Há um engarrafamento de pré-candidatos a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, para o biênio 2015-2016. Foi essa a constatação feita durante reunião do prefeito provisório e eleito, Francisco José Júnior (PSD), com sua bancada.
Houve reunião às 11h de hoje para tratar de assuntos administrativos, mas também entrou na pauta a antecipação e eleição da nova mesa diretora da Casa, bem como de cargos para o período tampão até o dia 31 de dezembro deste ano.
Na reunião que curou pouco mais de uma hora e meia, no Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência, sede da prefeitura, postulações borbulharam em todos os quadrantes da mesa.
A lista de pré-candidatos a presidente da Câmara Municipal chegou a sete. Mas pode aparecer mais gente.
Apresentaram-se como pré-candidatos Alex do Frango (PV), Jório Nogueira (PSD), Chico Carlos (PV), Tassyo Mardonny (PSDB), Flávio Tácito (DEM) e Soldado Jadson (Solidariedade).
Já Genilson Alves (PTN), avisou que seu interesse era em substituir o oposicionista e presidente interino Alex Moacir (PMDB), no mandato-tampão.
O governismo está com 15 vereadores na Câmara Municipal de Mossoró. A oposição conta com sete e, até aqui, nenhum pré-candidato para o biênio a ter início em 1º de janeiro de 2015.
O Plenário da Câmara Municipal de Mossoró aprovou nesta quinta-feira (08), em sessão extraordinária, os Projetos de Lei nº 1127/2013 e 1128/20133, que autorizam o Executivo mossoroense a renovar a doação de terrenos localizados no Conjunto Habitacional Vingt Rosado, para a Igreja Batista Regular da Fé e para o Sest/Senat.
Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 1129/2013, que autoriza o Poder Executivo a contratar financiamento, proveniente do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) junto à União, por meio da Caixa Econômica Federal, na qualidade de agente financeiro, a oferecer garantias.
A autorização é no valor de R$ 39.623.334,91, com contrapartida do município de R$ 2.085.438,68, totalizando R$ 41.708.773,59, que serão aplicados no Projeto de Requalificação da Avenida Rio Branco, como parte do Plano Geral de Mobilidade Urbana do Município de Mossoró.
Na próxima semana, a Câmara realiza sessão ordinária na terça-feira (13) e audiência pública na quarta-feira (14) para discutir “Políticas e Orçamento Público para a Educação em 2014”.
A proposição é do vereador Francisco Carlos (PV).
Foram convidados para participar da audiência a Prefeitura de Mossoró, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Ministério Público, Conselho Municipal de Educação, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, representantes das Igrejas Católica e Evangélica, OAB, UERN, UFERSA, IFRN, UnP, entre outras. Toda a sociedade é convidada a participar da audiência, que tem início às 9h.
A distribuição de vários cargos comissionados, sobretudo na área da cultura, atendendo a correligionários dos vereadores Alex Moacir (PMDB) e Chico Carlos (PV) promete mexer num vespeiro.
O restante da bancada governista na Câmara Municipal de Mossoró também quer seu quinhão.
A partilha desigual, com privilégios para alguns parlamentares, incomoda a maioria.
A Fundação Vingt-un Rosado está em sinal amarelo, sinal de alerta.
Reunião hoje pela manhã identificou falta de zelo da prefeitura
Depois de décadas de funcionamento e ter-se transformado numa referência nacional em termos de cultura, pode fechar suas portas por falta de apoio de uma de suas principais fontes de recursos.
A Prefeitura de Mossoró reduziu de R$ 19 mil para R$ 8 mil o repasse mensal à instituição. Leve-se em conta, ainda, que o próprio pagamento sofre atrasos desde a gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.
Agora pela manhã, um grupo de vereadores resolveu se mobilizar e participou de reunião na sede da entidade, buscando soluções para que esse patrimônio da cultura nacional não morra.
Mecenas
Os vereadores Genivan Vale (PR), Alex Moacir (PMDB), Tomaz Neto (PDT), Vingt-un Rosado Neto (PSB), Lahyrinho Rosado (PSB), Chico Carlos (PV) e Luiz Carlos Martins (PT) reuniram-se com Dix-sept Rosado Sobrinho e outros dirigentes e colaboradores da fundação que leva o nome de um mecenas da cultura brasileira, professor Vingt-un Rosado.
Há uma preocupação crescente com a situação da entidade, que não teve da prefeitura o tratamento compatível com sua importância. A postura do governo municipal, ao reduzir repasses à Fundação, praticamente assina seu atestado de óbito.
Nota do Blog – Lamentável. Lamentável mesmo.
Entretanto eu acredito que a própria história da Fundação Vingt-un Rosado, nosso patrimônio e não apenas da cultura de Mossoró, será mantida e encorpada, com uma reflexão dos que fazem a prefeitura.
Se existe dinheiro para criação de mais 226 cargos comissionados e contratar “Forró Ferro na Boneca”, não pode faltar suporte para essa instituição exemplar e que leva o nome de Mossoró a todos os recantos do país e além de nossas fronteiras.
Encolher investimentos (isso não é gasto) na Fundação Vingt-un Rosado é falta de zelo com Mossoró.
O vereador governista Chico Carlos (PV) anunciou há poucos minutos na Câmara de Mossoró, uma decisão importante da prefeita Cláudia Regina (DEM). Ela determinou que a secretária de Saúde do Município, Jaqueline Amaral, abra processo urgente para contratar leitos de UTI Pediátrica.
Chico repassou reação do governo
Chico adiantou que haverá procedimento célere, com dispensa de licitação.
A prefeita reage à pressão e cobrança ostensiva de vereadores na Câmara de Mossoró. Segue proposta apresentada ontem pelo diretor-geral do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), Eider Medeiros, a uma comissão de parlamentares municipais.
Abordado no próprio HRTM por comissão de vereadores comandados pelo oposicionista Tomaz Neto (PDT), Eider sugeriu que a prefeitura contratasse esse serviço a hospitais particulares e filantrópicos de Mossoró, enquanto a UTI Pediátrica do HRTM não é entregue (e entre em funcionamento).
Desdobramento
As obras devem estar prontas até o final deste ano, disse o diretor-geral.
Minutos antes de Chico Carlos passar a notícia, a Casa experimentou acirrada discussão sobre o assunto.
O próprio Tomaz achou estranho que não houvesse dispensa de exigibilidade licitatória à contratação de leitos de UTI. “Tem dispensa de licitação para tudo e não tem dispensa para salvar vidas de crianças”, provocou.
Seu apelo deu resultado em questão de minutos.
– Estamos no caminho certo. Oposição e situação têm discutido o assunto, tem cobrado e o que fizemos ontem já deu resultado hoje com a decisão da prefeita – exprimiu o presidente do Legislativo, vereador Francisco José Júnior (PSD), o “Silveira”.
Civilidade, espírito público, humanismo e o bom senso parece que estão de volta à área de Saúde da Prefeitura de Mossoró.
Ah, que bom!
Quando era uma “gerência”, em vez do status atual de secretaria, a pasta da Saúde em oito anos de gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, promoveu uma desenfreada, cega e nazifascista perseguição à Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR).
A ordem era fechá-la.
Essa obsessão chegou a ponto de empurrar várias gestantes para Russas (CE), por falta de meios à natividade em Mossoró.
Agora, as relações entre Município e CSDR são outras.
Esta semana, sem alardes, a secretária da Saúde, contabilista Jackeline Amaral, participou de esforço para disponibilizar equipamento vital à vida de recém-nascidos na CSDR. Sua maternidade estava asfixiada ainda mais por atendimentos, em face da crise no Hospital da Mulher.
Reunião com setores da Saúde ocorreu ano passado, antes da posse (Carlos Costa)
O gesto parece natural, mas não é bem assim. Deveria ser normal e elementar, mas não ocorria antes.
Sob o comando do hoje vereador Chico Carlos (PV), aboletado no posto do todo-poderoso secretário da Cidadania, a Gerência da Saúde sitiou a CSDR e por pouco não conseguiu inviabilizá-la de vez.
Até volumosos recursos financeiros foram seguros durante cerca de nove meses, potencializando atrasos salariais e outros enormes débitos.
Nessa operação, que tinha também um viés eleitoreiro, parte considerável da imprensa mossoroense cumpriu papel deprimente. Jogou a opinião pública contra a Casa de Saúde Dix-sept Rosado.
Omissão
Em relação ao descalabro no Hospital da Mulher, a postura é inversa: de omissão ou maquiagem da verdade.
Sem pensar nas consequências desse crime hediondo, essa mesma imprensa quase era cúmplice de uma tragédia de proporções inimagináveis. Faria inveja ao célebre rei Herodes, que determinou a morte de crianças na Galileia, temendo o nascimento do Messias.
Com o desmanche do Hospital da Mulher e o fechamento da CSDR, onde nasceriam cerca de 600 crianças/mês em Mossoró?
Nas redações ou nas mansões e apartamentos luxuosos dos donos do poder?
Nessa mudança no relacionamento institucional, há também o dedo da prefeita Cláudia Regina (DEM). No dia 11 de dezembro do ano passado, antes de sua posse, ela apressou-se em se reunir com dirigentes do hospital, representantes do Ministério Público e de outros segmentos da Saúde, para firmar um pacto à vida. Sem politicalha criminosa.
Chegou a disponibilizar o seu número telefônico pessoal e direto a dirigentes da CSDR, para dirimir qualquer dúvida ou desobstruir caminhos.
Azedaram de vez as relações entre o ex-secretário da Cidadania de Mossoró e atual vereador Francisco Carlos (PV), com o Governo Municipal. Convivência está difícil.
Ele e a nova inquilina do Palácio da Resistência, prefeita de fato e de direito Cláudia Regina (DEM), coabitam o mesmo sistema político, mas separados por largo e profundo fosso de conceitos quanto ao uso da administração pública.
Chico tem sofrido insultos (Arquivo do Blog)
“Chico” sente-se prejudicado por Cláudia, no processo de seleção de pessoal para cargos comissionados na administração. Tem remungado que as poucas admissões de pessoas que trabalharam para ele, na campanha passada, não suprem os compromissos que firmou para se eleger.
Admite que pode até mesmo orientar sua tia, Maria José, diretora da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Santo Antônio, além de outros detentores de cargos de confiança, a entregarem pedido de demissão.
No governismo, Cláudia e seu núcleo duro de poder contra-argumentam que não querem repetir o modelo de gestão encetado durante oito anos pela ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.
Existem setores – principalmente em equipamentos de Saúde – em que havia necessidade de pouco mais de cinco pessoas, mas a gestão anterior tinha amontoado quase 20, todos sob indicação de Chico Carlos. Cláudia reduziu drasticamente os números.
O enxugamento natural ocorreu na própria transição de governo. Aos poucos, a prefeita tem realizado nomeações seguindo critérios técnicos e políticos, para contemplar as forças que a apoiaram. Contudo, precisa pensar em contenção de gastos e eficiência da máquina estatal.
No caso do vereador Chico Carlos, a demanda de pedidos é bem maior do que as portarias concedidas por Cláudia Regina.
Desde o início de governo que ele é sitiado por colaboradores de sua campanha e ex-candidatos do PV, partido que organizou ao lado do ex-chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV) – atual titular da Cultura no Município.
As pressões sofridas por Chico vão desde cobranças públicas, através de nota de integrantes do partido, a cerco físico e verbal na Câmara e em locais diversos da cidade. Tem passado maus bocados: de insultos inflamados e ameaças veladas.
Cláudia não recua
Por seu lado, Cláudia Regina não parece disposta a ceder e recuar.
Cláudia promove enxugamento
Ela sabe que se ampliar as conceções para Chico, automaticamente conviverá com um “efeito cascata”, provocando cobranças isonômicas de outros vereadores governistas, partidos e gente excluída até o momento do empreguismo na Prefeitura de Mossoró.
Uma das saídas apontadas para atenuar essa pressão, é a contratação de dezenas e centenas de insatisfeitos pela “janela” da terceirização. Mesmo assim, com remunerações modestas.
A terceirização fez a alegria do governismo e de seus candidatos preferenciais na campanha eleitoral do ano passado. Mas é um ambiente de terreno pantanoso e minado.
Se não houver uma “certa” parcimônia em contratações terceirizadas, a gestão Cláudia Regina poderá se complicar consideravelmente.
A barafunda pode ser ainda maior. Outros vereadores do PV e demais governistas não se sentem prestigiados à altura do apoio que começam a ofertar na Câmara Municipal. E, sem uma base sólida, articulada e satisfeita, o governo terá dificuldades de materializar suas promessas.
O grande pacto, entretanto, é com o povo e a sociedade em geral – eleitores ou não da prefeita.
A crise está apenas começando. Não tem dia nem hora para ser estancada. Mas pode ser pelo menos minimizada, dependendo do remédio a ser empregado.
A dificuldade era esperada. Trata-se de parte da “fatura” que todo vencedor costuma receber pós-campanha.
O problema são seus efeitos colaterais, principalmente porque a administração municipal começa convivendo com o fantasma da cassação de direitos políticos e mandato da prefeita e seu vice, advogado Wellington Filho (PMDB).
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O vereador Francisco Carlos (PV) anunciou que está abrindo mão do salário de vereador da Câmara Municipal de Mossoró.
Como professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e servidor da Prefeitura de Mossoró, o vereador não poderia acumular mais uma remuneração gerada por um vínculo público, e decidiu optar por abrir mão do salário de vereador, mesmo sendo a maior das rendas em questão.
Francisco Carlos justificou sua decisão afirmando que durante a campanha deixou claro que queria servir a Mossoró, e não ter mais um emprego.
Houve articulação de bastidores que tentou desmanchar de última hora a essência da chapa, consensual, à mesa diretora da Câmara de Mossoró. Mas a “conspiração” morreu rapidamente.
Havia expectativa da soma de 11 votos para substituição do vereador eleito pela primeira vez, Chico Carlos (PV), na 1ª secretaria. Conversas entre vereadores governistas e da oposição formaram um frágil acordo, o suficiente para colocar outro situacionista nesse cargo estratégico.
A vereadora Izabel Montenegro (PMDB) e outros vereadores recuaram horas antes, confirmando a chapa encabeçada por Francisco José Júnior (PSD) e com Chico Carlos na 1ª secretaria.
A costura para formação de uma chapa única à mesa diretora da Câmara Municipal de Mossoró, tende a ser fechada com completa exclusão de representantes da bancada oposicionista. E ponto final.
Pelo visto, o rolo-compressor será maior do que na ‘era Fafá Rosado (DEM), prefeita de direito que encerrará seu mandato no dia 31 de dezembro deste ano.
O entendimento esboçado desde a semana passada definiu que o atual presidente e neogovernista Francisco José Júnior (PSD) será outra vez presidente, com o vereador reeleito Flávio Tácito (DEM) na condição de vice.
O vereador de primeiro mandato Chico Carlos (PV) deve sem aboletado no posto de primeiro secretário. Já o campeão de votos e também vereador de primeiro mandato, Alex Moacir (PMDB), seria o segundo secretário.
A Câmara de Mossoró será empossada e votará para escolha da mesa diretora (biênio 2013-2014) no dia 1º de janeiro de 2013.
Depois de duas legislaturas consecutivas com 13 vereadores, esse poder retoma seu número anterior de parlamentares: 21.
As articulações para formação da futura mesa diretora da Câmara de Mossoró mudaram de epicentro e de personagens. Passaram por Natal nesse final de semana.
Os próximos dias prometem. Devem estar recheados de novidades.
A costura política feita pelo atual presidente Francisco José Júnior (PSD), em acordo com o atual prefeito de fato e chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, Gustavo Rosado (PV), além do vereador eleito e ex-secretário da Cidadania, Chico Carlos (PV), pode sofrer solavancos.
Ele tem garantias para ser novamente presidente no início da próxima legislatura, passando o bastão em seguida, no biênio 2015-2016, para Chico Carlos.
Mas existem forças governistas e oposicionistas que não querem ficar apenas como figurantes nesse enredo.
Comandos de campanhas e militantes dos candidatos a vereador Alex Moacir (PMDB) e Chico Carlos (PV) estão à beira de uma arenga mais séria. A troca de acusações chega à coordenação da campanha majoritária da Coligação Força do Povo.
Os candidatos, ex-secretários da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, empreendem uma luta à parte no governismo, em corrida à Câmara Municipal de Mossoró.
Esta semana, o nível de estresse quase causou desdobramento mais sério.
O ex-secretário de Serviços Urbanos do Governo Fafá Rosado (DEM), Alex Moacir (PMDB), caminha para vencer duelo particular e à parte no sistema governista em Mossoró. Parece pule de dez.
A corrida à Câmara Municipal tende a deixá-lo bem à frente do também ex-secretário Chico Carlos (PV), que foi titular da pasta da Cidadania, responsável por mais de 75% do orçamento municipal.
Alex tem permanente acompanhamento técnico quanto à sua campanha. Os números desse rastreamento o catapultam à condição de um dos mais votados no pleito de 7 de outubro.
Chico experimenta a angústia de não obter igual performance. Passou a apostar em sua eleição muito mais pelo desempenho de outros candidatos de sua aliança, do que por sua força direta.
Os dois, na verdade, tentam superar frustrações que passaram a administrar desde que a chapa majoritária do governismo foi fechada.
Alex era tido como vice “certo”. Foi descartado pela cúpula do PMDB estadual, que indicou o até então ‘desconhecido’ advogado Welllington Filho.
Já Chico Carlos passou quase dois anos contínuos como o nome à prefeitura, da preferência do prefeito de fato, chefe de Gabinete e agitador cultural Gustavo Rosado (PV). Não vingou.
Seu desempenho nunca passou de menos de 1 ponto percentual em pesquisas realizadas pelo governo.
A ungida foi a vereadora Cláudia Regina (DEM), candidata a prefeito.
A Câmara Municipal, então, passou a ser um consolo e uma blindagem para ambos. Mas cada um pode chegar lá com status diferenciados.
O ex-secretário da Cidadania de Mossoró, Chico Carlos (PV), tem feito passeio por escolas municipais, na autopromoção do seu nome, candidato a vereador.
Na quarta-feira (15), por exemplo, desembarcou na escola Manoel Assis, às 15h, saindo por volta de 15h55.
Nesse ínterim, Chico fez apologia ao desempenho do município no Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (IDEB). O informe serviu de gancho para proclamar que ele tinha “uma contribuição” para o resultado.
Paralelamente, incensou a prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.
Dirigentes, alunos e servidores da escola tiveram que acompanhar sua pregação.
Em reportagem assinada pelo repórter Ciro Marques, na página 5 de sua última edição (segunda-feira, 30), o influente “O Jornal de Hoje” do Natal aprofunda postagem que este Blog apresentou em primeira mão, no sábado (28), sob o título “Tribunal de Justiça e TCE empregam filhos de Fafá Rosado (DEM)”.
Política de resultados garante desemprego zero e alta renda para família Rosado-Nogueira (O Jornal de Hoje)
Veja AQUI na íntegra a reportagem do impresso natalense.
Segundo a matéria do periódico, além de ter uma filha aboletada no Tribunal de Justiça do RN (TJRN) e um caçula no Tribunal de Contas do Estado (TCE), sem concurso público, a prefeita mossoroense e seu marido, deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), também acomodaram outra filha em cargo comissionado longe de Mossoró. O endereço é o da Prefeitura do Natal.
O repórter Ciro Marques relata que Fádia Maria Rosado Nogueira (filha de Fafá e Leonardo) ganhou seu primeiro emprego, na Prefeitura do Natal, sob portaria assinada pela prefeita Micarla de Sousa (PV), com publicação no Diário Oficial do município no dia 6 de agosto de 2009 (veja boxe abaixo). O Blog descobriu outra portaria mais recente, de Nº. 0281/2012-A.P., datada de 15 de fevereiro de 2012. Ela era nomeada para o mesmo cargo de “Diretor de Departamento de Atenção Básica” da mesma prefeitura.
PORTARIA Nº. 2364/2009-A.P., de 06 de agosto de 2009
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do Ar tigo 55, Inciso II da Lei Orgânica do Município do Natal, e ofício nº. 396/2009-SEGAP, RESOLVE: Ar t. 1º. Nomear FÁDIA MARIA ROSADO NOGUEIRA, para exercer, em comissão, o cargo de Diretor do Depar tamento de Atenção Básica, símbolo DD, da Secretaria Municipal de Saúde – SMS, em conformidades com as Leis Complementares nº. 108 e nº. 109, de 24 de junho de 2009 e Decreto nº. 8.778, de 02 de julho de 2009. Ar t. 2º – Esta Por taria entrará em vigor na data de sua publicação.
Micarla de Sousa PREFEITA
O que O Jornal de Hoje não publicou é que Fádia desembarcou na Prefeitura do Natal dias antes que parte do grupo de Fafá Rosado assinasse ficha de filiação ao PV, num barulhento e concorrido evento na Câmara Municipal de Mossoró. Foi dia 19 de setembro de 2009. Veja AQUI reportagem do Blog à época.
Fafá, Micarla, Chico (por trás) e Gustavo: negócio fechado
Fácil perceber que pouco mais de um mês se passou para afiliação ao PV do chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró e irmão de Fafá, agitador cultural Gustavo Rosado. Dia 6 de agosto Fádia recebia o emprego na Prefeitura do Natal; 19 de setembro, o PV era reforçado em Mossoró. Vale lembrar, que a prefeita natalense era e é do PV.
O caso leva qualquer pessoa medianamente conhecedora das práticas políticas, deste país, a acreditar que a nomeação de Fádia funcionou como “adiantamento” e garantia. Assim, o esquema de Fafá e Leonardo sentir-se-ia estimulado a enviar parte de seus integrantes pro PV.
Além de Gustavo, tido como líder da família, ainda foi inscrito – entre outros – o seu lugar-tenente na prefeitura, professor Chico Carlos. Ele é candidato a vereador após não se viabilizar a prefeito pelo PV/governismo.
Antes disso, o filho caçula Jerônimo Emanuel Rosado Nogueira (Leléu) fora nomeado no dia 29 de fevereiro de 2008 para um cargo comissionado, sem concurso, no TCE. O presidente-conselheiro Paulo Roberto Alves, irmão do senador e hoje ministro Aluízio Alves, assinou a portaria. Em 2006, menos de dois anos, a prefeita e seu marido apoiaram Garibaldi ao governo estadual. Não esqueçamos: o TCE julga movimento financeito-contábil das prefeituras como de Mossoró e Natal.
Empresário
Já Farah Maria Rosado Nogueira agregou-se ao TJRN antes. Foi nomeada em junho de 2006. Em 2005, sem concurso, tinha sido integrante da Procuradoria do Municípios de Mossoró (primeiro ano de gestão da mãe). Residia em Natal. A situação ficou insustentável a partir de reportagens deste Blog e ela teve que ser demitida do Município por mãinha.
Ela processou o editor desta página por danos morais, alegando constrangimento pela notícia, mas ganhou consolo com salário de R$ R$ 9.389,30 nessa corte. O TJRN tem o dever de julgar a vida dos cidadãos, instituições e pessoas jurídicas em litígio judicial no Rio Grande do Norte.
Quanto ao quarto dos filhos de Fafá e Leonardo, Jerônimo Rosado Nogueira (apelidado de “Jerônimo Fusca”), ele nunca teve qualquer atividade laboral. Com o ingresso dos seus pais na política, virou empresário pujante. Tem negócios variados. O de maior visibilidade é no ramo de casa lotérica.
Ele ganhou concorrência aberta pela Caixa Econômica Federal (CEF) graças a considerável valor de lance ofertado. Foi no dia 2 de junho de 2008, com oferta de R$ 102.284,00. Nada mal, que se diga. Acima do esperado pela CEF.
A família Rosado-Nogueira é uma família feliz, com índice de desemprego zero, desde que ingressou de cabeça na atividade político-partidária há alguns anos. A renda familiar, então…
Pratica o que pode ser denominado de “política de resultados”. O lema? “Venha a nós; vosso reino, nada!”
Enquanto isso, uma multidão de gente insana e míope não entende por que sua vida continua a mesma, apesar da passionalidade e fidelidade com que se apega a seus ídolos de barro. Como diz a sabedoria popular, às vezes ignorada, “as águas só correm pro mar”. Mesmo que no meio do caminho forme muita lama e arranque barrancos que estão à frente ou à sua margem.
A coligação governista em Mossoró está com mais um foco de “incêndio” para aplacar. Outra vez aparece em evidência a disputa à Câmara Municipal.
Diversos candidatos a vereador estão sendo asfixiados, sem receberem o menor apoio à campanha. Estão morrendo por “inanição”.
Mas o problema não é generalizado. A queixa é que existem “cartas marcadas” ou candidaturas preferenciais que estão “estourando” recursos sem qualquer problema.
A estratégia, segundo denúncia ouvida por este Blog, é levar alguns candidatos à desistência, para que sejam transformados em “apoios” a candidatos da preferência do Palácio da Resistência (sede da prefeitura).
Sem recursos, eles estariam fragilizados para essa conversão da condição de candidato ao papel de cabo eleitoral.
Os candidatos mais beneficiados seriam Chico Carlos (PV) e Alex Moacir (PMDB), ambos ex-secretários da prefeitura. Os mais prejudicados são certos candidatos que revelam boa intenção de votos, através de pesquisas internas, que o Palácio da Resistência não revela.
Estão pisando nos sensíveis calos da ex-vereadora Izabel Montenegro (PMDB), outra vez candidata à Câmara Municipal de Mossoró. E não é gente “do outro lado”.
O “fogo-amigo” queima a postulação de Izabel, que é dirigente local do seu partido e até bem poucos meses fora titular da Gerência de Emprego e Renda do Município.
Ela resolveu reagir à invasão de suas bases por outros candidatos incrustados no próprio bloco governista. Queixou-se ao coordenador da campanha majoritária, o prefeito de fato e agitador cultural Gustavo Rosado (PV).
Sua revolta não é por acaso. Além do assédio a cabos eleitorais seus, há prioridade do Palácio da Resistência no apoio a apenas dois candidatos – Alex Moacir (PMDB) e Chico Carlos (PV), ex-secretários municipais.
Nota do Blog – Seus “amigos” adversários estão ao requinte da baixaria: recomendam a potenciais eleitores de Izabel a mudança de voto, porque ela seria “ficha suja”, envolvida na “Operação Sal Grosso” (escândalo com irregularidades na legislatura passada na Câmara Municipal).
O modelo infame de fazer política, para se obter eleição a qualquer custo, tem causado mais cizânia no governismo.
“O PV, através da presidente estadual Micarla de Sousa, fecha apoio à pré-candidata a prefeito de Mossoró, Cláudia Regina (DEM)”.
A informação acima foi passada à noite dessa quinta-feira (21), pelo secretário municipal da Educação de Natal, o ex-reitor da Universdidade do Estado do RN (UERN), Walter Fonseca (PV). Ele usou endereço próprio no Twitter (rede de microblogs), para divulgar o fato.
A prefeita de direito de Mossoró, Fafá Rosado (DEM), a “Fafá”; a pré-candidata Claúdia Regina; o presidente do PV de Mossoró, professor Chico Carlos; deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) e o chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), se reuniram, em Natal com a prefeita Micarla de Souza.
Havia um abalo nas relações entre o esquema de Fafá e o comando partidário estadual do PV, porque a aliança foi anunciada com o DEM em Mossoró, sem comunicação prévia. Na verdade, um chilique da prefeita Micarla, pois o PV é da própria base do DEM no município, havendo natural composição.
O estresse decorre, na verdade, da postura da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que apoiou Micarla à prefeitura em 2008, mas juntamente com seu partido preferiu manter distância da prefeita. Vão apoiar o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) a prefeito da capital.
Nota do Blog – Será que a comitiva pediu participação de Micarla na campanha municipal de Mossoró, como “reforço” aos candidatos a vereador da sigla e à chapa majoritária governista?
Acho que não. Devem ter ponderado que não precisava esse esforço.
O que este Blog já assinalou como preâmbulo da pré-campanha à Câmara Municipal de Mossoró está recrudescendo: os pré-candidatos a vereador Alex Moacir (PMDB) e Chico Carlos (PV) travam disputa à parte no governismo, que provoca ciumeira nos demais concorrentes.
Dentro do esquema governista existem duas “máquinas” trabalhando em regime de plantão para os dois. Alex é ex-secretário de Urbanismo e Chico é ex-secretário da Cidadania (que detém mais de 75% do orçamento municipal).
Um dos efeitos colaterais desse certame, é a insatisfação de uma multidão de pré-candidatos a vereador que não possuem os privilégios de ambos. Tornam-se apenas “esteira” dos dois ex-secretários que possuem estrutura digna de candidato majoritário.
A pré-candidata a prefeito pelo governismo, vereadora Cláudia Regina (DEM), pode sofrer as consequências dessa frenética corrida eleitoral diferenciada entre Alex e Chico. Os bolsões de insatisfeitos precisam ser contidos logo, antes que se espalhem de forma irreversível.
O Partido Verde (PV) em Mossoró começa a sofrer alguns solavancos, antes mesmo de começar a campanha municipal deste ano. São insatisfações internas e queixas de fora para dentro.
Alguns pré-candidatos a vereador andam resmungando. Podem desistir da postulação, passando a apoiar a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), que concorrerá à prefeitura. Ou, conseguindo o registro de candidatura, trabalhariam subliminarmente em favor dela.
O ‘xis’ da questão é a pré-candidatura a vereador do ex-secretário da Cidadania, professor Chico Carlos (PV). Ele é o nome trabalhado para ser eleito. Os demais seriam apenas “esteira” à sua eleição.
O presidente do partido em Mossoró, chefe de Gabinete da Prefeitura e agitador cultural Gustavo Rosado, cuida pessoalmente da campanha de Chico. Prioriza-a. É uma questão de honra fazê-lo vencedor e campeão de votos.
Para a eleição de Chico, é fundamental a manutenção de candidaturas a vereador no partido, que somem proporcionalmente à sua eleição. Mas a grande maioria dos pré-candidatos não tem recursos mínimos à campanha. A solução em andamento é ‘ajudá-los’ para que possam empurrar Chico Carlos para cima, como mais votado.
É pouvo provável ou quase impossível que o partido faça dois eleitos. No máximo, um. Esse “um”, Chico Carlos.
Para completar o estresse, de Natal vem a informação de que a prefeita e dirigente estadual do PV, Micarla de Sousa, quer uma contrapartida para o apoio do PV à chapa majoritária do DEM em Mossoró. O mal-estar é devido o isolamento a que ela é submetida na prefeitura natalense, pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Rosalba, que atingiu 67,40% de reprovação ao seu governo em Natal, tem evitado ao máximo ser associada à Micarla, campeã – até o momento – em termos de repulsa popular. Chegou a passar dos 90%.
Uma campanha paralela e com perfil de disputa majoritária deve ser travada à Câmara de Vereadores, entre dois ex-secretários da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá.”
Anote. Acompanhe.
A estrutura montada, azeitada e em pleno funcionamento há vários meses para eleger o ex-secretário da Cidadania, professor Chico Carlos (PV), é de fazer inveja a quem vai disputar a prefeitura.
Numa menor escala, mas com possibilidade de crescer sobremodo é a ‘armada’ a ser utilizada por Alex Moacir Pinheiro (PMDB), ex-secretário de Urbanismo.
Chico Carlos terá campanha comandada diretamente pelo chefe de Gabinete e prefeito de fato de Mossoró, o agitador cultural Gustavo Rosado (PV). Já Alex Moacir, que é casado com uma filha do secretário da Controladoria, Noguchi Rosado, irmão de Fafá e Gustavo, monta um conselho político de gestão da campanha.
Entre os dois pré-candidatos, uma mesma frustração, de saída.
Chico trabalhou durante vários meses para ser candidato a prefeito, mas em diversas pesquisas, seu desempenho nunca passou de menos de 1%. Alex tinha como certa a sua fixação como vice na chapa governista. Foi sempre o secretário municipal melhor avaliado em pesquisas. Porém, foi preterido em articulação de forças mais tradicionais do partido.
O esquema da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), resolveu fechar-se mais ainda em copa, formando em torno de si uma espécie de armadura política. A formação de sua equipe de auxiliares para os últimos meses de governo, é assim.
Hoje, no final da tarde, no Palácio da Resistência, o “fafaísmo” deu outra demonstração de que vai ficar ainda mais centralizador, nas mãos do prefeito de fato, o chefe de Gabinete e agitador cultural Gustavo Rosado (PV), seu irmão.
As mudanças feitas no governo, para que quatro auxiliares possam sair candidatos a vereador, ensejou uma série de ‘arrumações’ internas, que em momento algum prestigiam os partidos da base ou lideranças políticas que dão suporte ao governo. A ordem é se fechar ao máximo, mesmo num ano eleitoral.
O perfil do governo não é político, nem muito menos técnico: é hermeticamente fechado nas mãos de Gustavo, ou seja, “personalista”. A equipe definida cumpre ordens. Tão somente.
Outro detalhe: há uma série de acumulações de cargos, o que denota falta de quadros políticos e técnicos que cumpram as exigências do comando político do fafaísmo, concorrendo para emperramento da máquina pública.
Saíram os seguintes auxiliares: Chico Carlos (Cidadania), Alex Moacir (Urbanismo), Izabel Montenegro (Funger) e sargento Osnildo Morais (Defesa Social e Guarda Municipal). Eis as modificações feitas, formalizadas à tarde de hoje:
Jaqueline Amaral passa a substituir o professor Chico Carlos (PV) na Secretaria da Cidadania. Ela estava na Gerência do Planejamento, mas já foi titular da Saúde e outros postos como uma diretoria do Abatedouro Frigorífico e Industrial de Mossoró (AFIM). Chico será candidato a vereador, com pesado investimento do fafaísmo em sua eleição.
Fátima Marques, que é bancária aposentada e estava como subcontroladora do Município, é içada para o Planejamento no lugar de Jaqueline.
Noguchi Rosado, irmão de Fafá e Gustavo, é mantido na Controladoria, acumulando com a Subcontroladoria, que tinha Fátima como titular.
Edwar Smith, que já fora diretor-executivo da Secretaria de Defesa Social e respondia pela chefia de gabinete do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), ascende à titularidade da Secretaria de Urbanismo. Ele é pessoa de confiança para substituir Alex Moacir (PMDB), genro de Noguchi Rosado, que será candidato a vereador e é ainda citado como vice numa chapa à prefeitura, encabeçada por candidato (a) do DEM.
Nilson Brasil, titular da Gerência do Desenvolvimento Econômico, assumirá também a titularidade da Fundação de Geração de Emprego e Renda (FUNGER). Quem sai do cargo de direção na Funger é Izabel Montenegro (PMDB), ex-vereadora e economiária aposentada, que tentará novo mandato à Câmara Municipal de Mossoró.
Manoel Bizerra, há tempos como secretário de Administração e Recursos Humanos, ele acumula o cargo com o de secretário da Defesa Social e comando da Guarda Municipal. Substituirá ao sargento Osnildo Morais (DEM), que já tivera um mandato de vereador e tentará novamente espaço no Legislativo de Mossoró. O ex-vereador acumulava Defesa Social e Guarda Municipal.
Nota do Blog – Vale ressaltar que Ieda Chaves (Educação) acumula há anos a sua pasta com a Gerência de Esporte.
Faltam nomes e nomes que Gustavo confie. A “manada” de partidos, vereadores, lideranças não tem peso algum, influência nenhuma nas indicações.