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Estado precisa suprir carência na educação especial, diz MPRN

Educação especialO Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou ao Governo do Estado que adote providências administrativas cabíveis, no prazo de 15 dias, para suprir a carência de 240 professores efetivos de educação especial. Os educadores devem atuar nas salas de aula e nas salas de recursos multifuncionais das escolas da rede estadual.

O MPRN ainda recomendou que o Estado apresente um plano de trabalho contemplando ações e marcos temporais, no prazo de 30 dias, para suprir a carência mencionada, além de deflagrar e concluir as providências administrativas pertinentes em específico para suprir a carência de 13 professores temporários de educação especial para atuarem nas salas de aula e nas salas de recursos multifuncionais das unidades da rede estadual.

Legislação

Por fim, o Estado deverá, no prazo de 30 dias, aprimorar a Portaria nº 114/2018 para fazer constar o disciplinamento dos critérios que devem ser observados para a alocação de professor nas salas multifuncionais de recursos das escolas da rede estadual. Dentro eles, a obrigatoriedade de os professores para serem alocados nas referidas salas terem a devida e exigida formação, conforme prevê legislação pertinente.

Ao final de 15 dias, o Estado ainda terá que enviar ao MPRN um relatório circunstanciado das providências adotadas com vistas ao cumprimento de tudo o que foi recomendado.

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Falta de professores prejudica alunos do Estado

Caro Carlos Santos,

Que esperar da educação do nosso Estado? O que esperar de um sistema educacional que não recebe atenção mínima dos governantes? Ou alguém acredita que deixar uma escola com um desfalque de quase metade dos professores é ter a educação como prioridade? Vamos ser diretos.

Na Escola Estadual Francisco Antônio de Medeiros, no bairro Belo Horizonte, não há professor das seguintes disciplinas: Biologia, Sociologia, Química, História e Física. Atentem bem, são 5 componentes curriculares que estão sendo negligenciados. Estamos quase no final do ano letivo e não há docentes para essas “matérias”, prejudicando cerca de 150 estudantes do Ensino Médio.

Será que vão fazer igual ao ano passado, quando em algumas escolas os estudantes concluíram o ano letivo, inclusive com aprovação, sem terem visto uma aula sequer de Língua Portuguesa?

Sou ex-professor de alguns dos alunos que estudam atualmente naquela escola e eles me procuraram aflitos para saber o que pode ser feito para que o Estado tome alguma providência já que a direção daquele estabelecimento de ensino disse que não tinha o que fazer.   Já são mais de dois meses que os estudantes estão sem aulas dessas disciplinas.

Não é demais lembrar que muitos desses alunos estão concluindo o Ensino Médio.

Márcio Alexandre – Professor

Nota do Blog – Lamentável. Um problema que se arrasta de governo a governo, sem solução. Nosso futuro negligenciado.

 

Escola pede socorro por falta de professores

Carlos Santos, bom dia.

A Escola Jerônimo Vingt Rosado Maia, no Conjunto Vingt Rosado (Mossoró), está precisando de socorro por parte do Governo do Estado.

No turno noturno está faltando muitos professores e o ano letivo está comprometido.

Hermiro Filho.

Nota do Blog – Hermiro, bom dia. O problema tem se arrastado há bastante tempo, ainda de governos anteriores. Mas é certo que chegou a nível ainda mais preocupante na atual gestão.

Há discussão de projeto para contratação de temporários, mas sem dúvidas que essa meninada e adolescentes estão com prejuízos insanáveis.

Falta de professores pode gerar punição contra Estado

O Governo do Estado pode pagar multa diária de R$ 100 mil. Esse é o pedido que o Ministério Público fez na Ação Civil Pública nº 0000433-60.2005.8.20.0110, que trata do problema de falta de professores em escolas do município de Alexandria.

A Ação foi ajuizada em 2005 para tentar resolver judicialmente o problema da falta de professores nas  Escolas Estaduais Leôncio Barreto e 7 de Novembro. E mesmo com liminar deferida pela Justiça o Estado não tomou providências para resolver a questão.

A decisão previa multa diária de R$ 10 mil, que também nunca foi paga. Com isso, o MP reitera o requerimento para que sejam tomadas providências para cumprir a decisão judicial e pede o aumento do valor da multa como forma de pressionar os gestores.

Saiba mais AQUI.

Nota do Blog – Entra governo, sai governo e a ladainha é a mesma. Compromisso com educação só aparece em discurso.