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Manifestação de vontade e fatos reais no noticiário político

Fraudes, investigação, fiscalização, informática, cibernética,Estamos numa fase em que o noticiário político está com caudaloso conteúdo, que mescla manifestação de vontade com opinião.

Nem tudo é real.

Imparcialidade é uma utopia na Internet e na vida real, que fique logo claro. O ser humano é em essência parcial, desde sua formação intrauterina.

Eu sou parcial, graças a Deus.

Tenho preferências, faço escolhas, adoto lado.

Faça checagens.

Fique atento.

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O árido noticiário da campanha eleitoral no RN

Noticiário da campanha até aqui é pobre de fatos que mereçam registro. Abundam fotos em feiras, aniversários, festa de padroeira etc. etc.

Boa parte dos apoios anunciados são de apoios já obtidos, inerente às próprias coligações e acordos. É um faz-de-conta sonolento, árido.

Pode ser intencional, não sei. Mas não temos qualquer tema relevante em pauta, nada de debate ou de projeto para tirar Rio Grande do Norte da bancarrota.

Recuso-me a apenas reproduzir isso, com todo respeito ao pessoal das assessorias, trabalhadores, gente que admiro por tirar água de pedra.

Precisamos de uma direção. Norte, Sul, Leste e Oeste. De um timoneiro.

O “elefantinho” não aguenta mais tantos maus-tratos.

Vou-me embora para Pasárgada…

Aridez e mediocridade no cotidiano político

Em conversa com alguns webleitores, há uma queixa aqui e acolá, quanto à escassez de matérias atraentes da política nativa. A culpa não é apenas nossa, da imprensa.

Vivemos um período de aridez, com enorme empobrecimento de quadros políticos, raras vocações e quase nada é novo ou importante em suas declarações ou silêncio.

O blá-blá-blá repete-se.

As entrevistas de hoje, são praticamente iguais àquelas publicadas há um mês, três meses ou anos atrás. Não há nada de novo, impactante ou diferenciado.

Há muito faz-de-conta, desfaçatez, pura retórica ou nem isso.

A prioridade continua sendo nomes, em vez de ideias.

Por quê?

Porque não temos nada de ideias. Muito do que parece novo é requentado como uma cruzada cívica: Estrada do Cajueiro, ZPE´s, duplicação da BR-304 etc

Sobram declarações pobres ou lugares-comuns sobre conchavos e acordões. Quem fica com quem é o que interessa.

Oposição e situação são tão consistentes quanto uma porção de gelatina.

As assessorias inundam nossas caixas de emails com fotos e notícias de visita dos assessorados a velórios, casamentos, festa de padroeiro, carnaval fora de época e cultos religiosos.

Aniversário de aliado é tratado com esmero e cavilosa importância de Estado.

Uma notícia que não para de se repetir, por exemplo, é visita de políticos e outras autoridades à obra do estádio Arena das Dunas, símbolo do desperdício e falta de prioridade séria da política potiguar.

Raramente essa corriola faz o mesmo no tocanto ao Hospial Walfredo Gurgel, escolas públicas e presídios.

É dessa aridez que nasce nossa pobreza. Somos parte dela e signatários da mediocridade que assola o Rio Grande do Norte.

Pagamos caro e parece que não temos perspectivas de melhora.

Mas não custa tenta reagir.