Arquivo da tag: imprensa

Salvo conduto para incompetência e má-fé

Os donos do poder em Mossoró e seus garachués precisam ser estudados.

Não querem que mídia, servidores públicos e oposição deem sugestões, façam críticas ou denúncias no período de pandemia.

Exigem um ‘cala a boca social’.

É uma versão política da quarentena sanitária, em tempos de coronavírus.

Ou seja, salvo conduto para sua incompetência e má-fé.

Francamente!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Veja programas que lhe ajudam no trabalho em casa

Por Paulo Gomes (Do Blog Diário Político)

Nesse artigo vamos sugerir e avaliar alguns softwares “programas”, que são bastante utilizados por pequenas, médias e grandes empresas. Esses sistemas, que podem ser usados em cumputadores ou celulares, são basicamente utilizados para realizar reuniões, aulas, treinamentos dentre outros interesses.Neste momento difícil em que muitos estão vivendo sob quarentena, devido a pandemia do Covid-19, hoje as empresas abriram os olhos para o Home Office. Daremos 3 exemplos de sistemas para a realização desses trabalhos, e um pouco do que eles podem oferecer, ao final confira mais quatro sugestões.

1- Zoom Cloud Meeting: Disponível para Android, iOS e versão Web Gente, esse app é muito legal, porque além de conseguir criar videoconferências com até 100 pessoas, você ainda consegue espelhar a tela do seu computador, compartilhar arquivos, exibir apresentações e ainda tem um chat de mensagens de texto para falar com os participantes em particular! Veja AQUI.

2 – Hangouts: Disponível para Android, iOS e versão Web, esse app é do Google e permite criar vídeo chamadas ou de voz com até 150 pessoas. O legal é que também dá para ligar para telefones fixos! Veja AQUI.

3- GoToMetting: Disponível para Android, iOS e versão Web, criado e comercializado pelo LogMeIn. É um pacote de software de reunião online, suporta até 250 pessoas podem ingressar em sua reunião on-line e até 25 podem compartilhar a webcam ao mesmo tempo. Veja AQUI.

Atenção: Todos esses programas disponibilizam versões “gratuitas” mas infelizmente com algumas limitações, como por exemplo, limite de usuários por vez, conexão com atraso nas respostas. Enfim, não podendo utilizar o que há de melhor nos programas, mas com sua assinatura paga, pode usar tudo o que os sistemas disponibilizam da melhor forma possível e em sua totalidade!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Por um financiamento público do jornalismo

Por Esdras Marchezan

Instrumento crucial à sobrevivência e fortalecimento da democracia em qualquer sociedade, o jornalismo é, acima de tudo, um serviço público compromissado com o bem informar à população, sobre fatos e acontecimentos que impactam no cotidiano, e sobre as consequências na vida de cada cidadão.

No modelo industrial adotado no Brasil, com o jornalismo vinculado e dependente de empresas interessadas na informação como mercadoria, este compromisso é, vez ou outra, atravessado por interesses e cenários econômicos e políticos, que vão definindo o tempo de vida deste perfil mercantilista do uso do jornalismo. Reféns de toda esta engrenagem: os jornalistas. Trabalhadores como qualquer um, que precisam de uma renda econômica para sobreviver.Chega de hipocrisia. Jornalismo sério se faz com amor. Mas custa caro, e alguém tem que pagar por isso.

As crises econômicas que sucederam-se nos últimos anos em diversos países, inclusive no Brasil, junto à quebra das estruturas econômicas promovida também pelo avanço da internet e de gigantes nascidas a partir dela, como Google e Facebook, jogaram os modelos tradicionais de negócio do jornalismo numa espécie de ostracismo.

Com isso, as pessoas passaram a contar com menos veículos estruturados de informação, e os jornalistas com menos oportunidades de emprego. Do outro lado, redes de notícias falsas se proliferam todos os dias nos grupos de Whatsapp. A epidemia cresce e falta investimento para fortalecer a vacina contra ela.

Enquanto as grandes corporações de mídia buscam uma reinvenção que caiba em suas receitas – muito reduzidas em comparação ao que faturavam há uma década – e demitem cada vez mais empregados, pequenos jornais, rádios e TVs fecham aos montes, principalmente no interior do país.

Numa trincheira de resistência, iniciativas independentes de jornalismo tentam se firmarem como novos modelos de negócio, mais próximos do jornalismo local, mas dependendo ainda de doações e assinaturas do público, de recursos de ONGs internacionais e também do tradicional modelo de verbas publicitárias.

Neste momento, cabe a pergunta: a quem interessa um jornalismo forte, justo e leal ao espírito público e democrático?
Eu responderia: ao povo. Povo, no sentido mais importante da palavra. Como representante e peça vital de uma nação democrática.

Neste aspecto, é chegada a hora de pensar num modelo de jornalismo público, financiado pelo Estado e pelas pessoas. Não apenas financiado, mas feito e fiscalizado também pela sociedade civil.

Aos que estranham a proposta, falamos aqui de um modelo já executado em algumas das principais democracias do mundo. Modelos como a BBC, mantida pelo estado e pelo povo britânico. Portugal, Alemanha e Suíça também têm suas experiências de êxito. No Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é nosso exemplo mais importante.

O debate não é novo, inclusive já tendo resultado numa proposta de Fundo Nacional de Comunicação Pública, na Câmara dos Deputados. Mas, estagnado, necessita de retomada.

Um debate que deve ser tratado em todas as esferas. No país, nos estados, e nos municípios. Nada impede que cada estado e município coloque a comunicação pública como pauta, independente do ritmo que esta discussão seja tratada na esfera federal. Comunicação pública, não comunicação estatal.

Numa cidade como Mossoró, com sua história diretamente ligada ao surgimento de importantes jornais, e com um cenário recente marcado pelo fechamento de quase todos eles, faz-se necessária esta discussão.

Num estado como o Rio Grande do Norte, com três cursos superiores de jornalismo (UERN/UFRN/UnP) formando uma gama de profissionais todos os anos, e tendo um dos cursos (Jornalismo/UERN) como o de melhor desempenho entre todas as universidades públicas do país na avaliação INEP/MEC 2018, é urgente este debate como política de Estado.

Ao povo cabe o direito a um jornalismo público, sério e bem feito, e o dever de cobrar que instrumentos públicos tornem isso possível. É preciso saber que não adianta cobrar por um jornalismo de qualidade se você não está disposto a lutar pela sobrevivência dele.

Esdras Marchezan é jornalista, professor do curso de Jornalismo da Uern e subchefe de Gabinete da Reitoria dessa mesma instituição

“Sem Amarras” estreará em rádio na próxima segunda-feira

“Aqui, ao contrário do que normalmente se fala, vai se discutir sim futebol, política e religião. E, se tiver que falar mal, vamos falar mal”. Quem dá o tom do programa “Sem Amarras”, jornalístico que vai estrear na próxima segunda-feira (12), às 18h, na FM Agora 97.9 (Natal), é o jornalista e um de seus três âncoras, Antônio Melo.

Com ele ainda vão estar os jornalistas Osair Vasconcelos e Sávio Hackradt.

Os três têm larga vivência em jornalismo. Propõem-se à produção de uma revista diária, no rádio, que fomente o bom debate. “Iremos abordar fatos locais e nacionais, mas não só do ponto de vista político”, esclarece Hackradt.

Nas redes

“Os assuntos serão variados, com muita opinião, que é a marca específica de nós três”, indica Vasconcelos.

Além do rádio na sintonia 97,9 FM, o “Sem Amarras” poderá ser acompanhado ao vivo pelas redes sociais. O programa, assim como todo o restante da grade da emissora, será transmitido pela página oficial do Agora RN no Facebook e pelo canal da Agora TV no YouTube.

Os ouvintes poderão participar, também, pelo WhatsApp da rádio, pelo número 2030-0797.

Nota do Blog – O rádio natalense dá mostras de enorme vigor com muitas novidades nos últimos meses, com aposta no jornalístico e em nomes com boa bagagem. Bom demais! Sucesso, pessoal!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Internet não pode ser vista como uma ameaça para a imprensa

Por Jordi Pérez (El País)

O professor Jeff Jarvis tem um dos trabalhos mais infelizes do mundo: guru do futuro do jornalismo. A longa crise do ofício resiste por enquanto a todos os tipos de profecias. Mas Jarvis, professor da City University de Nova York, continua sugerindo novas ideias apesar de previsões erradas anteriores. Seu entusiasmo é contagiante: a Internet mudou tudo, mas continua existindo demanda de informação.

Continuamos em uma transição que talvez dure mais uma década. Nos Estados Unidos, com mais de 3.000 demissões, esse ano ruma para ser o pior para jornalistas em uma década: e isso porque entre 2009 e 2017 as redações norte-americanas já perderam 23% de seus repórteres. Jarvis, pelo visto, acha que deve ser mais radical.

Falou com o EL PAÍS em sua passagem por Madri para o encontro da Associação Internacional de Pesquisa de Imprensa e Comunicação (IAMCR na sigla em inglês), realizado na Faculdade de Ciências da Informação da Universidade Complutense de Madri.

O professor Jeff Jarvis em entrevista ao El País em Madrid tenta enxergar um futuro ainda muito confuso (Foto Carlos Rosillo)

Pergunta. O senhor está há mais de 10 anos tentando adivinhar como será o jornalismo do futuro.

Resposta. Não fui bem-sucedido.

P. Nesses 10 anos ocorreram histórias de sucesso: New York TimesWashington PostGuardian. Mas jornais menores e países e regiões com audiências menores continuam sofrendo.

R. Isso acontece por serem negócios fantásticos. Em muitas cidades dos Estados unidos eram monopólios. Existiam jornais que no ano 2000 ganhavam 40 milhões de dólares (150 milhões de reais) somente com anúncios classificados. E puf, tudo desapareceu. É muito difícil se desmembrar e se recompor. É difícil abandonar algo que deseja que continue sempre assim.

P. Há anos o senhor tenta encontrar soluções que desmoronam.

R. Posso ser um farsante. Não defendo que eu tenha razão.

P. O jornalismo empreendedor, por exemplo.

R. Sim, acreditava que os blogues superlocais seriam um pilar do ecossistema do futuro. Mas é muito difícil e arriscado. Os jornalistas não querem vender e tocar um negócio. Eu me enganei. Não é um pilar. Também existem coisas interessantes em jornalismo sem fins lucrativos: Texas TribuneThe City em Nova York, Propublica. É excitante, mas não há financiamento suficiente para resolver todo o problema.

P. A solução é um mistério, mas e o problema?

R. A evidência é clara: precisamos mudar. Há muitas oportunidades. Enquanto enxergarmos a Internet como uma ameaça, ficaremos incomodados. Se olharmos a Internet como a base para mudar nossa relação com o público, há base para algo. Na verdade, acho que não fui radical o bastante.

P. Mas sem dúvida é o mais radical.

R. Não fui radical o suficiente com o futuro. Agora penso assim: precisamos repensar para que serve o jornalismo em uma sociedade, começar a enfrentar os problemas e aprender com outras disciplinas. Se estamos muito polarizados e as comunidades não se entendem entre si, é preciso construir pontes. Temos também que aprender com os antropólogos e perguntar a eles como entender uma comunidade, como escutá-la, como conseguir evidência, como se conectar. Há também uma crise de Inteligência: como é possível que 40% dos americanos achem que Donald Trump vale a pena? Precisamos olhar a neurociência. O que diz a ciência sobre o fato das pessoas se enganarem sobre seus melhores interesses?

P. O senhor usa uma metáfora sobre uma casa em chamas. Enquanto ela queima, a indústria deve construir uma nova moradia diferente em outro lugar. Mas não é mais correto dizer que estamos reconstruindo a mesma casa enquanto queima?

R. Sim. As empresas continuam dependendo do volume: os anúncios do papel, os cliques, a publicidade programática online. Estão fechadas em um ciclo. Não podem reconstruir a casa em chamas e ao mesmo tempo criar mais chamas.

P. É difícil se libertar?

R. Olhamos o Google e o Facebook, vemos seu alcance e queremos ser como eles. Continuamos no negócio das massas. É um problema fundamental. Temos que aprender a personalizar, temos que aprender valor. Devemos repensar nossa economia ao redor da variável usuário valioso. O Telegraph optou por um muro de pagamento (pay wall), o Guardian por ter membros, mas os dois passaram por um processo de redução do conteúdo. Antes só produziam páginas visualizadas.

P. O problema é onde cortar.

R. Um, deixe de copiar os outros. Seja único. Não faça notícias baratas, comuns. Algumas devem ser feitas, mas não gaste dinheiro nisso. Dois, procure valor. O que é valioso na vida das pessoas? O que posso fazer que elas realmente irão usar? Isso inclui jornalismo investigativo, inclui agir como vigilantes do poder. Mas não falo de oferecer somente jornalismo. Tenho uma posição única no mercado. Um jornal de Seattle está premiando os jornalistas pela quantidade de assinaturas que conseguirem com seus artigos. Também não irá funcionar. Porque, primeiro, acontece só uma vez. Segundo, é mais uma métrica, mas há algo que cause retenção? Precisamos de novas métricas sobre valor. É necessário inventar algo novo.

P. O negócio do jornalismo era o conteúdo.

R. Já não pode ser a única recompensa. É preciso oferecer acesso a membros de uma comunidade, a contatos com jornalistas, a eventos, descontos, educação.

P. É fácil imaginar jornalistas lendo isso e pensando ‘que complicado’.

R. Sim. Mas com um muro de pagamento você limita as conversas, separa seus leitores. Os que gostarem muito de você, pagarão. Mas limita sua influência.

P. Os muros de pagamento não são uma salvação?

R. Estamos enganados se acreditamos que são a salvação. Sempre esperamos o próximo messias: tablets, publicidade programática, muros de pagamento. Acabo de ver um estudo do Instituto Reuters de Oxford e descobriram que a metade dos pagamentos de assinaturas digitais vai para três marcas: New York TimesWashington PostWall Street Journal. De modo que se você é o Cleveland Plain Dealer seguir adiante é um desafio: não tem a mesma audiência e alcance, a mesma conversa leitor-assinante, não pode cobrar o mesmo, irá perder mais assinantes porque não é tão valioso. Os muros não irão salvá-lo.

P. Algumas marcas irão se salvar.

R. Trabalho com o Guardian, que optou por não erguer um muro para que seu jornalismo estivesse disponível para todos, com o que concordo. Trabalho com eles em seu programa de membros. Imediatamente percebemos que não se tratava de membros, e sim de mendigar. E pedir esmola funciona.

P. Funciona nos Estados Unidos e no Reino Unido.

R. Funciona nos Estados Unidos e um pouco menos no Reino Unido. Há oportunidades para que uma empresa de comunicação obtenha dinheiro do consumidor. Isso não significa necessariamente um muro. Muita gente dá dinheiro ao Guardian e não entra regularmente, mas está preocupada pelo meio ambiente. Por que o Guardian não cria um movimento ambiental? Têm uma oportunidade de comunidade: não pertencer ao Guardian e sim ao clube. É preciso procurar novas afinidades. As pessoas estão aí não só porque gostam de nossa marca. Sei que é difícil.

P. A reputação da imprensa é baixa. Talvez o jornalismo precise deixar de ser feito por alguém chamado jornalista?

R. Temos um papel diferente. Já não se trata somente de produzir conteúdo. É preciso pensar o que fazer com a sociedade. Meu conselho é ter coragem e testar novas ideias malucas.

P. Qual é sua opção agora?

R. Uma estratégia baseada na relação com comunidades. Precisamos ampliar a definição de comunidade. Quando pergunto aos meus alunos de jornalismo social em Nova York de quais comunidades são membros, começam com obviedades: moro no Queens, sou estudante. Então alguém na classe diz: ‘Tenho problemas de saúde mental’. Bum, a discussão muda. Há outro que diz o mesmo e, de repente, há uma conexão. É uma pequena comunidade. Temos que ampliar o conceito de comunidade além do óbvio da geografia e da demografia. Uma comunidade não são os millenials, e sim os proprietários de gatos e pais jovens. Não existem muitas notícias sobre cocô de bebê e fraldas, mas por que não podemos oferecer-lhes um mapa de sua cidade acessível aos carrinhos?

P. Mas isso ganha relevância? Serve para grandes redações?

R. Sempre ouço que não. Vamos trabalhar com diabéticos em Madri. Vamos fazer bem feito. Aprendendo a fazê-lo, poderemos repetir para muitas outras comunidades. Não acho que tenha sido feito em jornais. Quero ver.

P. Pode ser outra invenção fracassada.

R. Claro. Continua sem estar demonstrado. Há uma pequena empresa, a Spaceship Media, que por enquanto funciona em algumas cidades. Pode crescer? Talvez.

P. Alguns veículos de comunicação podem pensar que lhes resta a opção de pedir dinheiro a pessoas poderosas?

R. E que recebam o dinheiro e ouçam: se comportem. Não é o que aconteceu nos últimos 15 anos em tantos países da Europa? É algo que prejudica sua reputação. Por desespero vão à fonte do dinheiro. Também acontece com os jornais locais nos Estados Unidos. É um assunto de relevância.

P. Não parece bom.

R. É complicado. Sempre uso a invenção de Gutemberg. Ele introduziu a imprensa em 1450. Mas o primeiro jornal é de 1605. Algo que agora vemos como óbvio levou um século e meio. E os primeiros jornais fracassaram porque não tinham modelo de negócio. De modo que agora estamos como em 1475. Nos primeiros dias. O caso do Guardian é fascinante. Tinham um bilhão de dólares (4 bilhões de reais) no banco, estavam tranquilos até que lhes disseram: nesse ritmo de gasto irão durar oito anos. Isso lhes motivou. Agora não perdem dinheiro, mas continuam sofrendo. Ficaram motivados ao ver uma data de morte certa.

P. Mas continuam sofrendo.

R. Sempre. Mas só precisam sobreviver.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Vivi para ver

Seleção Brasileira de futebol é praticamente ignorada às portas de uma Copa América.

Nas conversas na vida real e nas redes sociais, observamos a supremacia de temas como Reforma da Previdência, rolo de Dallagnol-Moro e outras questões.

Nem tudo está perdido.

Ainda bem.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Imprensa está na fila para receber

O Governo Robinson Faria (PSD) caminha para deixar considerável débito na teia de veículos de mídia do estado.

A choradeira é quase generalizada, haja vista que alguns privilegiados nunca tiveram problemas.

Para receber adiante – a partir de janeiro de 2019 – será ainda mais difícil.

Muito mais.

Nota do Blog – Esta página tem uma carteira comercial ativa para os setores público e privado. Mas logo cedo descartamos o Governo do RN como anunciante, apesar da insistência e do assédio para tal.

Sabíamos que ocorreria isso, além de existir falta de respeito nas relações bilaterais (cliente-veículo), algo comum, histórico.

Decidimos divulgar informações do interesse público gratuitamente, sem qualquer ônus para o governo. Assim tem sido e vai ser até o último dia.

Não nos arrependemos.

Somos um dos raríssimos endereços da imprensa do RN sem queixas do governo e do governador. Além disso, com todos os impostos em dia.

Amém!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

O poder letal da “ditabranda”

Num editorial publicado em sua edição do dia 17 de fevereiro de 2009, sob o título “Limites a Chávez”, com críticas ao endurecimento do regime discricionário do Governo Hugo Cháves na Venezuela, o jornal Folha de São Paulo utilizou o termo “ditabranda” (aglutinação das palavras ‘ditadura’ e ‘branda’) para compará-la com o regime militar brasileiro (1964-1984).

Na avaliação do impresso, o Brasil teria abrigado uma ditadura “branda” (ou seja, amena), que bancou o funcionamento das instituições de estado e da sociedade como um todo, sem maiores excessos, ao contrário da crescente asfixia imposta pelo ditador venezuelano ao seu país.

Agora, com as recentes revelações de que os presidentes militares brasileiros Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo transformaram o assassinato de inimigos do regime numa política de estado (veja AQUI), como o jornal avalia seu disparate?

* A expressão ditabranda surgiu na Espanha (“dictablanda”) nos anos 30, em pleno regime ditatorial do general Dámaso Berenguer. Vendeu a imagem de que seu governo era mais flexível do que o de seu antecessor, o general Primo de Rivera, tido como violento. Entretanto, oficialmente promoveu mais penas de morte do que Rivera.

Nota do Blog – Toda ditadura é nojenta. De direita à esquerda e vice-versa. Não existe ditadura boa.

Todo poder absoluto tende a agir sem limites. A palavra “ditadura” tem origem latina (‘dignidade de magistrado ou regente supremo, dignidade do ditador’), definindo manifestação de poder nascida na república romana.

O ditador era escolhido pelo cônsules (colegiado de maior poder nessa fase), tendo um período específico (a princípio eram seis meses) para agir em defesa da preservação da república em momentos delicados como revoltas internas ou cerco inimigo. Mas com o passar do tempo se transformou no que conhecemos hoje.

“O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente” (Lord Acton).

Leia também: Cai a máscara.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Recursos para propaganda são limitados em 2015

A imprensa do Rio Grande do Norte não deve espichar muito o olhar de “boto tucuxi” para a o caixa do Governo do Estado, pelo menos este ano.

Vai ser difícil encantá-lo.

O arrocho tem sido grande e deve aumentar.

A poda nos investimentos em propaganda é considerável para 2015.

De cerca de 25 milhões de reais para este exercício, postos em orçamento, no máximo devem ser investidos uns R$ 17 milhões.

Foco na divulgação de ações administrativas e campanhas educativas/utilidade pública do Governo Robinson Faria (PSD).

É luta medonha!

Acompanhe bastidores políticos em nosso TWITTER clicando AQUI.

Um caminho para a imprensa

Sugestão desta página, que conhece muito bem a realidade das empresas de comunicação incrustadas em Mossoró e região: criem  uma associação que as fortaleça e possa lutar por interesses comuns, como as boas relações de mercado com agências, clientes, fornecedores, instituições públicas, trabalhadores etc.

Com cada um cuidando apenas do seu umbigo, todos terminarão no mesmo lugar: o buraco.

Quando eu era sócio-fundador do Jornal de Fato, início dos anos 2000, propus integração dos jornais em áreas de interesse, como a logística e compra de insumos.

A princípio, ouvi disparates e rompantes ruidosos contrários à ideia.

Tempos depois descobriram que eu não estava errado, pois via necessidade de redução de custo e sobrevivência.

Pensem bem.

Imprensa paga caro por dependência

É crescente a crise no caixa da quase totalidade da imprensa de Mossoró. Situação é aguda.

Seu principal anunciante, a Prefeitura de Mossoró, tem dado uma canseira para pagar débitos.

Os números são consideráveis. As queixas – sussurradas – e as cobranças não têm dado muito resultado.

Corte no fornecimento de energia e demissões mostram a que ponto chegou a situação.

E tudo pode piorar em 2015.

Juiz da “Operação Sal Grosso” esclarece decisão

O juiz  titular da 3ª Vara Criminal de Mossoró, Cláudio Mendes, usa seu endereço na rede de microblogs Twitter, para criticar setores da imprensa que – segundo ele – distorceram conteúdo de sentença sua quanto ao processo conhecido como “Operação Sal Grosso”.

Ao mesmo tempo, o judicante informa de forma clara como se encaminha o processo judicial em si.

– ATENÇÃO! Ao contrário do que foi publicado na imprensa local NÃO DECRETEI A PRISÃO dos acusados da operação SAL GROSSO!

E continua: “A imprensa deveria atentar para não dar uma notícia tão comprometedora sem respaldo jurídico. Verdadeiro ABSURDO! A imprensa precisa ter no mínimo uma assessoria jurídica antes de publicar esses exageros no intuito de venderem jornal!”

Ele ainda esclarece: “A decisão é clara, a prisão só deve ser realizada após o ‘transito em julgado’ (quando o processo cumpre todas as suas etapas no Judiciário, não cabendo mais qualquer tipo de recurso) da sentença condenátória”.

Adianta ainda, que mais informações podem ser obtidas na Secretaria da Terceira Vara Criminal (84-3315 7200).

Equipe de governo tem limitações para entrevistas

Começa a ficar embaraçosa a relação entre a imprensa e equipe de secretários e escalões inferiores do Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

Ouço queixas para se conceder uma simples entrevista. Alguns secretários sempre refugam num primeiro momento, pedindo tempo.

Por vezes, é a Assessoria de Imprensa quem entra em cena, perguntando logo o que se deseja na entrevista.

Um quadro que remente aos tempos do regime ditatorial, centralizador, em que quase ninguém tinha fala e um porta-voz falava por todos ou proclamava ruidosamente: “Nada a declarar!”

Antes de pedir demissão, o então secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, era um loquaz representante do governo. Falava sobre qualquer assunto, sem papas na língua.

Depois de sua saída, a lei do silêncio ou do mínimo de conversa, é que prospera no governo.

Nota do Blog –  Pelo visto, só uns poucos secretários podem se pronunciar, sem que antes precise fazer uma consulta nos subterrâneos do poder, para pedir autorização para abrir o bico ou não.

* Acompanhe notas exclusivas sobre sinais de desmanche dos programa do Leite e Central do Cidadão. Registre o nosso endereço no Twitter: www.twitter.com/bcarlossantos

Delegacia contra crimes com uso da Internet

Devido ao elevado número de procedimentos relacionados a crimes eletrônicos ou cibernéticos registrados nas delegacias de Polícia Civil, o Rio Grande do Norte terá um Núcleo de Investigação dos Crimes de Alta Tecnologia, vinculado diretamente à Delegacia Geral.

A medida foi proposta pela deputada estadual Gesane Marinho (PSD) através de requerimento apresentado à Assembleia Legislativa em 2010 e reapresentado em 2011. Pelo twitter, a Associação dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte agradeceu a iniciativa da parlamentar.

As denúncias da população geralmente são motivadas ela criação de comunidades virtuais para a prática de apologia à pornografia infantil ou às drogas, pelo envio de e-mails com vírus e pela clonagem de cartões de crédito.

Apesar da Polícia Civil do estado não possuir dados oficiais sobre essas infrações, sabe-se que, em Natal, a clonagem de cartão de crédito para compras lidera a causa de registros. No entanto, até mesmo casos de transações bancárias ilegais são de conhecimento da Polícia.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Gesane Marinho.

Nota do Blog – Extremamente interessante a ideia.

Mossoró, há poucos meses, viu pipocar o escândalo do “Paulo Doido” – página apócrifa criada para atacar pessoas do universo jornalístico, político e outros segmentos. O editor deste Blog e até seus filhos foram alvos sistemáticos dessa súcia, com postagens que chegaram a ponto de fazerem ameaças contra a integridade física deles.

Apurações através da via judicial mostraram envolvimento de um secretário da Prefeitura de Mossoró e marginais travestidos de jornalistas, que atuavam em assessorias à própria prefeitura e nos jornais Gazeta do Oeste e Correio da Tarde.

Além disso, surgiram endereços físicos e eletrônicos que alcançaram outras pessoas.

Como Mossoró é uma cidade sem lei, os prejudicados têm que se virar procurando pelo menos a divulgação do escândalo e a provocação da Justiça, para que tudo não fique completamente ao deus-dará.

Veja AQUI um elenco de postagens sobre o caso e entenda melhor o nível da “política” e “imprensa” de Mossoró.