Yoanis Infante Rodriguez, o Dr. Cubano (Foto: reprodução do BCS)
Em entrevista ao Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró, o vereador eleito Doutor Cubano (PSDB) disse nessa segunda-feira (21), ouvido pelo jornalista e blogueiro Saulo Vale, que “por enquanto” é oposição.
Ele destacou ainda que vai ter a saúde como pilar de seu mandato.
Então, tá.
O governismo elegeu 15 dos 21 vereadores nas eleições de 6 de outubro, o que lhe confere uma maioria folgada.
Perfil
Yoanis Infante Rodriguez, o Dr. Cubano, foi eleito com 1.515 votos e ocupará uma das 21 cadeiras do legislativo mossoroense. Foi o último da “fila”, numa escala decrescente de votos.
Dr. Cubano desembarcou em Mossoró, originário de Bayamo, Cuba, em 2014, no programa “Mais Médicos.”
Aos 43 anos, casado, com cidadania brasileira, é o único eleito pelo PSDB – legenda que praticamente não lhe deu apoio à eleição. Contou que sequer recebeu “parabéns” de seus dirigentes, pela vitória.
A sua eleição foi surpresa até no partido, em meio ao desastre da majoritária com o candidato Lawrence Amorim, atual presidente da Câmara Municipal. Candidato a prefeito, Amorim perdeu com maioria de 97.006 em favor do prefeito reeleito Allyson Bezerra (União Brasil) – veja AQUI.
Era uma comoção universal. O símbolo maior da ruindade soviética, que era ruim mesmo.
Lembram do discurso de Kennedy?“Aqui, eu conclamo. Quem quiser saber a diferença entre Democracia e opressão venha a Berlim”. Disse e foi ovacionado pelos berlinenses. Pois bem. O tempo passou, que é do seu destino, e o que vemos? Vemos a pátria-mor da democracia, segundo Kennedy, erigir um muro mais vergonhoso do que o de Berlim.
Separando dois países amigos, para proteger-se dos miseráveis. Não são bandidos, não são inimigos ideológicos, não são deformados. São apenas miseráveis, escorraçados pela mais degradante de todas as misérias que é não poder viver na terra onde nasceu.
E a justiça da pátria-mor da liberdade avalizou essa barbárie. Lincoln e Kennedy reviram-se nas covas. E os chamados países do primeiro mundo, que tanto criticaram justamente o de Berlim, silenciam sobre o do México.
Prefiro o quintal desse meu quarto mundo.
Agora, senhores da estupidez estabelecida, defendam essa coisa. Mas o façam justificando o ato, que se for convincente o argumento eu contesto ou retiro a queixa. Não me venham com Venezuela, Cuba, Maduro ou Castro. Isso não é argumento, é latido.
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O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu à 1h29 (hora de Brasília) deste sábado (26), aos 90 anos, na capital Havana. A informação foi divulgada pelo seu irmão Raúl Castro em pronunciamento na TV estatal cubana.
Fidel Castro era o comandante supremo de Cuba há mais de 50 anos (Foto: Web)
“Com profunda dor compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo que hoje, 25 de novembro do 2016, às 22h29, faleceu o comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz”, disse Raúl Castro.
“Em cumprimento da vontade expressa do companheiro Fidel, seus restos serão cremados nas primeiras horas” deste sábado, prosseguiu o irmão.
As cinzas serão enterradas em 4 de dezembro, na cidade de Santiago de Cuba, após percorrerem o país numa caravana de 4 dias. Cuba declarou 9 dias de luto oficial pela morte de Fidel Castro.
Figura controversa
Visto como um grande líder revolucionário por uns, e como ditador implacável por outros, Fidel foi saindo de cena progressivamente ao longo da última década, morando em lugar não divulgado e fazendo aparições esporádicas nos últimos anos.
As últimas imagens de Fidel Castro são do dia 15, quando recebeu em sua residência o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang. Antes, ele foi visto em um ato público foi no dia 13 de agosto, na comemoração de seu 90º aniversário.
A festa reuniu mais de 100 mil pessoas. Na época, Fidel apresentou um semblante frágil, vestido com um moletom branco e acompanhado pelo seu irmão Raúl e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
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Nervosa, quase em pânico, e com medo de que ao chegar ao Aeroporto Internacional José Martí fosse registrada e as pílulas envenenadas encontradas, Lorenz as colocou em um pote de creme facial. “Me sentia incapaz de cumprir a missão queFrank Fiorini [Frank Sturgis, condenado posteriormente no caso Watergate] tinha me passado. Não ia matar Fidel, não falhei, como outras centenas [de pessoas] que tentaram o mesmo depois. Simplesmente era incapaz e não me arrependo”, diz Lorenz hoje.
Marita, a amante que não consumou tentativa de assassinato de Fidel Castro (foto: El País)
Mas, mesmo se houvesse decidido ir em frente com a chamada Operação 40, uma conspiração do governo que, de acordo com Lorenz, unia a CIA, o FBI, os exilados cubanos e a máfia, não poderia ter concretizado o plano.
Quando estava no quarto do hotel Habana Libre, que costumava dividir com Castro, abriu o pote de creme e percebeu que os comprimidos haviam desmanchado, restando apenas uma massa pastosa da arma que devia acabar com a vida do líder do Movimento 26 de Julho.
“Joguei fora pelo bidê”, relata tranquila. “Não descia pela descarga e tive que empurrá-la até que desapareceu completamente. Então me senti livre”, diz. “Não me arrependo de não ter matado Fidel, pelo contrário: é a decisão da qual mais me orgulho em minha vida.”
Contar a vida de Marita Lorenz é o mesmo que rever grande parte da história do século XX, de sua pior história, a do Holocausto, dos assassinatos políticos e da miséria humana. “Sempre estive destinada a estar sozinha. Não sei por quê”, escreve em sua biografia lançada em 2001, Lieber Fidel – Mein Leben, meine Liebe, mein Verrat (Querido Fidel – Minha Vida, Meu Amor, Minha Traição), ainda não publicada no Brasil. Hoje, com 75 anos, sobrevive com a ajuda do governo em Baltimore (Estados Unidos), em um escuro e minúsculo apartamento cujo banheiro em ruínas não tem nem porta.
Anne Frank
Lorenz deveria ter vindo ao mundo com sua irmã gêmea. No entanto, quando sua mãe chegou ao hospital, na cidade alemã de Bremen, para exames, o pastor alemão de um oficial da SS, que a repreendia por ter levado até o fim a gravidez, fruto da relação com um médico judeu, a agrediu e uma das meninas, Ilona, morreu.
Marita sobreviveu. Seus pais homenagearam a bebê falecida acrescentando seu nome ao da sobrevivente: Ilona Marita Lorenz. Era 18 de agosto de 1939. Hitler planejava invadir a Polônia.
Assim começa o primeiro capítulo da biografia, que será publicada em espanhol pela editora Península, do grupo Planeta. As primeiras 48 páginas do volume relatam os primeiros 19 anos da Alemanita, como Fidel a apelidou. Na Segunda Guerra Mundial, Lorenz, de mãe americana e pai alemão, acabou internada no campo de concentração de Bergen-Belsen, quando tinha 5 anos.
“No quartel onde eu estava, o mesmo onde Anne Frank morreu, nos abraçávamos. Crianças pequenas e adolescentes, para não morrer de frio, embora alguns já estivessem quase mortos”, relata com serenidade, concluindo que, no entanto, chorou até esgotarem todas suas lágrimas.
Não me arrependo de não ter matado Fidel. É a decisão da minha vida da qual tenho mais orgulho.
Marita Lorenz foi encontrada escondida sob uma cama de madeira, depois que o campo foi libertado pelos britânicos em 15 de abril de 1945. “Quando o motorista da ambulância me retirou do meu esconderijo, eu estava cheia de piolhos, vermes, hematomas e pesava menos de 20 quilos.” Foi uma das 200 crianças que sobreviveram sob o lema: “Não fale, não pense, não respire”.
A senhora Lorenz, que no dia da sua entrevista veste camiseta e duas camisas, uma em cima da outra, e a quem o filho Mark, de 45 anos, arruma o cabelo despenteado para sair melhor nas fotos, define o que aconteceu em 1945 como o fim de um pesadelo e o início de outro. Com 7 anos, Marita foi estuprada um dia depois do Natal de 1946 por um sargento norte-americano, na Alemanha libertada pelos aliados.
Marita no final dos anos 50 em Cuba
Conheceu Fidel Castro em Havana, em fevereiro de 1959, quando tinha 19 anos e ele, 33. “Me tornei sua amante e fiquei grávida. Em Cuba, fui drogada e forçada ao que classificaram como aborto. Décadas depois fiquei sabendo que meu filho tinha sobrevivido e se chamava Andrés”, diz.
“Alguém pode imaginar o que isso significa para uma mãe, de quem levam seu bebê em uma mesa de operação e que sai de Cuba com o ventre vazio?”, se pergunta Lorenz, enquanto acaba de comer uma banana e acaricia seu cachorro, Bufty. Há mais animais por perto, talvez sejam eles que impregnam o lugar com um cheiro forte que gruda na pele: um gato, uma tartaruga e um enorme peixe laranja, que “de vez em quando se joga como em uma missão suicida contra o vidro do aquário”.
Lorenz admite que foi uma mulher em um ambiente masculino, que inventou mentiras para se proteger e também seus filhos e que disse a verdade quando foi conveniente. “Agora quero deixar as coisas claras”, afirma.
A Mata Hari do Caribe já não tem o cabelo extremamente negro. Já não exibe a forma esbelta de seus anos de party girl da máfia de Nova York, de onde saíram alguns de seus amantes. Garante que não carrega arma e já não teme por sua vida.
Me tornei sua amante e fiquei grávida. Em Cuba, fui drogada e forçada ao que classificaram como um aborto.
Parece deprimida. “Nunca pensei em me matar, embora às vezes tenha desejado morrer. Mas morrer é fácil, o desafio é viver.”
Sentada em frente à televisão com a qual passa seus dias, ao lado de um pôster do filme The Doors, com dedicatória de Oliver Stone, que a contatou para fazer um filme sobre sua vida, a senhora Lorenz conta como foi testemunha da trama para matar John F. Kennedy, em Dallas.
Antes do assassinato houve mais histórias. Fruto de seu relacionamento em Miami com Marcos Pérez Jiménez, cruel ditador venezuelano a quem Franco acabou oferecendo asilo na Espanha, nasceu sua filha Mónica Mercedes. Também não teve sorte. Foi abandonada na selva venezuelana com uma tribo de índios Yanomami e a filha de 14 meses. Queriam que fossem mortas.
A história de Marita Lorenz tem luzes e sombras. “Alguns podem achar que é bastante incrível”, diz. “Mas, já se sabe, a realidade supera a ficção.” No caso de Lorenz, essa realidade é construída com lembranças que, ocasionalmente, se misturam com a história oficial. “Essa que, quando posso lembrá-la, nem sempre é confiável.”
Obras bancadas pelo BNDES no exterior não são fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal ou qualquer órgão de controle. É o caso do financiamento de US$ 684 milhões do Porto Muriel, em Cuba.
A condição do BNDES sempre é a mesma, em países latino-americanos ou africanos: entregar a obra a empreiteira brasileira, cuja escolha não tem licitação, nem auditorias.
Dilma ontem anunciou mais US$ 360 milhões para bancar o aeroporto de Havana.
Bye, bye, Brasil
Só em 2012, US$ 2,17 bilhões do BNDES foram pagos a empreiteiras brasileiras no exterior. Em 2013, até setembro, foram US$ 1,37 bilhão.
Secretos e suspeitos
Os contratos do BNDES no exterior são secretos: o teor dos contratos do Porto de Muriel, por exemplo, somente será conhecido em 2027.
Gênios do mal
A fórmula engenhosa, de tirar montanhas de dinheiro do Tesouro sem licitação, sem controle e sem fiscalização, foi criada no governo Lula.
Governo do Brasil importa centenas de médicos cubanos, com acerto para pagar R$ 10 mil por “cabeça”.
Entretanto o mais prodigioso desse enredo, é que cada contratado só vai embolsar 7% desse montante. O “restante”, ou seja, R$ 9,3 mil, é transferido para o erário cubano.
Estamos diante de uma nova modalidade de exploração do homem: o “Escravismo de Estado” em pleno Século XXI. Com um agravante: nenhum pode trazer sua família, que fica segregada em Cuba.
Nossos valorosos sindicalistas e esquerdistas precisam levantar a voz quanto a essa exploração.
Uma carta a você que, como eu, é cidadão brasileiro.
Afinal, o que diabos era aquele monte de gente de jaleco branco gritando hoje no meio da rua? E aqueles meninos de cara pintada entoando o hino nacional? E o que você tem a ver com tudo isso?
Bom, meus amigos, o movimento de hoje tinha a intenção de esclarecer a população sobre a vinda de “médicos estrangeiros sem revalidação de diploma”. E o que é isso, afinal de contas?
Nossa presidente anunciou, em pronunciamento na TV, que a proposta para resolver os problemas da saúde brasileira é trazer de outros países milhares de médicos. Mas… isso é bom ou ruim? Ora, se eu chegar pra qualquer cristão e perguntar “você queria mais médicos para atender a população?”, uma boa maioria responderá “sim, claro”, como demonstrou pesquisa do Datafolha (ver referência 1), em que 47% dos brasileiros foram a favor.
Mas… e os 48% da população que foram contra? Será que são todos parentes de médicos e opinaram contra só pro pai/mãe/tio não ter concorrência no mercado? Ou será que eles ouviram o outro lado da história?
Permita-me, meu caro, falar sobre a história que não te contaram…
Há muitos, muitos, muitos anos, na época da Guerra Fria, numa ilha distante, chamada Cuba, a União Soviética investiu dinheiro na saúde. Formaram-se muitos médicos, e Cuba ganhou fama de ter Medicina de ponta. Todavia, o tempo foi passando… Cuba passou de suposto socialismo para ditadura, sofreu deterioração de sua infraestrutura e de seus serviços, mas persistiu a fama da boa medicina.
Fidelzinho, que não é besta nem nada, percebeu que exportar seus médicos seria um negócio e tanto. E é, de fato: rende mais de 5 bilhões de dólares ao ano para o regime cubano, segundo a BBC Brasil (ver referência 2). Isso se faz não é de hoje, e não é só para o Brasil. Há MILHARES de médicos cubanos nos países subdesenvolvidos mundo afora.
Mas afinal, como a ditadura cubana ganha este dinheiro?
Primeiro, explorando os médicos cubanos, uma vez que porcentagem maciça do salário destes volta pro governo cubano; depois, através de favores intergovernamentais, como doação de barris de petróleo e barrinhas de ouro.
Tais médicos cubanos (os “criados para exportação”) são treinados para trabalhar em situações de guerra e em locais precários. São treinados para atender em países miseráveis e recebem treinamento militar, ou seja, estão acostumados à desgraça.
E muitas vezes são obrigados a ver seus pacientes morrerem, já que, como é de se supor, campos de guerra têm situações precárias de atendimento.
E se isso tudo é verdade… por que os médicos cubanos ainda se submetem a tal situação? Primeiro, porque quem vive em uma ditadura tem poucas escolhas; depois, porque, por pior que seja o país para onde eles serão mandados, ainda será melhor do que a exploração à qual são submetidos em Cuba.
Mas já que a situação no Brasil está tão grave… será que os médicos cubanos não melhorariam “alguma coisa”? Bom, temos uma experiência semelhante no Brasil, no Estado do Tocantins. Foi uma das maiores histórias de erro médico deste país. Por quê?
Ora, minha gente… imagine você ser jogado num país estranho, do dia para a noite, para consultar pacientes em condições de trabalho precárias, sem entender o que o paciente fala, com nomes de medicamentos e doenças diferentes, com diretrizes, protocolos e realidade sanitárias COMPLETAMENTE DIFERENTES! Resultado: caos. Tanto que a justiça federal proibiu os profissionais estrangeiros de atuarem no Tocantins naquela época (ver referência 3).
Agora o senhor me diz… “Mesmo assim, ainda faltam médicos no interior deste país!”. E aí eu respondo pro senhor… “faltam, sim”. E sabe por quê?
Porque os gestores de muitas (não todas) das nossas prefeituras obrigam os médicos a trabalharem do jeito que eles querem, fazendo “falcatruas”, beneficiando familiares, atendendo 50 pacientes numa manhã, sem nem deixar o paciente sentar, só para garantir mais votos ao prefeito. E nos pagam um ou dois meses, e depois nos dão um legítimo “pé-na-bunda”… sem falar nos que passam a mão em boa parte do salário do médico.
Trazer os “meninos de Fidel” é a oportunidade perfeita pros políticos brasileiros escravizarem os médicos cubanos, e, na cabeça deles, também os brasileiros.
Eu sei que você precisa de um SUS de qualidade. Eu também preciso. Eu sei que você é um trabalhador. Eu e meus colegas também somos. Estudamos 6 anos na graduação, manhã, tarde e noite; e mais 3 a 6 anos numa residência médica (especialização) que paga 2 mil reais por uma carga horária mínima de 60 horas semanais. E ainda levamos nome de “mercenários” de algumas criaturas.
Nós merecemos, sim, bons salários. Mas não é por fortunas que lutamos. É apenas por uma carreira de estado que nos pague dignamente. E o senhor, merece, sim, ser bem atendido. Era por isso que os meninos de cara pintada gritavam hoje na rua: por uma saúde de qualidade, por uma carreira de estado para os médicos, por uma formação de qualidade e por UMA PROVA DE REVALIDAÇÃO.
Submeter os estrangeiros a uma prova é garantir que só atuará no Brasil aqueles que conseguirem falar português com desenvoltura, aqueles que dominem bem a medicina, e não simplesmente os treinados nos “criadouros de Fidel”.
No mais, saúde não se faz só de médico. É preciso investir na atenção básica, nos hospitais e nas outras profissões da saúde. E lembrem-se: médico ruim e bom tem em todo lugar: no Brasil, em Cuba, na Espanha, em Portugal (há boatos de que os espanhóis e portugueses não pretendem vir – referência 4). Não generalize. E não nos diminua só porque um médico brasileiro um dia o atendeu mal. Venha de onde vier, todo profissional tem que mostrar ser apto para exercer a profissão que escolheu.
Nós não temos a solução para todos os problemas. Mas nós temos vozes que clamam por melhorias. E sabemos que um problema não se resolve criando outro muito maior. Então, meu amigo, lembre-se: nós todos merecemos muito mais do que migalhas. Nós merecemos o banquete completo.
Um abraço.
Samila Marissa é integrante do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina da Uern
Se você duvidou de alguma coisa neste texto, leia as referências: