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Antirrosalbismo ganha corpo numa campanha de “exclusão”

“(…) É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem”. Belchior, Como Nossos Pais.

Encorpa-se em Mossoró um espontâneo e crescente movimento que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) com o carisma pessoal, militância, mídia amestrada e a máquina pública não está conseguindo refrear: o antirrosalbismo. A angústia aparece em seu rosto crispado e em palavras cada dia mais amargas e raivosas (veja vídeo ao final desta postagem).

É importante que fique sublinhado: esse fenômeno não é artificial, repentino ou circunstancial. Não é “coisa de adversário”, tão somente. A própria “mistura” ou “união” da família Rosado nas eleições de 2016 deixou patente essa agonia, que recrudesce nesse momento, dois anos depois.

São sinais que há muitos se formam para espelhar um diagnóstico que não tem como ser escamoteado: aproxima-se o fim de um ciclo.

Rosalba discursa no Sítio Cantópolis para um público com poucos jovens e repetindo retórica surrada (Foto: cedida)

Ao se amontoarem no mesmo palanque, após cerca de 30 anos de beligerância e acordos tácitos, os Rosados deram uma demonstração de fraqueza em vez de materializarem ampliação de força.

Antes, rachavam a cidade ao meio para ficarem com o todo. Hoje, são parte de uma porção em atrofia.

A vitória de Rosalba nas urnas em 2016, ao lado da prima, ex-deputada e ex-adversária Sandra Rosado (PSDB), representou uma tentativa de resistência e manutenção de um protagonismo que pode mudar de mãos, lado e tendência em breve.

Vexame

Ela e seu grupo talvez amarguem um vexame homérico em 2018. Todas as pesquisas já divulgadas e outras tantas de consumo interno apontam para um grande embaraço paroquial: a chapa ao governo encabeçada por Carlos Eduardo Alves (PDT), com seu filho Kadu Ciarlini (PP) a vice, está longe de ganhar o pleito “em casa”.

Caminha para perder para a petista Fátima Bezerra, que sequer tem palanque e apoios expressivos em Mossoró.

Porém é importante frisarmos, que o papel da “oposição” nesse cenário não compreende o sentido político-partidário da palavra, mas sua essência etimológica, derivada do latim. Temos uma onda de contrariedade e incompatibilidade catalisando a sociedade.

O governo parece paralisado, incapaz de funcionar com o minimo de eficiência e ninguém inspira um pingo de confiança. A própria conjuntura nacional dá sua parcela de contribuição a esse inferno astral.

Há uma massa cada dia mais indócil, questionadora e capaz de fazer sua própria revolução por segundos e bites, diante da tela de um smartphone/tablet/computador. Essa é a oposição que asfixia Rosalba e o rosalbismo. Sem sigla, sem rosto, sem líderes, inorgânica e avassaladora. Talvez, incontrolável. Capaz de votar contra, para deixar claro que não é a favor. Não por outra opção, mas para exclusão.

O perigo da oposição social

Em 11 de abril de 2017 antecipávamos esse quadro para 2018 e alertávamos a própria prefeita, ao postarmos a matéria O perigo da “oposição social” que ronda Rosalba Ciarlini. “O problema que ganha corpo de forma lenta, gradual e expressiva é a “oposição social”, muito mais letal do que a político-partidária. É a voz das ruas”, assinalamos.

Rosalba e cia. enfrentam em seu reduzido espaço geopolítico de influência (Mossoró), um ranço parecido com o espectro do antipetismo nacional. Guardam certas semelhanças, mas com algumas peculiaridades próprias.

Pesquisas dizem que a base antirrosalbista borbulha nas classes médias, avança entre emergentes e passou a germinar em cinturões de pobreza, como no antes intocável “Santontõe” (vício de linguagem para o bairro Santo Antônio), tido como o “Canteiro da Rosa” (veja AQUI em nota na última Coluna do Herzog desta página).

O grupo e seus seguidores envelheceram; as ideias e métodos dos seus líderes, mais ainda. Não conseguem fazer uma leitura eficiente desses novos tempos, teimam em não se adaptar e acreditam que a repetição do que “sempre deu certo” dará certo sempre. Pecado mortal. Não está dando mais certo. 

Paralelamente, pela primeira vez desde os anos 70, época do bipartidarismo consentido entre Arena x MDB, os Rosados enfrentam uma oposição partidária com o mínimo de organização, quadros e disposição de luta. Seus principais atores pegam o vácuo deixado pela banda de Sandra Rosado, depois que ela virou neorosalbista.

Como não se modernizaram, não se reciclaram, não se oxigenaram e não têm mais o poder de controlar quase tudo nesse espaço, do juiz ao gari, Rosalba e seu rosalbismo entram em parafuso.

“O novo sempre vem”, escreveu o compositor cearense Belchior.

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Tião caminha à disputa estadual desconectado da realidade

O empresário e ex-candidato a prefeito de Mossoró em 2016 Tião Couto (PSDB) tem se mexido fora de Mossoró para ser o candidato do seu partido ao governo estadual no próximo ano. Peregrina da capital ao interior. Até aqui, Tião segue como um bom nome, mas não um bom candidato.

O simples fato de existir desgaste cumulativo e robusto da política tradicional, dos partidos e dos políticos, não o credencia a ocupar esse espaço como algo novo, alternativo e diferenciado. A administração estadual de Robinson Faria (PSD) reprovada popularmente, ajuda-o a marchar, sem que instantaneamente o faça favorito à sucessão no próximo ano.

Francisco José perdeu contato com a realidade; Tião marcha para nova disputa com mesmo pecado (Foto: Mossoró Notícias)

A própria votação cevada empalmada por ele na disputa à prefeitura – 51.990 (39,39%) votos -, não o credencia “naturalmente” à concorrência estadual.

Basta aprender com os erros crassos de avaliação de voto, cenário e conceitos sobre a política e os políticos, vivenciados pelo ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Em 4 de maio de 2014, Francisco José Júnior foi eleito à prefeitura em disputa suplementar, com 68.915 (53,31%) votos. Em outubro de 2016, quase dois anos e cinco meses depois, só foram contabilizados 602 votos válidos a seu favor, em face até de sua desistência pública de candidatura, por detectar falta de apoio popular ao seu nome.

Ativo frágil

Tratássemos do “voto” pela ótica das Ciências Econômicas, poderíamos afirmar com segurança que é o caso típico de um “ativo” frágil. Seria uma “moeda” flutuante, sujeita às volatilidades de riscos, conforme o momento ou externalidades referentes às eleições e à dinâmica da própria política.

Francisco José Júnior não entendeu, que o DNA dos seus votos excepcionais em 2014 guardava composição heterogênea, resultado de uma conjuntura particular e favorável a seu projeto. Vestiu-se de líder e assumiu para si o capital que de verdade não lhe pertencia no todo.

Dois dias após sua eleição, o Blog Carlos Santos traçou o código genético de seu triunfo e alertou-o. Fomos ignorados. Vaidade embaciou seus olhos. Já estava tomado por uma certeza: era um líder.

Os votos derivavam de sua surpreendente gestão interina na prefeitura; do impedimento à nova candidatura da prefeita eleita, cassada e afastada Cláudia Regina (DEM); de uma corrente histórica anti-Rosado/anti-oligarquia; do apoio maciço do eleitor da então governadora Rosalba Ciarlini (PP), que queria derrotar outra vez a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) e da incerteza de legalidade da própria postulação da parlamentar adversária.

Sandálias do bom senso

Com Tião, tudo indica, acontece igual pecado de análise dos números e desconexão da realidade dos fatos e do contexto em que esteve envolvido. Empavona-se com uma atmosfera política pontual e com votação que pode ser avaliada sem maior esforço. Foram votos anti-rosalbismo, anti-Rosado, anti-união Rosado-Rosado e em favor do perfil que procurou representar como homem de sucesso.

Daí é precipitado acreditar, que os 51.990 (39,39%) votos que recebeu à prefeitura em 2016, fazem parte do seu patrimônio particular como político da nova safra. Precisa refazer contas, reavaliar cenário e calçar as sandálias do bom senso.

Francisco José Júnior em 2014 obteve numérica e percentualmente, a maior vitória eleitoral em disputa municipal em todos os tempos, superando a própria Rosalba Ciarlini que em 1996 atropelou Sandra Rosado (PSB, então no PMDB). Compreensível, em parte, seu delírio com o poder.

Votos, liderança e perdas

Leia também: Novo prefeito ganha para dividir a história ou confirmar os Rosado AQUI;
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Leia também: O perigo do “Efeito Orloff” no futuro de Tião AQUI.

Àquele ano de 1996, Rosalba Ciarlini (filiada ao PFL) teve 57.407 (52,64%) votos, botando maioria de 31.289 votos sobre a prima Sandra.

Em 4 de maio de 2014, o prefeito interino Francisco José Júnior foi mais além. Destroçou Larissa Rosado com a soma de 68.915 (53,31%), numa maioria de 31.862 sobre ela.

Sandra e Larissa Rosado deixaram a oposição sem "dono" (Foto: Arquivo do Blog Carlos Santos e Costa Branca News)

Para provar como voto é um bem instável e de difícil manutenção e multiplicação, o ex-prefeito Francisco José está aí vivo para contar o enredo pós-urnas. Se tiver um espasmo de humildade, pode até reconhecer pecados e que chegou a ser avisado sobre o fenômeno.

Estuário

Na prática, os votos da oposição não têm dono e não possuem referência desde que o grupo de Sandra Rosado capitulou, convertendo-se em “neorosalbista”. Podem crescer ou não, dependendo de vários fatores, como a gestão Rosalba. Até aqui, não há um estuário para esses eleitores.

O ex-prefeito sonha em retornar à política e sabe que precisará investir muito mais para obter outro mandato eletivo. Um detalhe: Francisco José Júnior venceu a primeira eleição a prefeito da qual participou. Tião, não.

São dois momentos distintos, dois personagens muito diferentes, claro. Porém não custa estudar a história e respeitar os ensinamentos que ela oferece. Os fatos estão aí.

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Decisões de Carlos e Rosalba isolam Sandra Rosado

A vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) vai colecionando e engolindo, a seco, dissabores na convivência como “liderada” do casal prefeita Rosalba Ciarlini (PP)-Carlos Augusto Rosado.

Depois de quase 30 anos como adversária de ambos, a “neorosalbista” não é a pessoa de confiança deles no Legislativo. Os ungidos são outros.

Pensou e trabalhou para ser eleita – com apoio do casal – à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró.

Deu Izabel Montenegro (PMDB) – veja AQUI.

Mirou a liderança da bancada governista.

Sobrou para Alex Moacir (PMDB) – veja AQUI.

Pelo menos conseguiu aboletar no secretariado o filho e ex-vereador Lahyrinho Rosado (PSB), titular do Desenvolvimento Econômico.

No andar de cima, Rosalba e Carlos formam uma diarquia política em seu grupo, que não abre espaço para mais ninguém. Eles comandam.

Ponto final.

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Rosalba Ciarlini vai tirar o próprio filho do seu secretariado

O professor Pedro Almeida Duarte, ex-secretário da Agricultura e da Educação nos governos estaduais de Garibaldi Filho (PMDB) e Wilma de Faria (PSB, hoje no PTdoB), será o titular do Gabinete da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

A informação foi passada à manhã de hoje dentro do programa “Super Manhã Difusora”, apresentado por Haroldo Jácome, da Rádio Difusora de Mossoró.

Coube ao repórter Joãozinho Marciliano a notícia em primeira mão.

Substituirá Carlos Eduardo Ciarlini, o “Kadu”, filho da própria Rosalba.

Pedro é pessoa da absoluta confiança da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB), neorosalbista.

Depois traremos mais detalhes e análises de bastidores.

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Com Gentil e Sandra tentados à traição, Izabel vence por um triz

Como o Blog antecipou, a eleição de Izabel Montenegro (PMDB) à presidência da Câmara Municipal de Mossoró não estava ‘consolidada’, apesar da maioria que antecipadamente tinha garantido (veja AQUI). Estresse até último voto.

Nos bastidores da eleição, nesse domingo (1º), a oposição se vendo perdida tentou duas cartadas para “melar” a ascensão da vereadora reeleita.

Izabel posa com sua bancada, sem Sandra, mas com João Gentil atrás à sua esquerda; sufoco (Foto: Edilberto Barros)

Como viu que seu chamado “Grupo dos 13” tinha encolhido para “Grupo dos 10”, sendo minoria, ofertou a presidência ao ex-oposicionista João Gentil (PV) – que horas antes fora anunciado como novo governista e dando apoio à Izabel.

Quem também foi sondada para ser candidata pela oposição foi a nova vereadora e ex-deputada federal neorosalbista Sandra Rosado (PSB). Ela tinha anunciado que ficaria neutra (veja AQUI) no pleito, indignada por não ter sido escolhida em lugar de Izabel.

O Blog chegou a apontar essa hipótese de Sandra ser tentada pela oposição (veja AQUI).

Empate pró-Izabel

João Gentil, neoconvertido ao rosalbismo, não tinha motivos para outro pula-pula em tão curtíssimo espaço de tempo, espécie de salto triplo twist carpado da esperteza política. Estava no Grupo dos 13, saiu; estava no grupo do ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD), pinotou fora (veja AQUI). Só faltava mesmo deixar o governismo para ser candidato da oposição. Ufa!

O que ele cobrara em termos de “espaços”, para o futuro governo, foi-lhe assegurado em conversa com a cúpula do governismo algumas horas antes.

Quanto à Sandra, a principal exigência após o dissabor de não ser candidata de Rosalba, era ter o filho Lahyrinho Rosado (PSB) anunciado como secretário. Conseguiu, após cobrar publicamente isso (veja AQUI).

Há um detalhe ainda a ser assinalado nessa disputa e de seus bastidores: mesmo que Sandra se abstivesse de votar, ficando “neutra”, Izabel seria eleita por ter maior idade do que Alex do Frango (PMB), concorrente oposicionista.

Henrique comemora

O empate em 10 x 10 a favorecia. Sandra só poderia agir, em contrário, para prejudicá-la e ao grupo da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que apostou em Izabel e fez maioria na Casa antes mesmo de começar a legislatura.

Nas redes sociais, o presidente do PMDB no RN e ex-deputado federal Henrique Alves saudou a vitória de sua liderada e enalteceu o “voto decisivo” de Sandra, de olho no futuro:

“Parabenizar vereadora Izabel do nosso PMDB que se elegeu Presidente da Câmara de Mossoró! Mereceu pela luta que fez. E com voto decisivo 11 a 10 da Ver SANDRA!”

O grupo de Sandra deverá retornar ao PMDB em breve, como o Blog postou (veja AQUI),

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Rosalbismo adota prioridades que excluem grupo de Sandra

A adesão (capitulação, entendimento, união, acordão – você escolhe o vocábulo mais adequado) do grupo da ex-deputada Sandra Rosado (PSB) ao da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) teve um dia revelador nessa terça-feira (27). Mais claro, impossível.

Sandra e Rosalba ocupam patamares hierárquicos distintos num grupo que retornará à prefeitura em 2017 (Foto: Carlos Costa, julho de 2016)

Em dois momentos, ainda pela manhã, ficou claro que esse consórcio político amarrado para a campanha municipal deste ano, tende a funcionar sob outro formato daqui para frente. Alguma dúvida?

Nada fora do que esse Blog canta em prosa e verso desde sempre, sem precisar ser genial, mas apenas utilizando a lógica política. O rosalbismo não deve ceder espaços vantajosos ao esquema da ex-parlamentar federal, convertido ao grupo apenas em agosto passado.

Câmara e Assembleia

Cedo da manhã, a prefeita eleita-diplomada Rosalba Ciarlini anunciou rol de futuros secretários (veja AQUI) e, entre eles, o nome da filha Lorena Ciarlini à pasta da Ação Social.

Sinalizador de que será preparada (veja AQUI) para ser candidata a deputado estadual, mesma faixa eleitoral de Larissa Rosado (PSB), filha da vereadora eleita Sandra Rosado. Larissa é suplente de deputada, mas assumirá titularidade no início de 2017, devido eleição do deputado Álvaro Dias (PMDB) como vice-prefeito do Natal.

Poucas horas depois, já no final da manhã, era selada definição do nome da vereadora reeleita Izabel Montenegro (PMDB) para ser a candidata do rosalbismo à Presidência da Câmara Municipal (biênio 2017-2018) – veja AQUI.

“À vontade”

A versão espalhada é de que o líder rosalbista, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, deixou os vereadores “à vontade” para definirem o candidato (a). Faz-nos rir.

Quem conhece a natureza centralizadora e diligente de Carlos, sabe que a expressão “à vontade” embute uma voz de comando. É manifestação de escolha implicitamente já conduzida por ele. Ou alguém acredita numa rebelião de vereadores governistas eleitos/reeleitos?

Sandra Rosado esperava ser ungida como candidata do rosalbismo à presidência, no pleito interno do Legislativo no próximo dia 1º de janeiro. Apostava que teria vantagem pessoal, justamente naquilo que conhece bem: a liderança do primo Carlos Augusto.

Ela errou o cálculo, mas não falhou na avaliação sobre o poder do seu líder.

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Rosalba Ciarlini não tem como acomodar a todos

Por favor, não entenda como alarmismo. Veja sob outra ótica. Trata-se de um alerta construtivo o que expomos a partir do parágrafo abaixo.

Ninguém faça planos para janeiro de 2017, sob a certeza de que ganhará emprego comissionado na Prefeitura de Mossoró. Os rosalbistas de longo curso e os ‘cristãos novos’ (neorosalbistas), acautelem-se.

Quem se aglomerou no Sítio Cantópolis (sede das reuniões de militância), participou de caminhadas, carreatas, comícios e digladiou-se com amigos e adversários políticos nas redes sociais, com o argumento fervoroso de que “é a Rosa”, precisa repensar o futuro.

A Prefeitura de Mossoró não tem como acomodar a todos em curto espaço de tempo ou em período até mais largo, na Municipalidade.

É ponto pacificado na cúpula do grupo da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP), que medidas muito amargas devem ser tomadas logo no início da gestão. Uma delas, é reduzir ao máximo o número de cargos comissionados e vantagens pecuniárias funcionais.

Se for diferente, o resultado não será muito diferente do que ocorreu à sua passagem pelo Governo do Estado, quando saiu com níveis abissais de reprovação popular, muito parecidos com os experimentados hoje pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O alerta está feito. Cuide-se.

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