Perfuratriz cumpre etapa importante para operação do poço em cerca de dois meses (Foto: Caern)
O bairro Rincão, em Mossoró, começou a testemunhar nesta terça-feira (2) o início de trabalhos da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), à melhoria do abastecimento na área urbana do município.
Sonda foi acionada para perfurar novo poço e expectativa é que ao fim de todas as etapas do trabalho, o próprio Rincão, além do Costa e Silva, Pintos, Parque Universitário, loteamento Alto das Brias, Portal de Mossoró e os condomínios Ecoville e Ninho Residencial sejam beneficiados com a água extraída dessa unidade.
A previsão é de que em junho ele entre em operação se não ocorrer qualquer anormalidade.
A empresa está disponibilizando cerca de R$ 10 milhões no empreendimento.
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Escritório regional da Caern em Mossoró comunicou situação (Foto: Arquivo)
Por causa de vazamento em trecho da Adutora Jerônimo Rosado, detectado na manhã de hoje (25), 17 bairros de Mossoró estão sem abastecimento de água.
Os bairros afetados são Sumaré, Liberdade I e II, Nova Vida, Dom Jaime Câmara, Costa e Silva, Planalto 13 de Maio, Ilha de Santa Luzia, Centro, Paredões, Bom Jardim, parte do Santo Antônio, Abolição III e IV, parte de Nova Betânia e de Santa Delmira, e Integração.
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informa que já iniciou o conserto. A previsão é que o serviço seja concluído amanhã (26) de manhã.
Após a retomada do fornecimento, com a conclusão do serviço, serão necessárias até 48 horas para a normalização completa do abastecimento na área afetada.
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Ponto. No regime militar, que Jair Bolsonaro (PSL) tanto defende, ele nunca seria presidente. Nem vice. Quando, na sucessão de Geisel, ventilou-se a candidatura de Jarbas Passarinho, o general Newton Cruz rebateu: “Ele é muito bom, mas não vou bater continência para um coronel”.
Na sucessão de Médici, puseram o nome do general Albuquerque Lima como alternativa, com a concordância do próprio. O comando militar reuniu-se e vetou. Motivo? O general só tinha três estrelas. E a presidência era privilégio de “quatro estrelas”.
Após a morte de Costa e Silva, não deixaram o vice Pedro Aleixo assumir. Razão? Era civil.
Médici exigiu um militar para ser seu vice, e foi um Almirante de último posto na Marinha.
Portanto, Bolsonaro deve sua investidura à Democracia.
Só nela um operário metalúrgico ou um capitão da reserva pode ser presidente.
Pra ser bom ou fazer merda, mas só na Democracia é possível.
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Em entrevista à imprensa de Natal, o deputado federal e pré-candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro (PSC-RJ), deixou claro que num eventual governo seu, a polícia terá ordem para “matar bandido”.
Simples assim.
Aleixo: medo de carta branca (Foto: arquivo)
Sua eloquência no trato do tema que se esmera em falar, como suposto especialista, me remete a um momento delicadíssimo da vida nacional, quando o Conselho de Segurança Nacional (CSN) – nascido no Estado Novo de Getúlio Vargas – se reuniu para definir o Ato Institucional número 5 (AI-5). Episódio ocorreu no governo Costa e Silva e no dia 13 de dezembro de 1968 o AI-5 foi assinado.
Foi o recrudescimento do regime militar.
Integrado por 24 membros, entre eles o presidente da República e seus principais ministros, o CSN transformou-se em instrumento para cassar oposicionistas, suprimir direitos individuais e radicalizar a ditadura.
Na reunião decisiva à sua elaboração, o ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, bradou: “Às favas com os escrúpulos”.
Delfim Netto, ministro da Fazenda, ponderou que era preciso um ambiente de estabilidade política para avanços na economia. Votou pró AI-5, por considerar importante esse instrumento legal, mesmo que imoral.
Medo
Gama Filho, ministro da Justiça, defendeu com fervor o AI-5, mas ouviu uma voz solitária ser contra: o vice-presidente e ex-deputado federal mineiro Pedro Aleixo.
– O senhor não confia nas mãos honradas do presidente? – fuzilou Gama Filho na direção de Aleixo.
Sóbrio, sem alterar a voz, Pedro Aleixo é voto vencido (único contra o AI-5), mas emite um comentário que ecoa até hoje à nossa reflexão:
– Eu não tenho medo das mãos honradas do presidente da República, mas do guarda da esquina.
Passados quase 50 anos, temos um presidenciável que acredita em “carta branca” para matar como “solução final” à violência.
O enredo a partir daí já é conhecido: começa matando bandido, depois mata o desafeto pessoal, em seguida mata a soldo e por fim forma sua milícia para matar, matar e matar qualquer um e por qualquer razão.
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