Queda de preço é sistemática nas últimas horas (Foto: Blog do Campelo)
Do Blog do Campelo
Em Patu, região Oeste do Rio Grande do Norte, três dos quatro postos de combustíveis da cidade entraram em “Guerra” à cata de consumidores. Todos empurraram os preços de seus produtos para baixo.
Hoje, você encontra o litro da gasolina comum por até R$ 3,35 em um posto e R$ 3,40 em outro.
Os valores já foram alterados diversas vezes em menos de 24 horas, e é bem possível que os números mudem ainda hoje.
O fato é que o consumidor está festejando à queda no preço do combustível.
A notícia ganhou repercussão estadual.
Nota do Blog – Já em Mossoró… não há força humana, levante intergaláctico, Estado Islâmico, lei da oferta e da procura, poder paranormal e Código de Hamurabi que consiga quebrar os preços alinhados, em alta, impostos ao consumidor.
É o “País de Mossoró”.
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Depois de ter agradado o segmento evangélico com escolha do seu vice (Micael Melo-PTN) e ‘garantido’ uma bolada de R$ 15 milhões para Santa Luzia, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) parece estar de bem com os céus.
Não pode falhar, então.
Ainda bem que não fez acordo com a turma do Estado Islâmico.
Com eles, qualquer pecado tudo vai pelos ares.
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O vice-prefeito Luiz Carlos Martins, do PT, apresentou-se como nome à Prefeitura de Mossoró dentro do seu partido, em reunião partidária à semana passada (veja AQUI).
Luiz Carlos: isolado (Foto: Portal Luiz Carlos)
Mas sejamos sinceros: É pouco provável que seu nome vingue e seja apresentado como candidato.
O PT está rachado.
Uma ala defende manutenção de aliança com o prefeito Francisco José Júnior e ocupa cargos no governismo, com fervor de fazer inveja ao Estado Islâmico.
Luiz Carlos rompeu com o governo, mas não teve apoio qualquer do PT.
Anote: acredito que ele termine optando por outra sigla partidária adiante. Isso, se realmente desejar ser candidato a prefeito.
Sua situação no PT é bastante embaraçosa, bastante incômoda.
Onde eu estava há 14 anos, no momento dos ataques terroristas de 11 de Setembro?
Lembro bem.
Como comum, em Mossoró. Como comum, manhã de sol.
A TV no quarto parecia uma geladeira. À época eu ainda conservava o hábito de manter um equipamento desse no quarto – permanentemente ligado.
Deparei-me com aquela cena de difícil compreensão: um edifício enorme, sob chamas.
As informações eram desencontradas e era difícil para mim, que acordava de uma noitada regida à Wyborowa, entender aquela imagem.
A princípio, pensei aturdido: é um filme.
Mas depois outro avião se choca contra novo edifício. Mais chamas. Não era um filme.
Segundo avião mergulha na direção da segunda torre: não era um filme (Foto: reprodução da Web)
A partir daí, a cobertura jornalística planetária passa a dissipar a ideia de acidente. Trabalhava-se com a certeza de um atentado terrorista.
A América imperial estava abalada. Mais do que nunca passou a ser um Estado policialesco, sempre sob o temor de mais atentados.
As chamadas “Torres Gêmeas”, o “World Trade Center”, desabaram e redefiniram – para pior – as relações entre Estados Unidos e o restante do mundo moderno.
Mesmo assim, parece que quase ninguém parou para refletir sobre o papel das grandes potências e da convivência do homem com o homem na Terra.
O surgimento do Estado Islâmico, guerras infindáveis, o populismo de ditadores sob o manto de supostas democracias e a migração de levas de refugiados africanos/árabes para a Europa, nos devolvem à barbárie. Se é que um dia nos livramos dela.
A guerra não é entre União Soviética e Estados Unidos, comunismo e capitalismo. Ocidente e Oriente, também não.
A grande batalha de hoje é a de sempre: o homem conseguir se enxergar como um só.