A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina para as distribuidoras a partir desta terça-feira (27). Essa será a primeira redução do combustível promovida pela petroleira neste ano.
Com isso, o preço médio da gasolina A passará a ser de R$ 2,57 por litro — uma redução de R$ 0,14 por litro.
A última alteração no preço da gasolina havia ocorrido em outubro de 2025.
“Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 / litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%”, diz a empresa em nota. (veja a íntegra abaixo)
A companhia também informou que deve manter inalterados, neste momento, os preços de venda do diesel para as distribuidoras. Nesse caso, segundo a Petrobras, a redução acumulada nos preços do diesel é de 36,3% desde 2022.
Preços nas bombas
Segundo a Petrobras, os preços praticados pela empresa representam cerca de um terço do valor final pago pelos consumidores nos postos.
A petroleira explica que o preço da gasolina nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal.
São eles:
Custos e margem de lucro de distribuidoras e revendedores;
Custo do etanol anidro, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C;
Impostos federais, como Cide, PIS/Pasep e Cofins;
Imposto estadual (ICMS), cuja alíquota varia conforme a unidade da federação.
Entidades ambientais vão questionar decisão de exploração da foz do Amazonas (Foto: Heriberto Araújo/Notimex via AFP)
Do Canal Meio e outras fontes
A menos de um mês do início da COP30, a Petrobras conseguiu a licença do Ibama para a perfuração de um poço exploratório para prospecção de petróleo na Foz do Amazonas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente exigiu uma série de ajustes no projeto inicialmente rejeitado em 2023. O bloco FZA-M-059, localizado a cerca de 500 quilômetros da foz do Rio Amazonas e 175 quilômetros da costa do Amapá, será o primeiro da região a ser perfurado. O trabalho deve começar de imediato e durar cinco meses. Nesta etapa, a Petrobras pretende apenas coletar dados geológicos e avaliar a presença de petróleo e gás em escala comercial.
O Ministério de Minas e Energia estima que a área possa abrigar reservas equivalentes a até 10 bilhões de barris de petróleo — potencial suficiente para ampliar significativamente as reservas nacionais, hoje em 16,8 bilhões de barris, e garantir autossuficiência até 2030. (g1)
A licença concedida pelo Ibama à Petrobras para perfurar um poço exploratório em águas profundas do Amapá, na Margem Equatorial, estabelece 28 condicionantes específicas para o início das operações. De acordo com o documento, qualquer descumprimento das normas ambientais ou das exigências previstas poderá levar à suspensão ou ao cancelamento da autorização. (CNN Brasil)
O Observatório do Clima, uma rede formada por mais de 130 organizações ambientais, criticou duramente a decisão do Ibama de conceder licença à Petrobras para perfurar um poço exploratório na Foz do Rio Amazonas. Em nota, a entidade afirmou que organizações da sociedade civil e movimentos sociais irão à Justiça para contestar a autorização, que classificam como “desastrosa do ponto de vista ambiental, climático e da sociobiodiversidade”. Segundo o grupo, o licenciamento “apresenta ilegalidades e falhas técnicas” que poderiam tornar a licença nula. (Metrópoles)
O governador do Pará e anfitrião da COP30, Helder Barbalho (MDB), afirmou que a autorização concedida pelo Ibama à Petrobras na Margem Equatorial não prejudica a imagem da conferência do clima da ONU, que começa em menos de 20 dias em Belém. Segundo ele, a decisão do órgão ambiental foi técnica e seguiu “um rito demorado e exaustivo”. (Folha)
A bacia da Foz do Amazonas, uma das cinco bacias que compõem a Margem Equatorial brasileira é considerada estratégica e pode abrigar até 30 bilhões de barris de petróleo, segundo estimativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A perfuração marca o início de uma nova fronteira energética para o país e representa uma oportunidade de reposição das reservas da Petrobras, além de potenciais investimentos em uma das regiões mais pobres do Brasil. (Estadão)
A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina em 4,9% para distribuidoras a partir desta terça-feira (21).
Assim, o preço médio da gasolina A passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro — uma redução de R$ 0,14 por litro.
Essa será a segunda redução dos preços de gasolina feita pela petroleira neste ano. Com isso, diz a Petrobras, os preços já caíram 10,3% (R$ 0,31 por litro) no acumulado de 2025.
“Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,36 por litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 22,4%”, informou a Petrobras em nota oficial.
A companhia também informou que deve manter os preços de venda do diesel para as distribuidoras neste momento. Nesse caso, segundo a Petrobras, foram três reduções desde março de 2025. Em janeiro, no entanto, a petroleira havia anunciado um aumento de R$ 0,22.
Preços na bomba
Segundo a Petrobras, os preços praticados pela empresa representam apenas cerca de um terço do valor final pago pelos consumidores nos postos.
A petroleira explica que o preço da gasolina nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal.
São eles:
Custos e margem de lucro de distribuidoras e revendedores;
Custo do etanol anidro, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C;
Impostos federais, como Cide, PIS/Pasep e Cofins;
Imposto estadual (ICMS), cuja alíquota varia conforme a unidade da federação.
Almirante Tamandaré está no campo de Búzios (Foto: BSM)
Informação atualizada nessa segunda-feira (18): ao atingir a marca de 225 mil barris/dia, na quinta-feira (14/8), a plataforma Almirante Tamandaré (Projeto Búzios 7) – Rio de Janeiro – alcançou a maior vazão de produção por unidade da história da Petrobrás, 3 meses antes da data prevista, novembro deste ano. O FPSO (navio que produz, transporta e armazena petróleo) entrou em operação em fevereiro, no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, e o recorde obtido confirma a expectativa de que o campo seja, em breve, o maior em produção pela Petrobrás. Búzios é o segundo campo em volume de produção no país, atrás apenas do Campo de Tupi.
O super campo de Búzios, descoberto em 2010, apresenta dimensões gigantescas. Sua espessura equivale a altura do pão de açúcar e área equivalente a duas vezes o tamanho da Baia de Guanabara. A magnitude do campo permitiu que a Petrobras buscasse também maiores unidades de produção. O FPSO Almirante Tamandaré, com apenas 5 poços e com 179 dias do início da produção, já atinge sua capacidade máxima de produção de 225 mil barris/dia.
A expectativa da empresa é de superar nesse campo, até 2030, o marco de 1,5 milhão de barris/dia.
O FPSO Almirante Tamandaré, afretado à SBM Offshore, é a primeira unidade de 225 mil instalada no Brasil. O campo de Búzios tem mais cinco plataformas contratadas e em construção para entrada em produção nos próximos anos, sendo três de alta capacidade. O Projeto Búzios 7 prevê 8 poços produtores e a marca de 225 mil barris por dia (b/d) foi atingida com 5 desses poços.
O Consórcio de Búzios é composto pela Petrobras, como operadora, a PPSA, gestora dos contratos de partilha da produção, e as empresas parceiras chinesas CNOOC, CNODC.
Gerente Executivo de Comunicação da Petrobras, Luís Fernando Maia Nery, falou da importância da iniciativa (Foto: Petrobras)
Tradicionalmente entre as maiores incentivadoras da cultura no País, a Petrobras, junto com a Transpetro, está entre as empresas parceiras do Ministério da Cultura (MinC)no programa Rouanet Nordeste, lançado na manhã de hoje (07/08), em cerimônia no Centro Cultural do Cariri, na cidade de Crato, no interior do Ceará.
Com investimento de R$ 40 milhões (com R$ 10 milhões, da Petrobras, e R$ 2 milhões, da Transpetro), a iniciativa dá continuidade à política de nacionalização e democratização do investimento no setor produtivo cultural por meio do mecanismo de incentivo, além de fortalecer a diversidade cultural da região Nordeste e dos municípios do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Além da Petrobras, o MinC ainda conta com a parceria com Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Emgea, Serpro e Transpetro.
“Investir em cultura é o mesmo que apoiar o desenvolvimento do país, ainda mais quando os agentes culturais beneficiados estão em estados historicamente menos contemplados com o fomento das grandes empresas. A Petrobras tem orgulho de estar presente por todo o Brasil, apoiando a pluralidade de manifestações culturais, a identidade do nosso povo, da nossa tradição e da nossa história que fazem nosso país ser tão único”, afirmou o Gerente Executivo de Comunicação da Petrobras, Luís Fernando Maia Nery.
Petrobras já reduziu o litro em R$ 0,94 desde dezembro de 2022 (Foto: ilustrativa)
A Petrobras vai reduzir o preço médio do diesel vendido em suas refinarias em 4,6%, afirmou a presidente Magda Chambriard, nesta segunda-feira (31), a jornalistas.
Após a declaração, a estatal publicou um comunicado detalhando a redução, que a medida passa a valer nesta terça-feira (1°).
A estatal reduzirá seus preços de venda de diesel para as distribuidoras que passará a ser, em média, de R$ 3,55 por litro, uma redução de R$ 0,17 por litro.
Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 0,94 / litro, uma redução de 20,9%. Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 1,45/ litro ou 29,0%.
Abertura foi bastante concorrida, nessa segunda-feira (Foto: divulgação)
Com os olhos do mercado voltados para Mossoró, a Capital do Onshore brasileiro, representantes do setor de petróleo, gás e energias participam da 9ª edição do Mossoró Oil & Gas Energy (MOGE), um dos maiores eventos da produção onshore (em terra) da América Latina. A abertura oficial do evento nessa terça-feira (26), no Expocenter da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), reafirmou o papel estratégico do Rio Grande do Norte e o protagonismo do município de Mossoró no mapa do onshore nacional.
Realizado pela Redepetro RN, o evento conta com o apoio do Sebrae RN e segue até a próxima quinta-feira (28), com programação que congrega conhecimento, inovação e oportunidades de negócios.
Envolta pelo clima de otimismo que domina o setor, a solenidade de abertura do evento lotou as dependências do Expocenter. Em seus discursos, especialistas e autoridades presentes à cerimônia ressaltaram a importância de Mossoró como um dos polos estratégicos para o fortalecimento do onshore no Brasil.
Ao relembrar o processo de fortalecimento das atividades do onshore na região ao longo dos últimos anos, o diretor superintendente do Sebrae RN, José Ferreira de Melo Neto (Zeca Melo), enalteceu o crescimento do evento e a importância de Mossoró como vetor de desenvolvimento do segmento.
O diretor superintendente do Sebrae RN participou da abertura do evento ao lado do diretor Técnico do Sebrae RN, João Hélio Cavalcanti Júnior, e do diretor de Operações do Sebrae RN, Marcelo Toscano.
Em seu pronunciamento, o presidente da Redepetro RN, José Nilo dos Santos, destacou o potencial do RN e a força do onshore local dentro do contexto nacional.
Presente à abertura da feira, o prefeito do município, Allyson Bezerra (União Brasil), ressaltou a importância do evento para a economia local e regional, bem como para o fortalecimento do setor no Brasil.
“O Mossoró Oil & Gas Energy coloca nossa cidade no centro das atenções do setor energético, trazendo oportunidades para o desenvolvimento econômico e para a geração de empregos, e isso é muito significativo, tanto para nossa cidade quanto para toda a cadeia produtiva do petróleo, gás e energia”, afirmou.
Também participaram da abertura do Mossoró Oil & Gas Energy o reitor da Ufersa, Rodrigo Codes; secretário de Desenvolvimento Energético do RN, Hugo Fonseca, que na ocasião representou a governado do estado Fátima Bezerra (PT), além de representantes de entidades do setor energético nacional, entre outros.
Palco de discussões
Durante os próximos dias, o Moge servirá como palco para programação que reúne uma série de palestras, painéis de discussão, com abordagem dos temas mais relevantes do setor, como transição energética, a exploração de novas tecnologias e a sustentabilidade ambiental no segmento onshore.
Além disso, a exposição de soluções tecnológicas avançadas e estandes das principais empresas do setor prometem atrair a atenção dos participantes, oferecendo um espaço para networking e a troca de conhecimentos. O evento também conta com visitas técnicas a instalações energéticas na região, proporcionando uma visão prática das inovações e operações no campo.
Impactos econômicos
O Mossoró Oil & Gas Energy também gera um impacto significativo para a economia local, movimentando o setor de serviços e turismo, com hotéis 100% ocupados. Restaurantes e transportes registram alta demanda durante o evento, refletindo a importância da iniciativa para o desenvolvimento regional.
De acordo com os organizadores, mais de 10 mil pessoas são esperadas nos três dias de atividades, incluindo representantes de grandes empresas do setor, como a Petrobras, Eneva, Petroreconcavo, Brava Energia, Mandacaru Energia, além de investidores internacionais interessados no potencial energético do Brasil.
Programação e destaques
Com duração de três dias, o evento conta com uma programação diversificada, incluindo painéis, feira de negócios e apresentações de soluções tecnológicas para o setor onshore. Entre os destaques está a conferência “O onshore brasileiro como vetor de integração energética”, que reúne especialistas nacionais para discutir sobre a contribuição da produção de petróleo e gás em terra no processo de transição energética.
Outro ponto alto do evento é a realização do Petrosupply Meeting, pelo Sebrae. A iniciativa consiste na realização de encontros de negócios, que aproximam empresas compradoras e fornecedoras de bens e serviços em negociações diretas. A ação ocorrerá durante os três dias do Mossoró Oil & Gas Energy.
Tião Couto e Renata Baruzzi assinam contrato bilionário (Foto: Guarim de Lorena Chapada)
Com atuação em quatro estados (RN, Amazonas, Bahia e Alagoas) e mão de obra especializada que chega a cerca de 1.300 pessoas, a empresa mossoroense EBS Perfurações formalizou com a Petrobras contratos que somam R$ 1,29 bilhão. A assinatura aconteceu nessa quarta-feira (09), com a diretora de Engenharia, Tecnolocia e Inovação, Renata Baruzzi, representando a Petrobras.
Os investimentos serão concentrados nos estados da Bahia e Amazonas. A EBS vai realizar serviços de perfuração de poços terrestres com profundidade de até 1,65 mil m, que atenderão a uma campanha de perfurações programada para o período de 2025 a 2026. Com esse projeto, a estatal retorna ao onshore brasileiro e esse investimento vai permitir a contratação/manutenção de 1.200 empregos diretos e indiretos.
O Blog Carlos Santos conversou com o empresário Tião Couto à manhã desta quinta-feira (10). Diretor-presidente da EBS, ele assinalou: “Nós estamos atentos ao mercado e nos preparamos para esse novo momento do setor em plenas condições de atender essas exigências.”
A EBS nasceu em 2012, em Mossoró, mas tem DNA bem mais antigo com a Prest Perfurações e Serviços Gerais (1993), aposta de Tião Couto – depois de experiência pessoal com petróleo na Líbia (Norte da África).
Atualmente, a EBS Perfurações é a uma das maiores empresas brasileiras do setor e tem o maior acervo de sondas onshore do Brasil.
Associação afirma que defasagem chegava a 18% (Foto ilustrativa)
Prepare o bolso. A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (8), o primeiro aumento da gasolina no ano. O reajuste gira em torno dos 7,8%, ou mais R$ 0,20 por litro.
O preço para as distribuidoras passa a ser, em média, de R$ 3,01 a partir desta terça-feira, 9, informou a estatal.
O último reajuste da gasolina havia ocorrido em outubro do ano passado.
Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (ABICOM), a defasagem em relação ao mercado internacional era de 18% antes do aumento desta segunda.
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A queda do ex-senador Jean-Paul Prates (PT) da presidência da Petrobras (veja AQUI) não foi tão sentida assim por alguns figurões e setores do petismo potiguar.
A análise é simples e cruel: a exoneração derruba também pretensões mais fortes, dele, de lutar por postulação ao governo estadual em 2026.
Quando há algumas semanas o nome de Prates esteve no cai-não-cai do noticiário da Grande Imprensa, a voz de maior expressão a defendê-lo, no RN, não foi de gente do PT.
Coube ao adversário Nelter Queiroz (PSDB), deputado estadual oposicionista, fazer vigoroso discurso em seu favor (veja AQUI).
Jean-Paul foi alcançado pela realidade que imprensa reportava (Foto: Toni Molina/Fotoarena/O Globo)
Por Malu Gaspar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou ao presidente da Petrobras, Jean Paul Prates (PT), que ele está fora da empresa.
Prates se despediu nessa tarde de terça-feira (14) de seus diretores e comunicou à equipe que Magda Chambriard será a nova presidente da Petrobras. Ela foi diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP) no governo Dilma Rousseff.
O CEO da Petrobras enfrentou nos últimos meses intensa fritura interna no governo, acumulando disputas com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que almejavam ampliar o poder sobre a estatal.
O desgaste, que se prolongou ao longo de todo o terceiro mandato de Lula, se agravou após Silveira conceder uma entrevista à Folha de S. Paulo admitindo o conflito com Prates e dizendo que não abriria mão de sua autoridade como ministro sobre a companhia.
Como informou o colunista Lauro Jardim à época, a situação se agravou depois de que Prates declarou à colunista da Folha, Monica Bergamo, que havia pedido uma reunião “definitiva” para tratar sobre a sua fritura no cargo. No Planalto, o movimento foi encarado como uma tentativa do CEO da Petrobras de emparedar Lula, o que teria desagradado o petista.
Em abril, o presidente Lula chegou a convidar o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, para assumir o comando da petroleira. Mas pesou a favor da permanência de Prates o apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
A fritura ocorreu em meio ao impasse sobre a distribuição dos dividendos extraordinários da Petrobras.
Prates defendia a proposta da diretoria de distribuir aos acionistas 50% dos recursos que sobraram no caixa após o pagamento dos dividendos regulares – R$ 43,9 bilhões. Já o grupo de Alexandre Silveira defendia segurar todo esse dinheiro em um fundo de reserva com o objetivo de melhorar as condições da empresa de obter empréstimos para investimentos.
Lula arbitrou a disputa e determinou que os seis conselheiros indicados pela União votassem contra o pagamento. Prates negou publicamente que houvesse uma ordem do presidente da República nesse sentido, mas foi desmentido pelo próprio petista no mesmo dia.
Após duas reuniões encabeçadas por Lula, o presidente encampou a tese de Silveira, o que irritou Jean Paul Prates.
NOTA DO BLOG – Durante meses, em várias ocasiões, Prates ironizou notas sobre desgaste e possibilidade de sua saída. Os fatos mostram que a queimação não era da imprensa. As labaredas só aumentavam no Planalto.
Sinfônica tem modelo próprio de gestão (Foto: Divulgação)
A Orquestra Petrobras Sinfônica desembarca em Natal no dia 05 de maio, domingo, para duas apresentações marcantes, no Teatro Riachuelo. Abrindo os trabalhos, às 16h, vem o espetáculo “Os Saltimbancos Sinfônico”, que traz canções como “A História de uma Gata”, “Bicharia”, “O Jumento”, “Um Dia de Cão”.
À noite, a partir das 20h, os músicos apresentam o concerto “Legião Sinfônico”, com clássicos de uma das bandas de rock mais marcantes do Brasil. No embalo de sucessos como “Tempo perdido”, “Será” e “Pais e filhos”, a noite promete ser de muita animação.
“Os Saltimbancos Sinfônico” convida todo um público de adultos e crianças a conhecer a diversidade sonora de um concerto. Lançado em formato digital nas plataformas de streaming de música, o álbum da orquestra – que leva o mesmo nome da apresentação – conquistou o prêmio de Melhor Disco Infantil no Prêmio da Música Brasileira em 2017.
No showcerto “Legião Sinfônico”, o público vai se emocionar com um repertório que revisita clássicos como “Tempo perdido”, “Será”, “Pais e filhos”, “Eduardo e Mônica”, “Ainda é cedo” e “Que país é este”. Com arranjos inéditos, escritos especialmente para a Orquestra Petrobras Sinfônica, as apresentações, que acontecem em Fortaleza/CE, Natal/RN e Recife/PE prometem ser a oportunidade ideal para fãs matarem a saudade do grupo que fez sua última apresentação em 1995.
A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos. Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica há 37 anos, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais organismos sinfônicos do continente.
O Governo do RN assinou nesta segunda-feira (29) memorando de entendimento com a Petrobras para instalação no litoral norte do Estado de projeto piloto para usina de geração de energia em alto mar (offshore).
O memorando prevê atribuições pelo Governo do Estado, algumas delas são: promover as ações necessárias para viabilizar a identificação de possíveis oportunidades mapeadas pela Petrobras em relação ao projeto piloto de Eólica Offshore; Verificar alinhamento do projeto piloto de eólica offshore com programas e políticas estaduais e atuar como um agente facilitador, apoiando e dando celeridade aos processos necessários para estudos e pesquisa para o desenvolvimento e implantação de projeto piloto de Eólica Offshore, entre outras atribuições.
A governadora disse que “o Rio Grande do Norte mais uma vez faz história em sua parceria com a Petrobras. Já fomos o maior produtor de petróleo em terra, somos atualmente o maior produtor de energia renovável em terra e agora este protagonismo agirá em função da produção de energia renovável offshore. A parceria com a Petrobras assegura que teremos o primeiro projeto piloto para geração de energia no mar no Brasil”.
Ao ato de assinatura do memorando, no auditório da Governadoria, em Natal, compareceram a governadora Fátima Bezerra (PT), o presidente da Petrobras Jean-Paul Prates, o gerente geral de renováveis da Petrobras, Daniel Faro, o diretor financeiro da Petrobras, Sérgio Caetano, vice-governador Walter Alves, deputados estaduais Francisco Medeiros, Hermano Morais e Bernardo Amorim, reitora da Ufersa, Ludimila Oliveira representantes da Uern, Ufrn e Ifrn, da deputada federal Natália Bonavides, da Codern, CBTU, Idema, Fiern, Senai, Fecomércio, 3º Distrito Naval, secretário de Comunicação, Daniel Cabral, assessora especial do Governo, Guia Dantas, secretário adjunto da Sedec-RN, Hugo Fonseca, adjunto do Gabinete Civil, Ivanilson Maia e presidenta da Potigás, Marina Melo Alves.
Nelter destacou papel de Prates como senador e na Petrobras Foto: Eduardo Maia)
A voz que se levantou em defesa da permanência de Jean-Paul Prates (PT) na presidência da Petrobras, ao contrário do que se esperava, não veio de aliados seus no RN. A crise política que o faz balançar no cargo tem num deputado estadual, oposicionista, a marca do apoio.
O deputado estadual Nelter Queiroz (PSDB) se pronunciou no horário de lideranças, na sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa, advogando a permanência de Prates no cargo, denominando sua fala de “apelo ‘suprapartidário.”
Para Nelter Queiroz, “Jean Paul foi para a presidência da Petrobras com base em um currículo invejável”, relatando ações dele tanto como presidente da empresa como no papel de senador, quando foi relator e autor de projetos importantes para o Rio Grande do Norte e para o Brasil.
“Como senador ele encaminhou mais de duzentos milhões de reais em emendas para todos os municípios do estado”, lembrou.
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Localização da reserva em águas em alto mar (Reprodução)
A Petrobras descobriu uma acumulação de petróleo em águas ultra profundas da Bacia Potiguar, no poço exploratório Anhangá, da Concessão POT-M-762_R15. O poço 1-BRSA-1390-RNS (Anhangá) está situado próximo à divisa entre os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, a cerca de 190 km de Fortaleza e 250 km de Natal, em profundidade d’água de 2.196 metros, na Margem Equatorial brasileira.
Esta é a segunda descoberta na Bacia Potiguar em 2024 e foi precedida pela comprovação da presença de hidrocarboneto no Poço Pitu Oeste, localizado na Concessão BM-POT-17, a cerca de 24 km de Anhangá. Tais descobertas ainda merecem avaliações complementares. A Petrobras é a operadora de ambas as concessões e detém 100% de participação.
As atividades exploratórias na Margem Equatorial representam mais um passo no compromisso da Petrobras em buscar a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.
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Empresa garante plena segurança nos trabalhos (Foto: Agência Petrobras)
A Petrobras informa que concluiu a perfuração do poço exploratório de Pitu Oeste, na Bacia Potiguar na Margem Equatorial. A companhia comunicou à ANP que identificou presença de hidrocarboneto, porém ainda inconclusivo quanto à viabilidade econômica. O poço integra a concessão BM-POT-17 e está localizado em águas profundas a 52 km da costa do Rio Grande do Norte.
A Petrobras dará continuidade à pesquisa exploratória na região e planeja para fevereiro a segunda perfuração na Bacia Potiguar, no poço Anhangá, na concessão POT-M-762, a 79km da costa do estado do Rio Grande do Norte e próximo ao poço Pitu Oeste.
A partir de estudos complementares, a companhia pretende obter mais informações geológicas da área para avaliar o potencial dos reservatórios e direcionar as próximas atividades exploratórias na área.
A perfuração do poço exploratório em Pitu Oeste foi concluída com total segurança, dentro dos mais rigorosos protocolos de operação em águas profundas, o que reafirma que a Petrobras está preparada para realizar com total responsabilidade atividades na Margem Equatorial – comunica a empresa.
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Trabalhos começam a cerca de 53 km da costa do RN (Foto: Agência Petrobras)
A Petrobras iniciou, neste sábado (23/12), a perfuração do poço de Pitu Oeste (RN), que marca a retomada da pesquisa da companhia por óleo e gás na Margem Equatorial, região que se estende pelo litoral brasileiro do estado do Rio Grande do Norte ao Amapá. A perfuração do poço, na concessão BM-POT-17, localizada a 53 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte, levará de 3 a 5 meses.
Por meio do poço de Pitu Oeste, a Petrobras obterá mais informações geológicas da área, o que permitirá a confirmação da extensão da descoberta de petróleo já feita, em 2014, no poço de Pitu.
A Petrobras recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em outubro deste ano, a licença de operação para a perfuração de dois poços de pesquisa de óleo e gás, em águas profundas na Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira. No âmbito da mesma licença ambiental, a companhia pretende perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, localizada a 79 km da costa do estado do Rio Grande do Norte, próxima ao poço Pitu Oeste.
“A Petrobras pretende contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da região, sem esquecer da importância em fazer parte dos esforços para promover a segurança energética nacional. A Margem Equatorial será um ativo importante até para a sustentabilidade global”, declarou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.
Se for confirmada a viabilidade econômica da concessão, será necessário conceber e desenvolver toda a estrutura operacional para a produção e será preciso realizar um novo processo de licenciamento ambiental específico para a etapa de produção.
No Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras está previsto o investimento de US$ 3,1 bilhões para pesquisa de óleo e gás na Margem Equatorial, onde a companhia planeja perfurar 16 poços nesse período.
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Prates é ex-senador pelo PT do Rio Grande do Norte (Foto: João Gilberto/Agência Petrobras/Arquivo)
A informação é da revista Exame. E tem relação direta com o RN.
No Brasil, as discussões revelam uma possível saída do presidente da Petrobras, ex-senador Jean-Paul Prates (PT-RN. O assunto está no radar dos investidores.
Segundo a reportagem, o cargo da estatal estaria envolvido em mudanças ministeriais para contemplar um maior apoio político para o governo, favorecendo o “Centrão”, aquele contingente parlamentar multipartidário, que é sempre governo.
Quem estaria cotado para assumir o posto seria o ex-governador da Bahia Rui Costa (PT), atual titular da Casa Civil.
Insatisfação
“Lula não cogitava substituir Costa, mas a insatisfação com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, mudou o jogo. Agora, ele considera nomear o ex-governador da Bahia ao comando da petroleira.”
Prates teria entrado em desentendimento com o governo, por supostamente descumprir acordos e faz anúncios sem alinhar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a instalação de uma planta na Arábia Saudita.
Em Dubai, domingo (3), Lula descredenciou disse que “a cabeça de Prates é muito fértil,” ao ser perguntado sobre o assunto. E acrescentou que não sabia qual o interesse da estatal petrolífera em ter uma filial no Golfo Arábico (veja AQUI).
Nota do BCS – Presidência da Petrobras foi um naco de espaço que o RN ganhou no governo do presidente Lula. E, agora, está na iminência de perdê-lo.
Pobre RN Sem Sorte.
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Empresa emitiu comunicado oficial hoje (Foto ilustrativa)
A Petrobras avisou oficialmente que vai aumentar em R$ 0,41 por litro o seu preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras. A injeção no custo final do produto começa nesta quarta-feira (16).
O preço às empresas distribuidoras ficará em R$ 2,93 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba.
No ano, a variação acumulada do preço de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras tem uma redução de R$ 0,15 por litro.
Para o diesel A, a Petrobras aumentará em R$ 0,78 por litro o seu preço médio de venda às distribuidoras. Dessa forma, passará a ser negociado a R$ 3,80 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,34 a cada litro vendido na bomba.
No ano, a variação acumulada do preço de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras é uma redução de R$ 0,69 por litro – informa a empresa estatal.
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Fim da política de paridade era muito aguardada (Foto ilustrativa)
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (16) mais uma redução do preço do diesel e da gasolina para as distribuidoras. A medida passa a valer a partir desta quarta-feira (17).
O litro do diesel passa de R$ 3,46 para R$ 3,02, uma redução de R$ 0,44 por litro ou 12,8%.
Já o litro da gasolina será reduzido de R$ 3,18 para R$ 2,78, um recuo de R$ 0,40 ou 12,6%.
A última redução da gasolina foi anunciada pela Petrobras no dia 28 de fevereiro. Já a última redução para o diesel aconteceu no dia 28 de abril.
Com os novos valores, o diesel e a gasolina estão nos menores preços desde agosto de 2021.
Essa é a primeira mudança depois que a Petrobras anunciou o fim da Política de Paridade de Importação (PPI), que guiava os preços dos combustíveis desde 2016.
Com a PPI, o receituário oficial de preços era orientado pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pela cotação do dólar. Agora, a empresa diz que levará em conta o “custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação”, e o “valor marginal para a Petrobras”.
“Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz o comunicado da estatal.
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Além do noticiário na chamada Grande Imprensa, que aponta desgaste na relação com o presidente Lula (PT), o presidente da Petrobras, Jean-Paul Prates (PT), também enfrenta conjunto de forças internas na estatal – contra seu nome.
Jean-Paul Prates é o presidente da Petrobras na gestão Lula (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
A Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), por exemplo, nunca escondeu sua desaprovação à escolha de Prates, ex-senador do RN, para presidir a Petrobras.
Segundo a versão divulgada na mídia, Lula pressiona Prates para o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI) e quer também um basta aos megadividendos pagos aos acionistas.
Até o petista portal Brasil 247 tem repercutido as notícias desfavoráveis ao ex-senador.
Maus presságios.
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