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Prefeito segue Bolsonaro e anuncia reabertura comercial

Bolsonaro e Crivella: Afinação (O Globo)

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), informou hoje nas redes sociais que pretende ordenar a reabertura gradual do comércio na cidade.

“A partir de sexta (27), começaremos a abrir, aos poucos, alguns comércios, como lojas de material de construção e lojas de conveniência (postos de gasolina).”

O anúncio acontece após pronunciamento feito ontem à noite pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – veja AQUI.

Mas o governador carioca, Wilson Witzel (PSC), poderá impor medida restritiva à pretensão do prefeito.

* Com informações do UOL e O Globo.

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Robinson confirma apoio de partido a governo e candidatura

Robinson: reeleição (Foto: arquivo)

Através de sua assessoria de imprensa, o governador Robinson Faria (PSD) anuncia que fechou apoio do PRB ao seu governo. Sinalizador de “arrumação” de pré-campanha à disputa à reeleição.

O Blog Carlos Santos antecipou essa informação à semana passada (veja AQUI).

Veja a nota abaixo:

O PRB – Partido Republicano Brasileiro agora faz parte da base de apoio político do Governo Robinson Faria. O partido, com forte representação entre os evangélicos, tem entre seus destaques nacionais o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela, e é presidido no RN por Abraão Lincoln.

O partido conta hoje com 26 deputados federais, possui um dos maiores tempos de TV e é um dos partidos cotados para receber a candidatura do empresário Flávio Rocha a presidente da República.

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STF suspende nomeação do filho de prefeito para secretariado

Do portal G1

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar (decisão provisória) para suspender a nomeação de Marcelo Hodge Crivella, filho do prefeito do Rio de Janeiro – Marcelo Crivella –, para o cargo de secretário-chefe da Casa Civil.

O filho do prefeito do Rio foi nomeado no último dia 1º. A nomeação foi publicada no “Diário Oficial” do estado no dia seguinte.

Marcelo Hodge Crivella enfrenta liminar contra sua nomeação para Gabinete Civil (Foto: redes sociais)

Ele atendeu uma reclamação apresentada por um advogado, que argumentou que a nomeação feriu entendimento tomado pelo plenário do STF que vedou o nepotismo em 2008, ao aprovar uma súmula vinculante (que deve ser observada por toda a administração pública).

Marco Aurélio Mello considerou que a nomeação desrespeitou à decisão do Supremo.

“Mostra-se relevante a alegação. Por meio do Decreto “P” nº 483, o atual titular do Poder Executivo do Município do Rio de Janeiro nomeou, em 1º de fevereiro último, o próprio filho para ocupar o cargo em comissão de Secretário Chefe da Casa Civil local. Ao indicar parente em linha reta para desempenhar a mencionada função, a autoridade reclamada, mediante ato administrativo, acabou por desrespeitar o preceito revelado no verbete vinculante nº 13 da Súmula do Supremo”, afirmou o ministro.

Marco Aurélio suspendeu a eficácia do decreto de nomeação e determinou que o prefeito preste informações. O caso ainda terá de ser julgado pelo plenário do STF, em data ainda não prevista.

A Prefeitura do Rio emitiu nota de Crivella sobre a decisão. “Eu dei o melhor que tinha para a Prefeitura. Confio na Justiça”, afirmou o prefeito. Ainda segundo a Prefeitura, o secretário da Casa Civil, Marcelo Hodge, tem formação superior, mestrado em Oxford e está apto para exercer a função.

Ministério Público do Rio de Janeiro também abriu Inquérito Civil Público contra a nomeação, considerando-a abusiva (veja AQUI).

Nota do Blog – Terra boa é Mossoró.

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem dois filhos em seu secretariado.

Nomeou o filho Carlos Eduardo Ciarlini (Kadu) para o mesmo cargo do filho de Crivella, o Gabinete Civil.

A filha Lorena Ciarlini estreou no Desenvolvimento Social.

Eles nunca tinham assumido qualquer cargo público antes. A decisão não soou bem até mesmo para muitos seguidores históricos da prefeita.

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Urnas derrotam PT e exigem atenção redobrada dos vencedores

Quando as urnas falam, a gente se cala” (Leonel Brizola)

“O PT é o partido que sofreu a maior derrota nessas eleições”. A assertiva foi disparada por alguém muito credenciado para falar sobre política, eleições e o próprio PT.

Foi emitida pelo médico e deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), em entrevista madura ao canal Band News, à noite desse domingo (30).

De fato, os números são incontestáveis e duros ao final dos dois turnos das eleições 2016 no país. O PT tinha 638 Prefeituras espalhadas pelo Brasil antes dos pleitos. Termina com 234, inclusive sem nenhuma no ABCD paulista, onde nasceu.

O PT encolheu também nas câmaras municipais (veja AQUI desempenho de todos os partidos no país). O partido teve perda percentual de 45,8%: foram 5.185 parlamentares eleitos em 2012 e em 2016 caiu para 2.808.

O momento é de freio de arrumação, autocrítica, repensar o que fez de certo e bobagens. Ver o futuro. Parar de se sustentar no surrado discurso maniqueísta e marxista de direita contra esquerda, de transferir culpa “à mídia golpista”, do “Fora, Temer” (reprovado nas urnas) etc.

Euforia e salvo-conduto

Aos vencedores cabe a euforia da vitória, mas ninguém ganhou salvo-conduto para repetir ou alargar os erros do petismo e seus colegas de poder em mais de 13 anos de aboletados no Planalto e Esplanada dos Ministérios. O voto é um ativo muito volátil (veja AQUI).

É muito simplista, inocente mesmo, se avaliar que houve vitória de direita contra a esquerda nas eleições. Ou Atlético x Cruzeiro em Belô, onde Alexandre Kalil (PHS), ex-presidente do Atlético Mineiro, superou adversários e derrotou forças políticas tradicionais, como do senador Aécio Neves (PSDB).

Eleitor segue movimento pendular. Tenta se situar avaliando seu bolso e valores morais dos políticos, por exemplo. Votou no que considerou menos ruim e pronto.

Outra multidão, desencantada, preferiu se abster ou votar branco ou nulo. Em sua visão, tudo não passa de “farinha do mesmo saco”. Puro lixo. Nunca tivemos tantos votos com essas configurações como nas eleições de 2016. Exemplo: Rio de Janeiro.

As abstenções na Cidade Maravilhosa superaram a votação do segundo colocado, Marcelo Freixo (PSOL). Ele empalmou 1.163.662 (40,64%) e 1.314.950 (26,85%) foram os eleitores que não compareceram às urnas.

A soma de Brancos + nulos + abstenções totalizou 2.034.352 de votos. O eleito, senador Marcelo Crivella (PRB), amealhou 1.700.030 (59,36% dos votos válidos).

Há um desalento com a política e com a classe política. Isso é nítido demais. A repulsa popular mais notória é ao PT, grande perdedor – como bem definiu o deputado Chinaglia, mas os grandes vencedores que se cuidem. O próprio PT está acanhado, camuflando sua identidade como se fosse um pária partidário.

Na campanha eleitoral deste ano, vários candidatos do PT dissimularam símbolos como a cor vermelha e a estrela solitária (veja AQUI), temendo maiores prejuízos eleitorais.

Daqui a dois anos, teremos o primeiro teste com os eleitos de 2016, com os partidos vitoriosos deste ano. Serão feitas eleições para deputado estadual, deputado federal, governador e presidente da República.

O movimento pendular poderá continuar fazendo estragos. O PT foi “executado” em 2016. Mas amanhã poderão ser outros partidos e personagens. Os próximos meses e anos formatarão a vontade popular.

Vejo assim.

* Veja também: PMDB elege maior número de prefeitos e vereadores no primeiro turno (AQUI);

* Veja também: Todos os votos do primeiro turno no país – para prefeito e vereador (AQUI);

* Veja também: Todos os eleitos nas capitais no 2º Turno e o perfil de cada um (AQUI);

* Veja também: Apuração para prefeito no 2º Turno em todos os 57 municípios que tiveram o pleito (AQUI).

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A dolorosa escolha do eleitor diante da “Benzetacil”

Veja abaixo a intervenção interessante da webleitora Naide Rosado, que denomina esta página sabiamente de “Nosso Blog“, sobre o dilema do eleitor do Rio de Janeiro-RJ nas eleições de hoje entre Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL) à Prefeitura.

Ela dialoga com dois de nossos articulistas – Honório de Medeiros (veja AQUI) e François Silvestre (veja AQUI) – que assinaram artigos interessantes sobre política, poder, retórica, eleições e gestão pública:

– Domingo da sabedoria. Sensacional, Prof. Honório de Medeiros. Hoje, votei sem ser persuadida ou seduzida ou por escolha definida. Votei no “menos ruim”, segundo meus critérios. E, como relatei em François Silvestre, cumpriu-se o que li na Internet :

– O eleitor do Rio de Janeiro tem como escolha, em qual parte das nádegas receberá uma injeção de Benzetacil.”

* Para quem não sabe, a tal da Benzetacil é um antibiótico que deixa a ‘vítima’ dolorida por dias. Como maltrata.

Eu a conheci há muitos anos.

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Veja os eleitos nas 18 capitais com eleições no 2º Turno

Da revista IstoÉ

Os resultados do segundo turno já são conhecidos nas 18 capitais do país onde houve votação. Ao todo, segundo turno ocorreu em 57 municípios. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as eleições envolveram cerca de 32,9 milhões de eleitores.

Virgilio, Crivella e Kalil foram eleitos neste domingo em Manaus, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Foto: IstoÉ)

Aqueles que não puderam comparecer às urnas e não justificaram o voto hoje (30), podem preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo, por via postal, ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito até 60 dias após cada turno da votação, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

O prazo para que isso seja feito é até 1º de dezembro, com relação ao primeiro turno;e, até 29 de dezembro de 2016, com relação ao segundo turno.

Gilmar Mendes

Depois de acompanhar o começo da apuração de votos do segundo turno na sede do TSE, o presidente da corte, Gilmar Mendes, disse que a eleição “transcorreu em clima de paz e normalidade” mesmo nos municípios que precisaram de reforço de segurança, como São Luís, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

O TSE registrou mais de 300 ocorrências e mais de 80 prisões durante o período de votação. Na maioria dos casos, a Justiça Eleitoral flagrou cabos eleitorais fazendo propaganda para candidatos, a tradicional boca de urna. De acordo com os dados, nenhum candidato foi preso.

Confira os prefeitos eleitos nas capitais no segundo turno:

Aracaju: Edvaldo Nogueira (PCdoB)

Belém: Zenaldo Coutinho (PSDB)

Belo Horizonte: Kalil (PHS)

Campo Grande: Marquinhos Trad (PSD)

Cuiabá: Emanuel Pinheiro (PMDB)

Curitiba: Rafael Grega (PMN)

Florianópolis: Gean Loureiro (PMDB)

Fortaleza: Roberto Cláudio (PDT)

Goiânia: Iris Rezende (PMDB)

Macapá: Clécio (Rede)

Maceió: Rui Palmeira (PSDB)

Manaus: Artur Virgilho Neto (PSDB)

Porto Alegre: Nelson Marchezan Junior (PSDB)

Porto Velho: Dr. Hildon (PSDB)

Recife: Geraldo Julio (PSB)

Rio de Janeiro: Crivella (PRB)

São Luís: Edivaldo Holanda Júnior (PDT)

Vitória: Luciano (PPS).

* Clicando no link de cada nome você tem detalhes sobre candidato e sua vitória.

Veja como foi o 1º Turno das eleições nas capitais este ano, clicando AQUI.

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PRB prepara evento com presença do senador Marcelo Crivella

O Partido Republicano Brasileiro (PRB) deverá promover evento no mês de abril, em Mossoró, com a presença do bispo e senador pelo Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB). Data, local e detalhes da iniciativa ainda serão esmiuçados.

Crivella: presença (Foto: Senado)

Quem passa a informação é o presidente do PRB no Rio Grande do Norte, em conversa com esta página, Fernando Medeiros, o “Fernandinho da Casa das Padarias”.

Segundo ele, expectativa é de que o presidente nacional do partido, Marcos Pereira, também participe da programação partidária.

Crivella é um dos expoentes do partido e bispo da Igreja Universal. Marcos Pereira é ex-vice-presidente da Rede Record e bispo licenciado da Igreja Universal.

Nominata

Fernandinho explica, que no momento a prioridade é a organização interna do partido e fortalecimento de sua nominata a vereador. “No momento oportuno a gente vai conversar sobre chapa majoritária e alianças”, diz.

Mas o dirigente partidário admite: “A gente começou a ser procurado”.

Médicos militares têm PEC para atuação no mercado

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (7), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 122/2011, que permite a profissionais de saúde das Forças Armadas acumular outro cargo público, no âmbito civil. A proposta não teve nenhum voto contrário, tendo sido aprovada pela unanimidade de 69 votos, em primeiro turno, e 57, em segundo.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a votação em Plenário. A proposta será agora analisada pela Câmara dos Deputados.

De autoria do senador licenciado Marcelo Crivella (PRB-RJ), atual ministro da Pesca, a proposta recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) no último dia 10 de julho. Foi relatada, na comissão, pelo suplente de Crivella no Senado, o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ). A aprovação do calendário especial de tramitação pelo Plenário, no dia anterior, permitiu sua votação em dois turnos sem a necessidade do interstício constitucional.

Na justificação da PEC, o autor afirma que ela pretende conter a “escalada de desligamentos” de médicos militares. O relator acrescenta que a modificação constitucional proposta também permite que os profissionais de saúde do Exército, Marinha e Aeronáutica aumentem sua remuneração, sem prejuízo de suas funções ordinárias nas Forças que integram; e atende também ao interesse da saúde pública, que contará com um acréscimo na qualidade no atendimento por tais profissionais.

Veja mais detalhes AQUI.

Rosalba receberá ministro nesse sábado

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) receberá, às 9h30 deste sábado (18), na Colônia de Pescadores e Aquicultores de Nísia Floresta, o ministro da Pesca, Marcelo Crivella.

Na ocasião, a governadora assinará um decreto de ocupação e licenciamento ambiental e um protocolo de intenções de repovoamento de espécies nativas.