Por François Silvestre
Primeiro foi o Moro. Disputando prestígio com o chefe, gerou ciúmes no chefe, teve quase pra sair. Aí um dos generais pijamados do governo alertou o chefe: “se o Moro sair o governo acaba”.
Agora foi o Guedes (veja AQUI). Disputando com o chefe quem diz mais asneiras, besteiras e achincalhe, e sem saber o que fazer com a economia, quase se desfenestrou. Aí alguém lhe disse: “se vocês sair o governo acaba”.
Tá ou num tá um moinho de moer piadas?
Como danado pode alguma coisa que não existe acabar. Só acaba o que existe. Não há governo. Há um bando destrambelhado de analfabetos em educação, economia, meio ambiente, relações públicas, diplomacia e o escambau usufruindo do poder na condição de inquilinos de uma massa falida.
A coisa tá tão avacalhada que até um juiz federal, encarregado de julgar políticos corruptos, aparece pinotando num camarote momesco com o “presidente” da república. E os chefes dos outros poderes ficam de bico calado ou com o rabo entre as pernas, feito cão guenzo em casa caiada.
A irmã da rapariga do cabo tem mais compostura do que o “presidente” da república. E os acólitos formam a troupe mambembe de uma burlesca encenação de horrores.
A comparação remete a um fato ocorrido em Patu, meados do século passado, quando um pequeno circo acampou na cidade. Os meninos que acompanhavam o palhaço na divulgação da função recebiam uma marca de tinta no braço, era o ingresso gratuito.
À noite, o porteiro, que era o palhaço, identificava cada um para permitir a entrada. Nisso, chega uma jovem e tenta entrar sem o ingresso. O porteiro avisa que a entrada é paga. “Eu num priciso pagar”.
Indagada por que, ela responde: “Sou irmã da rapariga do cabo”.
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