Assuntos que estavam derretendo o capital-imagem da governadora Fátima Bezerra (PT), como o pagamento do Piso Nacional do Magistério e Reforma da Previdência, acabaram eclipsados nos últimos dias. O combate ao avanço do coronavírus toma conta do noticiário e das preocupações de muita gente.
Paralelamente, esvazia protestos e greve de professores, bem como discursos discordantes na Assembleia Legislativa do RN.
Os gestores municipais também são protagonistas nesse momento.
Passam a ter maior visibilidade por seu papel institucional. Estão com a manche à mão, liderando, aparecendo, tomando decisões, sob holofotes, em face da excepcionalidade do coronavírus.
Mas ao mesmo tempo, eles convivem com a ‘Espada de Dâmocles” sobre suas cabeças.
Há o outro lado dessa superexposição, que é a supercobrança com superdesafios.
Tem efeitos colaterais.
A governadora e os prefeitos estão com problema crescente numa área, a saúde, em que praticamente ninguém se sobressai nem possui meios para enfrentar uma pandemia em projeção exponencial.
O Covid-19 (coronavírus) pode ser o terror na vida política da governador e de muitos outros executivos. Tudo o mais é fichinha.
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