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Allyson Bezerra passa cargo ao vice-prefeito Marcos Medeiros

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

Uma pausa. Sempre elétrico e inquieto, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) resolveu desacelerar um pouco nesse início de segundo mandato.

Em evento administrativo à noite desta sexta-feira (21), no bairro Santo Antônio, ele anunciou publicamente que vai tirar duas semanas de férias.

O cargo já foi passado ao vice Marcos Medeiros (PSD).

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O ato de transmissão estará publicado ainda hoje no Jornal Oficial de Mossoró (JOM).

“Vou ficar ao máximo e totalmente com a família, que precisa de mim e eu de cada um deles também”, justificou em rápida conversa com o BCS.

Em quase 50 meses de mandatos, é a primeira vez  que Allyson Bezerra passa as funções ao substituto imediato.

Prefeitura quebra ordem de pagamento a duas construtoras

A prefeitura Municipal de Mossoró, gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), formaliza mais três quebra de ordem cronológica de pagamento, em contratos com prestadoras de serviços. Estão no Jornal Oficial do Município (JOM) de número 549A (veja AQUI nas páginas 5 e 6).

Duas beneficiam à empresa Construtora Luiz Costa Ltda. (CLC) e outra a Poly Construções & Empreendimentos Eireli.

A justificativa para adiantamento de pagamento aos contratos de número 171/2018 e 304/2019, em favor da CLC, é de que se faz necessário para “evitar qualquer calamidade que possa prejudicar mobilidade urbana”.

Em relação ao contrato nº 40/2018, com a Poly Construções, o amparo argumentativo é o mesmo.

Malha viária

As obras se referem a serviços na malha viária da cidade, decorrentes de convênios que possuem uma contrapartida obrigatória do Município e deve ser liberada em conjunto com o recurso do convênio autorizada por meio da Caixa Econômica Federal, que é o órgão financiador representante do Ministério Federal.

Caso a contrapartida permaneça na ordem cronológica, o convênio ficará incapaz de prosseguir sem saber ao certo qual será o tempo hábil para que o fornecedor possa ser devidamente pago, e assim, dar prosseguimento ao cumprimento do seu objeto de contrato, esclarece a municipalidade.

Leia também: Prefeitura favorece terceirizada alegando temor de punição.

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Mudanças particularmente delicadas

Algumas pessoas começaram a ser afastadas de cargos estratégicos da Prefeitura de Mossoró. Alguns locais estão infestados de organizações com comportamento ao arrepio da lei.

Desde a “Operação Desmob” (veja AQUI) que o Jornal Oficial do Município (JOM) deve ser observado com maior atenção.

Existem razões distintas para as alterações. Não devemos generalizar, claro.

Algumas ocorrem por questões técnicas e políticas. Outras, por motivação particularmente delicada.

Corrupção parece ser palavra corriqueira e prática cotidiana. Impõe-se dificuldade para a venda de facilidade.

As queixas que ouvimos sobretudo de empresários e contribuintes individuais, que se sentem coagidos, são impressionantes.

Deveremos ter mais novidades adiante.

Basta o Ministério Público resolver agir também no varejo, com uma força-tarefa, sem ficar selecionando casos ou aconselhando denunciantes a fazer trabalho que é seu papel: apurar.

JOM publica exonerações, mas ‘poupa’ alguns nomes

O Jornal Oficial do Município (JOM) de Mossoró publicou uma série de exonerações de cargos na Secretaria da Mobilidade Urbana (SEMOB) no sábado (19)

São nomes envolvidos com a chamada “Operação Semob”, desencadeada pelo Ministério Público do RN (MPRN) com o suporte da Polícia Civil, quarta-feira (16).

O afastamento segue determinação judicial, em despacho do juiz Cláudio Mendes Júnior. O prefeito Francisco José Júnior (PSD) chegou a anunciar em nota oficial (veja AQUI) que seria uma iniciativa sua e que iria mais além, afastando “todos” os implicados.

“(…) Resolve exonerar todos os cargos comissionados e funções gratificadas dos envolvidos”, disse a nota.

Mas o ‘todos’ poupou, por exemplo, a agente de trânsito com função gratificada Wigliany Sandra Dantas Fonseca (ex-mulher do secretário afastado Charlejandro Rustayne).

Nada de sindicância

Charldson Marcelino, irmão do ex-secretário, também é poupado.

Ele também garantiu formação de uma Comissão de Sindicância para apurar os crimes, ou seja, providência fora de época, “depois da casa roubada”.

No JOM de sábado, nada de sindicância.

Prefeitura tem excesso de arrecadação mas esquece doentes

A Prefeitura de Mossoró documenta mais uma montanha de dinheiro sob remanejamento orçamentário neste final de ano.

O Jornal Oficial de Mossoró (JOM) de número 175 disserta sobre a “novidade”. Dessa feita, R$ 24 (milhões).912.728,96 são movimentados devido “excesso de arrecadação”.

A rubrica “propaganda”, por exemplo, é agraciada com mais uma considerável soma. São R$ 350 mil.

Enquanto isso, centenas de pacientes que recebem tratamento contra o câncer, no Centro de Oncologia de Mossoró (COHM), estão sem atendimento porque prefeitura não paga serviços desde julho.

O agravante, é que com apenas R$ 125 mil um “acelerador nuclear” – comprado pelo Estado – não está funcionando no atendimentos aos enfermos. A prefeitura prometeu fazer o repasse desse montante, mas não cumpriu compromisso até o momento.