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Governo muda política marginal por comunicação e acerta

A reprovação ao Governo Municipal de Mossoró, da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, tem recuado paulatinamente. Esse comportamento foi previsto por este próprio Blog em postagem em março deste ano.

Acrescentei à época, inclusive, que chegaria a níveis de razoável aceitação, em plena campanha de 2012, se continuasse com o novo perfil adotado.

Na mais recente pesquisa do Instituto Consult, a rejeição chegou a 45,83%. Já fora de 51,17% em setembro e de 53,838% em fevereiro, também como constatou o Consult.

No início de 2010 atingiu seu pior nível.

Esse mesmo instituto constatou à época, uma repulsa de 67,5% à administração municipal.

Webleitores perguntam o que aconteceu para esse recúo.

A explicação é simples. Não há nada de genial. Não é que o governo tenha melhorado seu desempenho, mas é fato que passou a tratar melhor sua imagem.

Em vez de agredir, se exibir. Simples assim.

O Governo “Da Gente” (deles) usa uma receita milenar, misturada ao óbvio em termos de comunicação e marketing institucional. Levou quase 7 anos para aprender o básico, em vez de agir com despotismo, arrogância e até falta de escrúpulos.

Primeiro, a fórmula do “circo”. Aumentou sobremodo os investimentos em festas e promoções populares, que sempre criam um clima de satisfação e euforia, inebriando parcela considerável da massa-gente.

Segundo, passou a tratar a divulgação do governo e da prefeita (com personalismo ao arrepio da lei) como uma prioridade, potencializando obras e serviços. Antes, financiava jagunços travestidos de jornalistas na imprensa convencional e Web, que durante anos insultaram, vilipendiaram, agrediram e rosnaram leviandades contra quem não agradava o governo.

Michê

O “trabalho” dessa récua se revelou inócuo ou de efeito contrário. Saíram caros, apesar do michê que recebiam (e recebem).

O nível de baixeza chegou a ponto de gerar uma página apócrifa na Internet, descoberta pela própria intervenção da Justiça, com presença de um secretário do município e dois jornalistas com contratos na prefeitura, além de outros sujeitos “ocultos”. Os principais implicados visíveis? jornalistas Neto Queiroz e Pedro Carlos, além do titular da Comunicação do Município, contabilista Ivanaldo Fernandes.

Emergiram como versão real do “monstro do Lago Ness”, envolvidos na edição de um coquetel de canalhices contra quem não era da simpatia dos donos do poder.

A página – conforme documentos coletados judicialmente – chegava a ser editada no próprio Palácio da Resistência, sede do governo municipal. Ela tinha a tarefa de ridicularizar, humilhar e agredir desafetos governistas, a ponto de publicarem até ameaça à integridade física de filho de um jornalista. Coisa de marginais, protegidos pelo pretenso anonimato.

Posso falar com propriedade sobre o assunto, por ter sido um dos alvos principais dessa horda e ter documentos que tratam fielmente sobre o caso.

Vale ressaltar ainda, que uma enxurrada de processos e interpelações judiciais, também fazia parte dessa “política de governo”, envolvendo altas somas e resultados pífios.

Em quase 7 anos de gestão, desperdiçaram tempo, dinheiro e neurônios (raros) com estupidezes que se voltaram contra si.

Nos últimos meses, um estalo de bom senso passou a nortear mudança na tática. E os números mostram o acerto. Pena que já tenha chegado tarde.

Mossoró não merecia tamanhas agressões, disparates e atitudes de submundo.

Quando essa patota passar, não é a face sorridente de Fafá – uma mulher decente, porém incapaz de governar – que vai ficar. Deixarão o odor da insalubridade moral. Esse é o principal legado dessa gente.

O poder não pode tudo… nem com “garrafada”

Apenas um alerta aos poderosos, que pensam que podem tudo e acreditam na força da “máquina” pública como “panaceia” (remédio para todos os males):

– O poder não pode tudo.

Se pudesse, o candidato do Palácio da Resistência (sede da Prefeitura de Mossoró) à sucessão da prefeita de direito, enfermeira Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, seria Chico Carlos (PV) – secretário da Cidadania do Município.

Chico Carlos, em todas as pesquisas encomendadas pelo palácio e outras que pululam na imprensa, aparece sempre com menos  de 1% de intençes de voto. Sempre.

Toda a estrutura de mídia e propaganda foi destinada à projeção de sua imagem, sem qualquer resultado satisfatório até aqui. Nem terá.

A panaceia da máquina pública tem seus limites, como as "garrafadas"

Superexposição queima. É como ficar além da conta sob o sol.

Se os donos do poder não se cuidarem, quando perceberem algumas mudanças no ânimo e no humor da sociedade, será tarde para remendos ou fórmulas mágicas.

Será que o povo aguenta mais um embuste, um faz-de-conta, um prefeito eleito e outro para mandar?

Será que voltaremos aos tempos das feiras sertanejas, em que um de seus maiores sucessos era a “garrafada”, porção gosmenta vendida como remédio para várias mazelas, de “espinhela caída” a piolho, de lombriga a “farnesim”?

Bom ficarmos atentos aos sinais de resistência a novas fraudes políticas, a novos estelionatos eleitorais.

Vereadores pedem “orientação” a Carlos Augusto

Os vereadores que dão sustentação ao governo da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), pediram uma “orientação” ao ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM).

Querem se situar melhor no processo sucessório de “Fafá”.

A visita do grupo, à exceção de Chico da Prefeitura (DEM), que havia viajado na sexta-feira (9), foi na sede do Democratas em Mossoró.

A conversa prolongou-se sobre outras questões ligadas à sucessão municipal e governo estadual.

Mas o ex-deputado estava com cara de poucos amigos; amuado.

O tempo, para ele, não é o tempo dos vereadores ou mesmo dos interesses da facção da prefeita Fafá.

Isso ficou muito claro.

Carlos e Rosalba são acuados; Ruth é descartada

O DEM ferve em Mossoró. Como prefixo, a sigla ganha a corruptela de “demo”, ou seja, “demônio”, gente de comportamento “turbulento”, segundo seus detratores proclamam.

Na política mossoroense é um caldeirão perto de transbordar. Caudaloso. A temperatura é vulcânica. O jogo de poder, vaidades, ressentimentos e “altos” interesses econômicos dão combustão maior às intrigas e cotoveladas nos seus bastidores.

O ambiente interno, no momento, parece de difícil coabitação. Mas todos procuram disfarçar bem as animosidades, porque há consenso quanto a um ponto, não obstante as divergências: dividido, o grupo governista pode ser presa fácil aos adversários.

O DEM está mesmo rachado. O que antes era uma peça monolítica e sólida, sob o comando onipotente do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), hoje é um corpo trincado. “Ravengar” (apelido que o ex-deputado adotou) não é mais unanimidade.

Carlos e sua mulher, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), querem que a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) seja a candidata à Prefeitura de Mossoró, à sucessão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”. Para isso, esboçam uma engenharia que além de esdrúxula, é depreciativa da própria política e suas instituições de Estado.

A aposta é que Fafá denuncie ao cargo, para habilitar legalmente Ruth, irmã de Rosalba, à disputa, sem problemas quanto à legislação que trata de casos de inelegibilidade. Para compensar o “sacrifício” da prima prefeita, Carlos  a colocaria no Tribunal de Contas do Estado (TCE), na condição de conselheira. Cargo vitalício.

Um “plus” é garantir a reeleição do marido de Fafá para deputado estadual em 2014, médico Leonardo Nogueira (DEM) e “espaços” de sua facção no próprio governo municipal de Ruth.

Mas tem uma pedra no meio do caminho, há uma pedra – também Rosado – no meio do caminho dessa arrumação canhestra.

Gustavo aproveita instabilidade do Governo Rosalba e monta estratégia para ampliar seu poder

Prefeito de fato de Mossoró, o agitador cultural Gustavo Rosado, que sequer é do DEM, mas sim do PV, afasta peremptoriamente essa hipótese. E já tem debaixo do braço um “Plano B”. Seu nome à prefeitura, em substituição à irmã, de quem é chefe de Gabinete, é o da vereadora Cláudia Regina (DEM).

Fafá fica na Prefeitura de Mossoró até o dia 31 de dezembro de 2012 – afirma ele para qualquer interlocutor próximo. Marca posição clara quanto ao pleno cumprimento do mandato de sua irmã.

A princípio, Gustavo investiu todas as fichas na postulação do professor Chico Carlos (PV), uma espécie de ideólogo do próprio governo, titular da pasta da Cidadania. Não vingou. Apesar de todos os aditivos de marketing político, ele não saiu do chão.

Cláudia não é digerida por Carlos e Rosalba. Mas é um nome menos ruim do que o de Chico, aos olhos do casal. Mesmo assim, recheado de restrições de passado e para o futuro, além de relativa autonomia que demonstra. E o fato de ser uma preferência de Gustavo, não aplaca esses senões. É agravante.

Voz ativa

Ela é historicamente ligada ao senador José Agripino (DEM). Fez parte de administração municipal de Rosalba, por indicação dele. Está no primeiro mandato eletivo, conquistado em faixa própria, como um nome de “José” e não de Carlos e Rosalba.

Com sacrifícios político-pessoais assumidos na Câmara de Vereadores, em que foi líder de bancada do governo, Cláudia credenciou-se à confiança de Gustavo e ao apoio de Fátima Rosado.

Cláudia: nome viável

Eleita prefeita, os seus compromissos basilares estarão, logicamente, atrelados ao próprio Gustavo e por extensão a José Agripino. Carlos e Rosalba sabem disso. Os dois tiveram participação distanciada nas gestões de Fafá e estão conscientes que não serão voz ativa num eventual governo de Cláudia.

A robustez de Gustavo, a ponto de partir à imposição de Cláudia, não é apenas pela sua natureza beligerante e o fato de comandar um orçamento que só este ano deve chegar a R$ 500 milhões. Há um aditivo à sua força.

É reflexo, principalmente, da fragilização do Governo Rosalba Ciarlini (DEM). Se Rosalba estivesse com aceitação nas alturas, o enredo seria outro.

Submerso em greves, sem nada para mostrar e acuado por diversos problemas administrativos, o governo estadual está politicamente descapitalizado para se impor. De forma inversamente proporcional, o governo municipal tem reduzido sobremodo seu desgaste e rejeição. Aí engrossa a voz.

Mesmo com esse cenário de instabilidade, o todo-poderoso Carlos Augusto Rosado ainda tem muita “bala”. O DEM, por exemplo, é amplamente comandado por ele. Sem a disposição de oferecer a legenda para Cláudia, ela não poderá ser candidata por outro partido, sob pena de ser punida por infidelidade partidária.

Até o final de setembro deste ano é imprescindível que Cláudia tenha a garantia de que será candidata. Se Carlos e Rosalba não abraçarem sua “causa”, não terá como concorrer por outro partido. A menos que se arrisque à migração partidária. O DEM, se isso ocorrer, pode pleitear sua cassação.

Ousadia

Sempre interessado em se impor como nova liderança dentro e fora da família, Gustavo investe em Cláudia por uma questão pragmática: ela é viável. Não é uma predileção. As pesquisas constantes que são feitas mostram que a vereadora é capaz de crescer e vencer sobretudo a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), concorrente visível.

Rosalba e Carlos: na pressão (Robson Pires)

A aposta é que Cláudia seja eleita, além de ter Chico Carlos desembarcando na Câmara Municipal para presidir essa Casa. Os dois poderes, indiretamente, sob seu bastão. Como já aconteceu num passado não muito remoto, com Carlos Augusto Rosado.

Como Carlos Augusto vai reagir a essa situação inusitada, no papel de líder político do seu grupo, é uma incógnita. Perturbadora, que se diga.

Existem algumas conjecturas a serem feitas. Contudo serão o centro de outras matérias analítico-informativo-opinativas deste Blog, mais adiante.

O DEM ferve em suas profundezas!

E muito.

Fragilidade de governo enfraquece poder do rosalbismo

É fácil perceber que a instabilidade do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) afeta sua influência nas lutas paroquiais nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. A começar por Mossoró.

O governo da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), espécie de apêndice do “rosalbismo”, como é denominado o grupo da governadora, não aceita o papel secundário de coadjuvante nas discussões e montagem de estratégias para a sucessão em 2012.

Ganha musculatura.

Até porque existem sinais de menor desgaste em sua imagem administrativa, ao mesmo tempo em que a gestão de Rosalba se descapitaliza em aceitação popular.

Claro que o líder Carlos Augusto Rosado (DEM), marido da governadora e padrinho dos dois governos de “Fafá”, não abre mão de conduzir o processo sucessório ao seu gosto. Porém o cenário de hoje deixa claro que ele não está só à mesa nem é voz onipotente.

O governismo municipal está dividido. Carlos e Rosalba, é fundamental que seja sublinhado, não estão em condições de impor sua vontade.

A via do diálogo, hoje, é um caminho compulsório.

Rosalbismo força “Fafá” à renúncia; Gustavo faz exigência

Ó dúvida cruel.

Shakesperiana, que se diga.

Renunciar ou não renunciar à Prefeitura de Mossoró?

Esse drama – com enredo teatral – consome a facção da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM).

O grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) quer a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) como candidata a prefeito em 2012 e isso só é possível, legalmente, com a renúncia da prefeita Fátima, a “Fafá”.

O assunto ganhou ânimo novo com sinalização de que a prefeita poderia ser indicada para compor o Tribunal de Contas do Estado (TCE), numa engenhosa manobra de troca de interesses, desde que abrindo mão do cargo para Ruth, irmã de Rosalba.

O grande impasse está concentrado no prefeito de fato e irmão de Fafá, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), seu chefe de Gabinete. Ele não aceita nem ouvir falar na proposta.

Mas admite que possa abrir mão de pelo menos nove meses de governo, desde que seu pupilo-amo-guru e faz-tudo Chico Carlos (PV),  secretário da Cidadania, seja o vice.

É aí em que aumenta o fosso entre a aspiração do grupo de Rosalba e a facção de Fafá.  Chico Carlos “não existe”, como o próprio ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) denominou a pré-candidatura a prefeito do secretário, em recente encontro com vereadores, em sua casa de praia (Tibau).

No rosalbismo, sequer é cogitada a opção Chico Carlos, mesmo patamar em que se encontram a vereadora Cláudia Regina (DEM) e o secretário de Serviços Urbanismo, Alex Moacir.

Há fixação em Ruth, irmã de Rosalba.

Nota do Blog – Gustavo precisaria ser completamente estúpido e não apenas majoritariamente, para acreditar nessa “isca”. Ruth empossada, ele seria definitivamente destronado do poder que conquistou nos últimos seis anos, graças à inaptidão para a gestão pública, revelada por sua irmã.

Carlos e Rosalba não esquecem que Gustavo os descartou do poder e submeteu-os a certas situações humilhantes nesse tempo.

Também é inocente acreditar que o casal Carlos e Rosalba vai se esforçar para reeleição do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), marido de Fafá, em 2014.

Além disso, tem um detalhe muito importante: combinaram com o povo?

A facção de Fafá e o grupo de Carlos e Rosalba continuam unidos por conveniências, não por afinidades.

O que há de mais verdadeiro, entre ambos, é uma sincera hipocrisia.

A incrível vocação para patinhar na lama

Jack Nicholson, do filme "O iluminado", parece ser a inspiração dos poderosos

O servidor da Prefeitura de Mossoró, com cargo comissionado, Onézimo Oliveira Morais, assina ação popular que tenta impedir a TV Mossoró de veicular apoios culturais e tirar da sua grade de atrações programas como o “Observador Político” e o “Mossoró Comunidade”,  que na ótica do demandante estariam servindo apenas para ataques politiqueiros.

Por trás dele, pasme! Quem aparece? A figura do próprio Governo “Da Gente”, simbolizado pela prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, que nos últimos anos se notabilizou em promover enxurrada de processos e interpelações judiciais contra quem não elogia e promove oba-oba à sua gestão.

Onézimo é diretor da Agência II da Fundação para Geração de Emprego e Renda (Funger), localizada no bairro Bom Jardim, no prédio onde funcionou a Plasmol. Cargo de confiança. Vacilou, demissão. Cumpre ordens.

A história de Onézimo com a comunicação não começa com a ação contra a TV Mossoró. Ele já foi alvo de ação da Polícia Federal por crimes contra a radiodifusão por manter uma estação de rádio em funcionamento sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O processo acabou prescrevendo e arquivado em 2 de julho de 2009.

Outra vez, o enredo mostra que os donos do poder escolhem atalhos e labirintos dos subterrâneos, para impor suas vontades. Reitera sua enorme capacidade de patinhar na lama.

O servidor usado para essa nova empreitada, também tem o escritório de advocacia, que serve à prefeita e seus principais familiares e assessores, tratando da demanda. O mesmo que cedeu um de seus componentes para ocupar a Procuradoria-Geral do Município há poucos dias.

Essa história é contada em detalhes, com enorme clareza e profissionalismo, pelo jornalista Bruno Barreto.

Ele assina reportagem especial – repleta de documentos e arrazoados – que mostra mais um desatino dos poderosos, antes já flagrados na farsa do caso “Capitão 40” em plena campanha eleitoral de 2008. Recentemente, integrantes do governo foram flagrados em investigação judicial, com envolvimento no caso da página anônima “Paulo Doido”, na Internet.

Até endereço do próprio Palácio da Resistência, sede do governo, apareceu em relatório entregue à Justiça.

Parece uma vocação viver no pântano.

Veja tudo clicando AQUI. Mas antes tape o nariz.