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Ex-procurador dirá ou não por que ex-vereadores eram ‘corja’

Do Blog Carol Ribeiro

Deve ser amanhã (07), às 16h, o dia em que o ex-procurador da Câmara Municipal de Mossoró (CMM), Kennedy Salvador, deverá comparecer à 11ª Promotoria de Justiça.

De acordo com notificação encaminhada no dia 24 de fevereiro, o advogado deve se reunir com a Promotora de Justiça Micaele Fortes Caddah para prestar esclarecimentos sobre a suposta existência de servidores fantasmas na Câmara Municipal.

Nota do Blog Carlos Santos – As denúncias de Salvador vão bem além, Carol.

Seu desabafo em redes sociais no ano passado, a respeito de servidores com cargos comissionados e vereadores da legislatura da época (encerrada dia 31 de dezembro de 2016), de forma generalizada, tratava a todos como bandidos. Para ser mais claro: “corja”.

Qualquer dúvida, é só conferir clicando AQUI.

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Jório nomeia assessor outra vez para apenas 5 dias de trabalho

Exonerado “a pedido” do cargo de procurador da Câmara Municipal de Mossoró no último dia 5 (veja AQUI), o advogado Kennedy Salvador está de volta à Casa e ao mesmo posto.

Outra vez, o presidente Jório Nogueira (PSD) assina portaria datada de 26 de dezembro (segunda-feira última). Assim, seu ‘assessor’ terá apenas cinco dias de trabalho, haja vista que dia 1º de janeiro haverá nova legislatura e escolha de novo presidente, além de nomeação de outros comissionados.

O caso absolutamente inusitado pode ser atestado no mais recente Jornal Oficial do Município (JOM) – veja no boxe abaixo.

Portaria devolve exonerado para cargo, com apenas cinco dias de "trabalho" (Foto: reprodução)

Kennedy Salvador teve que sair do cargo após escrever longo texto nas redes sociais (dia 3 deste mês), tratando todos os vereadores como bandidos e coletivamente como “corja”. Disse ainda que seus assessores comissionados participavam de falcatruas com empréstimos e salários (veja AQUI).

Os vereadores “pediram” sua cabeça e o presidente Jório Nogueira aquiesceu, não obstante publicar em nota oficial que na verdade atendera a pedido do próprio procurador.

Nunca antes na história da Câmara Municipal de Mossoró ocorreu tamanha situação.

Nota do Blog – O jeito é eu pedir a ajuda dos universitários para que me expliquem isso.

Não estou entendendo um ó com a quenga.

10h44 de 29 de Dezembro de 2016 – Atualização – A nomeação ocorreu por necessidade do serviço. O Procurador voltou a pedido para manejar um Mandado de Segurança contra a Prefeitura de Mossoró. Como a matéria é complexa e faltam tão somente cinco dias para finalizar o ano outro Advogado precisaria de mais tempo para estudar o caso. Como o Procurador já conhece o caso profundamente foi chamado. O MS trata de decisão do TCE que orienta os municípios sobre base de cálculos do duodécimo. Os informantes do nobre jornalista deveriam ter mais cuidado e buscar as informações corretas para não induzir a população a análise equivocada. O Processo é púbico e pode ser acompanhado pelo Site do TJRN. Bom dia à todos.

Nicanor Salvador, irmão do procurador geral Kennedy Salvador.

Nota do Blog II – Salvador, bom dia. “Os informantes”, como citas, estão no JOM. Daí o questionamento quanto à publicação, que o próprio presidente (via Câmara – imprensa) deveria fazê-lo. E aí não há nada de pessoal ou institucional. A matéria é anunciativa, enunciativa e questionadora. Do ponto de vista político, ela se espraia para o aspecto de uma saída atribulada. Ao mesmo tempo, bom você não esquecer, que em momento algum a página deixou de dar os dois lados, abrindo farto espaço para seu irmão. Compreendo, entendo, mas outra vez convivemos com o complexo de transferência de culpa para justificar situações quixotescas. Abração. Saúde e paz.

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Ex-procurador diz estar pronto para enfrentar processos

Salvador: pronto (Foto: redes sociais)

O ex-procurador da Câmara Municipal de Mossoró Kennedy Salvador não baixa a guarda nem tergiversa.

Garante que está pronto para responder a qualquer demanda judicial, decorrente de declarações explosivas que deu recentemente (veja AQUI), sobre bastidores (ou submundo) do Poder Legislativo.

Ele manifesta-se no Blog, em face da postagem sob o título “Enxurrada de processos pode atingir ex-procurador de Câmara” (veja AQUI), veiculada nesse domingo (18).

À disposição

– Estou aguardando ansioso por tais processos, não vejo a hora de terminar o recesso forense pra ter acesso a eles – afirma incisivamente.

Não cabe a mim processar ninguém em casos dessa natureza. Quem tem obrigação que o faça, e, não me escusarei de nada; por nada; e por ninguém em colaborar caso queira. Como frisei na própria nota, estou à disposição para responder quem quer que seja pelos meios legais disponíveis – reiterou.

Ele disse em sua nota que a Câmara Municipal era formada por uma “corja” de vereadores e os comissionados desses não trabalhavam e traficavam interesses com os parlamentares.

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Enxurrada de processos pode atingir ex-procurador de Câmara

Vários servidores comissionados exonerados há poucos dias (veja AQUI) da Câmara Municipal de Mossoró preparam enxurrada de processos judiciais contra o ex-procurador desse poder – advogado Kennedy Salvador.

Ele soltou um repertório de acusações contra vereadores e os comissionados exonerados (veja AQUI).

Paralelamente, a “turma do deixa” disso tenta evitar mais polêmica em torno do assunto.

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OAB quer gravação de sessão polêmica de Câmara Municipal

Gameleira: em nome da OAB (Foto: redes sociais)

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, encaminhou hoje (8) um ofício à Câmara Municipal de Mossoró (CMM), solicitando as imagens do sistema interno de câmeras para verificar citações feitas por vereadores sobre supostas irregularidades cometidas por advogados.

“A OAB aguarda o deferimento do pedido para poder analisar as gravações e adotar as providências que forem cabíveis. A Ordem dos Advogados reafirma o seu compromisso com a defesa da advocacia e da sociedade, atuando sempre com respeito à Constituição Federal e à ordem jurídica vigente no país”, justifica a instituição em comunicado à imprensa.

Ofício

O ofício encaminhado ao diretor da TV Câmara, o jornalista Regy Carte, é assinado pelo vice-presidente da OAB/Mossoró, Kallio Gameleira.

A sessão de terça-feira (6) foi incomum em termos de improdutividade, mas rica em ameaças, insinuações, bate-boca e agressões (veja AQUI).

O nome do então procurador da Casa, Kennedy Salvador, foi o que causou maior controvérsia na conturbada sessão, inclusive com promessa de de ser acionado judicialmente por servidores exonerados e vereadores a quem ele tratou por “corja” e outros termos depreciativos (veja AQUI).

Ele teve exoneração ontem do cargo (veja AQUI).

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Procurador tem saída anunciada mas deixa rastro de problemas

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), emitiu no final da tarde de hoje mais uma “Nota Oficial” em nome da Presidência da Casa. Foi para informar e justificar saída do procurador desse poder, advogado Kennedy Salvador.

O Blog já tinha antecipado ontem, que a situação de Salvador era “insustentável” (veja AQUI). Cairia fatalmente.

Jório: problemas adiante (Foto: arquivo)

Hoje (veja AQUI), reiteramos a postagem. Atestamos que Jório tinha capitulado à pressão da maioria dos vereadores, que cobrou o afastamento do procurador, travando votação na Câmara desde a sessão do dia passado (terça-feira, 6) e hoje (veja AQUI).

Kennedy Salvador reagiu tresloucadamente a uma nota (veja AQUI) assinada por 17 vereadores, que questionavam a exoneração de 143 assessores da Câmara Municipal. Quando o debate parecia relativamente moderado, Kennedy Salvador vomitou agressões e denúncias contra vereadores e assessores exonerados (veja AQUI), tratando os parlamentares por “corja” e outros adjetivos.

Caso explosivo

Na Nota Oficial, Jório Nogueira divulga que Kennedy Alencar “pediu” para sair. Se pediu ou foi exonerado, é o que menos interessa em face do rastro de problemas que ele produziu para a Câmara, o próprio Jório e diversos vereadores.

Kennedy Salvador entrou também num redemoinho. Pode virar tsunami. Em suas acusações admitiu implicitamente que foi conivente com o que denunciava. Teria prevaricado (faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé) no cargo, por saber de incontáveis irregularidades e não ter agido.

Esse enredo está apenas começando, a menos que o Ministério Público queira fazer vista grossa. Mas não faltam elementos para explosivo e novo procedimento investigativo-judicial.

Veja abaixo a Nota Oficial do presidente Jório:

Kennedy: prevaricação? (Foto: reprodução)

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Regis Nogueira, comunica que o advogado Kennedy Salvador de Oliveira pediu exoneração do cargo de procurador-geral do Legislativo, segunda-feira (5), diante dos últimos acontecimentos administrativos e políticos na Casa.

Informa que o pedido só foi acatado nesta terça-feira (6), depois de chegar-se à conclusão de que a saída do servidor, apesar de desfalcar o quadro técnico da Casa, não compromete a meta da atual gestão de conseguir o equilíbrio orçamentário na Câmara Municipal.

Jório Nogueira enaltece o excelente trabalho realizado por Kennedy Salvador de Oliveira enquanto procurador-geral da Casa, e agradece a contribuição dada pelo advogado à Câmara Municipal de Mossoró, onde reafirmou sua postura de coragem, fidelidade e zelo com o Erário.

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Procurador tem situação insustentável diante de ‘superiores’

Ficou insustentável a permanência do procurador da Câmara Municipal de Mossoró, advogado Kennedy Salvador.

Informação – não confirmada – diz que ele pediu verbalmente exoneração do cargo e o presidente Jório Nogueira (PSD) não aceitou. Segura-o.

Como Salvador vai continuar num cargo onde seus “superiores” são, como ele definiu, “corruptos, urubus do dinheiro público, corja, gentalha sem moral” etc.?

Hoje, ele não apareceu na Câmara Municipal, após ter disparado uma catilinária contra vereadores e assessores exonerados, sem poupar ninguém (veja AQUI).

Nota do Blog – Vereadores cobram sua exoneração ao presidente Jório Nogueira. É questão de honra para eles.

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Câmara vive longa sessão de ameaças, bate-boca e quase nada

Por mais de três horas e meia a Câmara Municipal de Mossoró viveu hoje em sessão ordinária (que ainda está em andamento) um dos seus momentos mais delicados na atual legislatura. Com a presença maciça de assessores exonerados à semana passada pelo presidente Jório Nogueira (PSD), vereadores se engalfinharam num bate-boca que misturou troca de ofensas, ironias, ameaças e provocações pessoais.

O Blog – através do seu Twitter (AQUI) fez cobertura em tempo real dessa sessão bizarra, que marca negativamente um período legislativo bastante negativo para esse poder. Ao final, quase nada de produtivo.

Exonerados, de preto, em vários momentos levantaram a voz em protesto na Câmara (Foto: Blog)

Veja resumo abaixo:

CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ – Sessão começa com bate-boca cerrado entre Jório Nogueira e Ricardo de Dodoca (PROS). Comissionados exonerados nas galerias protestam e irritam presidente.

CÂMARA DE MOSSORÓ 2 – Agência de Regulação e permuta de terreno para faculdade estão em pauta. Exoneração de servidores causa estresse.

CÂMARA 3 – Jório Nogueira bate-boca com exonerado que coloca faixa nas galerias, dizendo que “trouxe” seu uísque do Carnatal, evento que Jório esteve no final de semana. Presidente exige respeito e explica que esteve a trabalho na capital, aproveitando para ver festa popular. “Tenho direito”, justificou. “Não sei nem o que você pode fazer com isso”, comentou.

Segurança pede uísque de Jório a manifestante que faz protesto nas galerias (Foto: Redes sociais)

CÂMARA 4 – Servidora exonerada, Raissa Gabrielly Leal Freire, Chefe de Gabinete do vereador Tassyo Mardonny (PSDB), ocupa Tribuna Popular e protesta contra decisão, dizendo que má gestão de Jório e privilégios marcam episódio. Ela também avisa que exonerados acusados de corrupção vão levar o procurador do Legislativo, Kennedy Salvador, à Justiça.

CÂMARA 5 – Jório discute com vereadores e diz que está apenas se defendendo. Afirma que movimento de exonerados é “orquestrado” por vereadores.

CÂMARA 6 – Raissa Gabrielly, representante dos exonerados da Casa, avisou que o procurador Kennedy Salvador irá responder a acusações feitas. “Não bastasse o desrespeito por parte do presidente Jório Nogueira, ainda somos agredidos pelo procurador da Casa, Kennedy Alencar, que faz acusações sérias de forma generalizada (veja AQUI), que afeta individualmente cada assessor parlamentar”, afirma Raissa. “O que o senhor presidente está fazendo com os trabalhadores desta Casa é mais que desrespeitoso, é desumano”, assinalou.

Raissa falou em nome dos servidores e resumiu decepção com presidente e procurador (Foto: Blog)

CÂMARA 7 – Para Izabel Montenegro (PMDB), é preciso ‘mea culpa’, pois Câmara criou Fundação Vereador Aldenor Nogueira (nome do pai do p residente da Casa) e fez projeto Câmara Cultural, sem ter como prioridade o pagamento de salários aos servidores e melhor funcionamento desse poder.

CÂMARA 8 – “Nunca pensei que uma final de gestão fosse tão desastrosa”, diz Flávio Tácito (PPL). Alex Moacir (PMDB) também se solidariza com servidores, advoga diálogo mais tolerante e questiona tamanha agressividade e leviandades contra servidores comissionados e vereadores.

CÂMARA 9 – Tassyo Mardony critica gestão Jório. Diz que pediu seu afastamento. Jório ameaça-o e conta ter recebido propostas indecentes dele.

CÂMARA 10 – Servidores exonerados protestam nas galerias, de preto. Mostram indignação com as 143 exonerações sumárias da semana passada. Em vários momentos se confrontam com Jório, que na cadeira de presidente garante estar calmo e que tomara essa decisão atendendo a critérios legais e técnicos e não por vontade própria.

CÂMARA 11 – Genivan Vale (PDT) pede que Jório tenha paciência; “aceite derrota” das urnas que como ele não permitiu sua reeleição. Também se solidariza com vereadores e exonerados, vítimas de agressão e acusações do procurador Kennedy Salvador.

CÂMARA 12 – Jório reage e trata Genivan Vale por “rapaz”, dizendo que o conhece e o ameaçando de denúncias quanto à vida pessoal e política do parlamentar. Esse o desafia a apresentar em plenário ou em juízo o que tiver contra sua honra.

CÂMARA 13 – Nacízio Silva (PR) lamenta agressões do procurador Kennedy a vereadores. Diz que vários exonerados vão trabalhar, mesmo sem salário. Atesta que há esse compromisso de assessores seus e de outros vereadores, mostrando espírito público, respeito ao próprio trabalho e compromissos com a população.

CÂMARA 14 – Tirem as crianças da sala. Sessão de hoje da Câmara local não é recomendável para elas. Lavagem de roupa suja, troca de acusações.

CÂMARA 15 – “Tenha cuidado”, ameaça Jório se dirigindo a Lahyrinho Rosado. Bate-boca entre os dois leva Lahyrinho a tratá-lo por “mentiroso”.

CÂMARA 16 – Lahyrinho critica Jório por não exonerar procurador Kennedy, que agrediu vereadores e exonerados. Afirma que ele apoia agressor, mantendo-o no cargo e desfiando uma série de mentiras que estão sendo confrontadas com a verdade pelo plenário e por Raissa Gabrielly. Jório não se cala e provoca-o, numa troca de ironias e ofensas que parece sem fim.

CÂMARA 17 – Quase 3 horas de sessão e vereadores não tiveram sequer a abertura do Pequeno Expediente. Bate-boca, troca de agressões, ameaças.

CÂMARA 18 – Um fato à parte: manifestante fez protesto agarrado a um enorme vasilhame de uísque, atestando que se trata de bebida que o presidente deixara no Carnatal (micareta ocorrida no final de semana em Natal, onde Jório esteve), mas presidente pediu segurança para recolher o legítimo ‘paraguaio’. My God!

CÂMARA 19 – Ricardo de Dodoca garante que Jório “não sabe o que é ser pai”, por isso não sabe sofrimento dos exonerados, que não têm como sequer presentear filhos no final de ano. O presidente fica irado e afirma que não aceita falar sobre sua “vida pessoal”. Em seu entendimento, assinalar que ele não tem filhos, é ofensivo, provocativo. Ricardo contraria-o, dizendo que não trata do pessoa e, sim, de questão política.

CÂMARA 20 – Lahyrinho ocupa tribuna e disseca números da Câmara. Resume o que nota que 17 vereadores já tinham postado nas redes sociais contra o presidente (veja AQUI). O presidente intervém e esgrima verbalmente com o parlamentar. Os dois trocam ofensas, ironias e críticas mútuas.

Sessão depois ganhou maior celeridade com pauta de matérias. Entretanto terminou suspensa. Na tentativa de retomada dos trabalhos, o presidente Jório Nogueira encerrou as atividades por falta de quorum, às 14h13.

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MP vai apurar denúncias de procurador da Câmara Municipal

Thé: apuração a caminho (Foto: Mossoró Hoje)

“São pesadas as declarações. É sério e grave. Com certeza será alvo de apuração do MP”. As observações foram feitas ao portal Mossoró Hoje – nesta segunda-feira (5) – pelo coordenador das Promotorias de Justiça da Comarca de Mossoró, Fábio Thé.

“Não há como não investigarmos algo dessa gravidade”, acrescentou Fábio Thé ao mesmo portal, em referência à “Nota de Esclarecimento” postada sábado (3) nas redes sociais pelo procurador da Câmara Municipal de Mossoró, advogado Kennedy Salvador (veja AQUI).

O procurador apontou supostas irregularidades no legislativo local, tratou vereadores e assessores como bandidos, além de disparar uma série de desqualificações contra os vereadores:

– São uns incompetentes; corruptos; urubus do dinheiro público; mal acostumados com o ciclo de sacanagem que sempre vigeu na Câmara Municipal de Mossoró, e por revolta porque tal ciclo nojento e vicioso foi quebrado; sem argumentos e usando de artifícios próprios de “gentalhas” sem formação profissional ou moral, atingir a vida individual das pessoa (sic).

Um grupo de vereadores (17) acusou o presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD), de causar instabilidade financeira da Câmara e promover favorecimentos, como à namorada de um filho de Kennedy Salvador (veja AQUI).

Isso provocou a erupção de Salvador.

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Assessores exonerados farão protesto em Câmara Municipal

Os assessores parlamentares exonerados à semana passada numa “canetada” pelo presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), vão fazer movimento às 9h dessa terça-feira (6) na sede desse poder.

Devem desembarcar na Casa vestidos de preto, em protesto à atitude do presidente, que justificou a exoneração em massa  (veja AQUI) como necessária para o equilíbrio financeiro do Legislativo.

O presidente exonerou seis assessores comissionados de cada vereador (são 21 parlamentares), deixando apenas o chefe de Gabinete, totalizando 126 pessoas, além de 17 assessores diretos da Presidência, o que perfaz o número cumulativo de 143 cargos.

Nota do Blog – Também há mobilização entre os exonerados para desencadear ações judiciais em massa por danos morais e materiais contra a Câmara e contra o procurador desse poder, advogado Kennedy Salvador que disse que os assessores não trabalhavam e rateavam salários com seus respectivos vereadores (veja AQUI).

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Procurador cala vereadores após tratá-los por “corja”

Até agora, 10h14 de segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016, ninguém deu um “piu” sobre declarações do procurador da Câmara Municipal de Mossoró, Kennedy Salvador, sobre os próprios componentes da Casa. Traçou um perfil dilacerante de todos e cada um, sem exceção.

Segundo ele postou em sua página no Facebook, sábado (3), os vereadores mossoroenses formam uma verdadeira “corja” (veja AQUI).

Para clarear o conhecimento do nosso Português, vamos consultar o Dicionário Houaiss sobre o que é uma corja:

Grupo de indivíduos grosseiros, vis, de má índole; canalha, súcia, malta.

Ainda não satisfeito, Salvador reforçou com tintas mais fortes o retrato dos parlamentares mossoroenses que assinaram uma Nota de Esclarecimento (veja AQUI) em relação à gestão do presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD):

São uns incompetentes; corruptos; urubus do dinheiro público; mal acostumados com o ciclo de sacanagem que sempre vigeu na Câmara Municipal de Mossoró, e por revolta porque tal ciclo nojento e vicioso foi quebrado; sem argumentos e usando de artifícios próprios de “gentalhas” sem formação profissional ou moral, atingir a vida individual das pessoas.

Quem cala, consente?

Aguardemos, pois.

O que desencadeou esse nível de virulência foi decisão de Jório de exonerar 126 assessores de gabinetes de vereadores e mais 17 do seu próprio gabinete presidencial, totalizando 143 comissionados, para tentar equilibrar contas (veja AQUI).

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A lama do fundo do poço

Por Carlos Duarte

Em entrevista a uma emissora de rádio local, o diretor do Samu de Mossoró, Gilliano Carlos, denuncia que o Governo do Estado não repassa para Mossoró os recursos necessários para a manutenção do serviço. Segundo Gilliano, os repasses de verbas federais não são suficientes para cobrirem as despesas operacionais do Samu.

Tudo isso sobrecarrega a Prefeitura de Mossoró – que completa o déficit com recursos que poderiam estar beneficiando a população mossoroense em outras áreas. Ou seja, a PMM cobre um santo para descobrir outro.

Essa prática se repete em outros segmentos da administração pública local, como, por exemplo, na Segurança Pública.

Então, por que o prefeito Francisco José Júnior (PSD), que era aliado de primeira hora do governador Robinson Faria, não usou de sua influencia para minimizar esse e outros problemas igualmente importantes para a população?

Por que ele nunca veio a público, com contundência, denunciar e cobrar o seu governador aliado? Quando sua relação política com o governador ficou esgarçada, começou a resmungar e a lamentar comedidamente a situação.

Mas, seja por qual motivo dessa conivência e conveniência, o que fica claro é que, na política, o que importa são os interesses particulares de cada governante ou parlamentar, em detrimento do bem-estar da sociedade.

O objetivo principal é a própria sobrevivência de cada um deles e seus projetos de permanência no poder.

Isso nos remete às breves associações comparativas.

Com eleições a cada dois anos, não sobra tempo para que se dediquem à administração pública ou para projetos sustentáveis que visem o desenvolvimento. Na prática, promovem o escambo de cargos e favorecimentos mútuos, que corroem as contas públicas de modo progressivo.

Prevalecem a egolatria e as ostentações pessoais. O modus operandi é o mesmo de sempre, em todos os níveis de poderes.

A Câmara Municipal, que deveria fiscalizar, defender bravamente a população e denunciar tais fatos, a outras instâncias competentes, também envolvida com os mesmos interesses pessoais, prefere ficar silente, conivente e subserviente. Quando muito, a minoria aproveita o espaço midiático para esbravejar sobre alguns pontos que lhes são convenientes.

Ministério Público e Justiça esperam, em seus confortáveis gabinetes, as provocações e, às vezes, com a letargia peculiar de sempre, apresentam alguns espasmos de providências. Aqui e ali, parecem estar vivos e atentos.

A sociedade, por sua vez, desorganizada e despolitizada, acha que alguém precisa agir para defendê-la e a seus verdadeiros interesses. Não sabe a força que tem. Por isso, não é estranho testemunharmos sob nossos pés a lama do fundo do poço.

SECOS E MOLHADOS

Reforma – O presidente Michel Temer (PMDB) quer mandar para o Congresso, até terça-feira (06), a reforma da Previdência Social. A ideia é que a discussão tome conta dos noticiários e consiga abafar alguns efeitos negativos da bombástica delação premiada dos executivos da Odebrecht. Quer aprovar até junho de 2017. O conteúdo da proposta é o que menos importa, neste momento.

Pelo mundoA cada dois dias, um deputado federal decola para o exterior com todas as despesas pagas pelo contribuinte brasileiro. É o que diz um levantamento feito pela Folha de São Paulo, a partir de dados oficiais da própria Câmara de Deputados. As justificativas para as “missões oficiais” aos 69 países visitados são as mais variadas possíveis. A rota preferida por “Vossas Excelências” são: Suíça, França e Estados Unidos. Será que a PEC 241/55 vai também conter esses gastos?

Autofagia – São graves as acusações que o procurador da Câmara Municipal de Mossoró, Kennedy Salvador (veja AQUI), faz aos vereadores. Trata-os, de modo generalizado, como “corja, urubus do dinheiro publico, incompetentes, caras-de-pau, corruptos, gentalhas, sem formação profissional ou moral…”, entre outros despautérios. O confronto está lançado de ambas as partes e a autofagia parece inevitável. Cabem às autoridades competentes apurarem as verdades dos fatos e darem esclarecimentos aos cidadãos mossoroenses. De modo rápido e sem a letargia da Operação Sal Grosso.

Adiamento – O Dnit adiou, mais uma vez, o término da obra de 26 km de duplicação da BR 304, no trecho da reta Tabajara. Agora, talvez, seja ao final de 2018. Ainda não é garantido que o governador Robinson Faria (PSD) sequer consiga inaugurá-la. A perspectiva de vermos a duplicação do trecho Mossoró-Natal supera os vinte anos. É o RN entregue à própria sorte.

* Veja AQUI a coluna anterior.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Procurador da Câmara trata vereadores por “corja” e “corruptos”

O procurador da Câmara Municipal de Mossoró, advogado Kennedy Salvador, pronunciou-se em redes sociais quanto à Nota de Esclarecimento emitia por 17 vereadores (veja AQUI), em relação à decisão do presidente da Casa, Jório Nogueira (PSD), de exonerar 143 cargos comissionados, sendo 126 dos gabinetes de todos os vereadores.

Em seu pronunciamento, Salvador faz sérias acusações aos vereadores, tratando-os como “pessoas sem qualificação”. Chega a afirmar que a maioria tem seus nomes “sujos” na praça e usam seus assessores para fazerem empréstimos consignados.

Kennedy: trata os vereadores locais como bandidos (Foto

Também garante que muitos dos assessores exonerados dividiam seus ganhos com os vereadores “ou qualquer pessoa indicada pelos vereadores”.

Vai mais além: “(…) a maioria sequer sabe onde é a Câmara Municipal; os seus contra-cheques são controlados pelos Chefes de Gabinetes; que na maioria dos casos retém os cartões das contas dos assessores e só lhes repassam um “trocado”, no final do mês, o conhecido ‘cala a boca!’, você não trabalha mesmo!”

Para Kennedy Salvador, os vereadores são na verdade uma “corja”, além de suplementar sua definição com uma catilinária ainda mais pesada: “São uns incompetentes; corruptos; urubus do dinheiro público; mal acostumados com o ciclo de sacanagem que sempre vigeu na Câmara Municipal de Mossoró, e por revolta porque tal ciclo nojento e vicioso foi quebrado; sem argumentos e usando de artifícios próprios de “gentalhas” sem formação profissional ou moral, atingir a vida individual das pessoas.”

Veja a “Nota de Esclarecimento” de Kennedy Salvador abaixo, na íntegra, sem qualquer tipo de edição, revisão, corte etc.:

A correria do dia só me permitiu ver a nota dos Vereadores de Mossoró hoje sobre as exonerações dos Cargos Comissionados da Câmara Municipal, e, ao lê-la, fiquei surpreso com o a cara-de-pau deles, e uma situação me ocorreu: Me deram a oportunidade de vir a público me manifestar sobre a mesma, uma vez que fui citado; me obrigaram a fazer o que já tinha prometido a mim mesmo que não mais faria: perder meu tempo “batendo boca” em redes sociais, principalmente com pessoas sem qualificação para tanto.E esta oportunidade A mim concedida me induz a fazer alguns questionamentos;

01 – Quem são os 126 HOMENS E MULHERES, TRABALHADORES, QUE SE ESFORÇAM PARA SERVIR A MOSSORÓ, citados na Nota de Repúdio?;

02 – Qual o respaldo Moral que os subscritores da Nota tem pra repudiar alguma coisa?;

03 – Quem dos subscritores da Nota tomaria medida diferente diante da real situação orçamentária da Câmara Municipal?;

Antes de responder as indagações acima quero deixar claro o seguinte: respeito qualquer questionamento em relação ao cargo do qual fui imbuído em janeiro de 2015, porém em relação a minha vida pessoal e profissional, qualquer tentativa de vincular ao cargo será devidamente apurada, e, acionados os responsáveis civil e criminalmente por seus atos, bem como dizer que a minha presença diária na Câmara, cumprindo o expediente diário das 07:00 – 13:00 horas durante todo este período, e, na maioria das vezes além disso, não foram de forma gratuita ou por mero altruísmo, mas sim para fazer valer o que recebia com dinheiro público, além de traçar ( a nível pessoal) o perfil dos integrantes daquela Casa, o que me foi de grande valia; me respaldou a falar/afirmar e provar documentalmente as minhas respostas aos questionamentos acima.

Estranhamente os Vereadores somente foram solidários aos seus Assessores, e por que não com todos os servidores exonerados? Ou os outros servidores exonerados não são trabalhadores e não tem famílias? Sabe por quê?

Porque os outros exonerados não fazem empréstimos consignados em seus nomes e passam o dinheiro para os Vereadores, que na maioria deles tem seus nomes “sujos” na praça e usam seus assessores para tanto; Porque os outros exonerados não dividem seus rendimentos com os Vereadores ou com outra pessoa qualquer indicada pelo Vereador;

E vocês sabem por que os assessores não “batem ponto”? Porque simplesmente a maioria sequer sabe onde é a Câmara Municipal; Os seus contra-cheques são controlados pelos Chefes de Gabinetes; que na maioria dos casos retém os cartões das contas dos assessores e só lhes repassam um “trocado”, no final do mês, o conhecido “cala a boca!”, você não trabalha mesmo!

São estes senhores Vereadores os “126 HOMENS E MULHERES, TRABALHADORES, QUE SE ESFORÇAM PARA SERVIR A MOSSORÓ” ou para servir aos senhores?

Antes da exoneração foi esclarecido aos Ilustres Vereadores que o repasse de despesas para a gestão seguinte sem disponibilidade orçamentária contrariava a Legislação pertinente, e que para tanto, caso resolvessem adotar tal medida para garantir o emprego de “TAIS TRABALHADORES” a decisão fosse tomada por ATO DA MESA DIRETORA e chancelada por todos os Vereadores, inclusive publicado na mídia local.

Algum Vereador assinou? Não! E sabe por quê? Porque esta “corja”, é isto que são, só se preocupam consigo mesmos, ou seja, quem não garantiu o salário do mês de Dezembro aos seus “TRABALHADORES FANTASMAS” foram os próprios Vereadores que subscrevera a Nota de Repúdio.

E graças a Deus que vocês não assinaram, perderam a oportunidade de garantir suas vantagens fraudulentas, sem qualquer responsabilização fiscal, uma vez que a pratica do ato somente incriminaria o Gestor da Casa e solidariamente os Membros da Mesa Diretora, mas são tão incompetentes e mal assessorados que nem sabiam que em nada se responsabilizariam.

São uns incompetentes; corruptos; urubus do dinheiro público; mal acostumados com o ciclo de sacanagem que sempre vigeu na Câmara Municipal de Mossoró, e por revolta porque tal ciclo nojento e vicioso foi quebrado; sem argumentos e usando de artifícios próprios de “gentalhas” sem formação profissional ou moral, atingir a vida individual das pessoas.

Desafio qualquer desses subscritores da referida “Nota de Repudio”, ou quem quer que seja a apresentar alguma irregularidade cometida por este subscritor objetivando proveito próprio, utilizando-se do cargo ocupado, como disseram. E, se quiserem me desafiar para fazer o mesmo em relação aos “senhores” façam o mesmo.

Quero deixar claro que as afirmações acima, referem-se, unicamente aos Cargos dos referenciados, nada contra a pessoa de quem quer que seja, trata-se somente de uma resposta à forma maliciosa como se utilizaram na referida nota tentando atingir a imagem de pessoas que relação nenhuma tem com as questões administrativas.

Coloco-me à disposição desde já para os questionamentos que entendam necessários civil e criminalmente, obviamente respeitando os meios legais a que todos temos acesso.

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Jório Nogueira toma decisão em relação a assessores

Os assessores da Presidência da Câmara Municipal de Mossoró que pediram exoneração à semana passada, procurador Kennedy Salvador e assessor especial Licanor Salvador, terão destinos diferentes sob a caneta do presidente Jório Nogueira (PSD). Ele vai manter Kennedy e aceitar a solicitação de Licanor Salvador.

A informação é passada ao Blog pela Assessoria de Imprensa da Casa.

“Os dois não veem nepotismo no caso, como alegado pelo Ministério Público, pois entendem que não são subordinados, que ocupam, na estrutura organizacional da Câmara, cargo com natureza semelhante ao de secretário municipal, mas resolveram pedir exoneração para não criar uma demanda judicial”, justifica a Assessoria de Imprensa.

Conversa

Após conversar com ambos, Jório tomou a decisão de manter o procurador Kennedy Salvador.

“Eles deixaram o presidente à vontade, até para manterem coerência em relação ao cumprimento que a atual gestão adota em relação às recomendações de órgãos de fiscalização, como no caso do TCE (Tribunal de Contas do Estado) quando ao corte da verba indenizatória”, acrescentou a mesma fonte.

À semana passada, Licanor e Kennedy Salvador emitiram nota conjunta anunciando o pedido de exoneração e posicionando-se tecnicamente em relação à recomendação do MP (veja AQUI).

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