
Do Canal Meio
A defesa do senador Flávio Bolsonaro entrou com pedido de habeas corpus no Supremo para tentar impedir o prosseguimento da investigação sobre desvio de dinheiro público em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio, o caso da “rachadinha”.
A análise do caso, que tramita sob sigilo, ficará a cargo do ministro Gilmar Mendes.
Flávio pode ter mais chances de obter uma vitória no Supremo e paralisar novamente as investigações se a análise ocorrer durante o período do recesso — sob comando de Dias Toffoli e Luiz Fux. Ambos já deram liminares que o beneficiaram. (Estadão)
Enquanto isso
Bolsonaro, o presidente, tirou o corpo fora e afirmou “não ter nada a ver” com a investigação. Mas em conversa por WhatsApp em 2017, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, indica que integrantes da família tinham conhecimento e estavam preocupados com o fato de uma das assessoras nomeadas ser casada com o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega.
Flávio sempre negou que soubesse e chegou a responsabilizar Queiroz pela nomeação de Danielle Mendonça da Costa. Ela trabalhou no gabinete até o ano passado e teria repassado R$ 203 mil ao ex-assessor por meio de duas pizzarias controladas por Adriano.
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