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Não é só futebol

Gente corajosa essa que sai de casa para estádio, com mulher e filhos, vestindo a camisa do seu time.

Vândalos, falsos torcedores, estão no meio do caminho.

Nota de clube apenas pedindo paz, se solidarizando com vítimas, estimula impunidade.

Punam os bandidos.

  • No sábado (9), alguns torcedores do América jogaram pedras em ônibus com equipe adversária e tentaram invadir hotel onde estava a delegação do Campinense, que empatou em 0 x 0 com o alvirrubro natalense pela Série D – veja AQUI. Os vídeos mostram cenas lamentáveis.

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A hora do juízo final

Elite política brasileira não entendeu ou não quer aceitar o recado que vem das ruas. Nosso futuro está em xeque.

Há semanas uma massa crescente tem dito o que deseja, mesmo que de um jeito disforme. Não tem corpo ou face. Mas revela força.

Entre a maioria de manifestantes pacíficos, temos uma minoria hidrófoba.

Vândalos e delinquentes profissionais aproveitam a onda.

Mas o cinismo e a miopia seletiva dos donos do poder, da esquerda à direita, são piores do que eles.

Quando os protestos fugirem ao controle do Estado e parte desse mesmo Estado aderir à força da massa-gente, talvez seja tarde. Muito tarde.

Ninguém ache estranho se a turba invadir palácios, símbolos do fausto e egoísmo dessa elite, arrancando de lá, a fórceps, alguns engravatados.

Esse não é meu desejo, mas uma premonição diante do que testemunho, do Palácio do Alvorada ao Congresso Nacional, da Governadoria às nossas prefeituras.

Está chegando a hora do juízo final.

Sob o temor do império dos baderneiros e vândalos

Preocupante que movimentos populares, legítimos e pacíficos, hoje causem temor ao Estado e ao setor produtivo. Cidadãos comuns também andam apreensivos por todo o país, como em Natal.

Todos temem vandalismo.

A própria mídia contribui para esse quadro, pois noticia prisão de baderneiros, mas não faz o elementar: identificar nas matérias quem foi preso.

Os manifestantes, legítimos e sob bons propósitos, precisam repudiar presença de intolerantes mascarados e que impõem a baderna como regra.

A polícia, por sua vez, não pode temer repercussão negativa de suas ações, se elas são legítimas, dentro da lei e sem excessos nas ruas.

Para vagabundos baderneiros que agem à margem da lei, remédios infalíveis são peia e cadeia.

Por que quebrar o que é público e o privado?

Injustificável.

Um movimento cívico como o que testemunhamos em todo o Brasil, não pode se curvar ao império de baderneiros e vândalos.

Radicais pela ignorância e por má-fé

Existem dois tipos de radicais soltos nas ruas e pulverizados nas redes sociais: aqueles que o são por sua natureza ignorante e os por má-fé.

Ambos são perigosos à democracia, como à nossa, que vejo ainda como simulacro de um regime político.

Engatinhamos, mas começamos a andar com pernas mais firmes, mesmo que ainda trôpegas.

Quem depreda o patrimônio público (uma minoria) e os que furtam e roubam o bem privado, em meio às passeatas pacíficas, podem ser denominados de tudo, nunca de “manifestantes.”

Nas redes sociais, mas protegidos, temos também esses radicais que tentam roubar esperança e barbarizar a crença num país melhor.

No campo virtual ou no mundo real, o tratamento para ambos deve ser visceralmente rigoroso.

Eles, como tudo aquilo que contamina a gestão pública e à política nacional, fazem mal ao Brasil.

 

Vândalos depredam praça, apesar de ordem de prefeita

Prezado Jornalista Carlos Santos,

Moro, há longas datas, nas proximidades  da Praça Otacílio Negreiros Pimenta (ex-Praça da Caixa d’Água do Abolição Um), no Conjunto Abolição I, que nestes últimos dois dias de carnaval, foi alvo de vandalismo,  quando vândalos  quebraram, de propósito, todas as luminárias da quadra poliesportiva, e da praça, como um todo.

Aliás, no dia 01 de fevereiro, a Chefia de Gabinete da Senhora Prefeita de Mossoró respondeu a uma correspondência do nosso Mandato na Câmara Municipal, de 24/01/2013, sobre a segurança patrimonial daquele logradouro, onde afirma textualmente:

– Informo que por determinação da Excelentíssima Senhora Prefeita Cláudia Regina Freire de Azevedo, a praça será protegida pela Ronda Ostensiva Municipal – ROMU e do Grupo de Ações Táticas – GAT, a fim de garantir a segurança dos cidadãos que utilizam aquele equipamento público.

Caro jornalista, em nome dos cidadãos e cidadãs moradores da nossa comunidade, apelamos para os gestores da ROMU e do GAT, que em caráter de urgência-urgentíssima, comecem a fazer as rondas determinadas pela Senhora Prefeita, e que, a partir desta quarta-feira, 13/02/2013, as luminárias quebradas sejam substituídas, para que nossa Praça saia do blecaute total em que se encontra.

Manifestamos nossos agradecimentos antecipados pela fineza  de repercutir as demandas da nossa comunidade, no seu conceituado Blog do Carlos Santos.

Atenciosamente,

Luiz Carlos

Vereador (PT) e comunitário do Conjunto  Abolição I – (Mossoró)

Nota do Blog – Preocupante sua denúncia, vereador. O agravante, é que a própria prefeita determinou medidas preventivas.

Pelo visto, ignoraram a própria ordem da prefeita.

E os demais logradouros públicos da cidade, como ficam?

Entregues à própria sorte.

Não  há estrutura para cobertura de toda a necessidade de segurança que temos e a violência de vândalos e assaltantes assombram Mossoró.

Vândalos invadem casa de Dorian Jorge Freire

Do Blog Brasília Urgente

Em Mossoró, na Praça da Redenção que leva o seu nome, ostenta uma estátua sua e dizem ser vigiada dia e noite por um guarda municipal, a casa-grande de Dorian Jorge Freire foi invadida por vândalos.

Eles quebraram banheiros, destruíram aparelhos de ar condicionado, rasgaram cortinas, furaram paredes e emporcalharam todos os cômodos por onde passaram.

Só não entraram na biblioteca de quase oito mil volumes do jornalista e escritor morto há sete anos, preservando-a inteiramente.

Além de vândalos, portanto, são também  ignorantes.

Crias perfeitas do status quo mossoroense.

Nota do Blog – Em breve, não se assuste, ouviremos notícia de que os “brothers” invadiram essa mesma casa e torraram os livros, na tentativa de acender cachimbo do crack.

Mas droga mesmo é quem despreza história e cultura de um povo, convertendo tudo em festim, pão e circo.