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Oficinas de costuras aguardam mais apoio para ampliação de negócio

Câmara Municipal lotou para discussão de tema (Foto: AL)
Câmara Municipal lotou para discussão de tema (Foto: AL)

Por propositura do deputado Francisco do PT, a Assembleia Legislativa promoveu audiência pública nesta segunda-feira (14), na Câmara Municipal de Parelhas. Em debate, assuntos relacionados ao papel das oficinas de costuras do Seridó e do RN, diante da recém anunciada parceria entre o e-commerce chinês Shein e a empresa potiguar Coteminas, para confecção de roupas no Rio Grande do Norte. O evento reuniu membros do Poder Público, entidades representativas e sociedade civil.

Presente no debate, a presidente da Associação Seridoense de Confecções (ASCONF/RN), Marionete Medeiros, enalteceu a chegada da empresa em solo potiguar e destacou os desafios enfrentados pelo setor. “A chegada de uma nova marca representa uma nova oportunidade. Esperamos que ela chegue para fomentar esse modelo de negócio, trabalhando conosco de forma aberta para que consigamos mostrar o nosso valor,” declarou ela, chamando a atenção para a necessidade de discussão das alíquotas aplicadas ao segmento.

Representando o Sebrae/RN, João Hélio Cavalcanti reforçou a necessidade da qualificação constante do segmento e do apoio dos entes públicos e setor privado para o sucesso da atividade.

Empregos

Em nome do Governo do Estado, o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato, assegurou a vinda do e-commerce para o RN e fez um balanço do setor. Registrou a existência de 118 oficinas de costuras espalhadas no Estado, também denominadas de facções, gerando cerca de 4 mil empregos.

O secretário sinalizou a intenção da contratação de financiamento para fomentar o segmento diante da nova oportunidade que se apresenta. “Hoje temos o melhor programa de incentivo às confecções do Brasil”, disse Silvio fazendo referência ao programa Pró-Sertão, lançado em 2013 para impulsionar a indústria têxtil e de confecções no interior do RN.

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Pró-Sertão, com formação de mão de obra e facções, é referência

Facções têxteis começaram em 2013, com trabalho de Fiern e parceiros (Foto: Bruna Justo/TN/Arquivo)
Facções têxteis começaram em 2013, com trabalho de Fiern e parceiros (Foto: Bruna Justo/TN/Arquivo)

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) comemora a notícia divulgada pelo Governo do Estado no dia passado (veja AQUI), de parceria entre a indústria Coteminas e a empresa chinesa de e-commerce Shein. Haverá produção de vestuário na unidade de Macaíba, com perspectiva de 4 mil vagas de trabalho a partir de julho.

“A Federação acredita na multiplicação dessas vagas, inicialmente centradas na fábrica da Coteminas e nas oficinas de costura ligadas ao projeto Pró-Sertão no interior do Estado. Diante da qualificação do profissional que atua no ramo têxtil e das oportunidades geradas, a Fiern almeja o alcance, para o RN, dos 20 mil novos empregos como meta do setor,” assinalou em nota a entidade empresarial.

Lembrou, que a chegada da gigante chinesa é reflexo, também, das dimensões e da seriedade do programa “Pró-Sertão, do qual a Fiern orgulha-se de ser idealizadora e uma das principais fomentadoras, desde seu início. De 2013 até hoje, o Serviço Nacional da Indústria (SENAI) já investiu cerca de R$ 5 milhões em capacitação profissional para o programa.”

Oficinas

O Pró-Sertão pulverizou facções têxteis em vários municípios. Hoje, são cerca de 124 oficinas de costura em funcionamento, e só neste ano, mais de mil pessoas já foram qualificadas pelo Senai, atendendo indústrias de peso e alcance nacional, como o Grupo Guararapes.

No Brasil, facção têxtil é o nome dado às indústrias de confecções que fazem seus serviços exclusivamente para outras empresas de confecções instaladas em ambientes menores, muitas vezes familiares. O sistema de facções funciona como uma linha de produção descentralizada, que segue padrões de qualidade comuns, produzindo milhares de peças de vestuário, numa terceirização em escala, mas seguindo padrões de qualidade da marca contratante.

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Instituto Riachuelo visita Seridó e avalia investimento no Agro Sertão

Por Jenully Cristiano (Rádio Cabugi do Seridó)

Resgatar o cultivo de algodão agroecológico no sertão do Seridó. Esse é o objetivo prioritário do projeto Agro Sertão, financiado pelo Instituto Riachuelo, que visa fortalecer a cadeia produtiva do algodão no Rio Grande do Norte, com ações que vão desde o campo, por meio do incentivo do cultivo agroecológico, até a indústria têxtil e o artesanato local.

Gabriel Rocha Kanner foi recebido pelo prefeito de Acari na região Seridó (Foto: divulgação)
Gabriel Rocha Kanner foi recebido pelo prefeito de Acari na região Seridó (Foto: divulgação)

Dando continuidade ao trabalho de articulação, iniciado em 2021 com gestores e agricultores da região do Seridó, desembarcou nessa quarta-feira (02) na comunidade Caatinga Grande, Zona Rural de São José do Seridó, o representante do instituto Riachuelo, empresário Gabriel Rocha Kanner, neto do empresário Nevaldo Rocha (já falecido). Ele estava acompanhado do prefeito de Acari, Fernando Bezerra (Solidariedade), o “Fernandinho”, que é um dos gestores da região que abraçou o projeto.

Investimentos

Após isso, o jovem empresário foi entrevistado nos estúdios da Rádio Cabugi do Seridó, em Jardim do Seridó. Falou sobre as expectativas para o ano de 2022 no setor têxtil da região, e os passos que já foram dados para o início do cultivo do algodão em solo seridoense.

“O primeiro ano do projeto surpreendeu todas as expectativas. Fomos procurados por outros gestores que desejam aderir ao Agro Sertão, e estamos confiantes que 2022, será o ano que o Seridó poderá vivenciar a retomada do cultivo do algodão, que um dia foi a principal fonte de renda da região”, disse Gabriel Rocha.

Por fim, Gabriel destacou que: “apesar de atravessarmos uma pandemia, 2021 terminou com saldo bastante positivo na geração de empregos através do pró-sertão. R$ 90 milhões foram injetados nas cidades do interior do RN por meio do programa”. Somente no município de Acari, em 2021 foram registrados 300 empregos diretos, colocando a cidade mais limpa do Brasil, entre os principais polos de confecção do Pró-sertão (saiba o que é AQUI) no estado.

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Facção têxtil de Antônio Martins é vista como caso de sucesso

Carlos Santos, bom dia.

Sobre a postagem do cidadão chamado Freire, o convido para visitar a empresa têxtil no município de Antônio Martins (região Oeste do RN).

A mesma presta serviços a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo) e está inclusa no programa Pró-Sertão.

Fábrica Fênix de Antonio Martins (Foto: Web)

Está em atividade desde 2011, no início produzindo apenas para a Hering do Brasil, atualmente para a Guararapes também. Se não fosse a Guararapes, nenhuma empresa têxtil do interior estaria em atividade, isto porque somente ela atualmente fornece peças suficientes para as pequenas empresas, de modo que posam ter receita mensal para honrar seus compromissos.

Organização

Outro ponto: produzir para a Guararapes, em especial, exige extrema organização, uma vez que periodicamente a mesma faz auditoria a fim de verificar as condições de trabalho, exigências que embora existam por parte das outras companhias, mas bem menores.

Portanto, caro, nos visite, conheça, veja também nossa página em rede sociais (Fábrica Fênix de Antonio Martins AQUI), antes de comentar algo que foge ao seu conhecimento.

O MPT (Ministério Público do Trabalho não está tendo bom senso.

César Amorim – Webleitor

Leia também: Ato pró-emprego acontecerá em frente à sede do MPT/RN AQUI;

Leia também: “Grito do emprego” mobiliza vários setores no final de semana AQUI;

Leia também: Ministério Público do Trabalho é nocivo ao RN e a seu povo AQUI;

Leia também: Ministério Público do Trabalho diz defender direitos trabalhistas AQUI.

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Ministério Público do Trabalho diz defender direitos trabalhistas

O Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) emitiu Nota de Esclarecimento sobre a Ação Civil Pública contra a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), argumentando que age em defesa de garantia de direitos trabalhistas, no caso das facções têxteis espalhadas pelo RN.

No final de semana, houve o “Grito do Emprego” em protesto contra a postura do MPT/RN (veja AQUI).

Veja abaixo:

Sobre a ação civil pública contra a Guararapes Confecções S/A (ACP 0000694-45.2017.5.21.0007), o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte esclarece que:

1.    A ação proposta contra a empresa Guararapes, para sua responsabilização quanto aos direitos trabalhistas dos empregados das facções de costura, foi elaborada pelo Grupo de Procuradores do Trabalho vinculados à Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes – CONAFRET, que realizou inspeção nas facções e analisou as condições de trabalho e o conteúdo dos contratos de facção utilizados pela Guararapes. A ação não foi proposta contra facção de costura e não tem por fundamento a ilicitude da terceirização, mas a existência de subordinação estrutural e responsabilidade solidária.

2.    O MPT realizou inspeção em mais de 50 facções, em 12 municípios, e constatou que os empregados das facções recebem menor remuneração e têm menos direitos trabalhistas do que os empregados contratados diretamente pela Guararapes, inclusive quanto à saúde e segurança do trabalho. Na inspeção, foram ouvidos trabalhadores e faccionistas, que relataram as dificuldades financeiras pelas quais vêm passando para pagar salários, 13º e férias, pois o preço da costura das peças, fixado pela Guararapes (atualmente R$ 0,35 o minuto), não é suficiente para cobrir os custos operacionais.

3.    Muitas facções já foram forçadas a encerrar suas atividades e seus proprietários se encontram endividados, porque tiveram que financiar as máquinas e equipamentos de costura, adquiridas de acordo com as especificações técnicas fornecidas pela Guararapes, para a costura de jeans.

4.    Os contratos de facção utilizados pela Guararapes são contratos de adesão, porque as microempresas de facção não negociam suas cláusulas e as obrigações são estipuladas unilateralmente pela Guararapes, inclusive o preço a ser pago, e o contrato não prevê aviso prévio, em caso da Guararapes suspender o envio de peças para costura.

5.    A Guararapes não garante o envio regular de peças para as facções de costura, podendo diminuir a quantidade de peças enviadas, de acordo com os seus interesses, situação que tem sido, ao lado do preço do serviço estipulado no contrato, causa do fechamento de facções.

6.    A própria Guararapes informou que transferiu 17% da sua produção, no Município de Extremoz, para as facções do Pró Sertão. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho demonstra que não houve criação de novos empregos, pois em dezembro de 2013 (ano de criação do Programa Pró Sertão) a Guararapes contratava 10.034 empregados, e em abril de 2017, o seu quadro de pessoal era de 7.539 empregados.  A conclusão é que a Guararapes não gerou novos empregos no RN, mas transferiu empregos diretos da sua fábrica para as facções, transferindo para essas microempresas todo o risco da atividade econômica.

7.    Centenas de ações individuais já foram propostas pelos empregados demitidos das facções, na Justiça do Trabalho, cobrando parcelas rescisórias que não foram pagas e, inclusive, alegando a responsabilidade da Guararapes pelo pagamento dessas verbas.

8.    Os fatos verificados na inspeção e que fundamentam a ação do MPT estão demonstrados no processo por meio de depoimentos, fotos, vídeos, laudos periciais e informações apresentadas por órgãos públicos e pelo Banco do Nordeste.

9.    O pedido de indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 37.723.000,00 (trinta e sete milhões setecentos e vinte e três mil reais), corresponde a parte do lucro obtido com o trabalho das facções. O lucro líquido consolidado da Guararapes/Riachuelo, em 2016, foi de R$ 317.600.000,00 (trezentos e dezessete milhões e seiscentos mil reais). Em caso de condenação, o valor deverá ser destinado a instituições sem fins lucrativos.

Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte

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Indústria téxtil será doméstica no RN com o Pró-Sertão

Por José Nildo

O Rio Grande do Norte está na pauta do modo de produção, principalmente a nascente indústria têxtil do nosso Estado, a qual poderá regredir caso a fúria do mercado não contemple as garantias fundamentais aos trabalhadores, senão, vejamos:

Os capitalistas precursores não eram industriais pegavam sua matéria prima e distribuíam nas casas dos camponeses para elaborar e agregar valor a mercadoria e em seguida a recolhia para vender, que com o passar do tempo, não deu muito certo, pois não existia poder empregatício, controle, disciplina, vigilância e constantemente havia extravio do produto ou não entregavam ao tempo e a hora.

Com o passar do tempo, ante a necessidade de produzir cada vez mais, famílias inteiras são arregimentadas para se concentrar em um mesmo espaço com intuito de executarem as mesmas tarefas realizadas antes no ambiente familiar. Porém, agora, sob ordens do proprietário dos meios de produção, homens, mulheres e crianças submetidas a horas exaustivas e condições insalubres de trabalho sem qualquer proteção física, química, ergométrica ou até mesmo legal tornam frequentes rebeliões contra situações precárias de salário e condições de trabalho, saúde e segurança, dando origem ao direito do trabalho, a partir dessa reunião para produzir é que as contradições são geradas pelo próprio capitalista e, sendo assim, a interferência por parte do Estado.

Atualmente, reunir sem unir é a grande sacada, apesar de ser um modelo antigo, a prática parece ser uma saída para as contradições geradas pelo capitalista, que em posse da tecnologia poderá controlar a produção, vigiar, disciplinar a distância e dividir os trabalhadores em várias facções têxteis, a fim de que não se rebelem e mais ainda na “comodidade” dos seus lares.

No Brasil, facção têxtil é o nome dado às indústrias de confecções que fazem seus serviços exclusivamente para outras empresas de confecções instaladas em ambientes familiares.

O interior do Rio Grande do Norte se prepara para instalar 360 fábricas nesse modelo que prometem gerar 20 mil empregos diretos e produzirão 150 mil peças por dia, esse é o Pró-Sertão, programa do governo do Estado em parceria com o Sebrae, Fiern, Fecomercio e Banco do Nordeste. Esse tipo de facção não é novidade e remete a um sistema experimentado pelos Ingleses durante o século XVIII que não vingou devido à precarização no modo que submetia o trabalhador, o qual se baseava na subcontratação da produção.

No RN é o Seridó que possui destaque no modelo doméstico de produção a pesar do uso de equipamentos defasados; já o setor industrial, antes o grande empregador, vive momento de desemprego e até fuga de empresas, serviços precários e também, situações motivadas por reflexos da competitividade do mercado asiático e a carga tributária brasileira que somente têm agravado o setor.

Nesse sentido, será inevitável a transformação da indústria têxtil do RN em facções domésticas, porque se trata de política dirigida pelo governo do Estado… um setor que já empregou mais de 20 mil que se fragmentará em fabriquetas onde seja impossível o poder público ou os sindicatos fiscalizarem o cumprimento da legislação trabalhista.

A terceirização parece, cada vez mais, subverter os direitos sociais do trabalho e torná-los mercadorias a ponto de convencer o trabalhador que essa é a melhor alternativa para geração do emprego, renda e do desenvolvimento regional. Esse modelo medieval tem encontrado apoio de governos e de legisladores em terras brasileiras, algo sem precedentes com grande capacidade de diluir as conquistas trabalhistas, agravar as demandas por benefícios previdenciários, degradar Sindicato, Ministério do Trabalho e Emprego e a própria Justiça.

Enfim, é um debate necessário e urgente com a sociedade civil organizada, empresas e o governo, para que inclua o Rio Grande do Norte na agenda positiva progressista, onde a segurança jurídica seja garantida, o desenvolvimento econômico e social, sem a tomada de medidas precipitadas que anulem a dignidade da pessoa humana e o direito social do trabalho.

José Nildo é dirigente do PCdoB em Mossoró

“RN é o estado mais difícil para se investir”

Do portal No Ar

Durante lançamento do programa Pró-Sertão na manhã desta segunda-feira, o presidente da Guararapes, Flávio Rocha falou sobre os planos de expansão das lojas Riachuelo, além das principais dificuldades para investir no Rio Grande do Norte. “Atuamos em 26 estados e o RN é o estado mais difícil de investir”, disse Rocha.

Segundo o empresário potiguar, o Estado conta com “forças do contra” em várias áreas como na falta de incentivo para a instalação de empresas, demora no licenciamento ambiental e alta carga tributária.

“As forças do contra dificultam toda a operação e investimento que em outros estados são bem mais facilitadas. Precisamos deter essas forças, trocar os impostos pelos empregos para destravar o crescimento potencial da economia e recuperação da competitividade”, afirmou Flávio Rocha.

Ainda segundo o empresário os elevados custos e falta de apoio do Governo, fazem com que os investimentos sejam direcionados para estados vizinhos como o Ceará e Pernambuco.

Apesar de todas as dificuldades, a identificação com o Estado pela história da Guararapes foi decisiva para o programa Pró-Sertão em que serão investidos cerca de R$ 35 milhões para que sejam implantadas 360 facções – pequenas confecções que costuram peças para venda – dentro do plano de expansão das lojas Riachuelo.

“Cerca de 80 a 90 % da produtividade e emprego está na atividade de costura que precisa ser descentralizada. Nos próximos quatro anos pretendemos investir R$ 2 bilhões para expandir nossa atuação no mercado”, explicou Flávio Rocha.

Duas novas lojas da Riachuelo deverão ser abertas na região metropolitana nos próximos anos segundo Flávio Rocha. “Estamos agregando a criação de lojas para shopping centers, até o momento para Natal deverão ser abertas duas novas lojas com cerca de R$ 18 a 20 milhões investidos”, enfatizou o presidente da Guararapes.

Nota do Blog – Está difícil e vai piorar, infelizmente.

O Corpo de Bombeiros não consegue agilizar laudos necessários à instalação de imóveis empresariais, por falta de pessoal, veículos etc. Ouvi isso de dois grandes empresários com atuação em Natal e até outros estados, recentemente.