Arquivo da tag: Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM)

Prefeitura de Mossoró e Estado se juntam em dívida milionária

A Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado empilham dívidas com profissionais médicos, em plena pandemia. Os valores somados passam de R$ 4 milhões.A Prefeitura de Mossoró deve os meses de outubro, novembro e dezembro de 2019 aos médicos das Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Genecologia e Obstetrícia (NGO) e Neo Clínica SS (NEO).

Os profissionais receberam os valores referentes aos meses de 2020.

Já o Governo do Estado deve valores referente aos meses dezembro de 2019, janeiro, fevereiro, março e abril de 2020 à empresa Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA), CAM, NGO e à Cooperativa de Fisioterapeutas (COOPERFISIO).

Os médicos não pararam suas atividades até aqui, em face do quadro de pandemia decorrente da Covid-19, o que seria sacramentar a morte de incontáveis pacientes dessa patologia e tantas outras.

Nota do Blog – Não acredite em informação oficial de municipalidade e Estado. Duvide sempre. Quase nada do que é noticiado oficialmente pode ser levado a sério. O realismo fantástico é este. Na verdade, muito pior.

Por outro lado, de se lamentar que boa parcela desses profissionais na próxima campanha esteja integrada a mutirões de atendimentos na periferia, a serviço de seus captores e algozes. É uma espécie de Síndrome de Estocolmo Branca Coletiva (SEBC) – patologia comum ao meio, com muitas exceções – ainda bem.

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Anestesiologistas e outras especialidades poderão parar

Integrantes da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que prestam serviços à saúde pública municipal de Mossoró, estão em compasso de espera. Poderão entrar em greve.

Fixina: no aguardo (Foto: Twitter)

Aguardam posicionamento de pelo menos outras duas categorias para ação conjunta.

“Será uma paralisação das anestesias para cirurgias eletivas e outras especialidades, devido inadimplência crônica e proposital por parte dos gestores da Saúde Pública”, justifica Ronaldo Fixina, dirigente da CAM.

A propósito, hoje (quarta-feira, 16) é o Dia do Anestesiologista. Uma ampla programação associativa, científica e social vem sendo encetada em Mossoró para marcar a data e o Dia do Médico (18 de Outubro).

Leia também: Médicos reagem contra atraso e acham inútil procurar Justiça.

Nota do Blog – Parabéns a  anestesiologistas e médicos em geral, que desempenham um papel tão crucial à saúde de tantas pessoas.

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Prefeitura deve R$ 400 mil a anestesiologistas

Fixina: a caminho do quinto mês (Foto: TCM)

Do Blog do Barreto

A Prefeitura de Mossoró está devendo quatro meses à Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM). A dívida é de R$ 400 mil. Além dos atrasos nas mensalidades ainda estão em aberto três parcelas dos plantões de 2017.

Segundo o diretor técnico e administrativo da CAM, Ronaldo Fixina, quando a nota de julho for tirada serão cinco mensalidades em aberto.

“Qual justificativa deste atraso sem critérios de razoabilidade e depois de um Mossoró Cidade Junina tão lindo?”, questiona.

Ele se disse incomodado com o silêncio dos médicos que sofrem com os constantes atrasos.

“Os pediatras e obstetras provavelmente não estão com salários atrasados, pois, nenhum reclama de nada Ou então eles trabalham por amor ‘a saúde das gestantes’ isso é lindo”, ironizou.

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Prefeitura e Estado mantêm atrasos e prejudicam hospital

HMAC e sua ala Neonatal (Foto: BCS arquivo)

Do Blog Carol Ribeiro

Os plantões dos médicos que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) referentes a janeiro, fevereiro e março ainda não foram repassados pela Prefeitura de Mossoró e Governo do RN.

O Executivo Municipal deve um valor médio de R$ 620 mil às cooperativas Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e a Cooperativa de Neonatologia (NEO).

Já a dívida da gestão estadual é de R$ 780 mil, com as cooperativas CAM, NGO, NEO e a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

A diretora-interventora da Maternidade, Larizza Queiroz, conta que tem tentado diálogo com os dois entes pela via administrativa. Após reunião realizada nesta terça-feira (17), a Prefeitura afirmou que tentará fazer o repasse na próxima segunda-feira (22).

O Governo do Estado, entretanto, não respondeu às solicitações.

Caso os repasses não sejam efetuados até a próxima semana, deverá ser solicitar o bloqueio das contas dos entes públicos por via judicial.

Nota do Blog – Enquanto uma turma que conhecemos não implodir o trabalho da interventoria, não estará satisfeita. Triste que milhares de vidas humanas inocentes sejam vítimas desse joguete. Gente sem escrúpulo algum. Mereciam uma surra de cipó verde de aroeira, em praça pública.

Argh!

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Justiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos

Do Blog Saulo Vale

O juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal do RN, com sede em Mossoró, determinou nesta sexta-feira (9) o bloqueio imediato de R$ 2,5 milhões das contas da Prefeitura de Mossoró em favor do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). A unidade hospitalar está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

Mais um bloqueio que é rotina no governo municipal (Foto: web)

Foram bloqueados R$ 1.130.493,19 (um milhão, cento e trinta mil, quatrocentos e noventa e três reais e dezenove centavos), para pagamento dos repasses dos valores SUS.

Também foram bloqueados R$ 223.820 em favor da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), além de R$ 742.208,19 para Neoclínica e R$ 492.240 para o Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO). Essas três cooperativas médicas atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro.

Conduta desidiosa

“[…] Ademais, observa-se que o ente municipal já fora contemplado com o recebimento de valores repassados no referido mês [outubro] do corrente ano pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a existência de saldo para o pagamento dos valores pleiteados. Desta feita, não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde prestados à população de Mossoró”, escreveu o magistrado na sentença.

O juiz também afirmou que os recursos SUS não podem ser usados para outra finalidade. “Nota-se que a transferência de recursos financeiros fundo a fundo é o instrumento de descentralização, disciplinado em leis específicas de repasses de recursos federais para o Ministério da Saúde – MS para outras esferas do governo. Esse tipo de transferência é regular e automática, e se caracteriza pelo repasse de recursos, diretamente do Fundo Nacional de Saúde (FNS), para os fundos estaduais e municipais de saúde, de modo que devem ser usados exclusivamente, para a finalidade a que se destina, sob pena responsabilização do gestor municipal”, alertou.

Leia também: Juiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

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Prefeitura não paga anestesiologistas há quatro meses

HMAC sofre com retenção de pagamentos (Foto: arquivo)

A Prefeitura Municipal de Mossoró não paga os plantões que a Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção da Justiça Federal desde setembro de 2014. Quem faz a cobrança é o diretor técnico-administrativo da CAM, anestesiologista Ronaldo Fixina Barreto.

“São apenas quatro meses de atraso: setembro, outubro, novembro e dezembro. Também não paga o parcelamento dos plantões de janeiro e fevereiro passados”, reforça.

Estado

“Salário é manutenção da família? Quem realiza um trabalho tem que receber!!! Quando ocorrer a paralisação, desta feita, quem vai solicitar a prisão dos anestesiologistas?”, provoca ele.

Fixina lembra ainda que o Governo do Estado também é devedor. “À guisa de ilustração, também não efetuou o pagamento dos plantões, na mesma maternidade sob Intervenção Federal, dos meses de novembro e dezembro!”

Em contato com o Blog Carlos Santos ele ironiza: “Será que a culpa é do Francisco? (ex-prefeito Francisco José Júnior)”.

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Prefeitura afirma que regularizou pagamento a cooperativas

A Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) regulariza neste mês de abril o pagamento de todas as cooperativas médicas que prestam serviços ao município por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de pagar a primeira parcela do acordo judicial firmado com as cooperativas na Justiça Federal e na 1ª Vara da Fazenda Pública, a PMM também cumpre o compromisso de pagar em dia a produção do mês.

Somente neste mês de abril, o município vai repassar quase R$ 2 milhões às cooperativas entre acordos judiciais e produção atual. Boa parte desse valor é referente às dívidas herdadas da gestão passada.

Só para pagar dívidas do mês de Dezembro de 2016, a PMM teve que desembolsar R$ 805.954,87 nessa segunda-feira (24) em favor das cooperativas médicas. Para o pagamento da produção de março deste ano, o município repassou mais R$ 754.572,05, em favor da Neo Clínica, Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM).

Sama

O município fará ainda o pagamento da primeira parcela do acordo judicial feito com a Sama (Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial LTDA), no valor de R$ 324.750,45, utilizando valores bloqueados pela Justiça em outros processos relacionados a procedimentos cirúrgicos e de outra natureza, cuja obrigação já fora satisfeita. Esse acordo envolve uma dívida de R$ 3 milhões, incluindo os meses de outubro, novembro e dezembro de 2016.

“Com os acordos feitos para pagamento de dívidas da gestão passada e a regularização dos repasses da produção mensal, nenhuma cooperativa médica tem, hoje, pagamento em atraso com a PMM”, destacou Renan Meneses da Silva, procurador do Município.

Nota do Blog – Excelente notícia. E aplausos para a Justiça Federal e Ministério Público que desencadearam providências que levaram municipalidade e o Governo do Estado a atenderem importantes necessidades da Saúde (veja AQUI).

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró

Anestesiologia para serviço em Casa de Saúde Dix-sept Rosado

A Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – ou Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – em Mossoró está com parte de seus serviços paralisados.

O anúncio foi feito ao Blog pela Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que tem contrato para atendimento nesse hospital, mas viu outra vez os compromissos firmados com a Prefeitura de Mossoró e a Junta Interventora da instituição, serem quebrados.

Dirigente da Cam, o anestesiologista Ronaldo Fixina reverbera a situação:

– Temos a existência de um contrato firmado através de um processo licitatório, que originou apenas direitos unilaterais com quebra de clausulas contratuais sem nenhum tipo de punição para o Gestor da Saúde Municipal que tudo pode, inclusive a apropriação indébita. São vários meses sem pagamento de honorários referentes a plantões e cirurgias eletivas.

A CSDR/HMAC está sob intervenção federal desde o final de 2014. Era administrado pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), controlada pelo grupo da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB).

Anestesiologistas explicam nova paralisação na Saúde

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que abriga profissionais dessa especialidade no município, emitiu nota antecipando paralisação de serviços. Ao mesmo tempo, dá explicações sobre o caso, culpando gestores públicos.

Veja abaixo:

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) comunica aos usuários do SUS do Rio Grande do Norte (especialmente de Mossoró), que a ausência de plantonista na APAMIM ou Maternidade Almeida Castro (sob intervenção Federal), a  partir de 1° de Outubro e, a não realização de anestesias para exames como Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada,  além de todas as anestesias para cirurgias de baixa, média e alta complexidade (oncológicas) , é de responsabilidade dos Gestores da Saúde (Prefeitura e Estado – Artigo 196 – CF  ) e não dos anestesiologistas.

Atividade médica é tratada com desdém pelo poder gestor, considera a CAM (Foto: ilustrativa)

Antes a população acreditava que os responsáveis pelo caos na saúde eram os médicos, agora sabe que o caos ocorre em virtude de gestão.

Não há nenhuma iniciativa política para melhoria da Saúde Pública nesta cidade. Mossoró “ elegeu “ o Governador e um Deputado, que pela inércia,  esqueceram Mossoró ou estão anestesiados.

Há necessidade urgente  de somar esforços para melhorias nesta cidade polo, especialmente nos aspectos da assistência médica.

A Saúde Pública de Mossoró não se encontra muito bem em numerosos aspectos.  O problema crônico e grave relacionado com a deficitária capacidade instalada no município não diz respeito aos anestesiologistas (nem aos obstetras, pediatras, clínicos, etc, etc ). Tudo é competência  da Gestão Plena. A pactuação com outros Municípios é pura hipocrisia política e o  Cartão SUS  uma verdadeira farsa. O SUS é único.

Para alguns interesses somos chamados de profissionais essenciais e para outros somos mercenários, dispensáveis. Diariamente procuram médicos nômades ( lembram da Gang que invadiu Mossoró no caríssimo período da inauguração do Hospital da Mulher, sob a batuta de marginais. Que coisa asquerosa!) para atuar em Mossoró.

Essa semana, mesmo esta excelente prática administrativa foi utilizada. Uma caçada a procura de anestesista  para atuar na Maternidade da intervenção. Não funcionou. Sempre inovando com improvisação. A procura de profissionais sem vínculos ou compromissos com a cidade. Profissionais que jamais criam raízes ou  “ resistem”.

Vivemos uma época de insegurança jurídica e profissional.

Não vamos para o trabalho com orgulho, feliz, satisfeito, vamos para o embate.

Estranhamente, não há um cronograma ( calendário ) de pagamento. Nunca há uma previsão de recebimento de honorários que significa: sobrevivência, salário, manutenção da família e direito do trabalhador anestesiologista ( e outros médicos )

O mesmo desrespeito ocorria em tempos da inexistência de crises, agora usam a crise como justificativa de atraso nos repasses e da falta de um cronograma de pagamentos. Todavia, tem que haver prioridades.

Parece que o projeto é baixar a auto-estima , desmoralizar, denegrir, demonstrar poder, intimidar com a ameaça de judicializar o “ problema “ deles e não dos médicos. Quem sabe se a solução não seria um Decreto ( evidentemente que na câmara será aprovado ) com o retorno da Escravidão ( o mês é adequadíssimo ). Considerando que o salário será pago de 90/90 dias com prorrogação de mais 30 dias. A mesma medida deveria ser adotada para todos os secretários e comissionados.

Agressão

Recentemente, a CAM  participou de uma licitação ( chamamento público, concorrência, habilitação, assinatura de contrato e até divulgação no Jornal Oficial do Município-JOM ). Mas, em virtude da crise, existiu um desequilíbrio na previsão orçamentária para “ pagamento “ do custeio ( plantões na maternidade da intervenção vitalícia, cirurgias eletivas na CSDR, Wilson Rosado e Centro de Oncologia ).

Nenhuma categoria profissional suporta este tipo de agressão. Por menos até a Justiça Federal fez greve. Nenhum tipo de profissional da saúde tem tamanha capacidade de resignação. E sempre queremos acreditar nas pessoas, em mudanças que nunca chegam. Tudo tem um limite.

Com a situação fática do dia 1ª de outubro, poderá haver um impacto social, político e médico. A população é muito passiva e as autoridades são céleres e eficientes apenas contra os trabalhadores médicos. Os gestores da saúde devem ser responsabilizados pessoalmente com privação da liberdade e multas.

A Maternidade sob intervenção federal alardeia que é auto-sustentável, de forma que nada justifica a falta de um cronograma de repasses. Realizamos aproximadamente 250 anestesias/mês. É muito importante este trabalho. Será que ninguém compreende isso.

A intervenção é eterna ou temporária?  A instituição será municipalizada? È chagada a hora. E como existe superávit tem que haver inclusive transparência total. A maternidade é pública ou privada ?  A população tem que ter conhecimento da Relação dos médicos “ funcionários com carteira assinada “, anestesiologistas contratados como pessoa física, sem concurso e sem situações emergênciais.

A Prefeitura tem um contrato de prestação de serviço  com a CAM, composta por  16 profissionais, para assistência completa na intervenção e ainda tem “ gente contratada por fora ?” Não é para haver economia ?  O que é de responsabilidade, obrigações e custos da Prefeitura em relação a Maternidade auto – sustentável ? Não há nenhum projeto para solução do grave problema que se avizinha. Será que ninguém percebe o que significa a situação? Para obter recursos precisa ter projetos. Vamos esperar hospital de UFERSA, de UERN ?

Diuturnamento, os profissionais da CAM estiveram junto as grávidas usuárias do SUS, nos momentos mais críticos da assistência multidisciplinar ( anestesia, obstetrícia, neonatologia ) , oferecendo o melhor da prática anestésica.

Não estamos a mendigar migalhas, favores, etc, e sim exigindo respeito e valorização da arte de anestesiar.

Essa postura administrativa é um desrespeito a cidadania e é uma  violação de direitos.

CAM

Prefeitura informa que realizou pagamento a médicos

Através de nota enviada ao Blog pela sua Secretaria de Comunicação Social, a Prefeitura de Mossoró informa que o Município regularizou situação com médicos anestesistas e obstetras que prestam serviços ao município. Mas admite dificuldades para cobertura de mais compromissos.

Esta página tratou do assunto, mais uma vez com base em fatos reais (o que a própria nota atesta), na postagem sob o título “Médicos podem parar por falta de pagamento” (veja AQUI). O registro foi feito às 6h36 dessa quinta-feira (17). Antes do final do dia, como diz a nota abaixo, parte do débito foi coberta.

Veja a nota da PMM:

A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal da Fazenda (SEFAZ), informa que o pagamento dos anestesistas e obstetras que prestam serviço ao Município foi regularizado ontem, 17. Foram repassados para a Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) cerca de R$ 114 mil, e para o Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) aproximadamente R$ 133 mil, valores referentes ao mês de junho.

Quanto ao pagamento do mês de julho, o repasse deve ser efetuado após o dia 30 de setembro, não tendo sido realizado ainda em virtude da retração das receitas. A Prefeitura ainda destaca que o processo de pagamento referente ao mês de agosto ainda não foi encaminhado para a Secretaria Municipal da Fazenda.

O Município também reforça que não tem medido esforços para regularizar os débitos existentes, mas a queda de receitas tem dificultado a situação, uma realidade que vem sendo enfrentada não somente por Mossoró, mas em cidades de todo o Brasil.

Secretaria Municipal de Comunicação Social

Anestesiologistas e concursados buscam apoio de vereadores

A Câmara Municipal de Mossoró recebeu na manhã desta quarta-feira, 18, uma comissão de médicos anestesiologistas. Comandados pelo médico Ronaldo Fixina, Diretor Técnico da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), os profissionais solicitaram o apoio da Casa. A reivindicação da classe é a renovação do contrato da obstetrícia e participação no projeto de realização das cirurgias eletivas de Mossoró.

O foco é principalmente no atendimento na Casa de Saúde Dix-sept Rosado n(CSDR), que está sob intervenção judicial.

Segundo o anestesiologista, o contrato da obstetrícia com a Casa de Saúde será encerrado no próximo dia 29 de março e nenhum contato, ainda, foi feito para um possível aditivo contratual ou participação em licitação.

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereador Jório Nogueira (PSD), que comandou a audiência, informou que a Comissão de Saúde solicitará uma audiência com a Secretária da Saúde do Município, Leodise Cruz, para levar a reivindicação dos profissionais.

Guarda Civil

Um grupo de pessoas que concluiu curso para a Guarda Civil Municipal de Mossoró foi ao plenário da Câmara Municipal de Mossoró durante a sessão ordinária da quarta-feira para lembrar que a partir de agora restam apenas 90 nomeações. Concursados, eles esperam convocação ao trabalho.

Acompanhando essa atividade desde o seu início, o vereador Soldado Jadson (SDD) destacou a importância desses prováveis servidores municipais.

Em plenário, informou que ouviu do prefeito Francisco José Júnior (PSD) a garantia de que irá nomear os 90 guardas que irão reforçar a Guarda Civil Municipal.

“Apesar das dificuldades financeiras, foi dada a garantia de que as nomeações sairão. Na próxima semana haverá uma audiência quando o assunto será discutido e uma solução apresentada”, reforçou Jadson.

Cirurgias vão ser retomadas na próxima segunda-feira

O prefeito Francisco José Júnior e o presidente da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Ronaldo Fixina, assinaram na manhã de hoje, 20, contrato de prestação de serviço, possibilitando assim a retomada, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de cirurgias eletivas, de média e alta complexidade e ainda procedimentos ambulatoriais que dependem de sedação, já na segunda-feira, 23.

“Superamos os entraves burocráticos, e a partir da próxima segunda as cirurgias serão realizadas. Esse é um momento de extrema importância para a população. O Município sempre esteve sensível a essa questão e a assinatura do contrato comprova que saúde é prioridade em nossa gestão”, declarou o prefeito Francisco José Júnior.

Cirurgias já marcadas

A celebração do contrato viabiliza que pacientes com cirurgias já marcadas possam realizar o procedimento a partir de agora. De acordo com a secretária de Saúde, Leodise Cruz, o contrato estabelece que os 17 anestesiologistas que integram a CAM prestem serviço ao Município tanto no Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) quanto no Hospital Wilson Rosado.

“Além das cirurgias eletivas, de média e alta complexidade, o contrato também contempla procedimentos ambulatoriais que dependem de sedação, como por exemplo, ressonâncias e tomografias. Quem ganha com o serviço é a população”, concluiu Leodise Cruz.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

Tudo culpa dos anestesiologistas

Por Ronaldo Fixina

O  calote no Hospital  Wilson Rosado, a burrice dos vereadores da oposição, a paralisação dos cirurgiões oncológicos,  o transporte de “  carga viva “ ( um ônibus lotado de doentes )  para tratamento em Natal, a locação inútil das ruínas aonde funcionou a SAMEC,   o excesso de diretores de Unidades de Saúde, o atraso do pagamento dos Agentes Comunitários e,  os assaltos aos postos de saúde.

Como é do conhecimento de alguns, a importante e histórica Casa de Saúde Dix Sept Rosado (CSDR) “agonizou” e cerrou suas portas por total falta de capacidade administrativa e  de fiscalização dos gestores da Saúde. A culpa só não foi dos anestesiologistas.

Não existia  mais as mínimas condições  técnicas para a boa prática anestésica (  não foi por falta de comunicados escritos ) . Havia um pequeno atraso dos repasses de honorários. Somente  seis meses.

E fechar uma maternidade que realizava 500 partos/mês foi uma afronta a população feminina.  O “trajeto”  do parto mudou, sem que a excelência da Obstetrícia tivesse estrutura para absorver a assistência obstétrica de Mossoró e região. A Maria Parteira explodiu.

Surgem os heróis da Obstetrícia. Faltou apenas busto e moções.

O momento do parto escancarava o teatro da realidade obstétrica das mulheres da Metrópole Mossoró.  Anjos-do-pau-oco, surgem como verdadeiros heróis e apresentam  soluções salvadoras.

A – Transferir gestantes para um  vilarejo denominado Russas (CE)  como na época dos horrores jurássicos, quando um bando de ancião assumiu  as rédeas da saúde. Desde a triste época desses retrógrados que a Saúde Pública de Mossoró entrou em coma. Uma verdadeira agressão às grávidas de Mossoró.  Os termos contratuais firmados entre Russas e PMM permanecem desconhecidos.

B  – Maquiar (rebocar e dar uma de mão de cal ) uma sala de cirurgia no inútil Hospital Militar de Mossoró,  que tem a importante função de  “pendurar “  escalas de serviços.

C – Reabrir o Hospital Duarte Filho. A capela seria transformada em sala de parto, para facilitar o acesso da coletividade. Um parto totalmente humanizado.

C  – Reinaugurar (assim como a UPA de Belo Horinzonte ) a Maternidade Maria Parteira, que nasceu à “fórceps” sob a égide de roubos, licitações fraudulentas, escândalos  e impunidade. Quem representou os fortes elos de ligação Associação Marcas e Gangues e os gestores do SUS de  Mossoró?  Foi algum anestesiologista?

Alguém  foi detido para averiguação ?????. Hoje, a caríssima (como afirmava um ex-prefeito de Mossoró, quando se referia aos vereadores da época)  maternidade, outrora excelência da obstetrícia, às vezes carece até mesmo de papel  higiênico para os plantonistas

C – Uma intervenção na CSDR. Em plena maratona eleitoreira tudo foi descoberto. Uma Força Policial  Mista (Federal, Estadual e Municipal)  que deveria estar caçando e matando bandidos apreendeu: uma prancheta, um computador sem memória,  um livro de ponto do ano de 2013,  além de uma ampola  de lidocaína vencida.  A praça dos hospitais transformou-se  numa verdadeira praça de guerra.

Intervenção entra, intervenção saí. Sai intervenção e entra outra intervenção.

A P M M é obrigada a assumir a responsabilidade da Obstetrícia. Mulheres abortam e outras dão a  luz no chão. Gravidez se transforma em grande risco. Uma vergonha. O “Governo” sob as rédeas de  uma mulher médica. Mossoró na vanguarda obstétrica.

E no dia que foi o dia mais feliz da cidade, a Prefeitura anunciou  triunfalmente, em rede nacional, a reabertura da C S D R. Célere a PMM envia um contrato para ser assinado em caráter emergencial pelos anestesiologistas e, no texto do contrato as  obrigações de registro em cartório de imóvel e  de entregar a obra no prazo previsto.

Os ignorantes e insensíveis  anestesiologistas não sabiam que a anestesia era registrada no cartório de imóvel e que tinha obrigação de entregar a obra no prazo previsto no contrato. Como  entregar uma “obra anestésica” e como registrar uma anestesia no Cartório de Imóvel???

No atual momento e mesmo  sob intervenção judicial, o atraso de pagamento dos honorários dos anestesiologistas ultrapassou 40 dias. Que  categoria profissional suporta passivamente este desrespeito proposital ???  As notas fiscais são emitidas  gerando altíssima tributação. O ISS de Mossoró é o mais alto do Nordeste.

Os anestesiologistas estiveram presentes durante  todos esses  dias na CSDR, diuturnamente, com capacidade técnica indiscutível, responsabilidade e muita sensibilidade. Somente os gestores da saúde não percebem essa situação fática e a importância desta divina especialidade. Trabalhar na incerteza do recebimento de honorários e sem um contrato é no mínimo uma ilegalidade inaceitável.

Os plantões de Novembro não foram pagos. Escutaremos novamente um festival de explicações nauseantes?

OBS: Em outubro realizamos 210 anestesias na C S D R ( 199 anestesias para cesareanas)

Em novembro realizamos 196 anestesias na  C S D R ( 192 anestesias para cesareanas)

Em dezembro já foram administradas 80 anestesias na C  S D R ( 73 anestesias para cesareanas)

A CAM foi responsável por 150 plantões de 01 de outubro a 14 de dezembro.

OBS: As duas salas onde são realizadas as cirurgias estão equipadas com 2 excelentes aparelhos de anestesia ( Drager –Padrão ouro ) e monitorização  completa.

Ainda não recebemos  o contrato de prestação de serviço assinado pela Prefeitura. Assim não podemos afirmar categoricamente que existe um contrato.

Longe da competência dos anestesiologistas a discussão de custos das cirurgias oncológicas para o Munícípio.  Simplesmente a cruel patologia ( a doença  ) desestrutura tudo:  A família e,  principalmente a vida do paciente.

O SUS é  Único, Universal, Igual, etc, etc. A responsabilidade da assistência aos portadores de câncer é   da União, Estado e Município. Artigo 196 da Constituição Cidadã.

O anestesiologista,  apenas é responsável pelo divino ato de anestesiar para extirpar a doença e o paciente alcançar a cura. O anestesiologista é um herói  anômimo e o anjo da guarda do paciente em todos os momentos.

Temos perfeito conhecimento da evolução da doença. Temos total consciência  da omissão dos políticos e principalmente dos gestores da saúde. Os gestores devem ser responsabilizados pessoalmente por todas as mazelas da Saúde Pública.

Existem centenas de pacientes aguardando cirurgia oncológica.

O Município por falta de interesse,  não tem serviço próprio ( nem mesmo para realizar um parto  ). Não  tem funcionário anestesiologista ( para  atuar aonde ? ) e tem o dever constitucional  de proporcionar a saúde pública para todos. Saúde Pública  é feita com anestesiologistas e diversos outros profissionais da saúde.

Existe urgentemente  a necessidade de firmar  um contrato de prestação de serviços na especialidade anestesiologia de forma justa e possível, para a realização das anestesias  para cirurgias eletivas no Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró e no Hospital Wilson Rosado – Cardiodiagnóstico e,   inclusive para as cirurgias oncológicas. O mínimo para a ilusão de uma segurança jurídica nesta relação laboral de desiguais. O estado tudo pode.

A Anestesiologia nada pode e tem somente deveres e obrigações. E agora temos que escutar o Senhor Prefeito acusando os anestesiologista  de Mossoró de insensíveis.

Apenas para comprovar concretamente que entendemos a cruel angústia de esperar durante meses para a  realização de uma cirurgia, mesmo sem a convicção da celebração de um contrato, os anestesiologistas  estarão, dentro da capacidade  dos centros cirúrgicos e disponibilidade dos cirurgiões oncológicos,  reiniciamos   as anestesias para cirurgias oncológicas desde  quarta feira  (09-12 ).

Essa iniciativa foi espotânea e sem nenhum tipo de contrato com a Prefeitura , todavia, estas atividades terão duração de 15 dias.  Haverá evidentemente um limite razoável de cirurgias, uma vez que a demanda é enorme. Não haverá  mutirão de anestesias.

As anestesias serão realizadas nos pacientes com Autorização de AIH. AIHs atualizadas, autorizadas e de acordo com os critérios dos cirurgiões oncológicos.

A Cirurgia Oncológica é um tripé do tratamento do câncer. Em cada Centro de Oncologia de alta complexidade em Oncologia obrigatoriamente tem que haver um cirurgião responsável. É uma determinação do Ministério da Saúde. Em Mossoró agora existem  dois centros de oncologia.

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró tem profissional suficiente para atender a demanda da cirurgia oncológica em Mossoró. Mas é necessário conhecer a realidade dos dois hospitais de Mossoró, uma vez que também existe um volume muito grande de cirurgias particulares e de planos de saúde.

O que a população tem que entender é que os cirurgiões oncológicos estão sem receber seus honorários desde Maio de 2014. (informações dos próprios cirurgiões oncológicos).  E perguntamos: é falta do repasse dos hospitais ou dos gestores da saúde? Não existe débito junto à anestesia referente à cirurgia oncológica.

Os cirurgiões serão contratados pelos hospitais com todos os direitos trabalhistas assegurados e com base no piso salarial FENAM? Os cirurgiões oncológicos são funcionários dos hospitais? Os cirurgiões oncológicos recebem seus honorários de que forma?

As cirurgias oncológicas não estão sendo realizadas em virtude de vários problemas existentes e não pela falta de anestesiologistas. Exemplo: Tratamento dispensado pelo Estado com relação a Natal e Mossoró no tocante aos honorários médicos; frequente e longos períodos sem repasse de honorários (os cirurgiões estão sem receber há mais ou menos 6 meses). Precisamos e queremos anestesiar, todavia, as relações laborais não podem permanecer de forma tão precária e sem segurança jurídica nenhuma. Tem que existir um contrato SIM!!!

O CFM estabeleceu que os casos de óbitos não assistidos por médicos devem ser encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbitos.

A PMM já mantém em pleno funcionamento o Serviço de Verificação de Óbitos porque no JOM de 22 de agosto de 2014, página 13, já tem nomeação para cargo Comissionado de Diretor do Serviço de Verificação de óbito.

O Municipio poderá firmar convênio com instituição pública de ensino superior e  ser gestor do SVO, todavia, tem que haver  pactuação  na Comissão Intergestores Bipartite, mas a existência de Cargo Comissionado para Diretor do Serviço de Verificação de Óbito merece alguns esclarecimentos. Será que já existe também médico lotado (e concursado ) neste Serviço? Aonde funciona?

O SVO tem a função de elucidar a causa mortis em caso de morte natural sem assistência médica. O  seu funcionamento é oneroso.

Saudações Anestésicas.

Ronaldo Fixina – Integra a diretoria da Clinica de Anestesiologia de Mossoró Ltda. (CAM)

* Este texto era para ter sido publicado no último dia 21, mas por problemas técnicos, terminou fora de nosso elenco de postagens. Nossas desculpas ao autor.

Saúde terá discussão ampliada nesta quarta-feira

Acontece nesta quarta-feira (24), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no bairro Nova Betânia, a reunião ampliada para discussão sobre os problemas enfrentados pela saúde pública em Mossoró, convocada por entidades médicas e hospitais. O encontro está previsto para começar às 19h30.

Na reunião, serão debatidos nove temas, tais como: assistência obstétrica totalmente precária e redução “impossível” de leitos para assistência de gravidez de baixo risco;  fechamento de UTI adulta e neonatal; impossibilidade de realização de cirurgias oncológicas; ausência de plantonistas da Ortopedia/Traumatologia no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

E ainda: eormes dificuldades para realização de exames de média e alta complexidade;  extensas filas (mais de 700) de espera por procedimentos cirúrgicos de pequena, média e alta complexidade (cirurgias ortopédicas, gerais, ginecológicas, oncológicas); transferência de pacientes para atendimento em Russas, Natal e Alexandria.

Por fim,o encontro médico debaterá ainda a falta de equivalência remuneratória aos profissionais da saúde com co-participação do Estado e Município (já existente em Natal há muito tempo); e o fechamento de oito unidades hospitalares na cidade.

Crises

Para os idealizadores do evento, a saúde pública de Mossoró passa por várias crises em 10 anos.

“A assistência médica especializada está sendo sepultada e a falta de entendimento entre os gestores municipal e estadual – já solucionada na capital do Estado – aliada a indiferença da população, ratifica a nossa preocupação e reforça a necessidade de atuação com responsabilidade, equilíbrio e respeito a todas as partes”, diz a organização em nota oficial.

O encontro será realizado pela Associação Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Clínica de Cirurgia de Mossoró, Grupo de Oftalmologia de Mossoró, Grupo de Ortopedia e Traumatologia de Mossoró, Grupo de Pediatria de Mossoró, Hospital Wilson Rosado (HWR) e Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró.

Anestesiologistas e prefeitura acertam retorno ao trabalho

Chegou a bom termo reunião hoje à tarde (veja AQUI) na Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), envolvendo representantes da Saúde no município, para tratar de impasse relativo à obstetrícia. O principal ponto foi sanado.

Houve compromisso da Prefeitura de Mossoró para cobertura de débito com os anestesiologistas, que se arrastava desde o começo do ano.

Reunião é desdobramento de discussão da semana passada (Foto: Blog Carlos Santos)

Dessa forma, os serviços serão retomados.

A municipalidade fará pagamento sequenciado dessa forma: dia 30 de setembro, R$ 151,500,00; dia 10 de outubro, mesmo valor; dia 20 de outubro, R$ 160 mil e dia  30 de outubro o total de R$ 139 mil.

Ficou acertado ainda que vão receber R$ 1.900,00 por turno de 12h, para atendimento em equipamentos municipais e Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), enquanto perdurar a intervenção judicial que vigora.

– A gente começou a conversar sobre essa negociação à semana passada em audiência na Câmara Municipal, na prefeitura e em reunião na própria Dix-sept Rosado. Hoje estou feliz que tudo tenha sido fechado. Agora trabalharmos contra o tempo e para tentarmos evitar mais danos à saúde – comentou o vereador Tomaz Neto (PDT), que participou da reunião.

A secretária da Saúde do município, Leodise Cruz; anestesiologista Ronaldo Fixina e outros médicos; Larizza Souza, interventora da CSDR; Fábio Lúcio, controlador do Município; vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale (PROS) e João Fredson da Silva da Procuradoria Municipal foram alguns dos participantes da reunião.