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Carlos Eduardo tem 1º lugar com folga; Paulinho e Natália empatam

Carlos segue com dianteira, enquanto Natália sente proximidade de Paulinho (Fotomontagem do BCS)
Carlos tem dianteira com muita folga, enquanto Natália e Paulinho tentam forçar segundo turno (Fotomontagem do BCS)

Com trabalho do Instituto Agorasei de Natal, o Blog do FM (Flávio Marinho) divulga nesta segunda-feira (3) números atualizados da disputa à Prefeitura de Natal. Na pergunta Estimulada, com quatro nomes colocados, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PSD) aparece na primeira colocação, com 43,9% das intenções de voto.

Se as eleições fossem hoje, o ex-prefeito em quatro mandatos venceria com folga no primeiro turno logo.

Na sequência, num empate técnico e quase numérico, os deputados federais Paulinho Freire (UB), com 12,4%, e Natália Bonavides (PT), com 12,3% de citações.

O ex-deputado federal Rafael Motta (Avante) é o último, com 4,8% da preferência dos entrevistados.Pesquisa Blog do FM/Agora sei Estimulada para prefeito de Natal 03-06-2024 - Carlos Eduardo

As pessoas ouvidas que afirmam votar branco ou nulo são 17,9%, enquanto aqueles sem opinião ou que não responderam totalizam 8,7%.

Rejeição

A pesquisa também mediu o nível de rejeição dos possíveis candidatos a prefeito de Natal na eleição deste ano.

Quando questionados em quem não votariam de jeito nenhum para prefeito de Natal, 42% dos entrevistados citam Natália Bonavides. Na segunda colocação surge Paulinho Freire, com 29,3% de citações, seguido por Rafael Motta, com 25,5%. Carlos Eduardo é o menos rejeitado, com 20,3%.

As pessoas ouvidas que afirmam não ter rejeição a nenhum dos nomes, que poderiam votar em qualquer um deles, somam 18,6%. Aquelas sem opinião ou que não responderam totalizam 6,1%.Pesquisa Blog do FM (Flávio Marinho)-AgoraSei - Prefeitura de Natal - Rejeição - 03-06-2024 - Natália Bonavides

Sobre a pesquisa 

A pesquisa foi realizada nos dias 25, 26 e 27 de maio passado e ouviu 800 eleitores de 16 anos de idade e acima, em todas as zonas do município do Natal. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3.4 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.

O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem essa identificação: RN-06252/2024.

Bandidos arrombam cofres do Correios no Centro de Natal

Blog do FM e Blog na Ficha da Polícia

A agência do Correios da Avenida Rio Branco, localizada no centro de Natal, foi arrombada neste domingo (12). Segundo informações, a quadrilha entrou pelos fundos do prédio, através de uma área que tem acesso ao camelódromo.

Os bandidos utilizaram um “pé-de-cabra” para arrombar os cofres e outros compartimentos da agência. Uma caminhonete L-200 com placas de João Pessoa-PB, de cor preta, teria sido utilizada na ação, transportando quatro  elementos.

Nota do Blog Carlos Santos – Calma, gente. Está “tudo sob controle”, como tem repetido as fontes do governo estadual.

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Tratada por ‘fantasma’, Hilneth questiona atuação do MP

Do Blog do FM

Acusada de ser “funcionária fantasma” (veja AQUI) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a jornalista Hilneth Correia rompe o silêncio. Em entrevista ao Blog do FM, ela disse não aceitar ser taxada de funcionária fantasma, uma vez que exercia as suas atividades profissionais de assessora de imprensa, mesmo sem estar, rotineiramente, presente na sede do Legislativo potiguar.

Hilneth pondera sobre as peculiaridades do seu trabalho e rechaça pecha de "fantasma" (Foto: cedida)

Para Hilneth, os avanços da tecnologia de informação permitem que o profissional de imprensa possa atuar fisicamente distante de seus locais de trabalho e desenvolver suas atividades, sem prejuízo da qualidade do serviço desenvolvido.

Em sua defesa, Hilneth Correia destaca que o benefício da dispensa de ponto fica a critério de cada empregador, não se constituindo, portanto, uma ilegalidade o exercício de um trabalho profissional à distancia.  Segundo ela, o próprio Ministério Público do Rio Grande do Norte reconhece que o administrador público pode dispensar determinado servidor de “bater” ponto.

Ofício

Como prova, ela exibe o ofício nº 239/2015, do próprio Ministério Público, que diz que “cabe à administração da Procuradoria Geral de Justiça avaliar e decidir sobre a conveniência e oportunidade de dispensar servidores específicos, em razão das peculiaridades pessoais ou atinentes ao cargo ou função que exerçam, do registro de ponto”.

Para Hilneth, o MP/RN usa de critérios diferentes para avaliar a forma de trabalho de seus servidores e dos servidores dos outros órgãos. “Trata-se de um caso típico de um peso e duas medidas, pois o MP me acusa de receber sem trabalhar, mas dispensa de ponto uma servidora de seus quadros. Ou seja, o Ministério Público, pelo jeito, pode tudo, mas a Assembléia Legislativa não pode”, assinala.

Ofício do Ministério Público dá outra conotação e flexibilização à atividade (Foto: Reprodução)

No mesmo ofício, destaca Hilneth, o procurador Reinaldo Reis, argumenta que para exercer o cargo de diretor de comunicação com boa desenvoltura, já que demanda constantes contatos e compromissos externos, o ponto deve ser flexibilizado. “O Procurador tem toda razão, porque é justamente assim que ocorre na função de jornalista, uma atividade profissional que demanda muitos compromissos externos”, argumenta.

Ela diz ainda que o Ministério Público atua no sentido de prejudicar  a imagem das pessoas.

“Além de só olhar para fora de seus muros, o MP ainda faz acusação com tipificação errada, já que não cabe me acusar de peculato. Seu intuito é apenas prejudicar a imagem das pessoas. É tão claro isso, que no último pedido de sua peça acusatória, pede ao juiz para divulgar através de sua comunicação oficial os dados do processo. Ficam as dúvidas, qual o limite do Ministério Público e quem fiscaliza o Ministério Público?”, questiona.

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Capytão Styvenson entra em polêmica com Polícia Civil

Do Blog do FM

Está circulando com força na internet um áudio cuja autoria está sendo atribuída ao capitão Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Rio Grande do Norte. Na gravação, que vazou para as redes sociais, o militar achincalha com a Policia Civil do Rio Grande do Norte, externando todo o desprezo que aparentemente nutre pela corporação, tradicional aliada da Polícia Militar, instituição da qual faz parte.

Voz de Styvenson desencadeou reação em cadeia (Foto: reprodução)

Nem mesmo a própria PM escapou de ser alvo da retórica egocentrista do militar, que diz que os bons resultados da Operação Lei Seca é decorrente tão somente do seu trabalho pessoal.

“O policiamento que eu faço depende de mim e só de mim mesmo, por isso é coisa bem feita. Não sou vinculado a CPRN, não sou vinculado a Policia Militar e Detran. As coisas que eu faço não é por instituição não. É por mim mesmo”, assinala.

Valentim, que chega a taxar o Brasil de “País de merda”, diz que “o policial civil ganha muito bem para não fazer e um delegado ganha R$ 23 mil para não fazer nada”. Ele complementa afirmando que os “delegados acham que têm poder sobrenatural para não fazer nada”. O capitão afirma ainda que já denunciou as delegacias que não querem trabalhar por “preguiça”.

As declarações do policial militar, conhecido por gostar de se projetar diante dos holofotes da mídia, repercutiram de imediato, fazendo com que surgissem nos grupos de whatsapp novos áudios sobre o assunto.

Bate-boca

Em um deles, um provável policial civil sediado na região Oeste do estado, diz que Valentim quer aparecer e retruca: “mande ele vim aqui para região do Alto Oeste combater bandido e assaltante de banco, pois prender bêbado dirigindo é fácil demais. Agora querer aparecer na mídia e ficar conversando M… ele sabe. Mande ele vim para cá para ver como a gente trabalha”, diz o áudio.

Em um outro áudio que circula na internet, um suposto tenente-coronel PM de nome Valterlei, diz que ouviu “com muita preocupação a fala do capitão, tecendo acusações desnecessárias, inoportunas e que não retratam a verdadeira realidade”.

O oficial superior ressalta que os policiais civil e militar são companheiros inseparáveis. “Quero deixar o meu pedido de desculpas aos valorosos companheiros da Polícia Civil”. Ele enfatiza que Valentim tem o dever de pedir desculpas a Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Ouça o Capitão Styvenson AQUI.

Ouça o suposto tenente-coronel Valterlei AQUI.