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‘Consórcio da Oposição’ já fala até em prisão de Allyson Bezerra

Voto, megafone, eleições, propaganda,Além de empilhar denúncias no Ministério Público do RN (MPRN), inclusive anonimamente (não fique pasmo), pedir afastamento por 90 dias e cogitar cassação, o Consórcio da Oposição em Mossoró começa a falar também em “prisão” do prefeito Allyson Bezerra (UB).

É comovente o esforço feito por ‘lideranças’ que se esquivam da disputa e, encorajados prepostos, para não enfrentá-lo nas urnas.

Enquanto não o afastam, não o cassam e não o prendem, o jeito é lidar com a ideia de conviver com algo republicano e democrático, mas que assusta a todos os adversários: a disputa pelo voto.

Depois tentem afastá-lo, cassá-lo e prendê-lo, já que é tão imprescindível assim tirá-lo de cena.

Por enquanto, o jeito é correr atrás do voto.

Bora! cuida!

As eleições serão dia 6 de outubro.

Guamaré deverá passar por novas eleições municipais

Do Mossoró Hoje

Um ano e quatro meses após o prefeito Hélio Willamy de Miranda Fonseca (MDB), o “Hélio de Mundinho”, ser irregularmente reeleito em Guamaré, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubou a liminar do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE), que o mantinha no cargo. A decisão teve publicação nessa quinta-feira (22) vai provocar novas eleições a prefeito e vice.

"Lula" (Foto: TSE)

O presidente da Câmara Municipal, vereador Emilson de Borba Cunha (PR), conhecido por Lula, deve assumir o cargo interinamente. A Justiça Eleitoral definirá ainda o calendário eleitoral.

A situação jurídica em Guamaré é muito complicada. A administração municipal desde 2003 que vem sendo alvo de investigações que apontam desvios de recursos públicos na casa das dezenas de milhões e seus gestores terminam afastados de seus cargos.

O primeiro a ser afastado foi João Pedro Filho e seus aliados. Terminaram condenados a penas brandas, entre eles o próprio filho Mozaniel Rodrigues. Após afastado do cargo em 2003, assumiu presidente da Câmara e depois o vice-prefeito, que também terminaram afastados.

Renúncia

Dedé Câmara, eleito, assumiu em 2005, também terminou afastado. Em 2008, o então prefeito eleito, Mozaniel Rodrigues, isto mesmo, aquele filho de João Pedro Filho condenado por desvios de dezenas de milhões, foi eleito, porém terminou cassado na Justiça Eleitoral.

O prefeito que assumiu foi Auricélio Teixeira (cunhado de Hélio Willamy, que na época presidente da Câmara), que não chegou ao final do mandato. Renunciou. O vice prefeito também.

Quem assumiu foi Hélio Willamy, de sua família. Hélio, com a caneta na mão, conseguiu se reeleger. Ficou no cargo até 2016. A Justiça em primeira instância negou registro para se candidatar a reeleição, justificando que Auricélio era de sua família.

Nota do Blog Carlos Santos – Um consórcio de vigaristas mantém há muitos anos o movimento dessa gangorra de poder em Guamaré. A riqueza do município, advinda em especial do petróleo, atrai a cobiça e o vale-tudo de nativos e aventureiros. E assim vai continuar. A população fica a mercê dos espertos locais e outros tantos no labirinto dos poderes.

Conheça os índices sociais e econômicos de Guamaré AQUI. É para ficar estarrecido. O município de 15.309 habitantes tem a 21ª posição entre os 5.570 municípios do país, no quesito salário médio mensal (4,8 salários mínimos) e 1º no estado. Seu PIB per capita (por pessoa) chega a R$ 85.163,34 (64º entre 5.570 municípios do país e o 1º do estado).

Seu adversário Mozaniel Rodrigues, também teve o registro negado em primeira e segunda instância. No caso de Hélio Willamy, o TRE, mesmo diante de uma quantidade enorme de provas, concedeu uma liminar para concorrer a eleição e terminou vencendo.

O processo terminou em Brasília, onde demorou mais de um ano para ser julgado, o que terminou acontecendo no dia 19, com o acordão sendo publicado no dia 23 de fevereiro no Diário Oficial, com os ministros decidindo por derrubar a liminar do TRE do RN e afastar Hélio Willamy da Prefeitura de Guamaré.

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Partido vai impugnar nome de vice que assumiu prefeitura

Com a posse na Prefeitura do Apodi na última sexta-feira (26) do vice-prefeito José Maria da Silva (PSD), o PSOL questiona a manutenção do seu nome na chapa também à reeleição do prefeito afastado (veja AQUI) Flaviano Monteiro (PCdoB).

Como vice-presidente do PSOL no Apodi, o advogado e escritor Marcos Pinto adianta ao Blog que o partido vai impugnar seu nome.

“Ele teria que ter declinado, e aí o Presidente da Câmara também declinaria, posto que também é candidato à reeleição, e convocaria o primeiro na linha de sucessão na Mesa diretora, para tomar posse”, avisa.

O PSOL tem candidato próprio a prefeito do Apodi. Trata-se de Paulo Viana, tendo Geraldo Vicente como vice.

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