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Ao enquadrar PMDB, Dilma também subjuga o Congresso

Por Fernando Rodrigues (Portal UOL)

A presidente Dilma Rousseff tem olhado as pesquisas de opinião e sabe que é bem vista pelos eleitores quando dá um “chega prá lá” no PMDB. É isso que ela está fazendo agora, anunciando que não vai ceder a uma parte da bancada peemedebista na Câmara, que deseja mais poder no governo –cargos e verbas do Orçamento.

Muitos aplaudem essa atitude de Dilma Rousseff, mas há um efeito colateral grave nesse embate. Ao esculachar o PMDB e dizer não ao maior partido brasileiro, a presidente também pratica um ato de força ao subjugar o Congresso aos desígnios do Palácio do Planalto.

Temer teve reunião à parte

Essa sobreposição entre Poderes ficou escancarada ontem, domingo (9.mar.2014). Desde a última sexta-feira (7.mar.2014), estava anunciada uma reunião entre Dilma Rousseff e a cúpula do PMDB. Participariam os seguintes peemedebistas: Michel Temer (vice-presidente da República e presidente nacional licenciado do PMDB); Renan Calheiros (presidente do Senado), Henrique Alves (presidente da Câmara) e Valdir Raupp (presidente nacional interino da legenda).

Cientes da tal reunião, a tropa peemedebista ficou em Brasília durante o fim de semana. Note-se que não se trata apenas de um grupo do PMDB. Trata-se aqui também dos dois presidentes das duas Casas do Congresso. Dilma fez com que ambos ficassem esperando pelo seu chamado no fim de semana.

Aí ocorreu algo inusitado. Durante o domingo (9.mar.2014), um funcionário do Palácio do Planalto informou a Michel Temer que o plano havia passado a ser o seguinte: uma reunião apenas com ele, Temer, no Palácio da Alvorada.

Os outros peemedebistas ficaram de castigo, do lado de fora, chupando o dedo e esperando o resultado do encontro. A espera se deu dentro do Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência da República.

Ao sair do encontro de aproximadamente duas horas com Dilma e com seu ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o vice-presidente da República saiu resignado em direção ao Jaburu. Relatou aos colegas o novo pito que ouvira da presidente da República.

Dilma disse que não iria se submeter aos desejos fisiológicos do PMDB por cargos. Afirmou também que o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, foi muito longe ao dar seguidas entrevistas e declarações afrontando o PT e o governo. Por fim a presidente disse que o PMDB terá de aceitar as nomeações de ministros que ela própria decidir.

Mas não parou por aí. Dilma também definiu, ela própria, quando queria receber para reuniões separadas outros caciques do PMDB. Nesta segunda-feira (10.mar.2014), faria encontros diferentes com Renan Calheiros e com Henrique Alves.

De novo, vale a pena ressaltar. Dilma Rousseff não está dando ordens apenas a dirigentes do PMDB. Ela está tratando também com os dois presidentes das duas Casas do Congresso –que bovinamente aceitam a determinação palaciana de participar dessas reuniões nas quais apenas são submetidos a carraspanas por parte da chefe do Executivo.

Alguns dirão: “O PMDB fez por merecer”. É verdade. Mas neste cenário atual, os peemedebistas arrastam também o Congresso para o buraco. Ajudam a depauperar ainda mais a imagem do Legislativo.

Dilma Rousseff pode fazer isso? Como se ouve sempre, na política não existe vácuo. Que tem mais poder ocupa os espaços. Na atual conjuntura, o PMDB fracionado está dando não só um passo a mais em direção ao ocaso, mas também ajudando a desequilibrar a correlação de forças entre dois Poderes da República.

Haverá consequências, claro. Quais, ninguém sabe ao certo.

Dilma-Temer perde no sudeste para Eduardo-Marina

Por Fernando Rodrigues (Folha On Line)

A notícia principal na pesquisa Datafolha realizada na sexta-feira (11.out.2013) é que Dilma Rousseff (PT) seria reeleita hoje no primeiro turno se os candidatos fossem apenas Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

A petista teria 42% contra 21% do tucano Aécio e 15% do socialista Eduardo. Ou seja, 42% X 36%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, a fatura estaria liquidada e Dilma passaria mais 4 anos no Palácio do Planalto.

Mas há outros aspectos que devem ser considerados numa análise neste momento, quando ainda falta 1 ano para a eleição. O levantamento do Datafolha mostra fragilidades presentes em todas as pré-candidaturas consideradas.

Segundo Turno

Um dos aspectos mais relevantes trata de uma simulação qualificada de um eventual segundo turno.

O Datafolha indagou aos eleitores em quem votariam se a disputa final ficasse entre as chapas de Dilma Rousseff (PT) + Michel Temer (PMDB) contra Marina Silva + Eduardo Campos (PSB). Nesse caso, o resultado muda de figura. A petista fica em situação de empate técnico no país (44% X 42%) e perde no Sudeste (40% X 44%).

Uma má notícia para Eduardo Campos é que quando ele é o candidato a presidente (e Marina Silva ocupa a vaga de vice), a vitória da dupla Dilma-Temer seria certa se a eleição fosse hoje: 46% X 37%.

Mas há aí também um sinal de alerta para Dilma Rousseff. Mesmo com Eduardo Campos sendo o cabeça de chapa, a petista passa um aperto no Sudeste. Ela e Temer ficariam com 41% contra 40% da dupla Eduardo-Marina. Ou seja, empate técnico.

Veja matéria completa AQUI.

 

 

Vaias para Henrique Alves sob testemunho de Temer

O presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), recebeu uma chuva de vaias nessa sexta-feira (17) em Natal. Tudo sob o testemunho do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Henrique compôs mesa de evento de direito na capital do Estado. Na mesa, ao seu lado, o primo e prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

O palco desse tititi foi o Congresso Internacional de Direito Constitucional (visto como bastante desorganizado) no Centro de Convenções.

Michel Temer foi um dos palestrantes.

“Donos” de siglas regem sistema partidário no Brasil

Da Folha de São Paulo

Vítor Nósseis preside o PSC desde 1985. Daniel Tourinho assumiu o cargo mais alto do hoje PTC em 1989. A exemplo deles, outros 13 presidentes de partidos políticos estão no posto há mais de dez anos.

Há exemplos em siglas nanicas, médias e grandes. Após várias reeleições, alguns são considerados “donos” de siglas. Somam mandatos mais duradouros que o de presidentes africanos notórios pela longevidade no poder.

A gestão do líder do PSC, por exemplo, é mais longa que a do presidente de Uganda, Yoweri Museveni, há 27 anos no comando do país. Já o líder do PTC assumiu no ano em que o ditador do Sudão, Omar Bashir, chegou ao poder.

No grupo, que reúne metade dos 30 dirigentes de partidos, está o deputado Roberto Freire, presidente do PPS há 21 anos, e o vice-presidente da República, Michel Temer, que comanda o PMDB desde 2001. Hoje ele está licenciado, mas deve ser reeleito em março.

Já partidos como PRTB, de Levy Fidelix, e PSDC, de Eymael, nunca estiveram nas mãos de outra pessoa.

Para a cientista política Maria do Socorro Souza Braga, da Universidade Federal de São Carlos, duas situações levam à permanência de um presidente por tantos anos.

A primeira são os partidos “de notáveis”, que giram ao redor de um líder. “É uma legenda fraca.” Em outros casos, há tantas correntes internos que, quando alguém se legitima, fica como nome de consenso, como no PMDB.

Os prazos de mandato são diferentes em cada sigla. É comum líderes serem escolhidos em convenções a cada dois ou quatro anos. Mas o estatuto do PMN, por exemplo, não prevê limite de mandato. Oscar Noronha Filho é presidente desde 1998.

No PMDB, o mandato é de dois anos com reeleição indefinida. No PT, são três anos com direito a uma reeleição.

Em 2015, o PSC deverá reeleger Nósseis “se for a vontade de seus pares”. Ele disse que, como a sigla não “exclui nem segrega”, é desproporcional a comparação com dirigentes de países africanos.

Tourinho, do PTC, reeleito no ano passado, disse que “renovação não significa troca de nomes” e que, no partido, decisões são tomadas por consenso. Ele ressaltou que também não há limites para reeleições de deputados e vereadores no Brasil.

Já Temer disse, via assessoria, que o PMDB faz convenções e que, “se há recondução da direção, é por meio da manifestação democrática dos filiados que votam”.

Para Roseli Coelho, da Fundação Escola de Sociologia e Política, deveria haver limite para reeleição, “senão o partido fica empoeirado”.

Deputado tenta presidir Câmara com ideias polêmicas

Por Catia Seabra (de Brasília, Folha de São Paulo)

Henrique: nome favorito à presidência

Aliado do governo petista de Dilma Rousseff. Companheiro do tucano Aécio Neves em viagem ao exterior. Apoiador do ascendente Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco. Amigo da bancada ruralista.

O peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN) desliza entre forças concorrentes no Congresso com um objetivo central: aos 64 anos, “Henriquinho”, como é conhecido, quer ser presidente da Câmara, cargo pelo qual está em campanha há três anos.

A pretensão de presidir a Casa já estava expressa num slogan de 2010, quando se elegeu deputado pela 11ª vez: “Vote em um e leve três: deputado, presidente da Câmara e presidente da República em exercício”.

Herdeiro político do clã iniciado pelo governador do Rio Grande do Norte Aluísio Alves (1921-2006) e deputado há 42 anos, sete deles à frente da liderança do PMDB, Henrique Alves fez acertos eleitorais às custas de seu próprio partido.

Exemplo: em 2011, trabalhou informalmente em favor de Ana Arraes, mãe de Eduardo Campos, para o Tribunal de Contas da União (TCU). Só que o PMDB tinha candidato ao cargo.

Em retribuição, Campos recusa-se a declarar apoio ao candidato do PSB, Júlio Delgado (MG), que concorre contra Alves sem aval do presidente nacional da legenda.

Parceiro do vice-presidente da República, Michel Temer, o favorito para comandar a Câmara carrega promessas de campanha capazes de tirar o sono de Dilma.

Uma delas é a defesa de equiparação automática do salário dos deputados ao dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente de R$ 28.059. O gatilho depende da aprovação de uma emenda no Congresso.

Tema clandestino

“A emenda está pronta. Não sei por que não foi aprovada. Esse não pode ser tema clandestino. Tem que ter critério. Fica defensável”, diz.

Sobre seu plano de instituir o pagamento obrigatório de “um percentual significativo das emendas individuais”, afirma: “Todos os governos estabelecem essa humilhação que é o parlamentar ficar mendigando por um direito dele. De repente, se tornou um toma lá dá cá por uma postura inadequada”.

Hoje porta-voz do discurso corporativista do Congresso, Henrique Alves nunca transitou pelo chamado “baixo clero” da Câmara.

O peemedebista não conseguiu extrapolar os limites do Congresso, sendo derrotado nas três vezes em que se aventurou ao Executivo.

Na escalada pela presidência da Câmara, só não esconde as restrições a um desafeto: o favorito para ser presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Veja reportagem na própria Folha de São Paulo clicando AQUI.

Temer prevê que PT e PMDB estarão unidos

Do portal G1

O vice-presidente da República, Michel Temer, esteve em Natal, capital do Rio Grande do Norte, na manhã deste sábado (15), onde participou das comemorações alusivas ao Dia Nacional do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), ao qual é filiado há mais de 30 anos e que, momentaneamente, está licenciado da função de presidente nacional.

Durante coletiva, Temer declarou que a aliança entre PT e PMDB é “quase certa” para 2014.Além de Michel Temer, os ministros da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho; de Minas e Energia, Edson Lobão; e da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Moreira Franco, estiveram no evento.

O senador e presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp e dos deputados federais pelo Rio Grande do Norte, Henrique Alves, e Eduardo Cunha, pelo Rio de Janeiro, também participaram das comemorações que homenagearam o ex-deputado e presidente nacional do partido, Ulysses Guimarães, que morreu num acidente aéreo há 20 anos.

As comemorações pelo Dia Nacional do PMDB ocorreram em mais 4.499 municípios brasileiros além de Natal. Saiba mais AQUI.

Hermano prepara grande festa em convenção

O deputado estadual Hermano Morais (PMDB), que irá ser homologado como candidato a prefeito de Natal na convenção do partido, neste sábado (30), no Palácio dos Esportes Djalma Maranhão, às 9h, tendo o vereador de Natal, Osório Jácome (PSC), como vice, disse hoje durante entrevista a Jornal da 96FM que estava tudo pronto para a convenção. Garantiu que  “vai se transformar numa grande festa”.

“Ao todo são oito partidos que nos apóiam. Além do PMDB, contamos com o apoio do PR, PSDC, PSC, PTB, PRTB, PMN e PP”, informou o pré-candidato.

“Vamos ter uma eleição interessante, com candidaturas múltiplas, entre elas a de alguns candidatos que já governaram Natal e não conseguiram resolver todos os problemas da cidade. Foram várias gestões que não conseguiram atender aos anseios dos natalenses e os problemas vêm se avolumando”, lamentou Hermano.

Detacou que “temos também como prioridade o saneamento básico e vamos cobrar da concessionária que presta esse tipo de serviço ações nesse sentido, porque não é possível termos apenas 32% da cidade saneada e apenas 17% dos esgotos sendo tratados. A água de Natal era boa, hoje causa problemas de saúde nas pessoas”, revelou.

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), prometeu prestigiar o evento.

Primeira Página (Terça-feira, 26 de junho de 2012)

Jaime – A união de tradicionais adversários políticos foi foi a marca da convenção municipal que lotou o ginásio de esportes do Conjunto Amarante, nesse domingo (24), em São Gonçalo do Amarante. Jaime Calado (PR), candidato a reeleição, e seu companheiro de chapa, Poti Neto (PMDB), formam chapa governista. Jaime concorre a reeleição e a presença do vice fecha um acordão  até então improvável com a principal força de oposição, comandada pelo deputado estadual Poti Júnior (PMDB), ex-prefeito do município. São 16 partidos formando essa coligação situacionista.

Haroldo – O pré-candidato a prefeito de Felipe Guerra, Haroldo Ferreira (PSD), terá como candidato a vice-prefeito o estudante Paulo Guilherme (PTB). O anúncio oficial aconteceu à tarde desse domingo (24), num encontro que contou com a presença dos vereadores Salomão Gomes (PR), Otoniel Maia (PSD), líderes políticos e os empresários Ferreira Júnior e Ademos Ferreira, além do ex-prefeito Hugo Costa (PTB) e o empresário Tião Couto. A convenção para a homologação da chapa Haroldo Ferreira (PSD) e Paulo Guilherme (PTB) acontecerá neste sábado (30) na Quadra Estadual de Esporte Manoel Domingos Neto em Felipe Guerra.

Haroldo e Paulo: oposição

Fotografia – O Studio Chaplin, do fotógrafo Ricardo Lopes, trabalha a produção fotográfica de candidatos e coligações às eleições deste ano. Sua estrutura profissional está localizada à Rua João da Escóssia, 1171, bairro Nova Betânia (Mossoró), quase em frente ao restaurante Bambinos. Ele também monta verdadeiras ‘operações especiais’ para produção nos próprios municípios dos contratantes. Recomendo o Ricardo. É um profissional extremamente competente, zeloso e preparado tecnicamente. Anote os telefones para contatos: (84) 3316.1606 e 9411.6666 (OI).

Mãe – A mãe do vereador mossoroense Jório Nogueira (PSD), vice-presidente da Câmara de Vereadores, Lutigarden Nogueira, está internada no Hospital Wilson Rosado. Saúde delicada. Mas fica nossa torcida por sua ampla recuperação. É viúva do ex-vereador e radialista Aldenor Nogueira.

Pau dos Ferros – O município tem uma sucessão municipal com duas chapas “puro-sangue”. No governismo, o cabeça de chapa é o vice-prefeito Fabrício Torquato (DEM), com Zélia Leite (DEM) na condição de candidata a vice. Foram homologados no domingo (24), em convenção municipal no BNB Clube. Já na oposição, o médico Bráulio Figueiredo (PMDB) tem Maison Rego (DEM) como seu vice e fizeram convenção no sábado (23). Promessa de uma campanha duríssima.

Twitter – Acompanhe cobertura da campanha municipal deste ano também por nossa página no Twitter, com notas e informações exclusivas. Eis nosso endereço: www.twitter.com/bcarlossantos.

Convenções – As convenções municipais das pré-candidatas a prefeito de Mossoró, Cláudia Regina (DEM) e Larissa Rosado (PSB), estão confirmadas para o próximo final de semana. A de Larissa será na AABB, a partir das 14h do sábado (30). Já Cláudia terá a sua no Colégio Pequeno Príncipe, às 15h, também no sábado (30).

Temer – O vice-presidente Michel Temer (PMDB) estará em Natal no próximo sábado (30/06). Ele será a “estrela” da convenção que seu partido, o PMDB, vai realizar para lançar a candidatura do deputado estadual Hermano Morais à Prefeitura da capital potiguar. Evento marcado para as 9h, no ginásio Palácio dos Esporte.

PTB – Ontem o presidente do PTB de Mossoró, Pedro Eugênio, participou do programa Cenário Político, no Canal 10 da TV Cabo Mossoró (TCM). Na ocasião falava sobre a unidade do partido e anunciava um avanço para entendimento com o vereador Ricardo de Dodoca. “Nosso partido estará unido. Inclusive o vereado Ricardo já nos disse que estará conosco na convenção”, informou o dirigente. Momento depois, Ricardo de Dodoca participou do programa. Mandou recado avisando que vai para a convenção para acompanhar seu partido na chapa proporcional, mas assegurou que não apoiará a candidatura a prefeito de Larissa Rosado (PSB). Ficará com Cláudia Regina (DEM). (Blog do Julierme Torres).

PSB e PR – José Raelson  prefeito e Núbia vice. O primeiro, do PSB. Ela, do PR. Essa chapa participará da disputa municipal em Porto do Mangue, enfrentando o projeto de reeleição do atual prefeito, Francisco Gomes Batista (PDT), o “Titico”. Lagerde Fernandes (DEM), professor, é o seu vice.

 

Dilma ‘enquadra’ Henrique e mostra sua força

Da Folha de São Paulo

Efeito Bumerangue

Desafiada pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), Dilma Rousseff não só antecipou a demissão de seu apadrinhado Elias Fernandes (ex-Dnocs) como sinalizou que a crise com o principal partido da base aliada pode se alastrar para o Senado. Ontem, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) teve de entrar em campo para acalmar peemedebistas, informados de que o próximo da lista de degola seria Sérgio Machado (Transpetro), da cota de Renan Calheiros (AL). Em conversas reservadas no Planalto, a presidente expressou indignação com a incontinência verbal de Alves, um dos capitães do time do vice, Michel Temer.

Segue o jogo

Henrique Alves brigou por uma saída honrosa para o aliado. Temia que sua candidatura à presidência da Câmara em 2013 fosse abalada com a suspeita de desvios na autarquia. Ainda assim, o líder deve indicar o substituto de Fernandes.

Henrique Alves convida Lula para visitar o RN

O líder do PMDB na Câmara dos deputados, Henrique Eduardo Alves, convidou o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, para visitar o Rio Grande do Norte. O retorno de Lula ao estado, em novembro próximo, será durante a retomada das obras do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, agora pela iniciativa privada.

O encontro dos líderes do PMDB e do PT foi no palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, Michel Temer, que recebeu o ex-presidente da república para discutir a reforma política, em tramitação no Congresso Nacional, com as demais lideranças que apóiam o governo na Câmara e no Senado.

“Aproveitei a ocasião para convidar Lula a estar presente na solenidade de início das obras do aeroporto de São Gonçalo, em novembro”, declarou o líder.

Henrique Alves agradeceu, pessoalmente, o empenho do então presidente Lula para que a concessão da obra à iniciativa privada fosse realizada e, finalmente, o aeroporto fosse concluído.

Michel Temer cancela viagem a Mossoró

O Blog ouviu há poucos minutos de uma fonte, de Brasília, informação de que o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), não estará mais em Mossoró amanhã (sexta-feira, 16).

O próprio Aeroporto Governador Dix-sept Rosado (Mossoró) já recebeu comunicado oficial de que o avião oficial não pousará amanhã em sua pista.

O serviço de inteligência do 16º RI (Batalhão de Infantaria Motorizada), com sede em Natal, estava encerregado de operação de segurança do vice-presidente.

Temer estaria em Mossoró para encontro do PMDB, participando ainda de homenagem ao deputado federal Henrique Alves (PMDB).

RN faz mal a Michel Temer, hóspede de Henrique

Por Sonia Racy (O Estado de São Paulo):

Mal-estar

Michel Temer acaba de receber alta (esta terça-feira, 13) e deve embarcar para Brasília hoje ou amanhã. O vice-presidente estava internado desde ontem no Albert Einstein, com infecção gastrointestinal. Ele voltou de uma semana de férias em Natal, na sexta, e começou a se sentir mal no sábado.

Domingo, o quadro se agravou. Com náuseas, Temer seguiu para o hospital.

Depois de um dia em observação, realizou, hoje pela manhã, diversos exames e foi liberado pelos médicos.

Nota do Blog – Ele foi hóspede do deputado federal Henrique Alves (PMDB). Deve ter exagerado nos frutos do mar.

Ele não deve ter se arriscado a atendimento no Walfredo Gurgel. Por lá encontraria bons motivos para lutar por melhorias à saúde pública.

Michel Temer volta ao Rio Grande do Norte

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) é hóspede do deputado federal Henrique Alves (PMDB), a partir de hoje, no Rio Grande do Norte.

Ele tem desembarque aguardado nesta segunda-feira (5), para passar o feriado do 7 de setembro no litoral Sul, em endereço do próprio deputado potiguar.

A última vez que esteve no Rio Grande do Norte, Temer participou de evento da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM), no dia 5 de maio.

Ele esteve no 7º Encontro de Vereadores do RN, quando fez palestra sobre a “reforma política”.

Henrique tem garantia para presidir Câmara Federal

Do Blog de Josias de Souza

Dilma Rousseff tornou-se uma espécie de fiadora de acordo celebrado entre o seu PT e o PMDB do vice-presidente Michel Temer.

O acerto prevê o apoio do PT à eleição de um deputado do PMDB para presidir a Câmara no biênio 2013-2014.

Reunida com o comando das legendas, na noite de segunda (15), Dilma foi peremptória ao declarar que os compromissos do petismo com seu parceiro serão honrados.

Entre os presentes estava Henrique Eduardo Alves (RN), o líder que o PMDB já apontou como seu candidato ao comando da Câmara.

Presenciaram a cena também Rui Falcão e Valdir Raupp, presidentes do PT e do PMDB, respectivamente.

O gesto de Dilma inseriu-se no esforço que ela empreende para pacificar as relações do Planalto com as legendas que integram sua coalizão.

Um bolo muito sugestivo em Brasília

O bolo que o deputado Henrique Alves (PMDB) apresentou em reunião entre líderes do PMDB, com o PT, ontem, em Brasília, é sugestivo.

Quem dará o bolo em quem?

Um partido não confia no outro.

Esse bolo vai fazer mal a quem?

Toleram-se.

Há uma coabitação nervosa do poder. Acotovelam-se na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional, mesmo estando do mesmo lado.

E não vale ser levada a sério a frase que o bolo, confeitado, continha: “PMDB-PT Amor à 15ª vista”, numa referência ao número do peemedebismo.

P.S – No mesmo bolo ainda tinham dois pequenos bonecos representando a presidente Dilma Rousseff (PT) e o vice-presidente Michel Temer (PMDB).