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Comissão rejeita mudança em “Tribuna Popular”

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Mossoró rejeitou, na manhã desta segunda-feira, o projeto de autoria da Mesa Diretora que modifica a Tribuna Popular, a qual dá espaço para representantes da sociedade nas sessões da Câmara.

A proposta reduz o tempo de discurso de dez para cinco minutos e restringe intervenções dos vereadores (apartes) sobre o tema tratado. A proposição foi rejeitada pelos três membros da CCJR presentes à reunião: vereadora Sandra Rosado (PSB, presidente), vereador Genilson Alves (PMN) e vereadora Isolda Dantas (PT).

Com informações da Assessoria de Sandra Rosado.

Câmara faz prestação de contas de forma pública outra vez

A Câmara Municipal de Mossoró realizou sessão, na tarde de quinta-feira, 4 de maio, para apresentar a prestação de contas referente ao mês de março de 2017. Durante a sessão, o diretor administrativo da Câmara, Luiz Anselmo Amorim, e servidores do setor de contabilidade da Casa, detalharam os gastos realizados.

Esmiuçaram compra de material de expediente, pagamento de folha de pessoal e manutenção de ar-condicionado e fiação elétrica da sede do Poder Legislativo municipal.

Para a presidente da Câmara, vereadora Izabel Montenegro (PMDB), a prestação de contas mostra a transparência na administração da Casa Legislativa, em cumprimento ao Inciso VIII do Art. 52 da Lei Orgânica do Município, que determina que a Câmara deve apresentar ao Plenário o balancete relativo aos recursos recebidos e às despesas realizadas.

Sugestões

Alguns vereadores aproveitaram o momento para esclarecimento de dúvidas e apresentação de sugestões.

O parlamentar Genilson Alves (PMN), por exemplo, solicitou a inclusão da cotação de preços na aquisição de serviços e ressaltou que a prestação de contas tem melhorado ainda mais com o passar dos meses.

A prestação de contas da Câmara Municipal foi transmitida ao vivo pela TV Câmara e pode ser acompanhada também através do endereço eletrônico www.mossoro.rn.leg.br e da página oficial da Casa Legislativa no Facebook (www.facebook.com/camaramossoro).

Todos esses dados também estão disponíveis de forma permanente, no Portal da Transparência, no site.

Com informações da Câmara Municipal de Mossoró.

Um nome definido para ‘vencer’ pleito presidencial

Encontro o vereador reeleito Genilson Alves (PMN) num evento social e ele dispara:

– Estamos fechados com Alex do Frango (PMB).

Segundo o vereador, seu colega de Câmara Municipal de Mossoró, também reeleito em 2 de outubro, é nome com garantia de 12 votos à Presidência da Casa, no pleito interno de 1º de janeiro de 2017.

É o suficiente para a eleição nesse poder que conta com colegiado de 21 votantes.

A bancada governista que defenderá a gestão da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) é quase inaudível – até aqui – na luta presidencial.

Até aqui!

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Justiça se pronuncia sobre prestação de contas de mais 3 eleitos

A Justiça Eleitoral se pronunciou quanto a mais três vereadores eleitos em Mossoró, com decisão sobre prestação de contas.

Sandra Rosado (PSB) e Maria Auxiliadora do Nascimento (PSD), a “Maria das Malhas”, tiveram “aprovação com ressalvas” do juiz da 34ª Zona Eleitoral, Cláudio Mendes Júnior.

Já Genilson Alves (PMN) teve aprovação sem ressalvas.

À semana passada, o magistrado já dera decisão sobre 14 eleitos à Câmara Municipal (veja AQUI). Apenas Isolda Dantas (PT) teve desaprovação.

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Vereadores reagem a exonerações e põem Jório na ‘parede’

Pelo menos 17 vereadores da atual legislatura na Câmara Municipal de Mossoró reagem conjuntamente, subscrevendo uma Nota de Esclarecimento, em contraponto à decisão do presidente desse  poder, vereador Jório Nogueira (PSD), de exonerar quase todos os assessores dos parlamentares, deixando cada um apenas com seu Chefe de Gabinete.

Eles também questionam e censuram justificativas às exonerações, que Jório Nogueira apresentou através de texto oficial distribuído à tarde de hoje à imprensa, denominado de “Comunicado da Presidência” (veja AQUI).

Fundação com custo da ordem de R$ 600 mil este ano é questionada na nota contra Jório (Foto: CMM)

Abaixo, na Nota de Esclarecimento, os vereadores apontam indícios de má gestão e favorecimentos, que na verdade estariam comprometendo as finanças do Legislativo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os vereadores da Câmara Municipal de Mossoró que subscrevem este documento, vem a público em primeiro lugar para se solidarizar com os 126 homens e mulheres, trabalhadores, que se esforçam para servir à Mossoró e que, justamente no mês natalino, recebem através de redes sociais a notícia de que foram demitidos, sem receber seus direitos trabalhistas e sem prévia comunicação, colocando-os em muita dificuldade.

Queremos também repudiar nota emitida pela Presidência da Câmara municipal e solicitar esclarecimentos ao vereador Jório Nogueira quanto ao desastre da sua gestão financeira e orçamentária.

O presidente divulgou inicialmente que a Casa precisava demitir assessores dos gabinetes dos vereadores, para solucionar o déficit orçamentário e financeiro estimado em R$ 1,5 milhão. Agora, poucos dias depois, indica que a necessidade de ajuste é da ordem de R$ 1,085 milhão.

Os vereadores exigem explicações em relação aos seguintes questões:

1. Qual o motivo pelo qual a gestão não identificou e divulgou esse problema no início de sua gestão em 2015, propondo e discutindo os ajustes necessários?;

2. No mês de abril de 2016, o presidente declarou, na Presença todos os vereadores, que não havia problema financeiros ou orçamentários na casa. Ele não sabia o que estava acontecendo ou estava mentindo?;

3. Se não havia dinheiro para assumir as despesas, como a gestão criou, ainda em 2015, a Fundação Aldenor Nogueira, que custa R$ 600.000 por ano?;

4. A situação não é justificável, pois a Casa recuperou R$ 800 mil de crédito junto ao INSS. Some-se a esse valor, cerca de R$ 2,3 milhões, que constavam no orçamento para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não efetuadas, totalizando R$ 3,1 milhões de “folga” financeira e orçamentária;

5. Além disso, registram-se aposentadorias de diversos servidores efetivos;

6. Contudo, ao contrário de apresentar saldo, o presidente apresenta um déficit de R$ 1,085 milhão, fato incompreensível;

7. Com a realização de demissão em massa no último mês do ano, Jório vai deixar os recursos necessários para pagamento de todas as rescisões trabalhistas, com indenizações por férias, 1/3 de férias, etc?;

8. O presidente não apresentou justificativas para diversas despesas realizadas, sem as quais a situação seria totalmente diferente, prefere tentar esconder sua incompetência gerencial no termo “gestões anteriores”, sem assumir que aumentou as despesas da casa;

9. O presidente fala que “reconheceu dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró”. A dívida é do exercício corrente, sob comando do próprio Jório Nogueira, que atrasou o pagamento;

10. Jório afirma ainda que o sétimo assessor causou “déficit”, mas não informa que, mesmo com orçamento menor, até 2013 todos os gabinetes tinham 07 (sete) assessores;

11. Jório não explica por que paga gratificação a cargos comissionados, ou porque antecipou seletivamente o pagamento a diversas pessoas que foram demitidas e, ainda mais por que pagou em dinheiro a licença prêmio-vencida (servidor, que foi um dos coordenadores da campanha do presidente, vendeu a licença prêmio). Isso é legal?;

12. Em crise financeira, Jório indenizou as férias da servidora Renata Isadora Melo da Silva (namorada do filho do procurador da Casa), num total de R$ 11.995,20, no mês de outubro, conforme consta no Portal da Transparência;

13. Em 2014, a Casa gastava em média R$ 18,7 mil por mês com aluguel; em 2015 saltou para R$ 23,4 mil; e em 2016 saltou para impressionantes R$ 31 mil por mês;

14. Em sua gestão, a empresa BARBARA GRACIELY DA SILVA BEZERRA recebeu na gestão do atual presidente quase R$ 100.000 para manutenção dos ar-condicionado do plenário. Quantas máquinas foram assistidas? Pois dos gabinetes é custeada pelos vereadores.

15. Mesmo não compreendendo essa situação, pela qual exigimos explicações, convidamos o presidente para que ele apresentasse documentos oficiais com a situação, para discutirmos propostas para solucionar esse desastre gerencial, porém não obtivemos.

16. Entre outras possibilidades, a Casa deve rescindir contratos com empresas privadas em valor equivalente à necessidade orçamentária, já que estamos para encerrar o ano legislativo, que recomeçará em fevereiro de 2017. Nesse caso, é possível suspender despesas com manutenção dos gabinetes, material de expediente, limpeza e segurança, entre outras.

17. Se o presidente é tão honesto quanto diz, por qual motivo NUNCA respeitou o Art. 52, VIII da Lei Orgânica do Município e Art. 26, VII, C e Art. 37 do Regimento Interno, que determina que a Mesa Diretora apresente prestação de contas do mês anterior em plenário, apesar de exaustivamente cobrado pelos edis?

18. Para finalizar, o repasse mensal do Duodécimo em 2014 foi de R$ 1.369.409,05; em 2015 saltou para R$ 1.478.307,10; já em 2016, até outubro, o repasse mensal ficou em R$ 1.563.236,03. Aumento de cerca de R$ 200.000 mensais de 2014 para 2016.

Percebe-se que a palavra crise financeira não caberia para a gestão Jório Nogueira, que viu seus repasses aumentar mês a mês.

Alex do Frango, Alex Moacir, Celso Lanches, Cícera Nogueira, Flávio Tácito, Francisco Carlos, Genilson Alves, Genivan Vale, Heró Alves, Izabel Montenegro, Lahyre Neto, Lucélio Guilherme, Nacízio Silva, Ricardo de Dodoca, Soldado Jadson, Tassyo Mardony, Vingt-Un Rosado.

Os vereadores Tomaz Neto (PDT), Manoel Bezerra (PRTB) e Claudionor dos Santos (PEN) não endossaram a nota.

Nota do Blog – O conteúdo desta nota é nitroglicerina pura. Ministério Público, sinta-se provocado. Ou não?

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TRE intima oito eleitos e prefeito sobre prestação de contas

O pente fino da Justiça Eleitoral em relação a candidatos eleitos no último pleito eleitoral, de Mossoró, continua afiado. Muito afiado.

Mais um “lote” de eleitos é provocada a prestar esclarecimento sobre prestação de contas. São nove candidatos eleitos à Câmara Municipal, além do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) questiona os seguintes vereadores eleitos da Coligação Força do Povo, sistema da prefeita eleita Rosalba Ciarlini:

– Francisco Carlos (PP);

– Sandra Rosado (PSB);

– Alex Moacir (PMDB);

– Izabel Montenegro (PMDB).

Há pedido de esclarecimentos ainda à Maria das Malhas (PSD), Alex do Frango (PMB) e Genilson Alves (PMN), que estiveram em coligações inicialmente ligadas ao prefeito Francisco José Júnior, que acabou desistindo da sua candidatura à reeleição.

Quem também aparece sob intimação é Isolda Dantas (PT), ex-titular da pasta da Cultura do Município, eleita pelo PT.

Prefeito

Apesar de ter desistido de sua candidatura à reeleição em plena campanha, o atual prefeito de Mossoró também enfrenta problemas com a Justiça Eleitoral.

Tem até hoje para responder a Edital de Intimação do TRE, sob número 014-PC/2016.

Segundo é assinalado, ele precisa se manifestar sobre “indícios de irregularidades juntados aos autos”.

Na última segunda-feira (28), o Blog já postara matéria sobre esse trabalho da Justiça Eleitoral, mostrando situação enfrentada por outros três eleitos (veja AQUI).

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Câmara aprova aumento nos subsídios para prefeito e vice

Na sessão desta quarta-feira, o plenário da Câmara Municipal de Mossoró reajustou subsídios dos cargos de prefeito (a) e vice-prefeito (a), para o quadriênio 2017-2020.

Votação aconteceu hoje na Câmara (Foto: Valmir Alves)

A vereadora Izabel Montenegro (PMDB) explicou que, a exemplo do ocorreu com o salário dos vereadores para a próxima legislatura, a Câmara precisou votar o reajuste nesse momento, devido à iminência da campanha eleitoral.

Justificativa

Ela acrescentou que o reajuste beneficia os auditores fiscais do Município, que recebem até 80% do vencimento do prefeito. “Se não reajustássemos agora, esses trabalhadores só teriam aumento em 2021”, argumentou.

A vereadora observou que a mesma situação ocorreria com os futuros ocupantes do Executivo. O projeto foi aprovado, com base no requerimento de urgência especial n° 201/2016, com 15 votos a favor e um contra.

O requerimento foi assinado pelos vereadores Genilson Alves (PMN) e Heró Alves (PTC).

Nota do Blog – Com a decisão, os valores dos subsídios de prefeito e vice eleitos em outubro, a partir de janeiro de 2017, serão estes:

– Prefeito – R$ 30.339,47

– Vice-prefeito – 18.203,69.

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Câmara cria 21 cargos, às pressas, no valor de R$ 3.480,00

Do Blog do Barreto

Ontem no apagar das luzes da sessão plenária a Câmara Municipal de Mossoró provou Projeto de Lei Complementar 02/2016 que cria 21 cargos de assessor especial com salário de R$ 3.480,00.

A iniciativa, que não estava inclusa na pauta, partiu da mesa diretora da casa sob articulação dos vereadores Genilson Alves (PMN) – primeiro secretário – e Alex do Frango (PMB) – vice-presidente da casa. Eles pediram que a proposta fosse aprovada em regime de urgência com dispensa de tramitação nas comissões.

De acordo com assessoria de comunicação da Câmara Municipal a iniciativa foi aprovada à revelia do presidente Jório Nogueira (PSD) que se encontrava em Natal participando de uma assembleia da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM/RN) e hoje participa de reunião no Tribunal de Contas do Estado (TCE) juntamente com outros vereadores para discutir a questão da verba de gabinete.

Até ontem um gabinete de vereador conta com sete assessores. Agora passa a contar com oito.

Nota do Blog Carlos Santos – Depois de recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) condenar o uso da chamada “Verba Indenizatória” e de despacho da Vara da Fazenda não conceder liminar para ressuscitá-la, parece que o ‘quebra-galho’ foi esse cargo, um por gabinete.

Lamentável, senhores.

Mas se alguém não estiver satisfeito, rejeite o novo cargo de público. Oficialize. Não nomei ninguém.

“Janela” abre portas para 12 mudanças de siglas partidárias

Com o fechamento do prazo para mudanças partidárias, através de sua data-limite no dia 2 deste mês, denominada de “janela”, a Câmara Municipal de Mossoró passou a ter uma mais ampla configuração partidária.

Entretanto na relação entre oposição e situação, nada mudou. Governismo possui 15 vereadores, enquanto a oposição estaciona em seis.

Outras siglas foram introduzidas na Casa. Ao todo, nove: PRTB, PMB, PSC, PEN, PR, PMN, PP, PTC, PPL. Outras desapareceram, como DEM, PV e PTN. Ao todo, 17 siglas têm representação na Câmara Municipal de Mossoró.

As que possuem maior representatividade são PSD, PDT, PSDB e PMDB, com dois vereadores cada uma.

Jório: mesmo partido e lado (Foto: reprodução)

Doze vereadores mudaram de partido, ou seja, mais da metade da composição da Casa, que possui 21 parlamentares.

Veja abaixo:

Manoel Bezerra saiu do DEM para o PRTB (governista).

Ricardo de Dodoca optou pelo PROS, abandonando o PTB (governista).

Alex do Frango resolveu ir para o PMB, largando o PV (governista).

Celso Lanches é outro ex-integrante do PV, optando pelo PSC (governista).

Claudionor dos Santos preferiu o abrigo do PEN, saindo do PMDB (governista).

Vingt-un Rosado Neto é agora do PSDB, em vez do PSB, pelo qual se elegeu (oposição).

Narcizo Silva preferiu o PR, em vez do PTN (governista).

Genilson Alves saiu do PTN e foi para o PMN (governista).

Genivan Vale saltou do PROS para o  PDT (oposição).

Flávio Tácito  está no PPL. O DEM é passado (governista).

Heró Alves deixou o PROS e foi para o PTC (governista).

Francisco Carlos saltou do PV e foi para o PP (oposição).

Vereadores que continuaram  no mesmo partido:

Jório Nogueira: PSD (governista).

Cícera Nogueira: PSD (governista).

Lahyrinho Rosado: PSB (oposição).

Tomaz Neto: PDT (oposição)

Lucélio Guilherme: PTB (governista).

Soldado Jadson: SDD (governista).

Alex Moacir: PMDB (governista).

Tassyo Mardonny: PSDB (oposição)

Izabel Montenegro: PMDB (governista).

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Partido se sente prejudicado em governismo municipal

O PTN, aliado do Governo do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), anda amuado.

Tem lá seus motivos.

Quem admite o mal-estar é o próprio presidente da sigla, Nicodemos Fernandes.

– Estamos perdendo para outros partidos, alguns nomes importantes de nominata à Câmara Municipal – diz ele. “Existem problemas e insatisfações com o Governo. Esta semana vamos nos reunir para discutir que posição tomarmos – relata Fernandes.

O PTN tem dois vereadores no governismo: Nacízio Silva e Genilson Alves, ambos em primeiro mandato.

Vereador governista diz que violência fecha comércios

Genilson: preocupação (Foto: Valmir Alves)

Defendendo maiores investimentos nos setores de educação e esporte, o vereador governista Genilson Alves (PTN) acredita que os dois setores se constituem nas portas mais viáveis e rápidas para afastar os jovens das drogas e da criminalidade como um todo.

Com frequentes assaltos, pequenos comerciantes estão fechando suas portas e encerrando atividades comerciais por não suportar a situação.

Impunidade

O vereador também avalia a dificuldades de punir os criminosos. “O pior de tudo é saber que a impunidade persiste e os criminosos continuam agindo”, lamenta Genilson.

De acordo com pronunciamento no plenário da Câmara Municipal, Genilson já procurou o comando da Guarda Municipal, para cuidar melhor da segurança das praças, além da Polícia Militar para intensificar rondas na área central e comercial de Mossoró.

Câmara divulga produtividade errada e vereador contesta

A Câmara Municipal de Mossoró divulgou hoje, 2, o relatório da produção Legislativa dos 21 vereadores durante o primeiro semestre de 2015. Os números apresentados pela Secretaria Legislativa da Casa, porém, não coincidem com os valores da produção parlamentar contidos no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL), disponível no site da Câmara Municipal de Mossoró (CMM): //177.154.220.32:8080/sapl/relatorios_administrativos/propositurasAnoAutorTipo/view?ano=2015

Conforme os números do SAPL, os vereadores Alex Moacir (PMDB), Genivan Vale (Pros) e Izabel Montenegro (PMDB) são os três que apresentaram o maior número de proposições neste semestre. No entanto, os dados da Secretaria Legislativa apontam Genilson Alves, Alex Moacir, Alex do Frango e Celso Lanches nas primeiras posições no índice de produtividade.

Contabilização

As diferenças entre os números podem ser justificadas porque a Secretaria Legislativa, ao fazer a contabilidade da produção parlamentar, dispensou as emendas apresentadas pelos parlamentares e contabilizou apenas os requerimentos orais aprovados em Plenário. Com isso, o 1º secretário da Casa figurou na primeira colocação entre os que mais apresentaram proposições.

“Lamentamos que haja essa discrepância estes os números do SAPL e os da Secretaria Legislativa. O índice de produtividade foi apresentado na última terça-feira, durante a sessão da Câmara, e foi questionado por colegas parlamentares. A contagem foi refeita ontem, mas ainda assim os números não batem com os do sistema disponível no site da Câmara”, declara Genivan Vale.

Índice de produtividade, segundo o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo

Alex Moacir – 146
Genivan Vale – 141

Izabel Montenegro – 138
Genilson Alves – 137
Tassyo Mardonny – 137
Jório Nogueira – 132
Lairinho Rosado – 132
Lucélio Guilherme – 132
Celso Lanche – 131
Manoel Bezerra – 130
Nacízio Silva – 130
Alex do Frango – 129
Francisco Carlos – 129
Heró Alves – 127
Cícera Nogeira – 125
Flávio Tácito – 125
Claudionor dos Santos – 121
Tomaz Neto – 131
Vingt-um Rosado – 131
Soldado Jadson – 103
Ricardo de Dodoca – 96

Índice de produtividade, segundo a Secretaria Legislativa

Genilson Alves – 155
Alex Moacir – 155
Alex do Frango – 154
Celso Lanches – 154
Izabel Montenegro – 153
Vingt-un Neto – 153
Nacízio Silva – 151
Francisco Carlos – 150
Genivan Vale – 148
Manoel Bezerra – 147
Tomaz Neto – 142
Jório Nogueira – 136
Heró Alves – 134
Lucélio Guilherme – 132
Tassyo Mardonny – 132
Lahyre Neto – 131
Flávio Tácito – 126
Cícera Nogueira – 123
Soldado Jadson – 109
Ricardo de Dodoca – 102
Claudionor dos Santos – 96

Nomeação em Câmara começa a gerar queda de braço

Eleito para compor a Mesa Diretora da Câmara de Mossoró, biênio 2015-2016, o vereador Genilson Alves (PTN) fincou pé.

Quer indicar um cargo estratégico na Casa.

Não abre mão.

Na condição de 1º secretário, Alves – que está em seu primeiro mandato – deseja a nomeação do contabilista Ivo Silva.

O cargo é de diretor legislativo, onde se exige amplo conhecimento do Regimento Interno desse poder.

Outras forças agem em contraposição à sua vontade.

Querem manutenção de servidora de carreira Aline Estevam no cargo técnico.

Partido resmunga e cobra participação em governo

O PTN mossoroense se sente discriminado, excluído e ignorado. O foco da insatisfação é a reforma administrativa do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O presidente local da sigla, Nicodemos Fernandes, diz que acha estranho um partido que obteve cumulativamente quase 18 mil votos, não ter qualquer presença no novo secretariado.

– Gostaríamos de pelo menos ter conversado, ouvido alguma explicação, de termos sido chamados a debater sobre a equipe etc. – resmunga.

“Faca no pescoço”

Segundo “Nicó”, havia promessa de “espaço” no secretariado, mas “não botamos faca no pescoço do prefeito. Disse isso a ele”.

O partido tem dois vereadores na Câmara Municipal: Nacízio Silva e Genilson Alves.

O primeiro não deve seguir o prefeito em seus apoios na campanha estadual deste ano. Já fez suas escolhas, discrepantes em relação ao governante.

Genilson anda em círculos. Até o momento não declarou apoio e trabalho.

Câmara elege Fco Carlos e Genilson Alves para fase tampão

A Câmara Municipal de Mossoró acaba de eleger os vereadores Francisco Carlos (PV) e Genilson Alves (PTN), respectivamente a presidente e terceiro-secretário para período tampão que vai até o dia 31 de dezembro deste ano.

O governista Francisco Carlos obteve 13 votos, contra oito do oposicionista Genivan Vale (PROS).

O também governista Genilson alcançou 12 votos, enquanto a oposicionista Izabel Montenegro (PMDB) empalmou nove.

Os eleitos já firmaram compromisso à posse na tribuna da Casa, assinando em seguida os atos correspondentes aos cargos.

Manoel Bezerra (DEM) e Heró Silva (PROS) chegaram a inscrever chapas à presidência, mas retiraram seus nomes.

Saiba mais informações de bastidores em nosso Twitter (clique AQUI) e noutras postagens neste Blog.

Bancada governista tem sete pré-candidatos a presidente

Há um engarrafamento de pré-candidatos a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, para o biênio 2015-2016. Foi essa a constatação feita durante reunião do prefeito provisório e eleito, Francisco José Júnior (PSD), com sua bancada.

Houve reunião às 11h de hoje para tratar de assuntos administrativos, mas também entrou na pauta a antecipação e eleição da nova mesa diretora da Casa, bem como de cargos para o período tampão até o dia 31 de dezembro deste ano.

Na reunião que curou pouco mais de uma hora e meia, no Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência, sede da prefeitura, postulações borbulharam em todos os quadrantes da mesa.

A lista de pré-candidatos a presidente da Câmara Municipal chegou a sete. Mas pode aparecer mais gente.

Apresentaram-se como pré-candidatos Alex do Frango (PV), Jório Nogueira (PSD), Chico Carlos (PV), Tassyo Mardonny (PSDB), Flávio Tácito (DEM) e Soldado Jadson (Solidariedade).

Já Genilson Alves (PTN), avisou que seu interesse era em substituir o oposicionista e presidente interino Alex Moacir (PMDB), no mandato-tampão.

O governismo está com 15 vereadores na Câmara Municipal de Mossoró. A oposição conta com sete e, até aqui, nenhum pré-candidato para o biênio a ter início em 1º de janeiro de 2015.

CEI deverá ser derrubada em Câmara

O parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Mossoró, sobre recurso contra instalação da Comissão Especial de Investigação da folha de pessoal da prefeitura, será lido em plenário na terça-feira (10).

A votação do parecer, com votos contra dos governistas Manoel Bezerra (DEM) e Genilson Alves (PTN) – e favorável de Genivan Vale (PR) -, será na quarta-feira (11).

A articulação e pressão do governismo foram pesadas. Genilson, que chegou a comentar até que iria se abster de votar, cedeu ao cerco.

A oposição pode pegar a via judicial se for o caso, para tentar garantir a CEI.

Governo pressiona e vereador não vota CEI de folha da PMM

O Governo Cláudia Regina (DEM) está na iminência de conseguir abortar, na Câmara Municipal, a Comissão Especial de Investigação (CEI) proposta para apurar supostas irregularidades na Folha de Pessoal da Prefeitura de Municipal de Mossoró (PMM).

Genilson (Sentado, encoberto ao fundo) sofreu pressão em plenário e fora dele (Blog Carlos Santos)

O dia de hoje foi decisivo.

O vereador Genilson Alves (PTN) foi assediado e “sequestrado” antes de votar recurso contra a CEI.

Quando reapareceu, confessou para interlocutores da própria Câmara Municipal que pretendia “se abster” de votar na Comissão de Constituição e Justiça, no recurso apresentado por vereadores governistas – como ele, que tentam derrubar a CEI. A matéria questiona o acatamento do pedido de investigação, pela presidência da Casa.

A situação é simplesmente inédita.

A comissão tem três componentes e um deles não quer votar, tira o braço da “seringa”. Genilson Alves “é o cara”. Realmente, se absteve.

Já o presidente desse colegiado e relator, o também vereador governista Manoel Bezerra (DEM), votou contra a CEI.

Sumiço

O outro integrante da comissão, Genivan Vale (PR), rejeitou o recurso e manteve posição em favor da investigação.

Durante a sessão ordinária, Genilson sumiu do plenário ao lado de outros governistas liderados por Francisco Carlos (PV). Ao retornar, continuou cercado (veja foto).

Nesse ínterim, o vereador oposicionista Soldado Jadson (PT do B) gracejou com o enredo protagonizado por Genilson, oferecendo-se para atuar como policial (sua profissão) e tentar apurar se tinha ocorrido algo de mais grave com o vereador. Arrancou risos de quase todos que ainda estavam em plenário.

A oposição manifestou-se, cobrando serenidade e uma posição às claras de Genilson, sem pressão externa vinda do Palácio da Resistência, sede do governismo.

Na próxima terça-feira será lido em plenário o parecer da comissão. Na quarta-feira, a votação.

A CEI é inédita na história da Câmara Municipal de Mossoró. Desde a chamada redemocratização do país, nos anos 80, nunca uma legislatura instalou investigação do governo municipal.

Pelo visto,  a Câmara Municipal de Mossoró continuará “zerada” em seu papel constitucional de fiscalizar o Executivo.

P.S – Há poucos minutos, no programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), o presidente do Legislativo – Francisco José Júnior (PSD) – admitiu que não sabe o destino do parecer da Comissão de Constituição e Justiça.

A posição antecipada por Genilson Alves é incomum. “Eu nunca vi antes”, disse.

Daí, não sabe se é convocado um suplente ou se o parecer vai ao plenário, para votação, apenas com votos do relator-presidente e do membro Genivan Vale.

“Vamos ver o regimento”, disse.

Nota do Blog – Como leigo, penso que o parecer precisa ir a plenário dizendo “sim” ou “não”. Com uma abstenção patética na Comissão de Constituição e Justiça, ele fica “mais ou menos”. Não é carne nem é peixe.

A dubiedade não cabe. O colegiado precisa dizer se acata ou não o recurso, do contrário o plenário ficará impossibilitado de votar o parecer.

Enfim, estamos diante de algo ridículo e caricato.

CEI depende do vereador Genilson Alves

Está nas mãos do vereador Genilson Alves (PTN) o futuro da Comissão Especial de Investigação (CEI), que pode apurar supostas irregularidades na folha de pessoal da Prefeitura de Mossoró (DEM).

Hoje pela manhã, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Mossoró, da qual Genilson faz parte, esteve reunida. O Presidente Manoel Bezerra (DEM) votou contra; Genivan Vale (PR), a favor da CEI.

Mas Genilson pediu “vistas”. Em dois dias, esse vereador governista deverá se pronunciar.

E agora…

PTN busca maior valorização em governo

O PTN, partido que integrou a coligação governista em Mossoró na campanha municipal deste ano, está refratário a proposta para acomodação no futuro governo.

Até aqui, o que foi apresentado não agradou aos seus dirigentes.

O PTN, que elegeu os candidatos a vereador Narcízio Silva (1.655 votos) e Genilson Alves (1.344), não se interessou por cargo de comando da Guarda  Municipal e empregos que totalizariam no máximo R$ 9 mil em cargos comissionados.

A conversa vai continuar e deve chegar a bom termo.