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Avanço das águas desabriga famílias; município faz socorro

Escola de Artes passa a abrigar uma parte das primeiras famílias desalojadas (Fotomontagem do Canal BCS)
Escola de Artes passa a abrigar uma parte das primeiras famílias desalojadas (Fotomontagem do Canal BCS)

A Defesa Civil de Mossoró, com apoio de outros setores da municipalidade, além de colaboração do Tiro de Guerra 07/010, intensiva trabalho para remoção de famílias de áreas comprometidas pela crescente expansão de margens do rio Mossoró na área urbana e setor rural.

O aumento no volume de águas já causa desalojamento de muitas pessoas.

Nesta terça-feira (11), elas estão sendo acomodadas no prédio da Escola de Artes, com transporte também de móveis e utensílios domésticos diversos.

Plano de Contingência

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), se reuniu nesta segunda-feira (10) com representantes da Defesa Civil de Mossoró e secretários para discutir ações de combate aos efeitos da chuva e definir estratégias do Plano de Contingência do município.

Em caso de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada através do telefone 199.

A última grande cheia do rio Mossoró ocorreu em 1985.

Nesse espaço de tempo, 38 anos, ocorreram outros invernos rigorosos causando muitos transtornos.

Prefeito (de costas) mobilizou equipe para atuação ágil e sincronizada (Foto: PMM)
Prefeito (de costas) mobilizou equipe para atuação ágil e sincronizada (Foto: PMM)

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Prefeitura dá solução para desabrigados do Wilson Rosado

Prefeito (centro) deu solução emergencial (Foto: PMM)

As dez famílias que tiveram suas casas desapropriadas, por decisão judicial, no conjunto Wilson Rosado, não fiarão desabrigadas. O chefe do Executivo mossoroense, Francisco José Júnior (PSD), deu prioridade à questão e sugeriu soluções emergenciais para o problema, até que casas do programa Minha Casa Minha Vida sejam construídas e entregues a eles.

O encaminhamento ocorreu hoje em reunião no Palácio da Resistência. Mas fora do edifício, não faltou estresse. Protestos, aglomerações e bate-bocas.

Os vereadores Alex do Frango (PV) e Genivan Vale (PROS), por pouco não vão às vias de fato. Foram contidos por outros presentes.

Na sala de reuniões do Palácio da Resistência, a reunião foi menos tensa. E com resolutividade.

Paliativo

A solução paliativa é abrigar as famílias no prédio onde funciona o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do conjunto Independência, que está localizado próximo de onde residiam essas pessoas. A decisão de ir para este local ou se acomodar em casa de parentes ficou a cargo das famílias. Das dez, quatro optaram por ficar instaladas no CRAS e as demais afirmaram já ter para onde ir até receberem as casas novas.

Todas essas famílias serão contempladas com unidades do Minha Casa Minha Vida e têm prioridade, segundo o prefeito. “Todos vocês serão contemplados e podem escolher entre morar no Conjunto Maria Odete, que será entregue em outubro deste ano, ou esperar pelas 150 casas do Jardim das Orquídeas, que será construído em 18 meses a partir do início das obras”, explicou Francisco José Júnior.

A maioria dos representantes decidiu que vão esperar pela construção das casas do Jardim das Orquídeas, cujo terreno é próximo ao local onde residiam até a decisão judicial de desapropriação das casas construídas na área de risco, terreno que é de propriedade da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF).