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Audiência pública vai debater falta de insumos nos hospitais regionais

Cristiane Dantas preside Comissão de Saúde (Foto: João Gilberto)
Cristiane Dantas preside Comissão de Saúde (Foto: João Gilberto)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), por meio da Comissão de Saúde, promove na próxima quarta-feira (10), às 8h30, no auditório Cortez Pereira (sede da Assembleia), audiência pública com o tema “Falta de insumos nos Hospitais Regionais do RN”.

O encontro tem como objetivo debater a escassez de insumos básicos e medicamentos nos hospitais regionais do Estado, reunindo representantes de órgãos públicos, entidades de classe, profissionais da saúde e a sociedade civil.

Durante a audiência, serão apresentados relatos das instituições diretamente envolvidas com a gestão e a prestação dos serviços de saúde. A proposta é identificar as principais causas da falta de materiais, avaliar os impactos na assistência à população e construir encaminhamentos que assegurem o abastecimento hospitalar e a continuidade do atendimento no sistema público de saúde.

“Temos falado praticamente todas as semanas sobre a falta de medicamentos e insumos. Agora precisamos reunir todos os órgãos envolvidos para buscar soluções concretas. O objetivo é garantir o reabastecimento das unidades de saúde, a retomada das cirurgias eletivas e o pleno funcionamento das urgências e emergências”, destaca a deputada Cristiane Dantas (SDD), presidente da Comissão de Saúde da ALRN.

A iniciativa integra a agenda de atividades da Comissão de Saúde da ALRN, que vem acompanhando de perto a situação da rede hospitalar estadual.

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UTI Neonatal não recebe pacientes; faltam medicamentos e insumos

UTI Neonatal do Hospital Maria Alice Fernandes foi aberta por força judicial (Foto: cedida)
UTI Neonatal do Hospital Maria Alice Fernandes foi aberta por força judicial (Foto: cedida)

Do G1 RN

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital Maria Alice Fernandes, em Natal, suspendeu temporariamente o recebimento de novos pacientes por falta de insumos básicos. A unidade, que possui 20 leitos, está funcionando com apenas 10 — e destes, somente cinco permanecem ativos.

Segundo a médica intensivista Ilka Maria Batista, o hospital enfrenta desabastecimento de medicamentos e materiais essenciais, como fenobarbital (usado em casos de convulsão), cafeína (importante para prematuros), tubos para ventilação mecânica, telas para correção de hérnias diafragmáticas, cateteres e até luvas de procedimento.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN) informou que o hospital finalizou recentemente uma licitação para aquisição de insumos, com pedidos de entrega previstos para serem feitos entre esta sexta-feira (8) e o início da próxima semana, dependendo da disponibilidade de orçamento.

“Nós somos referência no estado todo para cirurgia pediátrica, cardiologia, nefrologia. Então, não pode faltar. Somos o único hospital pediátrico do estado”, disse a médica Ilka Maria Batista.

A profissional afirmou que a situação vem sendo informada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desde que os insumos começaram a acabar, mas que o problema não foi solucionado.

AUTI neonatal foi determinada por ordem judicial e que órgãos como Ministério Público e Conselho Regional de Medicina já foram comunicados sobre o caso. “Nós precisamos de ajuda, estamos gritando, precisamos de condições para trabalhar”, disse a médica.

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Marleide critica redução orçamentária e aponta deficiências em Saúde

Marleide não vê crise financeiro-orçamentária na prefeitura (Foto: Edilberto Barros)
Marleide não vê crise financeiro-orçamentária na prefeitura (Foto: Edilberto Barros)

Em pronunciamento na Câmara Municipal de Mossoró nesta terça-feira (19), a vereadora Marleide Cunha (PT) criticou a redução nos recursos orçamentários destinados à Saúde, previstos no projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024, em análise na Câmara. Esclarecimentos feitos pelo secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, Kadson Eduardo (veja AQUI), não a convenceram.

“Observamos déficit na receita prevista e, após analisarmos a previsão para o próximo ano, concluímos não ser possível nem sequer manter o valor fixado para 2023. Com isso, houve redução nas despesas previstas para todas as secretarias do Município, com exceção da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania”, disse o secretário em audiência pública na Casa, dia passado.

A parlamentar relatou situações precárias em unidades de Saúde do município, ainda neste exercício. Em sua ótica, não existe a crise dissertada pelo secretário e governo municipal.

Críticas e relatos

“No Hospital Psiquiátrico Milton Marques não tem um pedaço de sabão para lavar as mãos, a única coisa que tem lá é água sanitária. A maioria das UBSs e UPAs estão na mesma situação, com falta de luvas para que os técnicos de enfermagem utilizem nos procedimentos, só há luvas de tamanho grande”, exemplificou Marleide, que também elencou problemas de falta de fitas para aferição de glicemia e no fornecimento de antibióticos em hospitais.

A parlamentar denunciou ainda que, em algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), falta material para fazer o exame ginecológico, mais conhecido como preventivo. “Faltam insumos adequados para o descarte dos materiais coletados”, assegurou.

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Falta o básico à saúde pública

Fitas medem descaso com saúde (Foto ilustrativa)

Do Blog Tio Colorau

Na última quarta-feira (19), um paciente de diabetes teve uma crise e precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Nesses casos, o primeiro a se fazer é medir a glicemia do paciente, mas o procedimento não foi feito, pois faltava fitas na ambulância.

Ao chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santo Antonio, pensando que enfim teria a glicemia verificada, o paciente foi informado que eles também não tinham as fitas.

A solução foi o paciente providenciá-las, do próprio bolso.

Fitas para medir glicemia são o básico do básico.

Esse fato mostra o estado precário em que se encontra a saúde no município.

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