Edith Souto será homenageada na segunda-feira, dia 10 (Foto: PMM)
O prefeito de Mossoró em exercício, Marcos Medeiros (PSD), homenageará Edith Souto com o Tributo Ana Floriano 2025. A solenidade acontecerá na segunda-feira (10), a partir das 17h, no auditório da Estação das Artes Elizeu Ventania.
O Tributo Ana Floriano é concedido anualmente por meio de Decreto Municipal. Tem como principal objetivo homenagear mulheres de destaque que contribuíram para o desenvolvimento político, social, cultural e econômico de Mossoró.
‘’Edith Souto tem relevante contribuição para Mossoró, tanto no setor econômico quanto na vida pública. Seu nome está ligado à história da indústria salineira da região, ao lado de seu esposo, Francisco Ferreira Souto, o Soutinho”, destacou Marcos.
Edith também destaca-se por sua formação acadêmica e atuação no campo social e político. Ela é graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e possui pós-graduação na área.
Homenageadas
O Tributo Ana Floriano já homenageou nomes como da Atriz Tony Silva, empresária Zilene Marques, irmã Maria Zelândia da Silva, educadora Inalda Cabral, professora América Rosado, contabilista Edy Moura, professoras Zuleide e Zilma Vieira de Sá, professora Dagmar Filgueira, a artista plástica Marieta Lima, educadora Raimunda Almeida e a irmã Lisonete Scherzinger (Irmã Ellen).
História
Ana Rodrigues Braga, “Ana Floriano”, foi líder de uma rebelião em Mossoró durante o Brasil Império. O movimento conhecido como “Motim das Mulheres” ocorreu em 1875, quando ela e outras protestaram contra a obrigatoriedade do alistamento militar.
As mulheres invadiram repartições públicas e delegacias e rasgaram documentos que convocavam seus filhos e maridos para a Guerra do Paraguai.
Francisco Souto Filho, o “Soutinho” (Foto: Ricardo Lopes/09/08/2011)
O velório do empresário Francisco Ferreira Souto Filho, “Soutinho”, 95 anos, cumpre outra etapa agora à tarde a partir das 15h, em Natal. Será realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), às 15h.
Depois das 17h, o corpo seguirá para cremação no Cemitério Vila Flor, localizado na Av. Vila Flor, 700, BR-304, em Macaíba.
Aos que não puderem se fazer presente, também é possível prestar homenagens pelo Memória Viva (memoriaviva.irmaosvila.com.br), plataforma virtual de envio de mensagens e de transmissão da cerimônia da Empresa Vila.
Natural de Areia Branca, Soutinho viveu a maior parte de sua vida em Mossoró, onde faleceu à noite passada (veja AQUI). O velório inicialmente ocorreu em sua casa no centro da cidade e no fim dessa manhã seu corpo foi transportado para Natal.
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Soutinho e Edith Souto (sua mulher) em eleição da Siesal (Foto: cedida)
Do Blog do Jota Belmont
O Sindicato das Industrias de Extração do Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL), fundado em 1958 pelo empresário Francisco Ferreira Souto Filho, 95, mudou de comando na tarde desta terça-feira, dia 01 de setembro de 2020.
Foram 62 anos presidindo a entidade, de forma ininterrupta.
O ato aconteceu em Mossoró, quando Airton Torres e Herbert Junior foram eleitos presidente e vice presidente da entidade salineira. O mandato irá até 2 de setembro de 2023.
Soutinho deixa a presidência do Siesal, mas por reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à entidade, foi proclamado pelos seus companheiros sindicalistas como seu presidente de honra.
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O Sindicato das Indústrias de Extração do Sal (SIESAL) e o Sindicado da Indústria de Moagem e Refino de Sal (SIMORSAL) do Estado do Rio Grande do Norte – RN emitem nota, conjunta, dando sua posição sobre 18 ações desencadeadas pelo Ministério Público Federal (MPF/RN) – veja AQUI, que tentam impor limites à produção de sal no estado, alegando necessidade de respeito ao meio ambiente.
Veja abaixo o seu teor na íntegra:
O Sindicato das Indústrias de Extração do Sal (SIESAL) e o Sindicado da Indústria de Moagem e Refino de Sal (SIMORSAL) do Estado do Rio Grande do Norte – RN, vem se manifestar com relação às ações ajuizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 18 empresas salineiras, por suposta ocupação irregular em áreas de preservação permanente (APPs).
Os Sindicatos tomaram conhecimento, ainda não oficialmente, de que as ações ajuizadas são fruto da Operação Ouro Branco, desencadeada pelo IBAMA em 2013 para fiscalizar as áreas ocupadas pelas salinas no Estado do Rio Grande do Norte.
A atitude do Ministério Público Federal é absolutamente surpreendente, tendo em vista que as empresas do setor salineiro participaram de todas as audiências promovidas pelo MPF, inclusive com os órgãos ambientais, sempre dispostas ao diálogo, tendoalgumas delas apresentado, inclusive, propostas ao MPF que jamais foram respondidas.
O setor salineiro desempenha suas atividades no RN há mais de 100 anos, representando mais de 95% de toda produção de sal do Brasil e gerando mais de 75 mil empregos diretos e indiretos, no semiárido, sempre adotando as melhores práticas para manter a harmonia de suas atividades e proteção do meio ambiente.
A produção do sal marinho (processo por evaporação solar) depende dos recursos naturais para se desenvolver, garantindo e fomentando a biodiversidade da região. Desse modo, não poderia, de forma alguma, em seu próprio prejuízo, causar qualquer risco de degradação ambiental a justificar as ações ajuizadas.
RN responde por mais de 95% da produção nacional de sal marinho (Foto: Anderson Barbosa)
Aliás, diversos estudos técnicos foram contratados, elaborados por profissionais conceituados, para demonstrar a falta de prejuízo e desmistificar os argumentos apresentados, sendo que todos esses estudos foram devidamente explicados e apresentados para o Ministério Público Federal quenão os considerou e preferiu pela proposição das ações civis públicas, em prejuízo de todos os envolvidos, inclusive do próprio meio ambiente e da sociedade.
A alegação do MPF de que o objetivo das ações é para que “apenas 10% da área total (das salinas) deixe de ser utilizada” significa inviabilizar toda a atividade de produção de sal. Como é de conhecimento amplo, uma salina é composta por evaporadores e cristalizadores, em uma relação típica de 10 hectares de evaporador para cada 1 hectare de cristalizador, sendo certo que a colheita do sal está toda baseada na área de cristalização, aonde também ficam instalados os escritórios e estruturas de apoio.
Embora o SIESAL e o SIMORSAL entendam que a composição amigável é sempre a melhor alternativa, conforme, inclusive, vinham instruindo seus associados a proceder nos contatos juntos ao Ministério Público Federal, não podem concordar com a alegação generalizada de que mantêm as suas atividades de forma ilegal.
É imprescindível que seja feita uma análise ponderada e correta, levando em consideração as características de cada uma das salinas, sob pena de cometer injustiças e causar efeitos irreversíveis ao setor, com sérias consequências para o Estado do Rio Grande do Norte e para o Brasil.
Sindicato da Industria da Extração do Sal no Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL)
Francisco Ferreira Souto Filho – Presidente
Sindicato da Indústria de Moagem e Refino de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIMORSAL)
Maria da Conceição Praxedes – Presidente
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