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A guerra da comunicação no “terceiro turno”

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

Nada de pesquisa, coisa nenhuma de Campeonato Estadual de futebol ou a hipotética prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O assunto central no RN e que dirá muito sobre o futuro político de vários personagens importantes, de forma direta ou indireta, é o “terceiro turno” das eleições municipais de Natal.

O pleito do ano passado, vencido pelo então deputado federal Paulinho Freire (UB), está nas mãos do Poder Judiciário.

Mas, paralelamente, está em marcha a guerra da comunicação. É uma mistura de fatos, versões, disse me disse, fake news, opiniões e manifestações de vontade – tudo numa mesma centrífuga.

Entre mortos e feridos, nem todos vão escapar.

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A primeira grande batalha perdida

Governo do RN já perdeu a primeira grande batalha na Guerra contra a Convid-19.

A batalha da comunicação.

Tropeça e se enrosca nos próprios erros.

Mistura informações confusas com desinformação, noticiando e desmentindo o que diz.

Uma tragédia.

A primeira.

Outras virão.

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Padre Sátiro, a Uern e a guerra da comunicação

À noite de hoje, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, a Universidade do Estado do RN (UERN) realiza mais uma Assembleia Universitária. Na programação, uma entre tantas homenagens, que considero particularmente muito justa.

O ex-reitor e professor Padre Sátiro Dantas vai ser homenageado com o título de Doutor Honoris Causa. Sátiro, a quem trato carinhosamente por “padreco”, é a própria alma da Uern. Sem seu destemor, ao lado de outros importantes nomes, talvez essa instituição tivesse simplesmente fechado em meados dos anos 80.

Mas a sobrevivência hoje da Uern não é menos difícil. Enfrenta uma greve histórica e uma campanha odiosa de cima para baixo, que tenta colocá-la como causadora de todos os males do cofre estadual.

Nada disso. A Uern é a maior obra humana de Mossoró, com um trabalho de vulto para o Rio Grande do Norte e Brasil. Defendê-la não é um gesto de bairrismo, mas de reconhecimento, espírito público e sensatez.

Mais do que propagar seus problemas, que são muitos, os segmentos uernianos precisam divulgar seu papel e importância. Até aqui, estão perdendo feio a guerra da comunicação.