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Governadora Fátima recebe ministro da Educação para agenda no RN

Camilo Santana vai ver obra do IERN em Natal (Foto: Arquivo)
Camilo Santana terá agenda pela manhã e tarde de hoje em Caicó (Foto: Arquivo)

O evento também marca um dia de importantes anúncios e ações para a região do Seridó, com foco especial nas áreas de saúde e educação. Após a abertura da Caravana Federativa, o ministro e a governadora visitam as obras da Creche Municipal Professor Oriel Segundo de Oliveira.

À tarde, às 14h, a agenda prossegue com a inauguração do Núcleo de Inovação da Rede de Inovação para Educação Híbrida (RIEH).

Encerrando a pauta, às 15h30, ocorrerá a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo do RN, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para a construção do Hospital Universitário do Seridó.

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Hospital do Vale do Jaguaribe pode ser alternativa para RN

Por Josivan Barbosa

Na semana passada colocamos neste espaço (veja AQUI) que o Hospital Regional do Vale do Jaguaribe (HRVJ) deveria se transformar na opção número 1 para os estudantes de Medicina da Universidade do Semiárido como espaço de desenvolvimento das atividades práticas do curso.

Implantado em localização estratégica, nas proximidades da BR-116 no entrocamento entre Limoeiro do Norte, Russas e Morada Nova, o HRVJ funcionará para dar cobertura à Macrorregião Litoral Leste/Jaguaribe, garantindo atendimento médico-hospitalar à população de pelo menos 20 municípios. Contará com unidades de emergência e urgência, ambulatório, centro de imagem e diagnóstico, centro de parto, centro cirúrgico com seis salas, e enfermarias clínica, cirúrgica, traumatológica e pediátrica, somando 304 leitos.

Construção de hospital deve ensejar inauguração ainda esse ano no Ceará (Foto: autor)
Construção de hospital deve ensejar inauguração ainda esse ano no Ceará (Foto: autor)

Terá ainda Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) neonatal e UTIs neonatal, pediátrica e adulta, além de espaço para ensino e pesquisa.

A nova unidade vai ampliar a rede da Secretaria de Saúde do Ceará (SESA), que hoje possui três hospitais regionais em operação: o Hospital Regional Norte (HRN), em Sobral; o Hospital Regional do Cariri (HRC), em Juazeiro do Norte; e o Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim. O Consórcio Marquise/Normatel é o responsável pela construção.

A estimativa é que o HRVJ seja equipado e entre em funcionamento ainda em 2021.

O HRVJ como alternativa número um

            O Hospital Regional do Vale do Jaguaribe terá três vezes mais capacidade de receber alunos de Medicina para desenvolver a parte prática do curso do que o nosso Hospital Regional Tarcísio Maia e fica localizado a apenas 70 min de deslocamento de Mossoró até a sua sede, ou seja, pouco mais de 100 km de distância.

A Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) é a única instituição de ensino superior que oferece curso de Medicina e que fica localizada no raio de atuação do referido hospital. Seria o mesmo grau de dificuldade em termos de logística de deslocar os nossos discentes para o Hospital Geral de Assu, se aquele hospital tivesse condições de receber os nossos discentes para realizar as atividades práticas.

A Ufersa precisa se antecipar e procurar a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Ceará e buscar apoio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), do MEC e do Ministério da Saúde para viabilizar essa importante parceria, que preencherá uma lacuna no currículo dos nossos discentes de Medicina enquanto o Hospital Universitário do Semiárido não é construído.

Maquete do hospital cearense (Reprodução BCS)
Maquete do hospital cearense (Reprodução BCS)

Recursos federais

            As universidades federais e os demais órgãos que necessitam de repasses de recursos do OGU correm o risco de passar por sérias dificuldades nesse início de ano. O problema é que a equipe econômica prepara um decreto de programação orçamentária e financeira que deve prever um “bloqueio preventivo” mais restritivo nos pagamentos de despesas deste ano. A ideia é que o “bloqueio” não seja linear, como feito em anos anteriores. O decreto de programação orçamentária e financeira, que está sendo analisado, deverá fixar, para algumas despesas, o limite de 1/18. Segundo fontes da área econômica, o assunto está em análise, mas, ainda não há uma decisão tomada.

Na proposta orçamentária, o governo estimou uma inflação no ano passado, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de apenas 2,09%. Esse foi o percentual utilizado para corrigir o salário mínimo, que é o piso dos benefícios previdenciários e assistenciais, bem como os benefícios de valor acima do mínimo. O problema é que o INPC ficou em 5,45%.

Shutdown

O governo está, agora, refazendo suas contas, levando em consideração o INPC de 5,45%. As avaliações preliminares da área técnica indicam que o impacto do INPC, somado ao gasto adicional com a prorrogação da desoneração da folha de salários para 37 setores da economia, elevará as despesas obrigatórias em cerca de R$ 20 bilhões.

Com isso, o governo será obrigado a realizar um contingenciamento mais drásticos nas despesas discricionárias, principalmente nos investimentos. O corte mais profundo nos investimentos e no custeio da máquina terá que ser feito para que o governo possa cumprir o teto de gastos da União neste ano. Os técnicos admitem que existe o risco de paralisia de alguns serviços públicos, o chamado shutdown.

Parque Tecnológico

         O segundo projeto mais importante da Universidade do Semiárido para a década que se inicia é a instalação de um parque tecnológico. São poucas as universidades federais que ainda não avançaram nesse tema. A instalação de parques tecnológicos nas universidades federais tem se tornado umas das excelentes oportunidades para captação de recursos nos diferentes ministérios. Não há saída para a nossa IFES. Basta seguir o exemplo das universidades federais de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

O assunto de um parque tecnológico para a nossa Ufersa foi iniciado em 2012, mas se perdeu nos últimos oito anos sem qualquer rumo. Na próxima semana retornaremos neste espaço com o referido tema.

Novo parque eólico no RN

         Reforçando o compromisso de tornar sua matriz energética mais renovável, a Braskem acaba de fechar um acordo de compra de energia com a Casa dos Ventos, uma das maiores investidoras na fonte eólica do país.

O contrato, que supera R$ 1 bilhão, tem prazo de 20 anos e vai viabilizar a construção de um novo parque em Rio do Vento, complexo eólico com capacidade instalada total de 504 megawatts (MW) que está sendo desenvolvido pela Casa dos Ventos no Rio Grande do Norte.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Doze pacientes do Amazonas, com Covid-19, são recebidos pelo RN

O Estado do Rio Grande do Norte recebeu, na madrugada desta segunda-feira (18), 12 pacientes transferidos do Amazonas, a pedido da secretaria de saúde daquele estado. O avião pousou às 2h50 na Base Aérea de Natal (Bant), em Parnamirim. A operação, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), contou com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), que fez o transporte dos enfermos e da equipe médica, das forças de segurança estaduais e federais, da Samu Natal e RN e também da STTU (Secretaria de Municipal de Mobilidade Urbana).

Chegada dos 12 pacientes aconteceu durante a madrugada de hoje (Foto: Elisa Elsie)
Chegada dos 12 pacientes aconteceu durante a madrugada de hoje (Foto: Elisa Elsie)

O secretário Cipriano Maia (Sesap) estava presente na chegada do voo e deu as boas-vindas oficialmente aos amazonenses.

“Trata-se de uma operação humanista, de amor ao próximo, de grande relevância para a saúde pública na defesa da vida dos amazonenses, que aqui chegam e que são bem acolhidos para serem atendidos”, declarou. Inicialmente seriam 10 pacientes, mas a secretaria do Amazonas solicitou mais duas vagas à rede estadual hospitalar do RN.

Os dois enfermos adicionais foram transferidos para o Hospital Giselda Trigueiro e 10 estão no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), que integra a rede de instituições coordenada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e está recebendo pacientes do Amazonas em diversos estados brasileiros.

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Hospital Universitário precisa ser uma prioridade urgente

Por Josivan Barbosa

A comunidade acadêmica da nossa Universidade do Semiárido está dando importância a temas paralelos e que não deveriam fazer parte dos grandes problemas da nossa instituição nesses tempos tão difíceis do Sistema Federal de Ensino Superior. Não há como explicar a perda de energia e tempo gasto com  processos administrativos e judiciais no Ministério Público Federal, Justiça Federal, Polícia Federal,   Defensoria Pública da União, Justiça Estadual entre outras para a resolução de questões tão minúsculas diante dos grandes problemas que a universidade tem e que,  se não despertarmos no tempo certo, corremos o risco de perder uma década como fizemos no final do século passado, quando perdemos a década de 90.

Hospital Universitário pode ensejar contratação de cerca de mil profissionais (Foto ilustrativa)
Hospital Universitário pode ensejar contratação de cerca de mil profissionais (Foto ilustrativa)

A Universidade do Semiárido precisa de grandes projetos e qual o principal projeto que não podemos abrir mão de imediato? Claro que esse projeto é o Hospital Universitário do Semiárido. O curso de Medicina está prestes a formar a primeira turma e até o momento não conseguimos sequer elaborar o projeto do referido hospital.

A comunidade acadêmica está muito silenciosa diante de tão importante projeto. Infelizmente, usa o tempo para discutir se um quadro pode permanecer ou não numa parede ou se um discente pode ou não se manifestar numa solenidade. Claro que estes são temas próprios da academia e merecem todo o respeito, mas, de longe, não podem ser o foco da discussão nos corredores digitais da nossa Instituição Federal de Ensino Superior (IFES).

O caminho a ser percorrido pelos representantes da comunidade acadêmica para a aprovação do projeto do Hospital Universitário junto aos principais órgãos em Brasília como Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Ministério da Educação e Ministério da Saúde já é bastante claro e para isso se tornar realidade não precisamos inventar a toda. Basta seguir os mesmos passos que recentemente foram percorridos pela Universidade Federal de Roraima (UFRR), uma instituição menor do que a nossa na matriz orçamentária da Secretaria de Educação Superior (Sesu – MEC).

Bancada Federal

                        O projeto do Hospital Universitário do Semiárido precisa ser discutido em detalhes com os oito deputados federais e com os três senadores urgentemente. E precisa chegar em Brasília tendo como defensores principais a Reitoria da Ufersa, a Prefeitura Municipal de Mossoró, Câmara Municipal de Mossoró, Assembleia Legislativa e Governo do RN.  Mas, para acelerar a liberação de recursos, independente da fonte, o projeto executivo (Arquitetônico e Engenharia) precisa ser elaborado por uma empresa especializada.

E para isso, precisa de um edital de licitação bem elaborado para que o projeto não seja entregue à Universidade do Semiárido já com problemas na raiz. A Universidade do Semiárido não deve esperar e deveria aproveitar esse tempo de pandemia, que tem recursos de custeio mais favoráveis porque reduziu os gastos com vários serviços, como energia, transporte, manutenção do campus, entre outros, e abrir o processo licitatório do referido projeto.

Não podemos perder o terceiro ano de mandato dos atuais representantes em Brasília e do Presidente da República sem colocar uma Emenda de Bancada para iniciar a construção desse hospital. Se fizermos isso, estamos no caminho que é o roteiro normal para qualquer universidade federal que implanta um curso de Medicina. Não precisa de milagre, mas a Pró-Reitoria de Planejamento da nossa IFES tem a obrigação de acelerar a elaboração desse projeto. Sem o projeto, corremos o risco de novamente ficar de fora da principal fonte de recursos para investimentos do Governo Federal que são os recursos de Emenda de Bancada.

Prefeito Allyson Bezerra

O projeto do Hospital Universitário não é um projeto exclusivo da Universidade do Semiárido. É um projeto que a exemplo da própria Ufersa, é de Mossoró, do Rio Grande do Norte e do Semiárido. Para ser acelerado precisa que o novo prefeito – Allyson Bezerra (Solidariedade) se torne um grande articulador político desse projeto porque quem vai se beneficiar é a cidade com cerca de 1000 novas vagas de concurso público para profissionais da área de saúde.

Allyson: liderança de movimento (Foto: arquivo)
Allyson: liderança de movimento (Foto: arquivo)

Assim, a Reitoria da Ufersa e o prefeito precisam aproveitar o momento que o RN tem dois ministros em Brasília e não deixar o cavalo passar selado. Lembremos que quando o RN teve o Presidente do Senado e o presidente da Câmara Federal, nós conseguimos cerca de R$ 300 milhões para construir quatros campus universitários e, agora, para o hospital universitário precisamos de pouco mais da metade.

Lembremos, também, que os recursos para o início da construção do campus da Ufersa – Angicos e de Pau dos Ferros foram oriundos de emendas da bancada, após várias reuniões em Brasília e em Natal com deputados e senadores potiguares.

O principal fator que contribuiu para que a Universidade do Semiárido conseguisse iniciar em três anos a instalação de três campi no interior do RN foi que, antecipadamente, contratamos uma empresa especializada para elaborar o projeto do campus de Angicos, podendo ser replicado para os demais municípios. Isso foi decisivo para antecipar a liberação de recursos em no mínimo 24 meses.

Hospital Geral do Vale do Jaguaribe

                        A solução para apoiar os nossos discentes de Medicina na parte prática do curso enquanto o Hospital Universitário do Semiárido não é construído está a pouco mais de uma hora de percurso, a partir da sede do município de Mossoró. Trata-se do Hospital Geral do Vale do Jaguaribe que está sendo concluído pelo Governo do Ceará, no município de Limoeiro do Norte, distante cerca de 100 km de Mossoró, ou a mesma distância Mossoró – Angicos. O curso de Medicina da Ufersa é o mais próximo daquele futuro hospital em funcionamento. Portanto, uma grande unidade hospitalar que vai servir à toda região e nada melhor do que ser aproveitado pelos nossos discentes para o treinamento profissional. Na próxima semana vamos fazer uma visita a Limoeiro do Norte e daremos mais detalhes desse importante equipamento para os serviços de saúde do Semiárido.

Melão brasileiro na Europa

                        Neste início de 2021 o mercado de melão amarelo, Galia e Cantaloupe na Europa oriundo do Brasil (Polo de Agricultura Irrigada RN – CE) é considerado bom. O melão Galia tem apresentado melhor aceitação pelo consumidor europeu neste início de ano.  O preço do melão Galia está em torno de 8 euros e acredita-se que melhorará de preço nos próximos dias.  O melão que chega do concorrente (Honduras) nesta época do ano apresenta qualidade inferior ao melão oriundo do nosso Semiárido.

O melão cantaloupe apresenta menor demanda em relação ao Galia, devido, principalmente aos tamanhos que são oferecidos ao mercado (tamanho grande). O mercado europeu prefere melões de calibres 5/6.

O mercado de melão amarelo está mais complicado nessa temporada em função do preço considerado elevado pelo mercado europeu. Mas, o  preço atual de 8,50 – 9,50 euros  mostra-se favorável para o importador.

A melancia está sendo comercializada em nível de importador a 0,80 – 0,85 euros por quilo.

Atualmente o melão brasileiro tem monopólio na Europa até que o melão da Costa Rica (grande concorrente) comece a ser importado, o que deve acontecer a partir de fevereiro. Ao contrário do Brasil, a Costa Rica apresenta boa parte da produção na agricultura praticada por pequenos produtores, o que dificulta o mercado.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Falta oxigênio e vários pacientes virão para o Rio Grande do Norte

Do Saiba Mais, Correio Braziliense e Blog Carlos Santos

A situação está caótica em Manaus desde a manhã desta quinta-feira (14), quando acabou o oxigênio nos hospitais. Por essa razão, diversos estados receberão pacientes com Covid-19 transferidos da capital amazonense.

O Rio Grande do Norte vai acolher 10 pacientes no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), que possui gerência federal, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Outros estados também vão dispor de leitos para cobrir essa carência na capital amazonense.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP-RN) na tarde desta quinta-feira (14), por meio de nota. Ainda não existe data para a chegada desses pacientes.

“Ressalta-se que, levando em consideração o alerta epidemiológico de registros de casos de uma nova variante da Covid-19 no Amazonas, a equipe de Vigilância Epidemiológica da Sesap e o Laboratório Central de Saúde Pública do RN (LACEN) se organizam para execução de ações que conduzirão o processo de sequenciamento genético das amostras dos pacientes que tiverem coletado RT-PCR no estado de origem”, diz a nota da Sesap.

Relatos dramáticos

Em vídeo divulgado pelo Portal Único (veja AQUI), o médico e presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, Mário Viana, descreve a situação nos hospitais de Manaus e pede uma ação das autoridades para restabelecer, de forma imediata, o abastecimento na região.

“Vários hospitais já estão com falta de oxigênio e pacientes que necessitam do oxigênio estão sendo ‘ambuzados’ (prática médica que usa um animador manual para simular uma respiração mecânica), mantidos vivos pelo esforço dos profissionais médicos, técnicos e enfermeiros”, disse Viana.

Outro relato emocionante veio de uma moradora de Manaus, que expressa o desespero sentido pela população local. “Nós estamos em uma situação deplorável. Simplesmente acabou o oxigênio de toda uma unidade de saúde. Não tem oxigênio, é muita gente morrendo”, afirmou (veja vídeo constante dessa postagem).

Até página passou a se identificar em redes sociais com o título “Oxigênio para Manaus” (veja AQUI), apelando à doação de oxigênio.

Tantos meses depois da eclosão da pandemia, parece inacreditável que essa situação esteja acontecendo no Brasil.

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Infraestrutura tem investimento, mas precisa de maior zelo

Por Josivan Barbosa

Aos poucos a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos da Prefeitura Municipal de Mossoró vai aplicando os recursos do empréstimo de R$ 147 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF) em importantes obras para o município. As ruas, avenidas e bairros que estão sendo contemplados adquirem uma nova realidade no aspecto de urbanismo. Como exemplo, podemos citar os bairros Três Vinténs, Pousada dos Termas, Costa e Silva, Alto do Sumaré, Bela Vista entre outros.

As novas ruas pavimentadas são feitas, quando possível, em vias duplas com critério de qualidade atendendo aos projetos de meio-fio com material pré-moldado de bom acabamento e durabilidade, canteiro central, calçadas e acessibilidade para pessoas com deficiência de mobilidade. Além disso, as avenidas são dotadas de um espaço lateral para que o contribuinte possa plantar uma pequena faixa de grama ou, ao seu critério, um outro tipo de paisagismo.

Claro que o ideal seria que a Prefeitura tivesse condições de fazer esse investimento sem ter que recorrer a empréstimos em bancos oficiais ou privados, mas, quem conhece o atual orçamento municipal sabe que não há como fazer milagre. A opção pelo empréstimo foi a única forma da municipalidade não deixar caminhar para um colapso na infraestrutura.

Infraestrutura do município II

A municipalidade está também recuperando a malha viária que após o último longo período chuvoso (janeiro a julho) ficou em péssimas condições. Há exemplos de bairros, como o Abolição III, que estava praticamente inviável para o trânsito de veículos e que aos poucos está sendo recuperado.

Calçamento no conjunto Vingt Rosado, feito há poucos dias, já está profundamente deteriorado (Foto: cedida)

Claro que não há condição para uma recuperação total em apenas um semestre porque como se trata de uma obra pública, precisa de uma supervisão criteriosa por parte dos fiscais da PMM para que a obra tenha durabilidade.

É melhor demorar um pouco na recuperação do que acelerar sem preocupação com a qualidade. Nesse caso, qualidade é melhor do que quantidade e a responsabilidade do gestor tem que ser direcionada para tal.

Infraestrutura do município III

Um outro aspecto importante na infraestrutura do município é a recuperação contínua das estradas vicinais. Já está passando do tempo para que a municipalidade avance no tipo de contrato que precisa ser feito para esse tipo de estrada. Nesse caso precisa ser copiado o Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária (CREMA) do Governo Federal lançado em 2008. O importante para as comunidades rurais é a recuperação contínua dos trechos de estradas vicinais que representa muita coisa no município de Mossoró.

Para isso, o processo licitatório teria que estabelecer como critério básico a manutenção por quilômetro da estrada vicinal em plenas condições de trafegabilidade. O processo licitatório com o objetivo de apenas recuperar o trecho não resolve o problema. Pelo contrário, acentua as reclamações por parte dos usuários, pois em alguns trechos a recuperação só funciona no período da seca. Um exemplo disso, é a conhecida Estrada de Alagoinha que foi totalmente recuperada no meio do período de chuvas e no final do inverno já estava em péssimas condições.

Construção civil

Há um setor da economia em Mossoró e região que está em pleno desenvolvimento, mesmo diante da pandemia da Covid-19. Trata-se da área de construção civil. Há algumas extensões de bairros em Mossoró em pleno crescimento, como exemplo temos o Parque Verde como uma extensão do Santa Delmira e o Por do Sol como uma extensão dos novos conjuntos habitacionais Américo Simonetti (Abolição 5) e Santa Júlia (Abolição VI).

Há também um amplo desenvolvimento de unidades habitacionais nos loteamentos Campos do Conde e Bela Vista, ambos localizados no entorno do Partage Shopping.

Engenharia de Energia

A nova gestão da Universidade do Semiárido vai ter que repensar sobre o fechamento do curso de Engenharia de Energia se quiser continuar integrada ao desenvolvimento regional em termos de geração de energia sustentável. O curso foi fechado e transformado em Engenharia Elétrica na atual gestão diante do argumento de que o Conselho Regional de Engenharia e Agricultura (CREA/RN) tinha dificuldade no reconhecimento da profissão e que as empresas não conheciam o potencial dos engenheiros de Energia. Mais uma vez a instituição fez a opção pelo mais cômodo, não envidou esforços para avançar com o incremento da profissão, cuja responsabilidade number one era da Ufersa.

O curso de Engenharia de Energia da Ufersa foi o terceiro a ser criado no país e a justificativa para a sua criação foi embasada no desenvolvimento de novas fontes de energia no Semiárido, como a eólica, solar e das marés. A importância desse curso pode ser exemplificada pela valorização dos profissionais dessa área que atuam nos parques eólicos da região. Hoje são mais bem remunerados dos que os engenheiros de petróleo.

Um engenheiro de energia que planeja parques eólicos chega a ter salário de R$ 25 mil mensais. Portanto, não há outro caminho que não seja a reativação do curso de Engenharia de Energia sem o fechamento do curso de Engenharia Elétrica. Ambos podem funcionar sem qualquer problema, mesmo porque os docentes inicialmente contratados para o curso de Engenharia de Energia podem lecionar conteúdos programáticos em ambos os cursos.

Hospital Universitário

A nova gestão da Universidade do Semiárido terá um grande desafio já nos primeiros dias de setembro. Abrir processo licitatório para a elaboração do projeto de engenharia do Hospital Universitário, o qual precisa está pronto até o final do ano para que possa viabilizar uma Emenda de Bancada para iniciar a sua construção.

Nesse aspecto, a reitoria não precisa inventar a roda. Basta seguir o modelo do que fez a Universidade Federal do Amapá que conseguiu avançar e com o pragmatismo da bancada federal daquele Estado construiu um hospital modelo para toda a região Norte. Além de atender aos discentes dos cursos de Medicina do município, o hospital universitário de Mossoró preencherá uma importante lacuna nos serviços de saúde e captará centenas de vagas de concurso  para os profissionais da área através da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Na próxima semana falaremos sobre a opção que a Ufersa precisa adotar para que, enquanto o hospital não seja construído, o discente não seja prejudicado por falta de local para as atividades práticas do curso de Medicina.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Hospitais universitários enfrentam paralisação a partir de hoje

Os empregados públicos da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), lotados nos três hospitais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), param suas atividades a partir desta segunda-feira (13). Alegam descumprimento de acordos, sobrecarga de trabalho e deterioração dos atendimentos em saúde.

“Será garantido pleno atendimento das urgências, emergências, UTIs e outros serviços essenciais, mas lamentavelmente haverá impacto em milhares de consultas e exames”, esclarece a entidade.

Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB), no município de Santa Cruz, e da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) e do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), ambos na capital, são os afetados.

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Governadora trata de federalização de hospitais do RN

O governador Robinson Faria (PSD) reuniu-se na tarde desta segunda-feira, 10, com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Kleber de Melo Morais, em Brasília.

Reunião aconteceu hoje à tarde (Foto: Assecom)

O objetivo do encontro foi tratar do processo de federalização dos hospitais regionais de Caicó, Currais Novos e Santa Cruz, que passariam a funcionar nos moldes do Hospital Universitário Onofre Lopes, referência nacional.

“Ainda serão realizados alguns estudos para viabilizar a federalização destas unidades. E é muito importante frisar que esta mudança não implicará em nenhum prejuízo para a população da região. Muito pelo contrário. São previstas várias melhorias”, salientou o governador.

Residências médicas

Durante a reunião, foram apresentadas as ações de ensino na saúde já desenvolvidas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Nos três hospitais, já funcionam residências médicas.

Do encontro, ainda participaram a subsecretaria de Saúde Ederlinda Dias e a reitora da UFRN Ângela Paiva.

Com informações da Assecom do Governo do Estado.

Robinson trata de Saúde e Recursos Hídricos em Caicó

O governador Robinson Faria (PSD) e o secretário de Estado da Saúde Pública, Ricardo Lagreca, estiveram neste domingo (8), em Caicó, para duas ações. A primeira foi a entrega de uma ambulância pra atender pacientes que buscam exames de média e alta complexidade no Hospital Regional do Seridó. A unidade foi uma promessa do chefe do Executivo estadual em julho deste ano, durante a Festa de Santana, quando assumiu o compromisso com a cidade.

Robinson Faria e Vivaldo Costa em Caicó conversam sobre questões hídricas (Foto: Demis Roussos)

Outro assunto tratado foi a federalização do Hospital pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). No próximo dia 12 de novembro, o secretário Ricardo Lagreca, representantes da Empresa e a reitora da UFRN, Ângela Paiva Cruz, se reúnem para discutir a possibilidade.

Para o governador, a federalização “tornará melhor o padrão do serviço no município porque seguirá os moldes de uma instituição federal de ensino. Discutiremos muito isso para termos informações precisas para garantir um funcionamento digno para todos”, declarou.

Água

A questão do abastecimento de água e solução hídrica foram discutidas neste domingo (8), em Caicó, pelo governador Robinson Faria, em cumprimento à agenda administrativa dedicada ao município. O objetivo foi dialogar com a população, classe política e lideranças do Seridó para encontrar alternativas viáveis para resolver a situação da oferta de água, cuja reserva do estado tem reduzido em virtude de uma das maiores secas da história do Nordeste. “Essa é uma situação que necessita de total atenção. O Rio Grande do Norte enfrenta uma das piores crises hídricas de sua história e precisamos garantir os meios para a população ter acesso à água de qualidade”, disse o governador.

O chefe do Executivo estadual foi acompanhado pelo diretor-presidente da Caern, Marcelo Toscano, dos secretários de Estado da Saúde, Ricardo Lagreca, de Relações Institucionais, Hudson Brito, do diretor-geral do Igarn, Josivan Cardoso, e do deputado estadual Vivaldo Costa.

Durante as conversas, duas possibilidades foram levantadas para regularizar o abastecimento de água em uma das principais cidades do estado. A primeira, que é uma ação bipartite entre Rio Grande do Norte e Paraíba, consiste no desassoreamento do rio Coremas/Mãe D’água por parte do estado vizinho, uma vez que em solo potiguar a iniciativa já foi concluída. O assoreamento de parte do rio que nasce na Paraíba interfere diretamente na oferta de água em Caicó. Outras medidas emergenciais são a perfuração de poços, abastecimento com carros-pipa e instalação de dessalinizadores.

Nesta segunda-feira (9), uma reunião será realizada entre Governo do RN, Exército, Semarh, Igarn, Caern e demais pastas do Executivo estadual para agilizar o processo de desassoreamento com a parceria do governo paraibano e regularizar o fluxo no rio Piranhas-Açu.

A solução definitiva, que já tem o projeto concluído, é a captação da água da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a partir do sistema adutora da Serra de Santana. A obra está orçada em R$ 48 milhões. O governador destacou a relevância da obra, sobretudo se levado em consideração o longo período de estiagem no RN que já dura quase cinco anos. “Vou levar o projeto ao Ministério da Integração para tentar destravar essa obra importante para nosso estado. Já solicitei, inclusive, uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff para tratar exclusivamente da questão hídrica do RN”.

Com informações do Governo do Estado.

Saúde tenta parceria para rede hospitalar do Estado

O secretário de Estado da Saúde Pública, Ricardo Lagreca, recebeu na tarde dessa quarta-feira (25) a visita do diretor de atendimento à saúde da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Celso Fernando Ribeiro de Araújo.

Na pauta, a formação de parcerias para atendimento na Rede Hospitalar do Estado com o objetivo de otimizar a gestão da oferta de serviços de saúde. Na oportunidade, foi discutido o trabalho que vem sendo realizado junto ao Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e, especialmente, ao Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB), na cidade de Santa Cruz, onde já existe parceria com a EBSERH.

“Mesmo as parcerias não sendo desenvolvidas dentro de uma unidade da rede estadual, o projeto traz benefícios ao Sistema Único de Saúde (SUS) como um todo, pois uma regulação sistêmica envolve toda a rede de saúde”, disse Lagreca.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Estado.