Arquivo da tag: Setor de Registro Hospitalar de Câncer (RHC) da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC)

Liga alerta para conscientização e combate à leucemia

Hospital da LMECC é um dos núcleos de tratamento (Foto: cedida)

O mês de fevereiro é o escolhido para alertar a população em relação à conscientização e combate da leucemia. É o “Fevereiro Laranja”.

A doença maligna tem origem na medula óssea, local em que as células de sangue são formadas. Esse tipo de câncer acomete os leucócitos, também chamados de glóbulos brancos, os quais começam a se reproduzir de maneira descontrolada, dando início aos primeiros sinais da leucemia.

Segundo o Setor de Registro Hospitalar de Câncer (RHC) da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), no ano de 2019, suas Unidades Hospitalares realizaram tratamento quimioterápico de leucemia em cerca de 120 pessoas.

Sintomas

“A Leucemia aguda tem o quadro mais repentino com os sintomas mais comuns sendo febre, sangramentos nas mucosas (gengiva, nariz), equimoses (popularmente conhecido como ronxa) e palidez cutânea”, explica o médico hematologista e hemoterapeuta da LMECC, Dr. André Aleixo.

“Já as leucemias crônicas tem sintomas mais arrastados ou pode inclusive não ter sintomas. Quando os sintomas estão presentes são quadros de indisposição, perda de peso lenta, sudorese noturna, febres esporádicas e dor abdominal”, complementa ele.

É extremamente importante o diagnóstico precoce.

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“Dezembro Laranja” alerta para o câncer de pele

De acordo com o Setor de Registro Hospitalar de Câncer (RHC) da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), no ano de 2018, foram detectados 390 novos casos de câncer de pele em Mossoró.

Jorge Moura: prevenção (Foto: LMECC)

O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país. Por essa dimensão do problema, dezembro é definido para campanha de conscientização no plano nacional, denominado de “Dezembro Laranja.

“Geralmente a cirurgia é curativa e terapias auxiliares como a radioterapia e outros são necessários apenas em casos selecionados. O índice de sucesso do tratamento é elevado com a cura na maioria dos pacientes, mas para isso é importante realizar o diagnótisco preciso e precoce”, alerta o médico cirurgião de cabeça e pescoço, Jorge Moura, da LMECC.

Sinais

“Pessoas acima de 40 anos e com histórico de exposição solar em excesso, bem como as que possuem pele e olhos claros são as mais atingidas”, cita Jorge Moura.

“Os principais sinais de alerta são a presença de um sinal ou pinta que cresce de forma irregular, sinal de coloração muito escura ou com variações de cor”, finaliza.

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