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Styvenson pede desculpas a senadoras e demais mulheres

Em texto sob o título “Nota à bancada feminina do Senado e a todas as mulheres”, o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) tenta oficialmente explicar e justificar comentários grosseiros e endossantes (veja AQUI) à violência praticada contra uma mulher no município de Santo Antônio-RN, agredida vernal e fisicamente por policial militar. Sua posição ocorre após a bancada feminina no Senado (veja AQUI) emitir nota de reprovação à sua postura.Senador Styvenson Valentim com nota às senadoras e a todas as mulheres sobre vídeo dele - 26 de Julho de 2021

Reincidente, Styvenson já postou outro vídeo em que faz chacota da deputada federal Joice Joice Hasselmann (PSL-SP), que teria sofrido uma agressão física. Também numa tentativa de esclarecer o primeiro vídeo polêmico, postou outro culpando a imprensa por espalhar conteúdo descontextualizado.

Nota do Blog – O senador é uma anomalia política desses tempos. Incapaz de entender o que seja democracia, república, o papel de um congressista e com dificuldade de se postar com o mínimo de civilidade, inclusive com a família, pois há poucos meses botou no ar um vídeo com cenas lamentáveis em que humilhava familiares.

Francamente!

Pobre RN Sem Sorte!

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Traição, a palavra de ordem e de atos em Brasília

Do Canal Meio

Ontem foi dia de gravações divulgadas, tuítes presidenciais apagados, um dia em que predominou a palavra traição e, do qual, ninguém conseguiu sair se dizendo vencedor. O partido do presidente Jair Bolsonaro está derretendo num ritmo veloz. O primeiro traidor foi o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) — o mesmo que, candidato, quebrou a placa com o nome da vereadora Marielle Franco.

Ele se infiltrou em uma reunião do lado bivarista do PSL para gravar o que conseguisse. “Fiz porque queria saber o que o grupo estava articulando contra o presidente”, explicou à jornalista Bela Megale. Pois flagrou o líder do partido na Câmara em uma crise de ódio. “Eu vou implodir o presidente”, afirmou o Delegado Waldir (PSL-GO). “Aí eu mostro a gravação dele. Não tem conversa. Sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Andei no sol em 246 cidades gritando o nome desse vagabundo.”

Waldir estava transtornado com a articulação feita pelo próprio Bolsonaro para destituí-lo da liderança e colocar seu filho Eduardo no lugar. Articulação, diga-se, frustrada. Waldir é líder, Bolsonaro perdeu. (Globo)

Mas não por isso

“Já passou”, afirmou o líder depois de a gravação divulgada. “Nós somos Bolsonaro. Somos que nem mulher traída, apanha, mas mesmo assim volta ao aconchego.” (Folha)

Joice descartada e furiosa

Quem terminou destituída de fato foi outra deputada pesselista, Joice Hasselmann, que ocupava a liderança do governo no Congresso. Terminou substituída pelo emedebista Eduardo Gomes. O MDB, assim, vai se consolidando até no governo que se afirma anti-establishment na vocação infindável de governista. O senador Fernando Bezerra Coelho já era líder do governo no Senado. (Poder 360)

O tema do dia, traição. “Como eu disse muitas vezes”, afirmou Joice no Twitter, “eu jamais seria a primeira a trair. Mas sabia que poderia esperar a traição. Nada me abala. Todas as vezes que tentaram puxar meu tapete eu caí para cima. Então esperem.” (Twitter)

Dois Bolsonaros na mira de Bivar

Flávio Bolsonaro preside o PSL no Rio. Eduardo, em São Paulo. O presidente do PSL, Luciano Bivar, está para destituí-los a qualquer momento. (Globo)

Embaixador já era

Sem conseguir vencer sequer a disputa pela liderança de seu partido na Câmara, ficou mais distante a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro à embaixada em Washington. O presidente da República desistiu, pois as chances de conseguir aprova-la no Senado ficaram mais distantes com a crise, informa Guilherme Amado. (Época)

De imediato, a reação de Eduardo foi desmentir que estivesse sendo escanteado. Mas depois moderou o tom. “Não tem data, isso é momento político”, explicou o caçula político do presidente. “Não poderia, em meio à reforma da Previdência, meter meu assunto da embaixada”, afirmou a Igor Gadelha. (Crusoé)

Twitter do pai termina apagado

Pela primeiríssima vez, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) reconheceu que tuita pelo presidente. Mais cedo, o Twitter de Bolsonaro fez circular uma mensagem afirmando ser favorável à prisão após condenação de segunda instância. É o tema que o Supremo começou a avaliar. Na quarta-feira, Bolsonaro havia conversado privadamente com três ministros — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Não se sabe sobre o quê.

Tuíte publicado, foi de pronto apagado (veja AQUI). E aí veio Carlos Bolsonaro em sua conta pessoal. “Eu escrevi o tweet sobre segunda instância sem autorização do presidente. Me desculpem a todos! A intenção jamais foi atacar ninguém!”

A tuitosfera bolsonarista passou os últimos dias atacando a aparente intenção do Supremo de derrubar o início do cumprimento da pena mais cedo. Não está claro por que Bolsonaro correu para ordenar que se apagasse o post. (Estadão)

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Deputada vai “exorcizar restos de Lula” do seu gabinete

A mulher mais votada da história à Câmara Federal, Joice Hasselmann (PSL-SP), anuncia para essa segunda-feira (4), às 11h, em seu gabinete na Câmara Federal, um Culto Ecumênico para “exorcizar restos de Lula”.

Evento é informado por assessoria da parlamentar do PSL de São Paulo (Foto: reprodução)

O comunicado é justificado pelo fato do Gabinete 825, do Anexo IV da Câmara Federal, já ter sido ocupado pelo ex-presidente Lula da Silva (PT), época em que ele foi deputado constituinte (1987-1990).

Hasselmann obteve 1.078.666 votos (5,11%) nas eleições do ano passado e elegeu-se como forte crítica do PT e dos ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT).

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