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Lula veta dosimetria, projeto que aliviaria pena de Bolsonaro

Lula diz que não se deve esquecer atos golpistas (Foto: Reuters)
Lula diz que não se deve esquecer atos golpistas (Foto: Reuters)

Da CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente nesta quinta-feira (8/1) o PL da dosimetria, aprovado em dezembro pelo Congresso.

O projeto reduz a pena de condenados por crimes relacionados aos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O presidente Lula já havia anunciado em dezembro que vetaria a proposta.

Com o veto de Lula, o projeto volta ao Congresso e os parlamentares vão decidir, em sessão conjunta, se mantêm ou derrubam a decisão.

Para derrubar o veto, será necessário o apoio de 257 deputados e 41 senadores.

Se derrubado, o projeto de lei entra em vigor após sua promulgação, que pode ser feita por Lula ou pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Relator do projeto da dosimetria na Câmara, o deputado Paulo Pereira (Solidariedade-SP), conhecido como Paulinho da Força, disse que Lula “tocou fogo” na bandeira branca que o Congresso teria entregue a ele com a aprovação da redução de penas.

Assinatura

A assinatura do veto se deu durante cerimônia organizada pelo governo para marcar os três anos do 8 de Janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes pedindo por uma intervenção federal.

O presidente Lula tinha até o dia 12 de janeiro para vetar a proposta. O veto, assinado nesta quinta-feira, é simbólico por marcar os três anos dos atos marcados por depredações em Brasília.

A cerimônia contou com a presença de governistas e de movimentos populares alinhados à esquerda, e se iniciou com gritos de “sem anistia”.

Os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceram ao evento.

“Não temos o direito de esquecer do passado. Por isso não aceitamos nem ditadura civil nem ditadura militar. Viva a democracia brasileira”, disse Lula em seu discurso.

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Congresso derruba vetos de Lula e afrouxa licenciamento ambiental

Davi Alcolumbre comandou votação (Foto: Evaristo Sá/AFP)
Davi Alcolumbre comandou votação (Foto: Evaristo Sá/AFP)

D0 Canal Meio e outras fontes

Menos de uma semana depois de o Brasil sediar a COP30, o Congresso impôs um mudança radical nas políticas de proteção ambiental na história recente do país. Em sessão conjunta, deputados e senadores derrubaram uma série de vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamado “PL da Devastação” e restauraram dispositivos que flexibilizam o licenciamento ambiental, criticados pelo Planalto e por entidades ambientalistas. Com a decisão, volta a valer a autorização para que empreendimentos de baixo e pequeno impacto obtenham licenças por adesão e compromisso (LAC), processo simplificado que, segundo o governo, pode beneficiar obras com risco relevante, como barragens de rejeito.

Também foi restabelecida a dispensa de licença ambiental para obras de saneamento básico até o cumprimento das metas de universalização. Parlamentares ainda retomaram trechos que isentam manutenção de rodovias de licenciamento, liberam atividades rurais em áreas com problemas jurídicos e restringem consultas a povos indígenas e quilombolas apenas a terras homologadas ou tituladas. Houve também redução de proteções para matas primárias e secundárias da Mata Atlântica. (g1)

Confira como votou cada parlamentar e o que muda no licenciamento ambiental após a derrubada dos vetos. (g1)

Com a derrubada dos vetos, Alcolumbre elevou a pressão sobre o Palácio do Planalto e passou a cobrar cargos estratégicos em troca de abrir caminhos ao governo na Casa. Segundo aliados e integrantes do governo, ele quer o comando de órgãos como Banco do Brasil, Banco do Nordeste (BNB), Cade e CVM. Lula está disposto a conceder parte do espaço pedido, já que seu o foco é garantir a aprovação de Jorge Messias para o STF. A sabatina está marcada para 10 de dezembro, e o presidente pretende conversar pessoalmente com Alcolumbre nos próximos dias para tentar assegurar apoio. O presidente do Senado queria a vaga para seu antecessor, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a indicação de Messias detonou seu rompimento com o governo. (Metrópoles)

Mas Planalto ainda não aceitou a derrota nos vetos. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo estuda alternativas como decretos, portarias e ações no STF para tentar reverter trechos restabelecidos pelo Congresso, que ampliam flexibilizações no processo de licenciamento. Gleisi lamentou o resultado da votação e afirmou que o governo já vinha tentando negociar mudanças com o Legislativo havia meses. O embate reacendeu a disputa entre setores econômicos e ambientalistas após a retomada de pontos da proposta considerada um retrocesso por organizações da área. (UOL)

Já as empresas de infraestrutura comemoraram. Embora criticado por ambientalistas, o projeto recuperou trechos considerados fundamentais pelo setor privado, como a dispensa de licenciamento para obras de manutenção em rodovias já pavimentadas e para dragagens em portos e hidrovias. (CNN Brasil)

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Congresso e empresários se unem contra aumento do IOF

Arte ilustrativa (Reprodução do BCS)
Arte ilustrativa (Reprodução do BCS)

A folga do final de semana não foi capaz de arrefecer as críticas à decisão do governo de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciada na última quinta-feira. Os ataques vieram de todos os lados: da oposição no Parlamento, de empresários e até de integrantes do governo Lula, que consideraram a medida inadequada. Na segunda-feira, as conversas de bastidor que tomaram conta do final de semana ganharam corpo na arena política de Brasília.

Ao final do dia, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que vai colocar em discussão, entre os líderes partidários, o projeto que pretende cancelar o aumento do IOF. (Globo)

Integrantes do governo, no entanto, dizem não acreditar que Motta vá levar a discussão para a pauta da Câmara. Em um almoço organizado por Lula no domingo, no Alvorada, Motta disse estar disposto a dialogar, mas não prometeu impedir que o assunto chegue à pauta. O mesmo discurso foi adotado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que também participou do almoço promovido por Lula. (UOL)

Apesar do otimismo palaciano, Hugo Motta criticou abertamente o governo, dizendo que o Brasil não precisa de mais impostos. Em uma postagem no X, antigo Twitter, o presidente da Câmara afirmou: “O Executivo não pode gastar sem freio e depois passar o volante para o Congresso segurar. O Brasil não precisa de mais imposto. Precisa de menos desperdício”. (Folha)

Os presidentes da Câmara e do Senado vêm sendo pressionados, não só por políticos da oposição, a dar continuidade a um decreto legislativo para cancelar o aumento do IOF, protocolado ainda na sexta-feira. Integrantes do setor produtivo também se organizam para pressionar o Congresso a barrar o aumento.

Manifesto

Em um manifesto assinado por sete confederações nacionais — entre elas, a da indústria (CNI), do agronegócio (CNA) e do comércio (CNC) —, os representantes do setor privado dizem esperar que o “Congresso se debruce sobre o tema e avalie, com responsabilidade, a anulação do teor do decreto do governo federal”. (Estadão)

Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também foi para o ataque. Em evento no Rio, criticou veladamente o Congresso. Segundo ele, a Fazenda e o governo Lula lutam para reduzir um déficit estrutural herdado de governos anteriores e que o desafio de equilibrar o Orçamento “é de todos”. (Folha)

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CPMI do INSS é protocolada e aguarda Alcolumbre

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

Do Canal Meio e outras fontes

Senadores e deputados da oposição protocolaram nesta segunda-feira o requerimento de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a fraude no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), revelada por uma investigação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU). Para que ela seja de fato instalada, porém, é necessário que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), leia em plenário o requerimento.

Capitaneada pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT) e pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a CPMI foi uma forma de driblar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que pretendia deixar o pedido de uma CPI — apenas com deputados — sobre o mesmo assunto na fila de outros requerimentos. (g1)

O pedido da CPMI contou com assinaturas de 223 deputados e 36 senadores, incluindo seis deputados do PSB. Com Alcolumbre na comitiva de Lula na China, o ato de leitura do requerimento deve acontecer somente na próxima sessão do Congresso, em 27 de maio. (Estadão)

Esquema de desvios contava com call centers, consultorias e corretoras, segundo o relatório da Polícia Federal. (CNN Brasil)

E dois nomes que aparecem nas investigações da fraude bilionária do INSS são familiares aos senadores que integraram a CPI da Covid, que apurou, entre outras coisas, a compra de vacinas Covaxin superfaturadas da Índia: Mauricio Camisotti e Danilo Trento. A hipótese desses parlamentares é a de que quando a negociata com as vacinas da Índia falhou os envolvidos partiram para o esquema contra aposentados e pensionistas, informa Octavio Guedes. (g1)

O escândalo é um dos mais sérios problemas de imagem já enfrentados pelo atual governo. Uma pesquisa realizada pela Quaest mostrou que o caso apresenta uma repercussão em grupos públicos de aplicativos de mensagens maior que a da onda de boatos falsos sobre a taxação de transações via Pix. Entre os dias 21 de abril e 7 de maio foram registradas cerca de 3,6 milhões de mensagens sobre o escândalo em 31 mil grupos públicos monitorados pela consultoria. (CNN Brasil)

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Com alta recorde do dólar, governo Lula fica em momento delicado

Arte ilustrativa
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A última semana antes do recesso parlamentar começou agitada em Brasília. Para acelerar a tramitação do ajuste fiscal no Congresso, o presidente da Câmara, Arthur Lira, anexou a PEC do corte de gastos a uma outra Proposta de Emenda à Constituição, de reforma tributária, que já está apta para ir à votação no plenário. Com isso, a PEC do ajuste, que prevê restrições ao abono salarial e medidas para combater supersalários, não precisará passar pela análise da Comissão de Constituição e Justiça nem por uma comissão especial.

Já o governo federal avançou na liberação de indicações para agências reguladoras com a intenção de fortalecer sua base no Senado e destravar o pacote fiscal. As nomeações saíram no Diário Oficial da União, e as escolhas foram alinhadas em reunião com o presidente Lula, antes de sua cirurgia, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o senador Davi Alcolumbre (União-AP). O movimento é uma estratégia do governo para garantir apoio em temas prioritários, a começar pelo pacote fiscal. (g1)

A aprovação do pacote fiscal é essencial para tranquilizar os agentes financeiros. Os dois leilões extraordinários de câmbio feitos pelo Banco Central (BC) ontem, injetando US$ 4,6 bilhões no mercado, não foram suficientes para segurar a escalada do dólar. A moeda americana fechou no maior valor nominal da história, com alta de 1,03%, a R$ 6,091. Já o Ibovespa encerrou o dia com baixa de 0,84%, aos 123.560 pontos.

Em um leilão extraordinário à vista, o BC vendeu US$ 1,6275 bilhão — maior valor em uma única intervenção desse tipo desde 10 de março de 2020 (US$ 2 bilhões). Em seguida, vendeu US$ 3 bilhões com compromisso de recompra, no chamado leilão de linha. Apesar das intervenções, o real foi a moeda que mais se desvalorizou entre os países emergentes e as principais moedas do mundo. (Folha)

Além disso, o foco também está na aprovação da reforma tributária. O fim da desoneração de 60% das contas de água e esgoto e a volta das bebidas açucaradas ao Imposto Seletivo estão entre as principais mudanças feitas pelo relator do texto na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que divulgou nova versão do projeto de regulamentação. A expectativa era iniciar a votação em plenário na noite de ontem.

Como já passou pelo Senado, se aprovado, segue para sanção presidencial. A maior parte das mudanças tem o objetivo de aproximar a alíquota de referência para bens e serviços sem benefícios fiscais dos 26,5% definidos no texto original do governo. Segundo simulação do Banco Mundial, as mudanças feitas pelo Senado elevaram a alíquota-base a mais de 29%. (Folha)

Agenda em Brasília trata de recursos para Complexo Viário15 de março

Alcolumbre recebeu delegação de políticos de Mossoró e Natal (Foto: Divulgação)
Alcolumbre recebeu delegação de políticos de Mossoró e Natal (Foto: Divulgação)

O prefeito Allyson Bezerra (UB) cumpriu agenda em Brasília nesta terça-feira (14), onde foi recebido pelo senador Davi Alcolumbre, secretário-geral do União Brasil. Em pauta, avanços importantes para a cidade de Mossoró, como o Complexo Viário 15 de Março, a maior obra já executada pela Prefeitura em toda a sua história. O gestor tratou sobre o andamento do empreendimento que ligará as BRs 110 e 304, e solicitou apoio da bancada federal do partido para a liberação de mais recursos.

“Os sonhos do povo de Mossoró agora são realizados, com muito trabalho e determinação. O Complexo Viário 15 de Março já não é apenas um projeto, é realidade, com obras avançando a cada dia. Fizemos questão de destacar essa conquista durante nossa agenda em Brasília e pedir o apoio da nossa bancada para grandes obras como essa”, pontou o prefeito Allyson Bezerra.

O Complexo Viário compreende uma extensão de 8 km, ligando as BRs 110 e 304, passando sobre o Rio Mossoró e sendo a primeira via da cidade a contar com 100% de ciclovia e calçadão com acessibilidade, além de iluminação 100% em LED.

O encontro em Brasília com o senador Davi Alcolumbre contou também com a presença do presidente do União Brasil RN, José Agripino, deputados federais Benes Leocádio (UB) e Paulinho Freire (UB), e 1º vice-presidente nacional do União Brasil, ex-deputado federal e ex-prefeito de Salvador (BA), ACM Neto.

Também estiveram em agenda própria, tratando de interesses de Natal, o prefeito Álvaro Dias (Republicanos) e a secretária municipal de Planejamento, Joanna Guerra (Republicanos).

Descarbonização, transição e energias renováveis geram parceria

Jean-Paul, Amaro Sales e Rodrigo Mello: parceria (Foto: Fiern)
Jean-Paul, Amaro Sales e Rodrigo Mello: parceria (Foto: Fiern)

A Petrobras e o Serviço Nacional da Indústria (SENAI-RN) assinaram, nesta sexta-feira (16), um protocolo de intenções para desenvolver ações e estratégias voltadas à transição energética, energias renováveis e descarbonização no Brasil. Um dos possíveis desdobramentos será a ampliação e o aprofundamento do mapeamento do potencial eólico offshore na Margem Equatorial Brasileira.   

A iniciativa contempla os esforços da companhia nas áreas de energia renováveis, descarbonização e transição energética. O documento estabelece ainda o compromisso da criação de um Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) de referência para pesquisa e desenvolvimento desses setores.    

A assinatura do documento ocorreu em evento realizado na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), em Natal. Contou com as presenças do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, do senador Davi Alcolumbre, do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte, Amaro Sales de Araújo; do diretor do Senai do Rio Grande do Norte e do Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello; e da governadora Fátima Bezerra (PT).   

“Esse acordo vai abrir caminhos para uma nova fronteira de energia limpa e renovável no Brasil, aproveitando o expressivo potencial eólico offshore do nosso país e impulsionando nossa trajetória em direção à transição energética justa. A Petrobras está caminhando com diligência, mantendo foco em operar de forma sustentável. Ao mesmo tempo avançando na descarbonização e atenta às oportunidades de ampliar sua atuação em novas matrizes como os combustíveis com conteúdo renovável, energia eólica e solar”, afirmou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

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