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Movimento cobra mandato de Cláudia na Net e na Rio Branco

Militantes governista fizeram mobilizações nas redes sociais no final de semana e nas ruas de Mossoró. Movimento foi em defesa do retorno à Prefeitura de Mossoró da prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM), bem como seu vice Wellington Filho (PMDB).

Francisco José Júnior (em meio à ginástica) com camisa apolítica (Foto Prefeitura de Mossoró)

Contestavam decisões – três – de cassação da prefeita e do seu vice, além de defenderem a legitimidade do mandato.

A decisão judicial que a afetou foi registrada no último dia 1º , em sentença da juíza da 34ª Zona Eleitoral – Ana Clarisse Arruda Pereira (AQUI).

Nas redes sociais, a estratégia foi utilizar um “tuitaço” (postagem em massa de mensagens na rede de microblogs Twitter).

“#MossoróQuerCláudia” – no Twitter – foi o título da campanha. “Vamos exaltar nossa Prefeita e suas ações em apenas 9 meses de gestão. Contamos com a participação de todos sem hora para acabar. Mobilizem todas as pessoas que você conhece e junte—se a nós,” orientou a organização do trabalho em email enviado aos participantes.

Viva a Rio Branco

– Não usar a Tag (título da mensagem) repetidas vezes – Ex: #MossoróQuerCláudia #MossoróQuerCláudia #MossoróQuerCláudia – FARÁ COM QUE GERE SPAM – orientou também na cartilha on line.

Nas ruas, a convocação foi para comparecimento nesse domingo (6) ao evento da prefeitura, denominado de “Viva a Rio Branco”, usando roupas em cor laranja, símbolo da campanha de Cláudia e Wellington no ano passado. A Rio Branco é onde fica o chamado “Corredor Cultural de Mossoró”.

O prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), esteve no Viva a Rio Branco no papel de “desportista”, mas em camiseta branca com a mensagem “Mossoró eu amo, eu cuido”.

Foi discreto e evitou relação direta com o movimento, até temendo implicações político-judicais.

Em outras edições dessa iniciativa, a prefeita Cláudia Regina é quem comparecia numa versão atleta, em passeios em bicicleta e caminhadas.

Governo desafina na vida real e no mundo cibernético

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) identificou ontem através de postagem em seu endereço próprio, no Twitter, reproduzido como nota oficial pela Assessoria de Imprensa do Estado, que o ‘twitaço’ de 1º de maio foi “orquestrado”.

Claro que foi. Nasceu nos intramuros da Universidade do Estado do RN (UERN), um ambiente que por sua natureza precisa ser pulsante, dialético e conectado com o cotidiano do seu espaço geopolítico. O movimento que foi levado ao Twitter, a projetando negativamente no Brasil e mundo, não se tratou de um excesso, mas um exercício de vontade individual e coletiva.

Foi tão legítimo, como o aplauso orquestrado o é. Se a governadora pode ter claque cibernética e presencial, por que quem reprova seu governo não pode fazer o mesmo? Ora, ora.

As claques de políticos no Twitter são normais, como são normais na vida real, lá fora. Protestar é uma manifestação democrática, sobretudo se feita com civilidade – em qualquer espaço de convivência humana, virtual ou real.

A própria governadora admite em sua nota, que ‘precisa melhorar’. Conscientemente ou não, percebe que a revolta não é para ser ignorada. Subliminarmente procurou partidarizar a revolta, porém sem maior êxito.

Deputados reclamam

O protesto contra o governo ocorre até de seus aliados na Assembleia. O líder da bancada governista Getúlio Rego fez duras críticas há poucos dias – via Tribuna do Norte (Veja AQUI). Disse que o governo está solitário, num pedestal, sem dialogar sequer com seus deputados.

Deputados do governo, Hermano Morais (PMDB), Walter Alves (PMDB), George Soares (PR) e Nélter Queiroz (PMDB) disseram que não suportam mais tanto descaso e fizeram críticas a setores como Segurança Pública e relação entre governo e parlamentares (Veja AQUI).

Os ex-secretários Fábio Holanda (Justiça) e Paulo de Tarso (Gabinete) – veja AQUI – criticaram falta de planejamento, de comando e ausência de autonomia de auxiliares.Paulo foi mais contundente até, ao afirmar que a governadora não manda em patavina – mas seu marido Carlos Augusto Rosado (DEM), sem qualquer cargo, oficialmente, na administração.

Será que é tudo ‘orquestrado’ pela oposição? É orquestrado por supostos arruaceiros da Uern, recalcados do Twitter, opositores doentios? Paciência, Ó! É visível que o governo está desafinado. Tem ‘gato na tuba’ ou maestro incapaz o regendo.

Este Blog já afirmou centenas de vezes e volta a assinalar: o grupo da ‘Rosa’ tinha plano para chegar ao poder e nenhum de gestão. Usa ‘kit’ que deu certo em três administrações em Mossoró, baseado no centralismo, visão reducionista quanto à sociedade e aliados, além de propaganda e obras de visibilidade para seduzir as massas.

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Passado cerca de um ano e quatro meses de gestão, o governo ganhou a pecha de mentiroso. Não possui credibilidade. Nem a palavra da governadora é levada a sério, a ponto de um secretário que participava de reunião com grevistas da Uern, há poucos dias, afirmar que promessa dela “não voga”. O que valeria era a realidade dos números. Patético.

Como no conto infantil “A roupa nova do rei”, de Hans Cristian Andersen, “o rei está nu”. Contudo, nesse enredo verídico, muitos já apontaram essa situação constrangedora, mas os donos do poder insistem em transferir responsabilidades. Continuam achando que estão ‘fazendo acontecer’.

Rosalba reage a ‘twitaço’; admite que precisa melhorar

Projetada nacional e mundialmente através da hastag (palavra-chave) #RosalbaVergonhadoRN, através de um ‘twitaço’ (movimento usando a rede social denominada de Twitter), a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) pronunciou-se agora há noite sobre o caso.

Era fundamental um pronunciamento seu ou de qualquer porta-voz credenciado, pois essa hastag chegou a ficar em primeiro lugar na divulgação nacional à manhã de hoje, à frente até de outras alusivas ao Dia do Trabalhador, Ayrton Senna (18 anos de morte).

Precisamente às 18h27, ela postou o seguinte texto, acrescido de uma página em anexo, com nota oficial: “Com relação ao twitaço de hoje tenho a dizer…”

Veja abaixo a nota na íntegra:

Atingida por um movimento orquestrado, através de uma rede social, movimento originário de  minha cidade, uso o mesmo meio para dar minha resposta. Quem assume função pública precisa de  humildade para receber críticas, por mais injustas que sejam. Aceito a crítica sem discussão.

Ainda não estamos fazendo o governo que desejamos, e tenho certeza, vamos realizar. Democraticamente, entendo a impaciência de muitos e até o oportunismo de outros.

Felizmente o twitaço não pode representar um só ato de improbidade ou ação pouco republicana. Atos que efetivamente me envergonhariam e envergonharia (sic) o Rio Grande do Norte. Um governo limpo é a base de uma grande virada que nossa gestão haverá de conseguir, com um conjunto de ações capazes de melhorar a vida dos norte-rio-grandenses. Aliás, como aconteceu em Mossoró, mesmo contrariando interesses poderosos.

Veja AQUI.

Nota do Blog – A intervenção da governadora, até mesmo usando o Twitter, é extremamente salutar e decente. Providencial. O silêncio – ou um discurso como vítima – não cabe. Menos ainda, com base no ‘retrovisor’, ou seja, usando o “Complexo de Transferência de Culpa.”

Admitir que faz um governo sofrível, é um bom começo. Apontar que o movimento foi ‘orquestrado’ é um escapismo desnecessário, pois lógico que foi articulado e merece respeito, por ter nascido no ambiente acadêmico da valorosa e importantíssima Universidade do Estado do RN (UERN). É um direito, o livre arbítrio do protesto, como é aceitável a orquestração do aplauso virtual ou não, através de claques cibernéticas ou ao vivo.

Manifestar confiança que pode melhorar e virar o jogo, é o mínimo que a sociedade espera, pois a própria governadora – em campanha – criou uma expectativa superlativa para sua gestão e até o momento, não fez acontecer.

Volta a lembrar: “O Rio Grande do Norte não é Mossoró e o Estado não é a Prefeitura de Mossoró”.

Há tempo e meios à virada, mas é fundamental mudança de métodos e mentalidade.

Com essa visão centralizadora, cesarista, reducionista e paroquial, vai continuar em queda livre. Se não reagir de verdade, em 2014 será ‘devolvida’ a Mossoró, sua cidadela.

“Rosalba, vergonha do RN”, chega ao topo do Twitter

A hastag (palavra-chave) #RosalbaVergonhadoRN chegou há poucos minutos ao topo dos assuntos mais comentados no Brasil, dentro do Twitter, a rede social que mais cresce no mundo.

O movimento nascido em meio à comunidade acadêmica da Universidade do Estado do RN (UERN), que esteve por 106 dias em greve no ano passado – um recorde no serviço público do RN -, é um protesto pacífico, mas vigoroso.

O resultado é que o nome da governadora, como péssima gestora, ganha dimensão nacional e até mundial em face dessa mobilização.

A mobilização deixou outros temas e personagens teoricamente bem mais importantes, em posições secundárias. Assuntos como o “1º de maio”, “Dia do Trabalho”, “Aviões no programa Mais Você” da Rede Globo e “Ayrton Senna” (18 anos de morte) ficaram para trás.

Quer verificar como o Blog cobre o assunto? É só nos acompanhar pelo Twitter AQUI.

Nota do Blog – Através do Twitter, nós sugerimos que o protesto não ficasse apenas num tom raivoso e pessoal. Na verdade, que se distancie do personalismo e aponte falhas e promessas não cumpridas pela gestão Rosalba Ciarlini (DEM),  para termos uma noção geral da profundidade da administração pública do Estado.

Movimento na Web prega o “#RosalbaVergonhaDoRN”

Terça-feira (01/05), a partir da 10h,  vai ser desencadeado um ‘twitaço’ com a hastag #RosalbaVergonhaDoRN.

A iniciativa está se formando em redes sociais como Facebook e Twitter, “a fim de chamar a atenção da mídia para o descaso desse governo, que não atende as reivindicações trabalhistas dos servidores do nosso estado do RN, e que também não promove investimentos na sua única universidade estadual pública a Uern, e em todos os segmentos, de educação, saúde, segurança, entre outros”, prega a mobilização.

Esse movimento quer dar a dimensão do que foi feito em Natal contra o governo da prefeita Micarla de Sousa (PV), que ganhou repercussão nacional.