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TRE cassa prefeito e vice-prefeita de Ceará-mirim

Do G1 RN

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou os mandatos do prefeito e da vice-prefeita de Ceará-Mirim, cidade da Grande Natal, por abuso de poder econômico. Na mesma decisão, proferida na sessão plenária desta terça-feira (10), o TRE determinou ainda a realização de novas eleições no município.

Barreto: com advogados (Foto: GE)

Marconi Barreto (PHS) e Zélia Pereira dos Santos (PSDB), prefeito e vice-prefeita, ficam inelegíveis após a decisão dos desembargadores do Tribunal. Pelo telefone, o prefeito Marconi Barretto disse que a situação está entregue aos advogados dele. “O que eles decidirem, está definido”, declarou. O G1 não conseguiu contato com a vice-prefeita.

Suspeição

Segundo consta no site do TRE, o juiz Wlademir Capistrano afirmou suspeição para atuar no feito, tendo sido substituído pela juíza Adriana Magalhães.

Ao final do julgamento, o advogado Donnie Allison dos Santos suscitou questão de ordem indicando da necessidade de suspensão da presente decisão até a interposição, julgamento e publicação do acórdão de eventuais embargos de declaração.

No entanto, ainda de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, a questão foi rejeitada por maioria de votos.

Nota do Blog Carlos Santos – O presidente da Câmara Municipal é o vereador Ronaldo Marques Rodrigues (PV), que deverá assumir o cargo de prefeito. Mas decisão cabe recurso.

P.S (22h32) – O TRE também cassou prefeita e vice de São José de Campestre, Maria Alda Romão Soares (PSD) e Eliza Assis de Oliveira Borges (MDB), por captação ilícita de votos e abuso de poder econômico. Novas eleições serão marcadas. Cabe recurso. Mas a princípio, o presidente da Câmara Municipal, Joseílson Borges (MDB)

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TRE cassa vereador por abuso de poder econômico

Do Potiguar Notícias

O Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) cassou o mandato do vereador Paulo Miranda (PHS), de Parnamirim, por alegação de abuso de poder econômico. O pleno ainda tornou o agora ex-vereador inelegível por oito anos.

Paulo Miranda foi eleito em outubro passado, com 1.169 votos, 1,19% dos votos validados.

A decisão foi dada por maioria dos juízes do TRE.

Em seu lugar assumirá a vaga Ana Michele, primeira suplente, que alcançou 847 votos.

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TRE mantém cassação de chapa e define novas eleições

Chapa vencedora e cassada cassada (Foto: reprodução)

Na tarde desta quinta-feira (28), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE), julgou o Recurso Eleitoral (RE) 236-28, da relatoria do juiz Gustavo Smith. O RE na Ação de Investigação Judicial Eleitoral-AIJE apurou suposto abuso de poder durante as eleições municipais de 2016, em Água Nova/RN (conheça AQUI), cometido por Iomária Rafaela Lima de Souza Carvalho (PMDB) e Elias Raimundo de Souza (PMDB), prefeita e vice-prefeito do município reeleitos, e por Francisco Iromar de Carvalho, pai de Iomária.

A chapa obteve 54,82% dos votos válidos no pleito de 2016.

A Corte eleitoral potiguar, à unanimidade de votos, e em consonância com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, manteve a sentença do juiz da 65ª zona eleitoral, Osvaldo Cândido de Lima Júnior, em todos os seus termos, cassando os diplomas da Prefeita e do Vice-Prefeito.

Determinou ainda, por conseguinte, novas eleições no município, além da declaração de inelegibilidade por oito anos dos três recorrentes que, segundo a decisão do Regional, participaram ativamente do processo de captação ilícita de votos e de abuso de poder econômico.

Desta decisão cabe recurso ao TSE e o TRE deliberará, oportunamente, sobre a data da eleição suplementar no município.

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Justiça garante retorno de prefeito a cargo

O prefeito afastado do Apodi, Flaviano Monteiro (PCdoB), obteve liminar que lhe garantiu o retorno hoje ao cargo. Ele foi cassado à semana passada (veja AQUI) pela Câmara Municipal.

A Câmara Municipal, através do seu presidente Filho Neto (PPS), já se pronunciou: vai recorrer da decisão.

Tinha assumido a Prefeitura do Apodi o vice-prefeito e companheiro de chapa de Flaviano, à reeleição, José Maria Silva (PSD).

O juiz Eduardo Neri Negreiros foi quem deu despacho em favor de Flaviano, que alegou em seu mandado de segurança que a Câmara Municipal violou alguns preceitos constitucionais, como o princípio do Amplo Direito à Defesa em processo de Comissão Especial de Investigação (CEI).

Os vereadores cassaram Flaviano por considerar que ele não atendeu pedidos de informações.

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Câmara cassa prefeito em sessão ordinária polêmica

Do Blog de Josenias Freitas

Em conclusão a processo de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), o poder legislativo apodiense votou nesta quinta-feira 25, o relatório final da CPI que pede o afastamento do chefe do executivo apodiense, Flaviano Monteiro (PCdoB), durante sessão ordinária. Foi decidida a cassação do prefeito.

Flaviano: cassação em sessão o rdinária (Foto: Apodi Info)

O primeiro secretário da Casa e relator da comissão, vereador Ângelo de Dagmar (SD), leu o relatório na tribuna que pedia o afastamento do prefeito por não apresentar informações pedidas pela casa legislativa, no total de oito Requerimentos não atendidos.

A denuncia foi apresentada pelo advogado Igor Bandeira, por entender que o chefe do executivo não cumpriu com as leis que regem a casa legislativa. Os vereadores da situação contestaram a questão de o prefeito ter sido convocado para um julgamento, quando na verdade a CPI que foi para pauta foi outra, do ano de 2014, que está paralisada por força de um mandato judicial.

Votação

Seguindo o regimento interno da casa, a votação se deu de forma nominal com cada vereador apresentou seu voto, a favor ou contra o afastamento do gestor.

Primeiro foi votada a questão o cometimento ou não de ato de improbidade administrativa, que foi aprovado por 9 votos favoráveis e 4 abstenções.

Em seguida, houve a votação do processo de afastamento do prefeito Flaviano Monteiro, que teve o mesmo placar da votação anterior, ou seja, 9 votos favoráveis e 4 abstenções.

Os vereadores da situação, se abstiveram da votação afirmando ilegalidade do processo,  ressaltando através da assessoria jurídica que entrarão ainda hoje na justiça com o pedido de nulidade da sessão, alegando irregularidades.

Após aprovado o afastamento, o decreto legislativo foi lido pelo vereador presidente da casa Filho Neto (PPS), convocando o vice prefeito José Maria Silva (PSD), a tomar posse amanhã 26, na sede do legislativo. A comissão foi composta pelo relator Ângelo de Dagmar (SD), Genivan Varela (PCdoB) membro e Laete Oliveira (PTN) presidente.

Nota do Blog Carlos Santos – Nem tudo que parece, é. Depois traremos mais informações sobre o assunto, na efervescente política do Apodi.

Prefeito potiguar acusado de corrupção pelo MP é preso

O desembargador João Rebouças, do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), decretou a prisão preventiva do prefeito do município de Ielmo Marinho, Francenilson Alexandre dos Santos (PP). Ele é acusado pelo Ministério Público Estadual do RN (MPRN) da prática do crime de corrupção ativa.

Francenilson e Bruno: sequência de denúncias (Foto: Web)

Segundo foi denunciado, ela teria oferecido cargos públicos municipais e promessas de dinheiro a vereadores para que votassem pelo arquivamento do processo de cassação do seu mandato, o que efetivamente veio a ocorrer.

Francenilson foi preso no final da manhã de hoje, em operação do Ministério Público. Após exames no Instituto Técnico e Científico de Polícia (ITEP), será levado para o quartel do Comando Geral da Policia Militar em Natal, onde ficará em razão do cargo que ocupa.

Antes dele, o prefeito eleito Bruno Patriota (PSD) já tinha sido cassado por corrupção. Foi filmado pagando apoio. Vice dele, Francenilson assumiu a Prefeitura. Sob ameaça de impeachment, atraiu três vereadores para o governismo, em troca de cargos e outras vantagens, denuncia o MPRN.

Prisão necessária

O desembargador aponta que os depoimentos e gravações de interceptações telefônicas trazidas ao processo “evidenciam que o representado age de forma continuada e sistêmica quanto ao oferecimento e pagamento de vantagens, o que demonstra, com mais veemência, que se mantido em liberdade não estará impedido de continuar na prática das condutas ilícitas em detrimento do erário público”.

O desembargador João Rebouças assinala que a medida preventiva de afastamento do cargo se revela inadequada, denotando a necessidade da prisão.

“Digo isso porque os fatos e as circunstâncias revelam que medidas cautelares diversas não será suficiente para impedir que novos crimes sejam praticados pelo Alcaide Municipal, sobretudo se levando em consideração que, ainda afastado do cargo, porém em liberdade, continuará praticando crimes graves de corrupção, na tentativa de reaver o cargo de Prefeito, bem como daria a este a possibilidade de destruir provas que se encontram em seus locais de trabalho e, por isso, ao seu fácil alcance”.

Com informações do TJRN.

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Prefeita cassada tentará caminho judicial para retornar

A prefeita cassada e afastada de Galinhos, Josineide Cunha de Medeiros (PSD), deve recorrer à Justiça para tentar retornar ao cargo. Ela teve o mandato cassado em uma sessão legislativa realizada nessa segunda-feira (16).

Josineide foi submetida a uma Comissão Especial de Investigação (CEI), denunciada por emitir 30 cheques sem fundos.

O vice-prefeito Fábio Rodrigues (PRB) tomou posse em seguida.

Galinhos fica a 166 quilômetros de Natal, na região conhecida como Litoral Norte.

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Câmara tenta fazer nova sessão e espera defesa de prefeita

A Câmara Municipal de Areia Branca volta a se reunir extraordinariamente hoje, terça-feira (17), às 11h.

É uma nova sessão para julgar relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI), que aponta supostas irregularidades da gestão da prefeita Luana Bruno (PMDB).

Ocorrera originalmente no último dia 10 (terça-feira da semana passada – veja AQUI), quando ela foi cassada por oito votos, com três abstenções.

Mas a defesa da governante alegou que não tivera amplo direito ao contraditório, com advogado presente à sessão. Alegara outro compromisso em igual dia e horário.

Às 9 horas do domingo (15), o Legislativo tentou realizar nova sessão e outra vez o advogado da prefeita não compareceu. Daí a decisão de transferir a sessão para hoje, tentando pela terceira vez realizá-la à plenitude legal.

Juíza

A juíza Uefla Fernandes emitiu despacho na sexta-feira (13), determinando a realização de outra sessão no prazo máximo de dez dias. Acatou parcialmente os argumentos da defesa da prefeita.

Se houver confirmação do que fora julgado na terça-feira (10), a vice-prefeita Lidiane Garcia (PMN) assumirá a Prefeitura.

“Estamos atendendo fielmente ao devido processo legal e repassando à Justiça as providências. A defesa não compareceu às duas sessões e esperamos que o faça agora. É um direito que pode e deve usar, mas não tem feito”, comenta Netinho Cunha (PP), presidente da Câmara Municipal.

Na sessão que cassou a prefeita, a votação foi assim: votaram pelo afastamento os vereadores João de Beguinho (PP), Aldo Dantas (PSBD), Antonio Carlos de Souza (PCdoB), Antonio Luiz Neto (PDT), Dijalma da Silva Souza (PCdoB), Duarte Júnior (PTN), Sandro Góis (PV) e Netinho Cunha (PP). Alderi Batista (PMDB), João Paulo Borja (PSB) e José Nazareno de Lemos (PSB) se abstiveram.

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Câmara vai julgar novamente prefeita cassada e afastada

Despacho liminar da juíza Uefla Fernandes determinou hoje que a Câmara Municipal de Areia Branca realize nova sessão especial para votar relatório de Comissão Especial de Inquérito (CEI), que cassou no último dia 10 (terça-feira) a prefeita Luana Bruno (PMDB).

A sessão vai ocorrer no próximo domingo (15), às 9h.

Luana alegou, para obter a decisão, que ocorrera cerceamento de sua defesa.

Seu advogado – Thiago Cortez – não participara da sessão, por estar em audiência judicial noutra comarca à mesma hora e dia.

A prefeita cassada e afastada foi substituída pela vice Lidiane Garcia. Ela foi empossada à noite da mesma terça-feira, na Câmara Municipal, em outra sessão especial ocorrida após a votação.

Luana Bruno foi cassada e afastada por improbidade administrativa.

Veja como foi a cessão de cassação e pronunciamentos de Luana e Lidiane clicando AQUI.

Câmara Municipal cassa prefeita em Areia Branca

A Câmara Municipal de Areia Branca cassou a prefeita Luana Bruno-PMDB por 8 votos a favor e 3 abstenções no início da noite dessa quarta-feira (10). Vice Lidiane Garcia-PMN foi empossada ainda na terça-feira.

Lidiane Garcia e Luana Bruno: mudança - Foto Web
O presidente do Sindicato dos Servidores do Município de Areia Branca, Pedro Neto, é o grande artífice da cassação. Ele provocou a Câmara à Comissão Especial de Inquérito (CEI), apresentando farta documentação.

A CEI foi instalado dia 19 de janeiro. Outra já foi provocado pela mesma entidade, posteriormente.

A cassação é por improbidade administrativa.

Votaram pelo afastamento os vereadores João de Beguinho (PP), Aldo Dantas (PSBD), Antonio Carlos de Souza (PCdoB), Antonio Luiz Neto (PDT), Dijalma da Silva Souza (PCdoB), Duarte Júnior (PTN), Sandro Gois (PV) e Netinho Cunha (PP). Alderi Batista (PMDB), João Paulo Borja (PSB) e José Nazareno de Lemos (PSB) se abstiveram.

Reação

A prefeita cassada se manifestou através das redes sociais, interpretando que já “esperava” tal desfecho.

Veja AQUI.

Nova prefeita

A nova prefeita discursou ainda à noite na Câmara, na oficialização da mudança de nomes na Prefeitura.

Veja AQUI.

De um batedor de carteira a um ladravaz

Vendo o contorcionismo do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para se manter no cargo e com o mandato, lembro do ex-presidente Severino Cavalcanti que cobrava “toco” de 10 mil/mês de um empresário que arrendou restaurante na sede desse poder.

Severino: 'Só" 10 mil/mês (Foto: Web)

Renunciou para não ser cassado por esse ‘pequeno’ deslize.

Foi mostrada em rede nacional uma cópia ampliada do cheque compensado, utilizado para pagar-lhe o mensalinho. Em 21 de setembro de 2005, o pernambucano Severino Cavalcanti renunciou a seu mandato de deputado federal em decorrência das denúncias.

Sebastião Buani, que administrava o restaurante da Câmara, acusou Severino de cobrar-lhe a mensalidade de 10 mil reais sob a ameaça de fechar o restaurante dele.

Hoje, Cunha aparece a todo momento enroscado em milhões e milhões no Brasil, Suíça e o escambau.

Mas continua lá, presidente da chamada Baixa Câmara.

Resiste a todo cerco à sua cassação.

Diante dele, Severino é realmente um batedor de carteiras.

Cunha, um ladravaz sem limites.

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A partir de CPI, prefeito de Alexandria é cassado por Câmara

O prefeito de Alexandria, Nei Moacir Rossato de Medeiros (PSB), foi cassado hoje em sessão da Câmara Municipal do seu município. A sessão teve início no final da manhã.

Rossato: minoria na Casa (Foto: Web)

Rossato até tentou barrar a sessão através de mandado de segurança com pedido de liminar na 1ª Vara Cível da Comarca de Pau dos Ferros/RN, mas o juiz Osvaldo Cândido de Lima Júnior rejeitou o pleito.

A sessão de hoje da Câmara Municipal foi presidida pelo vice-presidente da Casa no exercício da presidência, Gil Taveira. Em minoria no plenário, o prefeito foi condenado por ampla margem. Só teve um voto favorável.

Na última segunda-feira (4), houve leitura de relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal, em sessão extraordinária. A CPI partiu de denúncia do vereador Raimundo Ferreira no último dia 23 de setembro de 2015.

Duodécimo

Produziu inúmeras acusações sobre supostos processos licitatórios fraudulentos e pagamentos irregulares a empresas, entre outras.

Também pesou contra o prefeito, o não-repasse de duodécimo da Câmara Municipal.

Nos autos, pesavam 13 acusações à gestão de Nei Moacir Rossato. O colegiado da CPI votou majoritariamente à derrubada de dez delas, mas recomendou a sua punição por improbidade administrativa em três outras.

Foi esse relatório que esteve em votação hoje, em sessão que avançou pela tarde, terminando por volta de 16h.

Na prática, a decisão também antecipa a sucessão municipal. Rossato já declarara que não deveria ser candidato à reeleição, após tratamento que fizera para curar um câncer, ano passado.

O vereador e presidente – afastado – da Câmara Municipal, Raimundo Andrade (PSD), deverá assumir a Prefeitura. O vice-prefeito Francisco Edilberto Oliveira faleceu no dia 26 de janeiro de 2013, com câncer, em Natal.

Depois trago mais detalhes.

Justiça muda, de novo, prefeito de Baraúna

Do Jornal de Fato

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu na tarde desta sexta-feira, 12, por cassar o registro de candidatura de Antônia Luciana da Costa Oliveira (PMDB) e de Edson Pereira Barbosa (PV), que estão respectivamente por força de liminar nos cargos de prefeita e vice do município de Baraúna.

Esta decisão foi tomada numa ação movida pela coligação liderada pelo prefeito eleito e cassado três vezes Isoares Martins, pedindo que a Justiça Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral determinasse que não fosse concedido o registro de Luciana e Edson.

Na época, os advogados de Isoares Martins (PR) alegaram vários crimes eleitorais praticados pela coligação liderada por Antônia Luciana. Estas acusações terminaram se configurando e Antônia Luciana e seu vice Edson Barbosa terminaram cassados em três processos.

Isoares, cassado três vezes, foi afastado do cargo, e, como não havia sido eleito com mais de 50% dos votos, terminou assumindo Antônia Luciana, que ficou em segundo lugar. Quando Luciana terminou também cassada, assumiu o presidente da Câmara Tertulo Alves (PMN).

Isoares Martins recorreu das decisões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que não julgou nenhum e já faz mais de ano que os processos estão lá. Estranhamente, Antônia Luciana, que foi condenada em 4 processos, recorreu e teve 3 liminares rapidamente do TSE.

Transitado em julgado

Nesta sexta-feira, 12, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte decidiu por julgar o pedido para não expedir o diploma de Luciana Oliveira, tendo sido condenada por todos os juízes do tribunal. Também foi decidido na mesma ocasião pelo afastamento imediato ou quando transitado em julgado.

Por 4 votos a 1, decidiram por afastar de imediato. Entretanto, este afastar de imediato, conforme o advogado Marcos Lanuce, não é assim tão imediato. Primeiro a decisão precisa ser publicada e depois aguardar um prazo de 2 dias para que Antônia Luciana recorra da decisão, caso assim deseje.

Numa reunião seguinte do Tribunal, as petições de Antônia Luciana (embargos) serão analisados e os juízes decidem em definitivo por afastar ou não. Só que não existe mais tempo para que estes julgamentos aconteça em 2014. O TRE entra em recessa na próxima terça-feira.

Ou seja, Antônia Luciana teve seu registro cassado, mas só vai deixar o poder no próximo ano, quando a Justiça Eleitoral retornar o recesso. Caso fosse afastada nesta sexta-feira, 12, ou na próxima semana, quem assumiria a Prefeitura novamente seria o presidente da Câmara Tertulo Alves.

Entretanto, como a publicação da condenação da prefeita cassada novamente ficou para 2015, quem deve assumir quando ela for afastada é o vereador David, que foi eleito semana passada presidente da Câmara para o biênio 2015/2016.

Nota do Blog – Se não me falha a memória, essa deverá ser a 16ª modificação na titularidade da Prefeitura de Baraúna, em menos de dois anos.

Francamente!

Prefeito e vice são cassados pelo TRE do RN

Do Blog de João Moacir

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) cassou na tarde dessa quinta-feira (15), por 3 votos a 2, o prefeito de Olho D’Água dos Borges, Brenno Queiroga (PMDB).

Ele deverá ser afastado do cargo e a presidente da  Câmara Municipal assumir provisoriamente o cargo.

Novas eleições devem ser marcadas.

Brenno pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nota do Blog Carlos Santos – A decisão alcança também a vice-prefeita Maria Helena (PMDB).

A chapa obteve 2.118 votos (53,23%) no pleito de 2012.

Venceu Antonimar Carlos (PR) e Abel Neto (PT), respectivamente candidatos a prefeito e vice, que obtiveram 1.861 votos (46,77%).

A farmacêutica Célia Maria Queiroga de Morais (PMDB), tia do prefeito cassado, presidente da Câmara Municipal, deve assumir provisoriamente a prefeitura, se não houver qualquer liminar que mantenha Brenno no cargo.

Prefeito e vice são cassados; adversários serão empossados

Do Blog do BG

O prefeito de Extremoz, Klauss Rego (PMDB), acaba de ter seu mandato cassado em primeiro grau.

A  justiça ainda determinou a posse imediata do segundo colocado nas eleições de 2012, Enilton Trindade (PR) e vice Kiara Lucy Lima (PSB).

Nota do Blog Carlos Santos – O vice-prefeito Edilson do Nascimento Lima (DEM) também foi cassado.

A cassação é decorrente de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) protocolizada pela coligação oposicionista.

Os dois ainda foram condenados com oito anos de inelegibilidade.

Enilton Trindade é ex-prefeito.

Cabe recurso.

Liminar para uma nova candidatura

No grupo da deputada estadual Larissa Rosado (PSB), candidata a prefeito em 2012, há quem defenda obtenção de liminar para ela concorrer outra vez a prefeito, em caso de eleição suplementar em 2014.

Mesmo com decisão que amputou seus direitos políticos, tornou-a inelegível por oito anos e cassou seu mandato parlamentar, não se joga a “toalha”.

A decisão recente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que a puniu por deslizes, em sua campanha municipal, ainda é objeto de questionamento na esfera judicial superior.

Aguarda-se liminar que derrube sua cassação.

Recurso também questionará as outras sanções legais.

Tudo correndo – também – contra o tempo.

Mesmo que consiga ser candidata, por força de liminar, Larissa ainda corre perigo de, sendo eleita em pleito suplementar, perder mandato com decisão final da demanda.

 

 

Cláudia e vice são cassados mais uma vez no TRE

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou recurso eleitoral contra mais uma sentença, de primeiro grau, que tinha punido prefeito e vice de Mossoró com inelegibilidade, cassação e sanção pecuniária. Agora já são cinco cassações em segundo grau e 11 em primeiro grau.

A prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM) e o vice Wellington Filho (PMDB) tiveram recurso rejeitado, à unanimidade, pela corte.

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O Recurso Eleitoral 776-14  rejeitado na sessão da tarde de hoje, dispõe sobre participação de servidores da Prefeitura de Mossoró na campanha de prefeito e vice.

Em primeiro grau, o juiz da 33ª Zona Eleitoral, José Herval Sampaio Júnior, já fora rigoroso na punição.

O TRE ratifica mais uma decisão do magistrado.

Nota do Blog – Desse volume de decisões do TRE, quatro foram ratificando cassações e outra reformando decisão de primeiro grau, em que Cláudia e o vice tinham sido inocentados pelo então juiz titular da 34ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior.

Faltam ainda seis recursos de sentenças desfavoráveis à Cláudia e Wellington, a serem analisadas por essa corte.

Tribunal rejeita terceiro recurso de Cláudia e Wellington

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) está incansável. A morosidade foi deixada de lado.

No início da noite, a corte julgou outro recurso apresentado pela defesa da prefeita e vice afastados e cassados de Mossoró, Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB).

Mais uma vez, rejeitou o recurso eleitoral de número 243-58.2012.6.20.0033, derivada de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). Confirmou cassação (sem multas) e inelegibilidade de oito anos, prolatadas em sentença do juiz da 33ª Zona Eleitoral de Mossoró, José Herval Sampaio Júnior.

Apenas o relator da matéria, advogado Carlo Virgílio, apresentou voto pela derrubada da decisão de primeiro grau. Mas o restante do plenário divergiu de seu raciocínio, mantendo a sentença de Herval Júnior.

Nos autos, há um rosário de denúncias fundamentadas em farta documentação, mostrando o uso abusivo de estrutura pública, mídia e outros artifícios em favor dos candidatos a prefeito e vice. Denúncia foi registrada pela coligação “Frente Popular Mossoró Mais Feliz”.

Foi o segundo julgamento de hoje, ambos desfavoráveis à Cláudia e Wellington. Eles somam dez cassações em primeiro grau. No TRE, já foram julgados três recursos, todos rejeitando revisão da decisão inicial. Faltam ainda sete processos de cassação a serem apreciados pelo TRE.

Veja abaixo, um resumo do que está no processo, como elementos fáticos:

Cláudia em campanha (centro) chega ao TRE com três ratificações de sentenças (Carlos Costa)

a) A QUESTÃO “CHICO DA PREFEITURA”: quanto à nomeação em cargos públicos em troca de apoio político, destacou-se a “aquisição” do apoio político do vereador Chico da Prefeitura (DEM), onde para consolidar o apoio político do vereador CHICO DA PREFEITURA – que estava indeciso até então – à investigada CLÁUDIA REGINA, a governadora negociou essa adesão com a nomeação da filha dele para um cargo na estrutura administrativa do Estado.

b) A QUESTÃO DA UTILIZAÇÃO INDEVIDA DO AVIÃO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: a par de realizar a campanha política que abraçou, a Governadora Rosalba Ciarlini (DEM) deslocou-se a esta urbe nada mais nada menos que fazendo uso do avião de propriedade do Governo do Estado.

c) A QUESTÃO “NETO QUEIROZ”: o emprego da força política, do uso de pessoal e dispensação de gastos do erário estadual em favor da candidatura de CLÁUDIA REGINA iniciou logo no campo da informação, publicidade e mídia. A princípio, o servidor público estadual JOSÉ NETO DE QUEIROZ, matrícula nº 1170139, professor da rede pública de ensino, lotado em Mossoró/RN, foi removido da Secretaria de Educação para a Agencia de Comunicação do Estado, que tem sede em Natal, desobrigado, decerto, de dar expediente, para se dedicar como Coordenador de Marketing da campanha eleitoral de Cláudia Regina.

Rosalba e imprensa

d) A QUESTÃO DO USO ABUSIVO DA CONDIÇÃO DE GOVERNADORA POR ROSALBA – A PROPAGANDA ELEITORAL ILÍCITA EM PROL DA INVESTIGADA: a pretexto de conceder pseudo-entrevistas as rádios e a TV em decorrência de sua condição de governadora, Rosalba Ciarlini executa campanha às escâncaras e, ao mesmo tempo, aliou a figura da investigada à coisa pública estadual. Tem-se aí a pseudo-entrevista do dia 17 de agosto de 2012, realizada e transmitida pela TCM no programa “CENÁRIO POLÍTICO”, e também a entrevista concedida à RÁDIO DIFUSORA de Mossoró (em somatório com a RPC – rádio), em data de 28 de julho de 2012. Também a manifestação realizada na Maisa em 24 de julho de 2012 exemplifica esse conjunto de atos ilícitos/abusivos.

e) A QUESTÃO DA REUNIÃO ELEITORAL ILÍCITA FLAGRADA PELA FISCALIZAÇÃO DA JUSTIÇA ELEITORAL: a disponibilidade da Prefeitura de Mossoró à investigada CLÁUDIA REGINA foi total, envolvendo recursos materiais e humanos. Em 03 de setembro de 2012, a Justiça Eleitoral, por seus fiscais, flagrou e documentou o efetivo emprego de servidores públicos em horário de expediente laboral na campanha dos investigados.

f) A QUESTÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS PARTICIPANDO DIRETAMENTE NO PLANO DE GOVERNO DA INVESTIGADA: entre aqueles que produziram e colaboraram com o plano de governo da candidata Cláudia Regina – disponível no site www.tse.jus.br e com cópia em anexo – tem-se quase 01 (uma) centena deles inseridos no rol de servidores públicos, em sua grande maioria alçados à condição de titulares de cargos comissionados junto ao Município de Mossoró.

g) A QUESTÃO DA UTILIZAÇÃO INDEVIDA DAS ATIVIDADES DO SERVIDOR “FLUSSIER AURÉLIO” ANTES DE SEU LICENCIAMENTO: o servidor público municipal FLUSSIER AURÉLIO VIEIRA GALDINO, que desde junho do ano em curso apresentou-se perante esta 33ª Zona Eleitoral como pessoa responsável pelo acompanhamento perene e diário dos processos de interesse dos investigados, de sua Coligação e dos Partidos Políticos a estes aliados, apenas em 03 de agosto do ano em curso teve seu licenciamento iniciado, conforme portaria n. 1533/12 – vide anexos.

Uso da imprensa

h) A QUESTÃO DA EXONERAÇÃO INCONTINENTI DE SERVIDORES (POR SI OU PELOS SEUS) EM DECORRÊNCIA DE SUPOSTO APOIO POLÍTICO A LARISSA ROSADO(PSB): estabeleceu-se junto à Prefeitura Municipal, a fim de fixar a obrigatoriedade do apoio à Candidatura de Cláudia Regina, ora investigada, a prática de exoneração dos servidores comissionados que eventualmente apresentam postura política dissidente, por si ou pelos seus, a exemplo do que sucedeu com a atualmente ex-servidora Antônia Edileuza Alves da Silva e com o servidor João Fernandes da Costa Filho, cujos atos de exoneração seguem em anexo ao presente expediente.

i) A QUESTÃO DAS PROMESSAS DE CAMPANHA DA INVESTIGADA CLÁUDIA REGINA QUE SE CONVERTERAM IMEDIATAMENTE EM PRÁTICA E-OU PROJETOS ANUNCIADOS DA PREFEITURA: i.1.) em manifestação pública realizada no “Arte da Terra”, nesta Cidade, Cláudia Regina prometeu promover à revitalização de tal centro artístico e cultural, isto em data de 25 de agosto de 2012; três dias depois, em 28 de agosto de 2012 (terça-feira), a gerência executiva do trabalho da Prefeitura Municipal de Mossoró estava ao vivo no programa TCM ANUNCIANDO EXATAMENTE – sic! – A REVITALIZAÇÃO DO ARTE DA TERRA (como que a transmitir à população local a mensagem imediata de que os projetos da investigada também são os da Prefeitura Municipal!); i.2) em data de 20 de agosto de 2012, ao ser sabatinada no programa Cenário Político, da Televisão a Cabo Mossoró – TCM, a investigada Cláudia Regina prometeu trabalhar para erradicar as favelas, em especial a Favela do Tranquilim; menos de uma semana depois chegou na Câmara Municipal de Mossoró um projeto de lei (o de nº 1088), em regime de urgência, com autorização para abertura de crédito especial no valor de R$ 45.819.241,63 (quarenta e cinco milhões, oitocentos e dezenove mil, duzentos e quarenta e um reais e sessenta e três centavos), destinado à urbanização da Favela do Tranquilim.

Chico da Prefeitura e Cláudia: apoio questionado (Raul Pereira)

j) A QUESTÃO DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS DO MUNICÍPIO COM A DISTRIBUIÇÃO DE FARDAMENTO NAS CORES DA CAMPANHA DA CANDIDATA INVESTIGADA: a cor “laranja” tomou conta dos vestuários e fardamentos em eventos da Prefeitura Municipal, em particular no “Mossoró Cidade Junina”, um dos eventos mais badalados da gestão municipal;

Saiba mais também em nosso Twitter AQUI.

l) A QUESTÃO DA REALIZAÇÃO DA PROPAGANDA INSTITUCIONAL IRREGULAR DURANTE O PERÍODO ELEITORAL: se realizou nos pontos centrais da cidade de Mossoró (assim como se fez no site oficial do Município), em infração à lei, propaganda institucional de obras e serviços municipais não sujeitos à concorrência e tampouco emergenciais.

m) uso indevido, maciço, privilegiado e abusivo dos meios de comunicação social em prol da candidatura dos investigados: em blogs; em jornais em suas versões impressas e eletrônicas; na rádio e na TV, exemplificativamente: m.1) em entrevista concedida pelo Deputado Leonardo Nogueira no dia 24 de agosto de 2012, no programa “Cenário Político”; m.2) nas transmissões da FM 95, integrante do grupo TCM, especificamente no dia 14 de agosto de 2012; m.3) em entrevista concedida pelo Deputado Henrique Alves, em 07 de agosto de 2012.

Dessa semana, tudo indica, não passa

Cassado quatro vezes em primeiro grau, pelo juiz da 33ª Zona Eeleitoral – José Herval Sampaio Júnior, o prefeito baraunense Isoares Martins (PR) deve ter um de seus recursos finalmente julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Dessa semana, tudo indica, não passa.

Sua última cassação em primeiro grau aconteceu no final da semana passada.

A adversária Luciana Oliveira (PMDB), também já foi punida com perda de direitos políticos em sentenças do mesmo magistrado.

Uma eleição suplementar em Baraúna, para o próximo ano, parece mais próxima do que muitos imaginavam há alguns meses.

Isoares e a vice Elisabete Rebouças (PSB) chegaram a ser afastados, mas através de uma liminar retornaram aos seus respectivos cargos.

Uma volta possível, provável, mas que não é fácil

Uma pergunta inunda o telefone do editor desta página, endereços em redes sociais ou em abordagens “ao vivo”:

Dia 7 de novembro último, Cláudia adentrava sede do governo, após liminar (foto Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró)

Cláudia Regina (DEM) ainda pode voltar à Prefeitura de Mossoró?

Eis, aqui, a resposta que tenho repetido desde ontem, quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acolheu decisão de primeiro grau, confirmando cassação e afastamento dela do cargo, ao lado do vice Wellington Filho (PMDB):

– Pode, sim.

Existe uma situação ambivalente, ou seja, com aspectos favoráveis e desfavoráveis ao retorno dela e do vice Wellington Filho (PMDB), através de liminar (decisão provisória).

Favoravelmente, temos o fato de ela ser prefeita de um município considerado de médio porte, com forte retaguarda política, sobretudo dos influentes senador José Agripino (DEM) e deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Até aqui, no TRE, o que sustentava Cláudia e seu vice era tudo, menos o direito. Menos o direito, repito.

As forças políticas e a circulação de “operadores” determinavam essa sustentação que acontecia há vários meses, com nítida chicana (abuso de recursos, sutilezas e formalidades para atrasar uma decisão).

Uma liminar é possível. Caberá a um dos sete integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o despacho, quando houver apelação dos advogados dos cassados a essa corte.

Casos

Existem incontáveis exemplos de decisões dessa natureza. No próprio Rio Grande do Norte, temos casos recentes.

Negativamente, o que estaria complicando um retorno temporário de Cláudia e Wellington, até definição do mérito (decisão final de processo no TSE, quando não cabe mais qualquer tipo de recurso)?

O volume de cassações é assustador, um recorde nacional. O número “10” faz um barulho tonitruante.

Como diria os locutores de bingo… “de rombo!”

Pesa, também, o volume, diversidade e densidade de provas levantadas por Ministério Público Eleitoral (MPE) e Coligação Frente Popular Mossoró Mais Feliz, da adversária Larissa Rosado (PSB).

Advogados de defesa, de um conglomerado de escritórios, têm quebrado a cabeça para um arrazoado consistente em favor de prefeita e vice cassados e afastados.

Não deve ser ainda ignorado, que o caso passou a ganhar repercussão nacional através de influentes veículos de imprensa, como Folha de São Paulo e O Globo (veja postagens mais abaixo).

O que o Blog pode então afirmar sobre esse delicado episódio?

– A volta é possível, é provável, mas não será fácil.

“Folha” repercute cassação de Cláudia Regina no TRE

Folha de São Paulo On Line

Após sofrer dez condenações em primeira instância, todas pela perda de seu mandato, a prefeita de Mossoró (RN), Claudia Regina (DEM), teve o mandato cassado nesta quinta-feira (5) pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio Grande do Norte e terá que se afastar do cargo de forma imediata.

A decisão também atinge o vice-prefeito, Wellington Filho (PMDB), e determina a posse do atual presidente da Câmara Municipal, o vereador Silveira Júnior (PSD), até a realização de novas eleições na cidade.

Os dois parágrafos acima são de matéria postada há poucos minutos na Internet, página da Folha de São Paulo On Line, como antecipou o Blog há poucos minutos no seu Twitter (AQUI) e nesta página AQUI.

Veja reportagem completa da Folha clicando AQUI.

 

Decisão do TRE vai ganhar dimensão nacional

Ouvido ao chão como bons índios Sioux, Navajo, Apache, Comanche, Cherokee ou Cheyenne.

Vem repercussão na mídia nacional da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), tomada na sessão de hoje à tarde (veja postagens mais abaixo).

O caso da ratificação de sentença de cassação de Cláudia Regina (DEM) e o vice-prefeito mossoroense Wellington Filho (PMDB) cria ondas concêntricas (que tem o mesmo centro) na imprensa.

Ondas e mais ondas que ganham dimensão sem controle.

Aguarde.