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Marisa Monte vai aportar em Natal

unnamed (7)Em janeiro de 2022, “Portas” se abrem para os fãs de Marisa Monte. O tão esperado reencontro começa no Rio de Janeiro e passará por várias cidades como São Paulo, Belo Horizonte, João Pessoa, Recife e Natal.

A apresentação da nova turnê na capital potiguar será dia 26 de abril, na Arena das Dunas.

Além das canções do novo álbum, o repertório do show destacará os momentos importantes da carreira de mais de três décadas da cantora e compositora.

No palco, Marisa será acompanhada por Dadi (baixo, violões e piano), Davi Moraes (guitarra), Pupillo (bateria), Pretinho da Serrinha (percussão e cavaquinho), Chico Brown (violões e piano), Antônio Neves (arranjo dos metais e trombone), Eduardo Santana (trompete) e Oswaldo Lessa (saxofone e flauta).

Os ingressos para Rio de Janeiro e São Paulo começam a ser vendidos no dia 11 de novembro, às 12h, em www.eventim.com.br/marisamonte.

O início da venda nas outras cidades será anunciado em breve.

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Paciente se vê como milagre em uso de plasma contra Covid-19

Do G1PB

“O plasma chegou e minha vida chegou junto com ele”. A enfermeira Larissa Targino, de 37 anos, foi uma das pacientes tratadas a partir do plasma doado por pessoas recuperadas da Covid-19 que apresentou uma rápida recuperação em João Pessoa-PB. Ainda internada em um hospital na capital paraibana, ela se considera um “milagre vivo” após ter uma grande melhora no seu quadro.

Larissa Targino saiu da UTI após tratamento com plasma em João Pessoa (Foto: Reprodução-TV Cabo Branco)

Em entrevista remota dada ao Bom Dia Paraíba, da TV Cabo Branco, Larissa Targino, que tem comorbidades e por isso se enquadra no grupo de risco, estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e segundo ela, recebeu o plasma de um paciente do Complexo de Doencas Infecto Contagiosas Clementino Fraga. Faltavam poucos minutos para expirar o período de tratamento terapêutico com o sangue das pessoas recuperadas.

“Quando eu estava na UTI faltavam dois minutos para esgotar meu tempo pra usar o plasma. Quando o plasma chegou, minha vida chegou junto com ele”, desabafou Larissa.

Essa questão do exame é o ponto chave da Covid, é saber o tempo correto de fazer o exame”, relatou e alertou.

Larissa Targino comentou que o PCR, como é chamado tecnicamente o exame de sangue, é possível de identificar o vírus a partir do sexto dia dos sintomas até. Vai muito da corrente de pensamento, comentou.

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Presidente nacional do PV recebe delegação do estado do RN

O presidente do Partido Verde (PV), Luís Penna, recebeu nesta sexta-feira (2) em João Pessoa-PB, uma delegação de partidários do Rio Grande do Norte. Conversaram sobre reorganização da legenda no estado e outros temas, como eleições 2020.

Luís Pena (centro, de pé, com boné) recebeu delegação do Rio Grande do Norte (Foto: cedida)

Participaram da comitiva o presidente estadual do PV, Rivaldo Fernandes, além de nomes do partido em alguns municípios, como Ceará-mirim, Parnamirim, Natal e Mossoró.

Entre os participantes, Carlos Alberto Medeiros (ex-candidato a governador pelo Psol em 2018), pré-candidato a prefeito de Parnamirim Erasmo Pereira, o “Santana”, e o vereador mossoroense Alex do Frango (PMB), que tenta se transferir para o PV.

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Botafogo-PB x ABC terá transmissão ao vivo pela TV

A partir das 17 horas deste sábado (20), a Band Natal (TV) irá transmitir ao vivo o jogo Botafogo-PB x ABC, diretamente do Estádio  Almeidão, em João Pessoa-PB. O duelo entre Botafogo-PB e o ABC acontecerá pela 13ª rodada do Brasileirão Série C.

Jogo entre os dois times é aguardado com bastante expectativa devido sua importância (Fotomontagem)

O jogo será realizado com a expectativa de casa cheia, já que o time paraibano, em busca de voltar ao G-4 do Grupo A, espera contar com o apoio total da torcida para enfrentar o alvinegro potiguar, que está na zona do rebaixamento.

Da mesma forma, o ABC, que tenta a primeira vitória fora de casa nesta edição da Série C do Brasileiro, também está se mobilizando para lotar o espaço de torcida visitante do estádio Almeidão.

O time do RN faz promoção de ingressos para jogo fora de casa, vendendo ingressos a preço único de R$ 15 para arquibancada. Já a cadeira está R$ 80 a inteira.

Com informações da Band Natal.

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ABC sofre nova derrota no Brasileirão da Série C

Após seis jogos sem vencer, o Botafogo da Paraíba voltou a sentir o doce gosto da vitória. Jogando em casa em João Pessoa-PB, o Botafogo voltou mais equilibrado para o segundo tempo, achou um gol de pênalti marcado por Marcos Aurélio e outro com Clayton à entrada da área.

O ABC se mantém na sétima colocação, com 15 pontos, e supera o Salgueiro, agora oitavo colocado, no número de vitórias. Segue caindo na tabela.

Com a vitória o Botafogo soma 17 pontos, deixa a oitava posição e sobe para a quinta colocação. O Botafogo agora está a 2 pontos do Confiança, que tem 19 e está na quarta posição.

Na 14ª rodada o Botafogo-PB encara o Remo no Estádio Mangueirão, no próximo sábado. A bola rola a partir das 17h.

Já o ABC recebe no Estádio Frasqueirão, às 16h, também no sábado, o Confiança.

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Leia também: Globo empata com Juazeirense.

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A importância pretérita do algodão para o Nordeste brasileiro

Por José Romero Araújo Cardoso e Marcela Ferreira Lopes

A utilização do algodão (Gossypium sps.) para diversos fins foi constatada quando da descoberta do Novo Mundo pelos Europeus, pois nativos do continente americano aproveitavam a fibra para a fabricação de utensílios usados no cotidiano.

A rede de dormir é exemplo da herança indígena no que tange ao uso dessa planta da família das Malváceas para a confecção de bens que no presente participam ativamente na geração de emprego e renda de diversos municípios nordestinos, como São Bento do Brejo do Cruz (Estado da Paraíba).

O algodão foi responsável pela revitalização agrícola brasileira após a expulsão dos holandeses e a decadência da cultura canavieira no litoral oriental nordestino, proporcionada pela concorrência efetivada pelo açúcar batavo produzido nas Antilhas.

A industrialização pioneira que originou-se na Inglaterra teve no setor têxtil o carro-chefe do complexo processo surgido com o advento das máquinas, exigindo matéria-prima abundante a fim de atender a demanda crescente, tendo em vista que vestir-se é um dos requisitos da vida em sociedade.

O algodão mocó, provavelmente nativo do Seridó Norte-riograndense, arbóreo, chegando a mais de dois metros de altura, em alguns casos houve registros de plantas com mais de cinco metros, dotado de fibras longas, adaptado às condições edafoclimáticas do semiárido, considerado por muitos como a melhor variedade do mundo, passou a ser cultivado em todos os Estados Nordestinos.

O binômio gado-algodão passou a definir a importância econômica da hinterlândia nordestina, sendo que em diversos momentos o segundo passou a superar a própria razão da ocupação das terras interioranas.

O cultivo do algodão passou a ser feito sobretudo em grandes latifúndios, motivado por agentes econômicos que dispunham de condições e contatos que viabilizassem a venda do produto.

Depois de algum tempo o algodão passou a ser uma cultura infinitamente mais democrática que a da cana-de-açúcar, tendo em vista que pessoas pobres, mas detentoras de pequenos pedaços de terra, passaram a cultivá-lo e comercializá-lo em praças especializadas, como Campina Grande (PB), Recife (PE) e Mossoró (RN), formando uma elite enriquecida com o Ouro Branco do sertão. Negros alforriados que a duras penas conquistaram pequenos lotes de terra galgaram degraus na rígida e inflexível sociedade sertaneja agropastoril graças ao algodão.

A introdução de descaroçadores foi de suma importância para a dinâmica econômica da região sertaneja. Para o algodão mocó indicava-se o de rolo, enquanto para as espécies herbáceas utilizava-se o de serra.

Campina Grande, localizada no Estado da Paraíba, foi beneficiada economicamente, de forma espetacular, quando Cristiano Lauritzen introduziu descaroçador de algodão e passou a aproveitar-se da produção sertaneja que demandava a Pernambuco, cujos tropeiros que conduziam fardos de algodão antes tinham na cidade apenas ponto de parada obrigatória. No presente, experiências genéticas que resultaram no algodão colorido denotam a invectividade dos pesquisadores da EMBRAPA a fim de revitalizar o produto na economia local.

O colonialismo inglês ocupou terras possuidoras de histórias milenares, como a Índia e o Egito, transformando-as em imensos algodoais, bem como aproveitando áreas geográficas próximas a fim de fomentar transações comerciais, a exemplo das que foram efetivadas com o sul dos EUA escravocrata e monocultor, dedicado de forma extraordinária à cultura algodoeira.

A distância separando o sul dos EUA da Inglaterra minimizava extraordinariamente os custos com o transporte da matéria-prima indispensável ao funcionamento de suas orgulhosas indústrias têxteis.

A guerra de secessão que ensanguentou o território norte-americano no início da década de sessenta do século XIX privou os ingleses de se abastecer com o algodão produzido no sul dos EUA.

O drama conjuntural interno vivido pelos EUA suscitou a necessidade de buscar em áreas próximas o algodão que tanto necessitavam, fazendo com que o sertão nordestino vivesse dias de glória. A demanda externa mostrou-se tão proeminente que diversas áreas dedicadas ao cultivo da cana-de-açúcar passaram a cultivar o algodão.

Os ingleses interessaram-se de tal forma pela qualidade do algodão produzido no sertão nordestino que diversas iniciativas foram fomentadas, a exemplo da construção de ferrovias, levadas avante pela Great Western Company. O objetivo era minimizar a depreciação do produto, transportado em tropas de burros.

Mesmo depois que a situação de beligerância nos EUA tranquilizou-se, em razão da qualidade do algodão sertanejo houve ênfase à procura externa pela excelente matéria-prima produzida na região nordestina.

A desaceleração da demanda externa deu ênfase ao surgimento de indústrias têxteis de pequeno porte, cuja produção visava atender ao mercado interno. O tecido de chita, popularizado no nordeste brasileiro, exemplifica a forma alternativa que se exponencializou para absorver a produção algodoeira local.

A atenção do governo também se destacou quando da instalação de diversas Estações Experimentais, ligadas de início ao Ministério da Agricultura e depois à EMBRAPA, sendo que a do Seridó norte-riograndense era uma das mais importantes, tendo em vista os estudos de melhoria genética levados avante pelo agrônomo Carlos Faria, entre outros estudiosos.

O algodão passou a ser sinônimo de melhor qualidade de vida, principalmente no semiárido. A colheita e comercialização do algodão eram sinônimos de melhores alentos para boa parte da sofrida população de ermos esquecidos localizados no Nordeste Brasileiro.

As quermesses, períodos juninos e festas de padroeiros espalhadas pelo interior do Nordeste eram mais animados quando a população sertaneja que se dedicava à cotonicultura contava com o dinheiro apurado com a venda do algodão. Era uma festa quando os pais chegavam em casa, sorridentes, alegres, contando o que haviam conseguido com a venda da safra.

Exemplo da importância do algodão para a economia regional observou-se no Estado da Paraíba no século XX, pois quando das discórdias envolvendo o “Coronel” José Pereira Lima e o Presidente João Pessoa, a tributação exorbitante sobre a produção sertaneja, sobretudo a referente ao algodão, determinou um dos motivos para a deflagração da “Guerra de Princesa” em 1930.

O algodão esteve presente, de forma indissociável, na vida social e econômica sertaneja, até meados da década de oitenta do século XX, quando a praga do bicudo acabou com a importante atividade cotonicultora e definiu uma das maiores crises enfrentadas pela região.

José Romero Araújo Cardoso é geógrafo e professor da Universidade do Estado do RN (UERN)

Marcela Ferreira Lopes é geógrafa e especialista em educação de jovens e adultos

Gasolina é vendida a R$ 2,37; em Mossoró chega a R$ 2,83

“Enquanto que em João Pessoa-PB, a gasolina custa R$ 2,37, em Mossoró-RN custa R$ 2,82.”

Desabafo é do advogado Ramirez Fernandes, através do seu endereço na rede de microblogs Twitter, revoltado com o cartel dos combustíveis de Mossoró.

Nota do Blog – Meu caro, hoje coloquei gasosa em minha viatura ao valor de R$ 2,83 em Mossoró. A variação entre os mais de 50 postos é assim mesmo, de no máximo R$ 0,01.

Em Natal, recentemente, coloquei o mesmo produto por R$ 2,49.

Volta a repetir: não há força humana, legal, paranormal ou intergaláctica que acabe com o cartel de combustíveis de Mossoró.

A distância do Ceará e Paraíba para o RN “sem sorte”

Carlos Santos,

Há um mês fiz o percurso João Pessoa/Campina Grande pela BR 230. Que tranquilidade, que sossego, que viagem… Que estrada, ligando capital e a principal cidade do interior.

Semana passada fiz o percurso Mossoró/Natal/Mossoró pela BR 304. Que perigo, que desassossego, que transtorno, quantos sustos… Que inferno, ligando capital e a principal cidade do interior!

Até a Copa de 2014 o Ceará aproximará a capital de todo seu litoral Costa Branca através da CE-040, que está sendo duplicada até Aracati, nossa vizinha, que inclusive receberá um Aeroporto com capacidade para receber voos internacionais.

Enquanto isso, até 2014 o RN tornará mais distante sua capital e entorno, ou seja, grande Natal e o restante do Estado.

A propósito, por falar em Copa 2014, quando o América F.C. construir sua “Arena do Dragão”, pra que servirá mesmo o tal “Estádio das Dunas”, futuramente mais conhecido como “grande elefante branco”?

Rui Nascimento – Webleitor