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Amigo de Ciro Gomes pode estrear na política do RN

Barcelos: sem partido (Foto: Web)

O empresário Luiz Roberto Barcelos, presidente da Agrícola Famosa, tinha pretensões de acompanhar o presidenciável e amigo Ciro Gomes (PDT) em palestras nas cidades de Caraúbas e Mossoró, dia passado (segunda-feira, 5).

Não pode, devido compromissos anteriormente agendados.

Mas escalou uma pessoa de sua equipe, o mossoroense Frederick Escóssia, para dar apoio logístico a Ciro no RN.

Barcelos vem sendo sondado por partidos políticos para estrear na vida político-eleitoral no próximo ano.

Até aqui, é uma esfinge quanto a hipotético projeto político e eventual predileção partidária.

Segue empresário.

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Dois presidenciáveis na Terra do Sal

Por Vonúvio Praxedes

Mossoró recebeu dois presidenciáveis este ano. Lula da Silva (PT) no final de Agosto e Ciro Gomes (PDT) nesta terça-feira, 05/12.

Será que a Terra do Sal é pé quente para candidatos a presidência da República?

Dizem que Jair Bolsonaro também vai beber da água de Mossoró.

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Ciro Gomes defende candidatura de Carlos Eduardo Alves

O Jornal da Tarde, programa transmitido pela Rádio Rural de Mossoró, entrevistou nesta segunda-feira (4) o pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), que cumpre agenda em Mossoró nesta terça (5).

Ele fará palestra na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFESA), em Mossoró, às 19h, no Expocenter.

Ciro Gomes comentou a pré-candidatura do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), ao Governo do RN, inquirido por telefone pelo jornalista Saulo Vale, âncora do programa.

Admiração

“Eu não estou devidamente informado. Tenho uma grande admiração pelo prefeito de Natal, meu amigo Carlos Eduardo. Ele faz uma administração exemplo, numa hora em que há uma crise tremenda nas políticas públicas no Brasil, inclusive no Rio Grande do Norte, e consegue proteger Natal, que está cada dia mais linda e atraente”, disse.

“Ele tem a nossa confiança e toda autonomia para tratar a eleição dele do jeito que ele achar mais conveniente, porque eu sei que se ele for candidato, isso é uma decisão que ele vai tomar livremente, ele vai, sobretudo, pensar no povo do Rio Grande do Norte”, comentou.

Ciro atende convite do Centro Acadêmico e Coordenação do curso de Administração da Ufersa para realizar duas palestras. A agenda começa às 16h em Caraúbas, onde o presidenciável abre a Semana Ativa do Administrador, com palestra sobre o tema.

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Presidenciável Ciro Gomes será entrevistado no Jornal da Tarde

A Rádio Rural de Mossoró (990 AM) entrevista hoje, com exclusividade, (4) o pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT).

O presidenciável será entrevistado logo mais ao 12h, ao vivo, pelo jornalista Saulo Vale, no programa Jornal da Tarde.

Ciro Gomes cumpre agenda em Mossoró e Caraúbas amanhã (5), a convite da Universidade Federal Rural do Semi-árido (Ufersa).

A Rádio Rural também pode ser ouvida pelo site ruraldemossoro.com.br ou pelo aplicativo Rádio Rural de Mossoró.

Com informações da Rádio Ural de Mossoró.

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De bicos rotos e asas partidas

Por Paulo Linhares

Quando no início da década de 1980  um seleto grupo de antigos componentes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) resolveu deixar a sigla para fundar um partido mais de centro-esquerda, não fisiológico, moderno e bem próximo da Social-Democracia europeia – que estava no poder em vários países daquele continente -, abriu-se uma nova e positiva possibilidade de uma superação definitiva, sobretudo, do patrimonialismo que há séculos pautava a política brasileira, ademais de um enorme rosário de questões correlatas e dependentes, como os tantos vícios do sistema eleitoral então vigente, uma pesada herança que remonta à manipulação que as oligarquias costumavam fazer, a exemplo da política do “Café com Leite” com que São Paulo e Minas Gerais mantinham um rígido controle da Presidência da República, com a eleição alternada da paulistas e mineiros, na época da chamada “República Velha” (1889-1930).

Posto que reivindicassem a condição de representantes da Social Democracia aqui nos trópicos, foi inevitável concorrer com outras siglas que por aqui surgiram no mesmo período – o da reforma partidária ocorrida nos estertores da ditadura militar – com perfis ideológicos assemelhados, como o fortíssimo Partido Democrático Trabalhista (PDT), fundado por Leonel Brizola, a refundação do Partido Socialista Brasileiro (PSB) tendo com uma das figuras de proa o lendário político nordestino Miguel Arrais e mesmo o Partido dos Trabalhadores (PT), que nasceu ligado às alas mais à esquerda do movimento socialista-democrático europeu.

Entretanto, pela qualidade das lideranças que fundaram o PSDB (Mario Covas, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, José Richa, entre outros), a sigla surgiu com grande densidade política, a despeito do fracasso nas urnas da candidatura de Mário Covas, na eleição presidencial de 1989, quando todas as grandes lideranças  políticas brasileiras foram derrotadas pelo até então obscuro ex-governador alagoano, Fernando Collor de Mello. Na eleição seguinte, em 1994, foi eleito presidente da República o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, mandato que seria renovado em 1998.

Os oito anos de FHC frente à presidência foram marcados pelo abandono das teses da social-democracia e pela aproximação com o modelo neoliberal da primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e, no flanco interno, celebrou alianças com as mesmas forças políticas conservadoras que apoiaram a ditadura militar, num crescendo de descaracterização política que permitiu a retumbante eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, com início de um ciclo de governos petistas que duraria doze anos.

Em suma, o PSDB disputou e perdeu as quatro últimas eleições presidenciais. Foi o inconformismo  com essas derrotas que levou ao impeachment de Dilma Rousseff e lançou o país numa das maiores crises políticas de sua História.

Neste momento, o ninho dos tucanos está desarrumado, muito em função das estrepolias do senador mineiro Aécio Neves, seu presidente nacional. A briga interna dos tucanos, todavia, não se limita à indicação da candidatura para o pleito presidencial de 2018: a presidência nacional do PSDB tem sido alvo de renhida disputa. Com efeito, após a revelação de grave episódio que envolveu o senador Aécio Neves em caso de corrupção, sua permanência à frente do partido tornou-se inviável e desgastante, sobretudo, após o seu afastamento do exercício do mandato, por decisão do STF.

Aécio se afastou do cago e indicou o senador Tasso Jereissati para assumir interinamente a presidência do PSDB. Posteriormente, Jereissati defendeu a renúncia de Aécio Neves do cargo de presidente nacional da sigla e foi mais além ao propor, também,  a desfiliação daquele. Foi a gota d’água. Retornando ao mandato senatorial, Neves se sentiu forte o suficiente para reassumir a presidência tucana para novamente se licenciar do cargo, colocando em seu lugar o ex-governador paulista Alberto Goldman. Essa briga ainda vai render, pois o senador Jereissati é forte candidato à presidência do PSDB na eleição a ser realizada a curto prazo e, se eleito, talvez Aécio tenha que buscar um outro ninho.

Neste período que antecede o pleito presidencial de 2018, paradoxalmente, os tucanos do PSDB estão com a casa desarrumada, sobretudo, pelas dificuldades políticas vividas por suas principais lideranças: o octogenário FHC está fora da disputa, por problemas de saúde; os senadores Aécio Neves e José Serra perderam essa condição, também, em razão de graves acusações de participação em esquemas de corrupção; remanescem as figuras do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e do prefeito da capital paulista, João Dória, que travam uma renhida luta interna pela indicação partidária, contudo, ambos aparecem com posições muito tímidas nas pesquisas de opinião até agora realizadas, sendo quase certo que  vencedor da disputa no ninho tucano dificilmente emplacará uma vitória na corrida presidencial de 2018.

Claro, embora o ex-presidente Lula mantenha uma boa dianteira nessas pesquisas, onde ganharia a eleição presidencial em quaisquer dos cenários simulados, a sua candidatura igualmente enfrenta enormes dificuldades por ser réu em vários processos da Lava Jato, tornando incerta a sua condição de elegibilidade. Isso, porém, em nada beneficiaria o candidato peessedebista, seja Alckmin ou Dória, o que escapar da briga interna, desse ninho de cancões, ou melhor, de tucanos.

Em suma, não sendo Lula candidato é possível a eleição de alguém nos mesmos moldes de Collor, no pleito de 1989, todavia, dificilmente  isso recairia em candidato do PSDB: poderá chegar ao Planalto Marina Silva, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes ou até o narigudo global Luciano Hulk, menos um tucano de asas partidas e bico roto, o que projeta um cenário que não favorece à ideia de uma urgente e necessária superação da crise político-institucional que asfixia o Brasil nestes albores de 2018.

Aguardemos.

Paulo Linhares é advogado e escritor

Ciro diz que Palocci derruba tese de “inimigo externo” de Lula

Por Carlos Eduardo Cherem (UOL)

O vice-presidente nacional do PDT e pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes afirmou nesta terça-feira (12) que o ex-ministro Antonio Palocci (PT) jogou por terra a “narrativa” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre sua inocência.

Ciro: defesa de Lula é inconsistente (Foto: João Godinho/ O Estadão)

Para Ciro, “a relação de Palocci com Lula derruba a narrativa de inimigo externo ao PT, promovendo via judicial uma injustiça contra o ex-presidente da República”.

“Na medida em que o braço direito do Lula, como eu sei que o Palocci era, faz isso [a acusação] que fez, fica muito difícil sustentar essa narrativa. Pelo menos, [fica difícil] atribuir isso a um inimigo”, afirmou o pedetista, rechaçando ainda os argumentos lançados pelo ex-presidente para desqualificar as acusações do ex-ministro.

Ladroagem vulgar

“A tentativa de dizer que Palocci estaria mentindo para ter o benefício da delação premiada é chocante.”

Ciro também defendeu que Lula “tem responsabilidade política muito grande. Foi quem nomeou Palocci toda a vida, para todos os cargos que ocupou. Vamos supor que o Lula seja inocente: dói muito no meu coração um homem que prestou tantos serviços ao país ser condenado por ladroagem vulgar”, disse.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – Já imaginou se Henrique Alves (PMDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) fazem o mesmo em relação a Michel Temer?

Devemos acreditar numa delação ou considerar que tudo não passa de uma tentativa de se livrar do xilindró, difamando o parceiro, colega e antigo companheiro-confidente etc.?

Infâmia por mentir ou traição por debulhar a verdade?

Leia também: Palocci afirma que Lula acertou propina de R$ 300 milhões AQUI;

Leia também: ‘Palocci compromete ex-presidente Lula, mas há que ter cautela’ AQUI.

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Assembleia Legislativa decide extinguir Tribunal de Contas

Do jornal O Globo

A Assembleia Legislativa do Ceará extinguiu nesta quarta-feira (21) o Tribunal de Contas dos Muncípios (TCM), órgão que tem a função de fiscalizar as 184 prefeituras e câmaras de vereadores. A proposta de emenda constitucional foi aprovada por 31 x 12, com o apoio do governador Camilo Santana (PT).

TCM do Ceará é uma raridade na federação brasileira repleta de cargos e bons salários (Foto: Divulgação TCM-CE)

O TCM e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil deverão entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) tentando invalidar a votação desta tarde.

A extinção passará a valer a partir da promulgação do texto, o que deverá ocorrer até sexta-feira.

A votação na Assembleia foi motivada por uma briga entre grupos políticos locais. Derrotado na guerra para indicar um aliado para a presidência do tribunal, o grupo de Ciro e Cid Gomes – ex-governadores – é acusado de articular a aprovação a toque de caixa de emenda à constituição estadual que acabou com o órgão.

A proposta foi apresentada há 15 dias, passou a tramitar em regime de urgência e acabou aprovada por ampla maioria dos deputados estaduais.

Nota do Blog – Importante assinalar, que o Ceará tem seu Tribunal de Contas do Estado (TCE). Apenas esse estado, Goiás, Pará e Bahia possuem tribunais de contas municipais.

Dos sete conselheiros do TCM do Ceará, quatro são ex-deputados, dois ex-secretários estaduais e apenas um é concursado. Os salários dos conselheiros superam o teto constitucional: R$ 31 mil de vencimentos e mais R$ 4,3 mil de auxílio moradia.

Essa mistura de coronelismo e suposto zelo pela coisa pública é bem mo retrato do Brasil de sempre. Parece ser algo sério, mas não é.

Saiba mais AQUI.

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Ciro Gomes de olho no lance

Da coluna Panorama Político (O Globo)

Ciro Gomes foi contratado, a peso de ouro, pela rádio Verdes Mares, de Fortaleza, do grupo Edson Queiroz.

Ele vai ser comentarista esportivo. Seu foco será acompanhar a preparação da Seleção Brasileira para a Copa de 2014 e os jogos da Copa das Confederações.

O político, que no passado já exerceu a função na Rádio Educadora (Sobral), está afinando a verve.

Ex-ministro pede apoio do DEM para PSB

O senador José Agripino (DEM) recebeu nesta terça-feira (16), em seu gabinete em Brasília, o ex-deputado federal e ex-ministro Ciro Gomes, do PSB cearense.

Acompanhado de outros parlamentares federais de sua legenda, Ciro Gomes conversou com o presidente nacional do Democratas sobre possível aliança para o 2º turno na capital cearense.

O DEM participou do 1º turno das eleições na capital cearense com a candidatura do ex-deputado federal Moroni Torgan à prefeitura. Moroni teve no 1º turno das eleições 2012, 172.002 votos (13,75% dos votos válidos na capital cearense).

Roberto Cláudio (PSB) e Elmano de Freitas (PT) disputam o segundo turno em Fortaleza. Elmano foi o mais votado no primeiro turno.

O PSB investe todas as suas “fichas” na candidatura de Cláudio. O governador Cid Gomes (PSB) é irmão de Ciro, e trava duelo à parte em Fortaleza com a prefeita petista Luizianne Lins.

Só Rindo (Folclore Político)

“É o meu bêbado!”

Campanha política sem bêbado, mesmo aquele chato, não tem graça e não se completa como tal. E, em Mossoró, o que não falta é integrante da AD (Alcoólatras Declarados).

Com a presença do presidenciável Ciro Gomes na cidade, em 1998, o ex-candidato a vereador – em 1996 – Fernando Lins, o “Fernando Rayovac”, resolve observar in loco sua passagem. Em meio às conversas, um jornalista próximo a ele faz uma observação:

– Fernando, em todas as movimentações que acompanhei, este ano, aquele bêbado (apontando com o indicador) estava presente.

À distância de uns 100 metros do pêndulo humano em que se transformara o bêbado, Fernando não conseguia idenficá-lo. Mas aproveitou o tema para resgatar um passado recente:

– Em minha campanha, tinha um bêbado que sempre aparecia. Animado, mas não perturbava ninguém”.

Com a aproximação dos manifestanes, em cerco a Ciro Gomes, o jornalista volta a a apontar: “Olha o bêbado aí.”

Fernando Lins não se contém. Abre um sorriso amistoso e percebe que fazia ali uma descoberta arqueológico-etílica:

– É o meu bêbado! É o meu bêbado!