. Consumi alguns livros sob sua assinatura, como a série “Getúlio”. José de Alencar, Castello Branco, Maysa Matarazzo e Padre Cícero também foram biografados por ele.

No dia 11 de agosto de 2012, há quase sete anos, conversei com Lira Neto sobre jornalismo e literatura na 8ª Feira do Livro de Mossoró (no Expocenter), além de intermediar bate-papo dele com leitores e curiosos no mesmo evento (veja AQUI como foi).

O restante da noite e parte da madrugada foram melhores ainda: boa prosa à mesa etílica do Bistrô Lyon na Praça da Convivência, com os jornalistas Larissa Gabrielle, Carlão de Souza e Cid Augusto, além do próprio autor.

Como se diz por aí…”bom demais, Júnior!”

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

O revolucionário e o ditador; ponto final

Conheço muito fã de Fidel Castro que adora mesmo as benesses do capitalismo selvagem do Brasil.

Cuba é um ícone de bravatas, estampado em camisetas, tatuagens e em discursos enfadonhos.

O filósofo Antônio Gramsci já falava disso há uma pá de tempo, essa ‘bipolaridade ideológica’. Uma considerável distância entre o pensamento e as atitudes de boa parte da “esquerda”, que no fundo sonha em copiar a burguesia.

Continua atualíssimo.

Aproprio-me da opinião do jornalista-escritor Carlão de Souza para definir, com suas palavras, o que vejo sobre Fidel Castro – que morreu hoje (veja AQUI) -, o líder da luta libertária em Sierra Maestra:

Admirava o Fidel revolucionário. Detestava o Fidel ditador. Foi um grande homem do século XX.

Ponto.

Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.

Uma viagem no tempo à cidade amada

Por Carlão de Souza

Cheguei à redação da Tribuna do Norte cedinho, queria ver meu amigo Carlos Peixoto para conversar. Enquanto o esperava fui abrindo minha correspondência para ver os livros que estavam chegando. Peguei então este Rastros nas Areias Brancas, de José Nicodemos, Sarau das Letras, Mossoró. Ao começar a folhear o livro, minhas mãos começaram a tremer.

Uma emoção estranha foi se apoderando de mim e fui arrebatado pela leitura deste singelo livro de um conterrâneo que vi poucas vezes, mas ainda me lembro dele.

José Nicodemos escreve à maneira antiga, parnasianamente, mas para quem vive ou viveu em Areia Branca, e se importa com a memória de uma cidade desmemoriada, não existe leitura melhor. Li a introdução do professor Leontino Filho, às pressas, parando a cada vez que via um nome conhecido.

Raimundo Noronha, Manoel do Vale, Nego Veio, Antonio Militão, Chico Paula, Dimas Ramos, Doutor Willon Cabral, Dimas Ramos, Zé Filgueira… Aí eu já não conseguia conter minha emoção. A casa onde nasci ficava a uma rua da Praia de Zé Filgueira, na verdade, uma praia de foz de rio.

O livro abre com uma epígrafe do saudoso poeta Deífilo Gurgel, areia-branquense de boa cepa. Começa como um diário, textos de um homem que buscou o exílio no Rio de Janeiro e levou sua cidade querida no coração, quem não?

Aí ele começa a falar no primeiro cinema da cidade, Cine Coronel Fausto, que ficava na Rua do Meio. Não alcancei este cinema. No meu tempo já existiam o Cine São Raimundo e o Cine Miramar. Mas percorrendo as páginas de José Nicodemos é como se eu o tivesse visto mesmo.

Aliás, ler este livro é como entrar numa deliciosa máquina do tempo. O tempo de meu pai e minha mãe. O cronista lamenta o fim de um tempo, detonado pela chegada dos americanos (sempre eles) para fazer o Porto-Ilha.

Para você ter uma ideia do que estou falando, vou reproduzir um trecho aqui: “Na minha terra, era o Beco da Galinha Morta, entalado entre os fundos da Rua do Meio e da Rua da Frente. Duas casas, apenas. No canto com a praça da matriz, a casa de Caneco Amassado, cujo nome de batismo nunca soube, e no outro extremo era a casa de Caboclo, de cujo nome de batismo também nunca ouvi falar. Ou não lembro”.

O que é uma cidade sem a história de seus becos? Nicodemos persegue suas lembranças. Assim como persegue as águas dos rios: Rio Pedrinhas, Rio Upanema, Camboa de Panelada, depois Camboa das Damas, por causa das mulheres “da vida” que frequentavam suas margens para fazer sexo.

E lá vai ele se lembrando de personagens que não conheci, mas sei que meus amigos mais velhos conheceram. Chico de Neco Carteiro, o hotel de Dona Selé, o Café de Tica, Alcinda Trajano, o sapateiro Antonio Chaves, os amigos, pescadores sem nome, professorinhas que ficaram só na lembrança de menino apaixonado… Que belo livro antigo.

Depois ele vai me presenteando com nomes de ruas que nem sei se existem mais, Rua de Bagaé, Rua das Almas, Rua do Progresso, travessa dos Calafates (essas duas últimas existem ainda com os mesmos nomes). Fico pensando nos meus amigos que se foram para sempre e nos outros que preferiram ficar em Areia Branca vivendo suas vidas, criando seus filhos, bebendo, rindo e lembrando-se do passado nas tardes de lazer.

“Areia Branca era no meu tempo de menino rodeada de águas salgadas. Onde hoje é rua, era gamboa, ou camboa, como se chama lá. Não era preciso ir longe para pescar. Pescava-se mesmo dentro da cidade, quase. Era uma ilha. Ali pela volta dos anos de 1940 navios de calado raso recebiam o carregamento de sal nas salinas. Navios e iates. De certos pontos da cidade a gente os via passar rumo ás salinas. Era um cenário animado pelo vento”.

Veja que ele se distancia de seu objeto amado, “como se chama lá”.

Todos nós trazemos nossa cidade como uma fotografia na parede. Distante, desejada, mas como dói. Pois sabemos da impossibilidade de voltar. A volta, sempre dolorosa e inalcançável. Alguns amigos tentaram voltar e não conseguiram. Outros voltaram e ficaram por lá. Outros ainda vão e vêm, e voltam com o olhar estupefato de quem viu fantasmas. Eu raramente vou. Não quero ir.

José de Nicodemos me trouxe tudo isso naquela manhã comum enquanto ia folheando seu livro. Na segunda parte, dedicada a seus muitos artigos publicados em jornais de Mossoró, desponta o leitor insaciável, o homem de letras que ficou famoso um dia por ter encontrado um erro num livro de gramática, adotado pelas escolas da cidade.

Vejo que ele gosta de Carlos Drummond de Andrade, mas ainda se lembra de Humberto de Campos, um poeta parnasiano que já foi Best seller no Brasil de antanho.

Obrigado José de Nicodemos por me trazer de volta essa Areia Branca que vive escondida no fundo de meu coração.

Carlão de Souza é jornalista

* Texto originalmente publicado no jornal Tribuna do Norte

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

O professor e escritor David Leite, que integra equipe da Previ-Mossoró (Previdência Própria da Prefeitura de Mossoró), passou maus bocados nos últimos dias. Esteve internado num hospital da capital, devido ser mais uma vítima da dengue. Mas já está em casa, em processo de recuperação. Saúde, meu caro.

Será no dia 20 de abril, de 15 às 18h, na Câmara de Mossoró, o 3º Congresso do Movimento Comunitário do Rio Grande do Norte. Promessa de presença de diversas delegações de outros municípios. A Assembleia Legislativa vai realizar uma audiência pública à ocasião, em homenagem à iniciativa.

Saúde também para dona Bernadete Duarte, mãe de Kátia, Carlos Duarte, Paulo César e Édson. Há meses que ela tem lutado contra uma série de enfermidades, a partir de Maceió (AL), quando teve primeiro problema de saúde. Saiu finalmente do ambiente hospitalar e convalesce num apartamento da família, em Natal. Que se recupere. Saúde e paz.

Anote esta ótima dica de endereço em Mossoró para aluguel: um apartamento com 2 quartos, cozinha, sala de estar, banheiro social, garagem para 4 veículos, na Rua República do Peru (Nova Betânia). Faça contato por este número aqui, ó: (84) 8800-1111 (OI).

Nessa segunda-feira (12), a prefeita de direito de Mossoró Fafá Rosado (DEM) designou  o dançarino Boarneges Perdigão (com 36 anos de tablado e atual diretor cultural da Gerência Executiva da Cultura) para a direção da Escola de Artes de Mossoró. Esse equipamento público será inaugurado no próximo dia 27 de março, onde funcionou a Escola Municipal Joaquim da Silveira Borges. A iniciativa do governo municipal é emblemática e merece aplauso, além da escolha de seu dirigente. Um núcleo de ensino artístico-cultural precisa ser uma obra de cidadania permanente. Mas ao mesmo tempo, vale lembrar: não permitamos que o Museu Municipal continue se desmanchando. Isso é vergonhoso e agride a história do nosso povo.  Não podemos cobrir um ‘santo’ e deixar o outro a descoberto.

Fafá, Boanerges e Clézia Barreto (gerente de Cultura): aposta na arte

A Câmara de Mossoró realizará concurso público (o primeiro de sua história, pasme!) ainda este ano. A expectativa é de que aconteça neste primeiro semestre. Parabéns! Antes tarde, do que nunca.

O empresário Rútilo Coelho, não obstante o fim do veraneio, não abandona o hábito de ancorar na Praia de Tibau. E depois que resolveu investir em endereço próprio, a frequência tem aumentado sobremodo.

Gente corajosa essa turma do ciclismo de Mossoró. Temos escassas ciclovias e trajetos urbanos e em BR´s e RN´s oferecem enorme perigo à circulação de bicicletas. Pena que as autoridades públicas continuem ignorando essa multidão sobre duas rodas.

O advogado Wellington Barreto ultima preparativos para lançar o livro “Remonte Histórico da Posse da Nova Diretoria da AMLERN” (Academia Maçônica de Letras do Estado do Rio Grande do Norte). Para  realização desse trabalho, contou com a imprescindível colaboração e parceria do escritor e historiador Geraldo Maia do Nascimento. Também está em andamento a 3ª Edição do seu livro “Importantes Lideranças Comunitárias do Município de Mossoró”, que será lançado no dia 20 de abril do corrente ano às 16 horas no Plenário da Câmara Municipal de Mossoró.

Tive a satisfação de ouvir, de pertinho, a cantora Nida Lira. Ela e sua banda, com toque jazz, encheram a noite chuvosa de sábado (10), com boa música. Afinadíssimos. Tudo na casa do engenheiro civil José Antero dos Santos, o bom baiano que comanda a fábrica de cimento Mizu (Baraúna). Em seu aniversário, ele que também já atuou na noite, como músico, deu uma canja. Não nos surpreendeu, pois já o conhecíamos do “Sêbado” – o sebo de Mossoró que só funciona aos sábados, na casa do odontólogo Marcos Almeida. Uma noite que não pude esticar por lá, devido outro compromisso, mas que valeu a pena. Bom demais.

Os advogados Marcos Araújo, Evans Araújo, Fernanda Abreu, Barreto Júnior e Naerton Soares convidam-me para a inauguração de seu novo escritório funcional. Trata-se da sociedade “Araújo, Soares, Barreto e Abreu Advogados Associados”. O evento acontecerá no próprio endereço do escritório, à Avenida Jorge Coelho de Andrade, 274, Presidente Costa e Silva (próximo ao Expocenter), em Mossoró, a partir das 20h da quinta-feira (22 de março). Vou escapar da faculdade por algumas horas e apareço por lá. Câmbio.

Um estudo global divulgado pela agência Fleishman-Hillard apontou que a internet é a ferramenta mais influente na decisão de compra de 66% dos consumidores. A web está à frente, inclusive, de conselhos de amigos e parentes (61%), e-mails (51%), jornais (43%), televisão (42%), mala direta (37%), revistas e rádio, empatados com 28%. (Paulo Pinto, O Mossoroense).

Este Blog tem muito a comemorar em seus 5 anos que se aproximam. Será em maio. E o ano passado, então, foi espetacular. Este já começa a mil também, inclusive sendo contactado por agências de propaganda e publicidade de outros estados, que procuram informações sobre aspectos técnicos desta página, desde o volume de acesso/dia ao perfil de seus webleitores. Muito obrigado, principalmente a você, internauta, que participa de nossa edição diária, com papel colaborativo e interação indispensáveis. Amém. Obrigado também aos anunciantes, principalmente àqueles que acreditaram desde a primeira hora, como Oba Restaurante e WSC Empreendimentos e Construções LTDA.

Hoje é o Dia da Poesia. Salve cada poeta desse Brasil varonil, gente com o dom da palavra. Salve meu querido Mario Quintana. Vivas também para Manuel Bandeira, Renato Caldas, Drummond, Antonio Francisco, Caio César Muniz, Cid Augusto, Luiz Campos, Zé Lima, Crispiniano Neto, Ivanildo Vilanova, Paulo de Tarso Correia de Melo, Cefas Carvalho, Genildo Costa, Torquato Neto, Othoniel Menezes, Paulo Leminski, Henrique Castriciano, Patativa do Assaré… Pontinha de inveja por não ser poeta, um latifúndio de admiração pela poesia e seus bardos.

E a Cosern, heim? De Paraú vem reclamação de que a qualquer tempo ‘cerrado’, há pane no fornecimento de energia elétrica à cidade. A concessionária desse serviço volta aos tempos nebulosos em que era empresa pública. Um tempo que era comum faltar energia, quando um vira-lata qualquer mijava o pé-do-poste. Vamos melhorar o serviço em vez de apenas aumentar o custo para o consumidor.

Carlão (foto Elisa Elsie) lança livro hoje

O jornalista Carlão de Souza lança hoje seu livro “Cidade dos Reis”, em Natal. Editado com apoio da Secretaria Extraordinária de Cultura/Fundação José Augusto, o título sai pela Coleção Cultura Potiguar e será lançado nesta quarta-feira (14), às 18h, durante evento alusivo ao Dia Nacional da Poesia no Palácio Potengi, na Pinacoteca do Estado. O montante arrecadado na noite de autógrafo será doado ao Hospital Infantil Varela Santiago.

A Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte (Mossoró) junta gente boa às pampas, hoje, a partir das 19h. Todos por lá, saudando com elouquência, os novíssimos poetas Camila Paula, Samuel Paiva e Ellen Dias para o lançamento de Poesia Clandestina. Sai pela Editora Queima-Bucha, edições Clandestino, do escritor-poeta e jornalista Mário Gérson.

Saúde e paz para o jornalista Bruno Falcão. Manda ver, meu caro, neste dia do seu aniversário.

Obrigado a leitura deste Blog a Clóvis Júnior (Paulista-PE), Joel Canela (Felipe Guerra) e jornalista Antônio Araújo (Mossoró).