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Hipótese de não renunciar volta à mesa de Fátima Bezerra

Preocupações só aumentam para governadora Fátima (Foto: Arquivo)
Preocupações só aumentam para governadora Fátima (Foto: Arquivo)

Entrou num “oito” a sucessão da governadora Fátima Bezerra (PT). Até o momento, ela não conseguiu costurar um substituto de confiança para ser governador-tampão, lhe assegurando tranquilidade à renúncia.

Tem pelo menos até o dia 3 de abril para decidir se fica ou se sai.

A hipótese de seguir no mandato até o fim voltou dramaticamente à mesa da governadora, que deseja se candidatar ao Senado, projeto também do seu partido.

Na Assembleia Legislativa ela não soma pelo menos 13 votos (maioria absoluta) para fazer o sucessor que complete a gestão até dezembro, além de assegurar as rédeas do governo em pleno ano eleitoral.

Ô luta medonha!

Leia também: Assembleia define normas para eleição indireta a governador

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Disputa pela presidência da Assembleia Legislativa tem ‘primeiro round’

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Por trás da batalha para eleição indireta de um governador-tampão (veja AQUI), para o RN, existe um duelo paralelo renhido que projeta o comando do primeiro biênio da próxima legislatura da Assembleia Legislativa do RN (ALRN).

Quem será o presidente da Casa, em substituição a Ezequiel Ferreira (PSDB), na função desde 2015?

A escolha do governador-tampão é o ‘primeiro round’ dessa contenda, com alguns grupos e personagens dando demonstração de força e influência.

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Assembleia define normas para eleição indireta a governador

Casa Legislativa é foco de relatório de mais de 200 paginas que mexe com seus alicerces (Foto: arquivo)
Casa Legislativa vai sediar um pleito indireto (Foto: arquivo)

Do Blog Heitor Gregório

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou nesta quarta-feira (04) um Projeto de Lei que regulamenta a eleição indireta para governador e vice-governador em caso de dupla vacância no Executivo estadual.

O tema surge diante da possibilidade de renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT), que pode disputar o Senado, e do vice Walter Alves (MDB), que poderia concorrer a deputado estadual.

Pelas regras aprovadas, a eleição deverá ocorrer em até 30 dias após as renúncias e será realizada apenas pelos 24 deputados estaduais. Até a escolha dos novos gestores, assume interinamente o presidente da Assembleia Legislativa ou, caso ele não queira, o presidente do Tribunal de Justiça.

As candidaturas deverão ser registradas em chapa única, com prazo de até quatro dias após o edital. A votação será aberta e exigirá maioria absoluta no primeiro turno ou maioria simples em um eventual segundo turno entre as duas chapas mais votadas. A posse pode ocorrer no mesmo dia da eleição.

Nota do Blog Carlos Santos – Pode ser candidato qualquer um dos 24 deputados estaduais ou nomes fora desse poder.

O que é maioria absoluta? – É metade mais um do total de membros desse poder, independentemente de quantos estejam presentes. Nesse caso, 13 votos.

O que é maioria simples? – É a maioria dos votos dos presentes, desde que haja quórum mínimo. Exemplo: se estiverem 20 deputados presentes, 11 votos.

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Governador-tampão de confiança é problema também longe do RN

Arte ilustrativa da meer.com
Arte ilustrativa da meer.com

Não é só a governadora Fátima Bezerra (PT) que quebra cabeça para ter um governador-tampão de sua confiança a substitui-la, nas próximas semanas, para poder se candidatar ao Senado.

No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro (PL) anunciou semana passada que concorrerá ao Senado, mas não tem garantia de ter um partidário em seu lugar, assim como Fátima.

Seu vice eleito em 2022, com sua reeleição, foi Thiago Pampolho (UB), que depois se filiou ao MDB. Ano passado, Pampolho renunciou para desembarcar no Tribunal de Contas do Estado (TCE/RJ).

O presidente da Assembleia Legislativa do RJ (ALERJ), Rodrigo Barcellar (UB), está afastado das funções devido suspeita de ter vazado informações de uma operação da Polícia Federal.

Castro quer que seu secretário da Casa Civil, Nicolla Miccione, para a eleição indireta e governo-tampão até o fim do mandato em 31 de dezembro deste ano. Mas não há consenso e apoio suficiente para viabilizá-lo.

Por lá sobram dúvidas. Como no RN.

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Governador-tampão passa por Ezequiel; sem ele, nada feito

No dia 19 de outubro, final do segundo turno, Ezequiel garantiu apoio seu e do seu grupo à Fátima (Foto: divulgação)
No dia 19 de outubro de 2018, final do segundo turno, Ezequiel garantiu apoio seu e do seu grupo à Fátima (Foto: arquivo)

Fique certo: a escolha indireta do próximo governador do RN, que permita a renúncia ‘tranquila’ da governadora Fátima Bezerra (PT), passa pelo atual presidente da Assembleia Legislativa do RN (ALRN), deputado Ezequiel Ferreira (PSDB).

Sem ele, nada feito.

O nome?

Alguém da confiança da governadora, com trânsito livre entre grupos que formam a Casa, manufaturado e avalizado pelo próprio Ferreira, que é aliado importante de Fátima Bezerra desde o fim da campanha do segundo turno das eleições de 2018 (veja AQUI).

Sozinha e com os meios que dispõe, sendo governo, Fátima não junta votos suficientes na Assembleia Legislativa para fazer seu sucessor. O governador-tampão será ungido porque o vice Walter Alves (MDB) não quer assumir; mesma decisão de Ezequiel Ferreira, pré-candidato à reeleição à ALRN.

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Fátima não tem apoio para fazer substituto e Senado fica distante

Cadu deu a ‘senha’ para decisão de Fátima Bezerra (Print de vídeo/BCS)
Cadu deu a ‘senha’ para decisão de Fátima Bezerra (Print de vídeo do BCS)

Hoje, quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, a governadora Fátima Bezerra (PT) não tem votos na Assembleia Legislativa para eleger um governador-tampão.

O que isso significa?

É cada vez mais iminente que ela não seja candidata ao Senado, permanecendo até o fim do seu segundo mandato, dia 31 de dezembro deste ano.

Sem um substituto de sua confiança e do PT, ela terá que se sacrificar, para não entregar o comando do Estado a possível adversário, justamente em período de campanha eleitoral.

Na terça-feira (03), na 96 FM de Natal, o pré-candidato governista à sucessão, Cadu Xavier (PT), deu a ‘senha’ para a decisão final:

– A última cartada será dela (Fátima). Se não criarmos esse ambiente de maioria, que nos dê tranquilidade, o que é inimaginável é passar o governo para a oposição, o que seria suicídio político.

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Outro estado enfrenta dificuldade com governo-tampão

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

A possibilidade iminente de eleição indireta para governo do RN, com provável renúncia da governadora Fátima Bezerra (PR), além da recusa do vice Walter Alves (MDB), em assumir (veja AQUI), não é fato isolado. No Rio de Janeiro, há uma novela parecida.

Com a provável renúncia do governador Cláudio Castro (PL) para disputar o Senado, a Assembleia Legislativa do Estado do RJ (ALERJ) escolherá alguém para o “governo-tampão”.

Desde maio do ano passado, o vice-governador Thiago Pampolha resolveu renunciar ao cargo para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE). O RJ ficou órfão de vice.

Prisão

Cenário piorou, com o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, preso pela Polícia Federal (PF). Ele é suspeito de vazar dados sobre uma operação contra o deputado estadual Tiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias.

Bacellar segue afastado do cargo, apesar de ter sido solto. O novo presidente da Alerj, Guilherme Delaroli (PL), entendem alguns consultores jurídicos, não poderia assumir o governo por ser interino.

Então, na linha sucessória, pode sobrar para o presidente do Tribunal de Justiça do TJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, o abacaxi da governança. Em 30 dias de vacância, deve assegurar eleição na Alerj para escolha do governador-tampão até o fim do ano.

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